Genipapo

Genipapo

Nome científico: Genipa Americana

 

Nome Popular: Genipapo, Jenipapo, Jenipá

 

Família: Rubiaceae

 

Forma de vida: árvore

 

Frutificação no Cerrado: outubro-março

 

Dispersão: primatas, mamíferos terrestres, aves

 

Polinização: abelhas, mariposas

 

Habitat e distribuição: Nativa em quase todo o pais em várias formações situadas em várzeas úmidas.

 

Características da espécie: Árvore de crescimento rápido dotada de copa alongada, de 8-14 m de altura, com tronco revestido por casca clara. Folhas simples da cor verde-escura, de 15-35 cm de comprimento. Possui flores amareladas.

 

Características dos frutos: Frutos globosos, com 11-14 cm de diâmetro, com polpa suculenta, adocicada, azeda e aromática. Possui odor forte e característico.

Aproveitamento

Usada para o preparo de sucos, farinhas, doces, licores, sorvetes, vinhos, usados como picles ou cozidos com carnes, assim como usado como corante corporal e de tecidos. Sua farinha possui quantidade significativa de vitamina C e alto conteúdo nutricional. O fruto possui elevada capacidade antioxidante, assim como boas fontes de fibras totais, ferro e carotenoides.

Referências

KINUPP, Valdely; LORENZI, Harri. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, 2019. São Paulo.

 

KUHLMANN, Marcelo. Frutos do Cerrado: 100 Espécies Atrativas Para Homo Sapiens. 1. Ed. Brasília: 2020.

 

CARDOSO, Daniel. et al. Potencial tecnológico e composição de Farinha de Jenipapo (Genipa americanaL.) obtida por secagem em convecção. Brazilian Journal of Development, 2020. Disponível em:

https://www.brazilianjournals.com/index.php/BRJD/article/view/11004/9279

 

DE OLIVEIRA, Antonella.  et al. Desafios da Ciência e Tecnologia de Alimentos 2. Editora: Atena, 2017. Disponível em:

https://www.finersistemas.com/atenaeditora/index.php/admin/api/artigoPDF/34943

Murici

Murici

Nome científico: Byrsonima basiloba A. Juss.

 

Nome popular: Murici, Muruci, Murici-do-campo

 

Família: Malpighiaceae

 

Forma de vida: Subarbusto ou Arbusto

 

Dispersão: mamíferos (mastocoria).

 

Frutificação: estação seca.

 

Habitat: Campo Sujo, Campo Limpo, Campo de Murundus e Cerrado sentido restrito.

 

Distribuição: DF, GO, MS, MG, SP – Endêmica do Cerrado.

 

Características da espécie: Byrsonima Crassifolia: Árvore perenifólia, de copa estreita, com cerca de 3-6 m de altura. Possui inflorescências de 10-13 cm de comprimento, com flores vermelhas e amarelas.

 

Características do fruto: Fruto globoso, com a polpa suculenta de 0,5cm de espessura e semente escura. 

 

Byrsonima Verbascifolia: Tem porte menor, de 1-5m de altura, tronco tortuoso de 15-25cm de diâmetro, revestido por casca grossa e áspera, inflorescências concentradas na extremidade dos ramos, com muitas flores vermelhas e amarelas. 

 

Características do fruto: Fruto globoso, com 1,3-1,5cm de diâmetro de polpa suculenta e adocicada, amarelo e fino.

Aproveitamento

O consumo de seus frutos pode ocorrer na forma de sucos, sorvetes, pratos doces no geral, assim como salgados como em sopas ou com carnes, assim como secos. Da sua semente pode ser extraído o óleo, usado tanto na culinária quanto na indústria de cosméticos. Também pode ser usado como corante, cachaças e licores. Os frutos de Murici-passa (murici seco Byrsonima Verbascifolia) possuem alto teor de fibras. O fruto é rico em carotenoides, e possuem uma alta atividade antioxidante. Já o Byrsonima Crassifolia possui grande quantidade de aminoácidos, fornecendo ainda fibras, ferro, e vitamina C. Os muricis também apresentam usos medicinais e fitoterápicos. A casca do tronco é utilizada como febrífuga, antidiarreica e adstringente, assim como podem ser usados para combater a tosse e a bronquite. Suas folhas são usadas em diversos preparados cicatrizantes, anti-inflamatórios e antioxidantes.

Referências

KINUPP, Valdely; LORENZI, Harri. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC)

 

GUIMARÃES, M.M.; SILVA, M.S. Valor nutricional e características químicas e físicas de frutos de murici-passa (Byrsonima verbascifolia). Ciência e Tecnologia de Alimentos, 28(4), 817-821, 2008. Disponível em:

https://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0101-20612008000400009&script=sci_arttext&tlng=pt

 

DE ARAÚJO, Rychardson. et al. Byrsonima crassifolia e B. verbascifolia Murici. Embrapa. Disponível em:

https://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/bitstream/doc/1104683/1/Murici.pdf

Macaúba

Macaúba

Nome científico: Acrocomia aculeata (Jacq.) Lodd. ex Mart

 

Nome popular: Macaúba, Macaúva, Macajuba

 

Família: Arecaceae

 

Forma de vida: Palmeira

 

Frutificação no Cerrado: agosto-fevereiro

 

Dispersão: mamíferos, araras

 

Polinização: abelhas, besouros

 

Habitat e distribuição: Nativa em quase todo território brasileiro, no Cerrado pode ser encontrada nas áreas de Palmeiral, Mata Ciliar, Mata de Galeria, Mata Seca, Cerradão.

 

Características da espécie: Palmeira solitária e espinhenta de crescimento lento, de 10-15 metros de altura, de 20-30 cm de diâmetro, possui inflorescências foliares e ramificadas de quase 1m de comprimento, com flores discretas.

 

Características do fruto: Frutos globosos (drupas) verde amarelados quando maduros, de 3,5-5,0 de diâmetro, com polpa escassa e adocicada. Sua frutificação ocorre de Agosto à Fevereiro

Aproveitamento

Os frutos podem ser consumidos in natura, assim como usados gastronomicamente, como na confecção de geleias, mousses, doces, sorvetes, farinhas e a extração do seu óleo. Pode-se também obter o palmito a partir do caule, e a amêndoa no interior do fruto. O farelo da sua polpa se destaca por sua composição em carboidratos e por possuir fibras alimentares, já o farelo da amêndoa de Macaúba possui alto teor proteico e uma fonte potencial de carboidratos. Sua semente possui valor proteico e é rica em fibras e seu óleo possui carotenoides.

Referências

SISTEMA BIOGEOGRÁFICO, Museu do Cerrado. Disponível em:

https://museucerrado.com.br/sistemas-biogeograficos/flora/palmeiras/macauba/

 

S.C. GRANDE; E. C. CREN, Demanda de Proteínas Vegetais: Potencialidades e o Diferencial dos Farelos de Macaúba, Revista de Engenharia Química e Química, Vol 2 N. 3. 2016. Disponível em:

file:///C:/Users/User/Downloads/2198-Manuscript%20paper_Texto%20do%20artigo%20(PDF)-10174-1-10-20161031.pdf

 

KINUPP, Valdely; LORENZI, Harri. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, 2019. São Paulo. (p. 124-125)

KUHLMANN, Marcelo. Frutos do Cerrado: 100 Espécies Atrativas Para Homo Sapiens. 1. Ed. Brasília: 2020.

 

COIMBRA, Michelle. Caracterização dos frutos e dos óleos extraídos da polpa e amêndoa de Guariroba (Syagrus oleracea), Jerivá (Syagrus romanzoffiana) e Macaúba (Acrocomia aculeata). 2010. Trabalho de dissertação. Universidade Estadual Paulista. Disponível em:

https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/88418/coimbra_mc_me_sjrp.pdf?sequence=1&isAllowed=y

II Encontro de Restauração Ecológica do Cerrado: Um olhar para Sistemas Agrocerratenses

II Encontro de Restauração Ecológica do Cerrado: Um olhar para Sistemas Agrocerratenses

2022-08-25_noticias_ii-encontro-de-restauracao-ecologica-do-cerrado-um-olhar-para-sistemas-agrocerratenses (2)

A Recomposição de Reservas Legais (RL) no bioma Cerrado carece de informações técnicas sobre possíveis retornos econômicos e sobre o significado ecológico da restauração de ambientes savânicos e campestres. Nesse sentido, uma das alternativas para a recomposição da RL são os sistemas agroflorestais  e adicionalmente, os sistemas agrocerratenses que engloba alternativas de restauração produtiva em formações savânicas e campestres tanto em RL para atender a legislação de proteção da vegetação nativa quanto em áreas produtivas. 


Devido a importância de estudos mais aprofundados sobre sistemas agrocerratenses, bem como sobre possíveis retornos econômicos, sobre sua contribuição para a recomposição de ambientes e ainda sobre as práticas e processos atuantes vislumbra-se a necessidade de diálogos formativos junto à comunidade, como estratégia de construção coletiva e integração de agendas institucionais. Propõem-se  assim, o 2º Encontro: Restauração Ecológica do Cerrado – Um olhar e um fazer para os Sistemas Agrocerratenses, de forma presencial e com transmissão ao vivo. O encontro é idealizado de forma colaborativa e em rede entre diversas instituições, tais como: WWF Brasil, Instituto Federal de Brasília (IFB/Campus Planaltina), Instituto Federal do Norte de Minas (IFNMG/Campus Arinos), Embrapa Cerrados, Instituto Brasília Ambiental (IBRAM), ONg Pequi, TIKRÉ Ltda, EMATER-MG, Rede Araticum – Articulação pela restauração do Cerrado, Rede Pequisação, Ação RIDE SAN-DF+, NEA Candombá, NEA UNB, NEPEAS/FUP, CDS/UNB e MADER/FUP.


Os diálogos formativos serão realizados em formato de apresentações presenciais e transmitidos on-line em tempo real, pela plataforma da Articulação pela Restauração do Cerrado- Araticum no Youtube. A abertura do evento contará com a apresentação do tema e dinâmica do seminário, com abertura do evento e exposição dos pontos de discussão e encaminhamentos do webnário de 2021. Após, haverá sessão de circulação de saberes, que são mesas de debates com 1h30 a 2h de duração, com participação de palestrantes e um moderador. Os temas selecionados para as mesas de debate foram: Interfaces entre Agroecologia e Restauração Ecológica: Como a Ecologia dos Saberes contribui para sistemas mais resilientes e comunidades menos vulneráveis; Restauração Socioecológica –  Princípio Participativo em Sistemas Agrocerratenses; Restauração Ecológica Produtiva – Pluriatividade Econômica em Sistemas Agrocerratenses; Integração da restauração e produção em ambientes savânicos – Protagonismo de Espécies Nativas e Agrobiodiversidade. O público participa com contribuições apresentadas ao moderador. No último dia de evento irá ocorrer uma visita a campo em áreas de Sistemas Agrocerratenses para a integração dos princípios debatidos com a prática. 


 O evento faz parte da Semana Universitária da UnB, nas manhãs de 30 de agosto a 02 de setembro. Terá mesas redondas e um dia de campo e acontece no campus Darcy Ribeiro.


Inscrição pelo link https://bit.ly/EncontroRestauração

Réquiem para o Cerrado

Réquiem para o Cerrado

O livro é um autêntico guia para uma viagem fantástica por sobre o nosso planeta e ao mesmo tempo estimula quem o lê a tomar consciência de que, desde o seu surgimento até os dias de hoje, a Terra e suas estruturas geológico-geomorfológicas, biogeográficas, climato-botânicas e antropo-culturais passaram por transformações e evoluções intensas.

 

Nesse sentido, os movimentos de placas tectônicas que deram origem aos continentes, surgimento e desaparecimento de mega-faunas e mega-floras. Assim também, ao surgimento e evolução do Homo-sapiens (a espécie dita inteligente) que continua interferindo no ecossistema, a qual os especialistas chamam de “perda de integridade da biosfera”. Esta é a história do Cerrado, ocorrida nas últimas décadas. Nesta narrativa, este singular ambiente toma a configuração de um pacato povoado, onde o culto da felicidade era a expressoa maior do comportamento da gente do lugar.

 

Recorreu-se a este método, baseado na mitologia dos símbolos, porque, após quarenta anos de pesquisas e estudos na região, que resultaram em vários livros e mais de uma centena de artigos científicos, o Cerrado que, até a década de 1950, cobria sem grandes modificações dois milhoes de km² dos Chapadões Centrais do Brasil, na contemporaneidade, a cada dia, vai perdendo, de forma irreversível, as últimas parcelas dos pequenos ninchos que ainda restam da sua grande biodiversidade.

 

O Autor

O professor doutor Altair Sales Barbosa, conhecido nacionalmente e internacionalmente como um dos maiores conhecedores do Cerrado e outros sistemas Biogeográficos brasileiros, é graduado em Antropologia pela Universidade Católica do Chile, possui vários cursos de nível de Pós-Graduação em Geologia, Ecologia, Arqueologia, Antropologia, dentre outros, em diversas instituições nacionais. Com doutorado em Antropologia/Arqueologia pela Smithsonian Institution – Washington-DC (EUA).

Andarilhos da Claridade

Andarilhos da Claridade

Síntese

O presente trabalho é um intento de responder algumas questões, principalmente para as áreas interioranas do continente. Para tal cruzaram-se inúmeras informações de ordem física, biológica e cultural, dentro de uma lógica baseada nos princípios da ecologia cultural.

 

 Os resultados foram satisfatórios. Não só porque permitem vislumbrar de forma mais clara alguns itens obscuros da pré-história sulamericana, mas também pelo fato de motivarem em perspectiva a formulação de outros problemas de ordem científica. A área interiorana central da América do Sul é caracterizada por um tipo de paisagem muito diversificada que constrói o Domínio Morfoclimático e Fitogeográfica do Cerrado ou de acordo com a nomenclatura do autor, Sistema Biogeográfico do Cerrado, onde a maior porcentagem das formações vegetacionais, é constituída por áreas abertas onde há bastante luminosidade durante todo ano. 

 

O título da obra, Andarilhos da Claridade procura de certa forma caracterizar uma parcela do modo de vida das primeiras populações humanas, que de maneira mais duradoura exploravam e planejavam esse tipo de ambiente, já que suas migrações se davam mais frequentemente pelos ambiente com claridade.

 

 

 

O Autor

O professor doutor Altair Sales Barbosa, conhecido nacionalmente e internacionalmente como um dos maiores conhecedores do Cerrado e outros sistemas Biogeográficos brasileiros, é graduado em Antropologia pela Universidade Católica do Chile, possui vários cursos de nível de Pós-Graduação em Geologia, Ecologia, Arqueologia, Antropologia, dentre outros, em diversas instituições nacionais. Com doutorado em Antropologia/Arqueologia pela Smithsonian Institution – Washington-DC (EUA).

II Ato Político Pela Preservação Das Águas E Pelo Futuro Do Distrito Federal

II Ato Político Pela Preservação Das Águas E Pelo Futuro Do Distrito Federal

2022-08-24-ii-ato-politico-pela-preservacao-das-aguas-e-pelo-futuro-do-distrito-federal

“O Cerrado de Brasília resiste, preservado pela população e abandonado pelo Estado. Resiste nas manchas rurais da Serrinha do Paranoá, Lago Oeste, Taguatinga, Águas Emendadas e Planaltina, Park Way, São Sebastião, Brazlândia, nas áreas com características rurais de todas as regiões periurbanas da cidade.”

 

“Se a especulação imobiliária e a busca insensata pelo lucro rápido, e o desrespeito ao conhecimento já revelado persistirem, não serão apenas os moradores dessas regiões que sentirão os impactos. As águas do Distrito Federal precisam ser preservadas, porque a falta delas será a face mais visível de um desastre que poderá comprometer a vida de tudo na natureza, inclusive a nossa.”

 

“Preservar todas as regiões produtoras de água é pauta prioritária para garantir o futuro da Cidade. Os governos não podem seguir acumulando erros, ignorando informações e legislações que revelam a sensibilidade e importância estratégica da preservação e regularização dessas áreas, segundo suas vocações. Regularizar as áreas legitimamente ocupadas para preservar a região é fundamental”.

Exposição “100 imagens e documentos da Pedra Fundamental e de Planaltina”

Exposição "100 imagens e documentos da Pedra Fundamental e de Planaltina"

2022-08-18_noticias_exposicão-100-imagens-e-documentos-da-pedra-fundamental-e-de-planaltina

Em comemoração ao aniversário de 163 anos da cidade e ao centenário da Pedra Fundamental a Academia Planaltinense de Letras Artes e Ciências (APLAC), o Ecomuseu Pedra Fundamental e o Coletivo Nativo têm a honra de lhe convidar para:  Abertura da exposição “100 imagens e documentos da Pedra Fundamental e de Planaltina”. Nesta quarta-feira (17/08), às 17 horas no Museu Histórico e Artístico de Planaltina-DF. 

Contamos com a presença de vocês! 

Exposição de Fotografias dos Apanhadores de Sempre-Vivas

Exposição de Fotografias dos Apanhadores de Sempre-Vivas

 Está aberta a Exposição de Fotografias dos Apanhadores de Sempre-Vivas – Histórias do Vale na Galeria Martha Moura no Teatro Santa Izabel em Diamantina-MG. 

 

Venha visitar esta bela exposição gratuitamente até o dia 31 de agosto nos seguintes horários: Segunda à sexta-feira das 09:00 h às 17:00 h. Sábado das 09:00 h às 13:00 h.

 

PREFEITURA DE DIAMANTINA, NOSSO MAIOR PATRIMÔNIO É VOCÊ!

 

II Festival Das Comunidades Apanhadoras De Flores Sempre-Vivas

II Festival Das Comunidades Apanhadoras De Flores Sempre-Vivas

O Festival é o momento de reconhecimento e valorização da identidade e modo de vida das nossas comunidades Apanhadoras de Flores e celebração ao reconhecimento como Sistema Importantes do Patrimônio Agrícola Mundial – SIPAM – FAO/ONU das comunidades Apanhadoras de Flores Sempre-Viva. 

 

O evento será realizado nos dias 14 e 15 de setembro, no Mercado Velho, Centro de Diamantina, Minas Gerais. Buscamos criar espaços de expressão do conhecimento e da cultura das comunidades Apanhadoras de Flores, promover momentos de diálogo sobre o modo de vida dos povos e comunidades tradicionais, valorizar os produtos e conhecimentos tradicionais e o Fortalecimento político e social das organizações e articulações. 

 

Teremos o lançamento público de documentos relacionados ao Sistema Agrícola Tradicional das comunidades Apanhadoras de Flores Sempre Vivas, como sistematização do SAT Tradicional através de livros e outras publicações, vídeo-documentário, feira de produtos da Serra, oficinas de troca de saberes, exposição de fotografias, apresentações culturais e muita celebração! Sejam todos bem vindos! Compartilhem e divulguem!!!