Farmácia

Laboratório de Farmacognosia na Faculdade de Ciências da Saúde

Laboratórios:

 

Laboratório de Farmacognosia

O Laboratório de Farmacognosia conta com um importante acervo de extratos e substâncias isoladas de plantas do bioma Cerrado. A pesquisa por novas moléculas com potencial medicamentoso é realizada através da investigação científica nas áreas de agentes infecciosos, vetores e células cancerígena.

 

Laboratório de Produtos Naturais

O Laboratório de Produtos Naturais (LPN) é um espaço multidisciplinar no qual são desenvolvidas pesquisas envolvendo microrganismos, plantas medicinais e fitoterápicos, com ênfase em espécies do Cerrado.

 

Banco de extratos:

 

Screening larvicida do Banco de Extratos do Cerrado

O Laboratório de Farmacognosia da Universidade de Brasília construiu um “Banco de Extratos de Plantas do bioma Cerrado”, importante biblioteca concebida com o saudoso botânico Professor José Elias de Paula/UnB, profundo conhecedor do Cerrado, que tinha obsessão em lutar contra o mosquito Aedes aegypti e seus perigos para a saúde humana. Nossa biblioteca possui extratos e substâncias de plantas e de fungos endofíticos, cuja atividade de acesso a esse patrimônio genético foi autorizada pelo CGEn/IBAMA. O nosso grupo de pesquisa Biofármacos, registrado no CNPq desde 2002, vem investigando a atividade desse acervo em diferentes modelos biológicos. Porém, diante da epidemia do Zika vírus, em 2015, e dos casos de crianças com microcefalia, interrompemos as demais atividades e decidimos reunir pesquisadores do Brasil e dos países parceiros em um esforço único de trabalhar para o controle do vetor das arboviroses. Ter o “Banco de Extratos de Plantas do bioma Cerrado” é primordial para otimizar o estudo dos metabólitos secundários e obter substâncias para protótipos de produtos para o controle do mosquito Aedes aegypti.

 

Banco de Extratos em números

 

EXTRATOS

O banco de extratos do Cerrado possui mais de 1000 extratos.

 

FAMÍLIAS

Os extratos foram obtidos de plantas de 46 famílias diferentes.

 

ESPÉCIES

O banco de extratos contempla 107 espécies nativas do Cerrado.

 

Meios de contato:

 

Responsável: Profa Laila S. Espindola

Universidade de Brasília

Faculdade de Ciências da Saúde

Campus Universitário Darcy Ribeiro, s/n

Asa Norte – CEP:70910-900

🌏 http://farmacognosia.fs.unb.br/

 

Laboratório de Produtos Naturais do curso Ciências Farmacêuticas  da Faculdade de Ciências da Saúde

O Laboratório de Produtos Naturais (LPN) é um espaço multidisciplinar no qual  são desenvolvidas pesquisas envolvendo microrganismos, plantas medicinais e fitoterápicos, com ênfase em espécies do Cerrado.  

 

Coordenadoras: Profa. Dra. Dâmaris Silveira, Profa. Dra. Pérola de Oliveira Magalhães Dias Batista e Profa. Dra. Yris Maria Fonseca-Bazzo

Faculdade de Educação

Faculdade de Educação

O curso de Mestrado Acadêmico objetiva promover a competência acadêmica de graduados, contribuindo para o aperfeiçoamento de docentes e para a formação inicial de pesquisadores no campo educacional.

O curso de Doutorado objetiva a formação e o aprimoramento, em alto nível, de profissionais comprometidos com o avanço do conhecimento na área de Educação, para o desenvolvimento de atividades de pesquisa e o exercício do magistério no nível superior.

Uma das linhas de pesquisa é Educação ambiental e educação do campo – EAEC:

Ecologia Humana como dimensão ontológica complexa da práxis pedagógica. O enraizamento dos seres humanos nas suas bases biológica e sócio-cultural como referências para pensar a Educação. A abordagem teórico-metodológica da epistemologia transdisciplinar e a dialógica entre o pensamento científico e as demais formas sociais de produção do conhecimento.

 A Educação Ambiental no contexto socioambiental brasileiro. Conhecimentos, valores, crenças, atitudes e vivências que contribuem para a construção do sujeito ecológico. Transversalidade como estratégia pedagógica de constituição de comunidades de aprendizagem. Epistemologia da complexidade e gestão ambiental, conceitos de crise e sustentabilidade. A dimensão educativa da arte, relações de gênero, etnias e seus aspectos interculturais. A escola como espaço socioambiental de construção do conhecimento e produção de sentidos. Processos formativos no contexto das relações comunitárias em instituições públicas e associações da sociedade civil.

 Princípios teórico-metodológicos da Educação do Campo para uma proposta de educação formal e não-formal que contemple as especificidades culturais, políticas e sócio-econômicas dos povos do campo. Políticas públicas, gestão participativa e escolas do campo. Processos formativos no contexto das escolas do campo, das relações comunitárias e na sociedade civil no meio rural. Movimentos sociais do campo, e redes sociais como espaços educativos.

Linhas de Pesquisa da Àrea Educação Ambiental e Educação do Campo – EAEC

    • Água como matriz ecopedagógica

Educação ambiental para gestão sustentável das águas no bioma cerrado em um enfoque transdisciplinar; Ecopedagogia e resignificação das relações interpessoais para gestão cotidiana compartilhada e sustentável do meio ambiente e dos recursos naturais; Abordagem transversal de temas ambientais em comunidades de aprendizagem.

 

Docente: Profª. Drª Vera Catalão

    • Educação do Campo: desenvolvimento rural e práticas político-pedagógicas

A construção e gestão de políticas públicas de acesso à educação superior para sujeitos do campo. Matrizes organizadoras das concepções políticopedagógicas da Educação do Campo, na universidade e na escola.

 

Docente: Profª. Drª Mônica Molina

    • O comportamento ecológico no contexto socioambiental brasileiro: relações e inter-relações

Comportamento ecológico no contexto socioambiental brasileiro; modelos explicativos que incluam os valores humanos, as crenças ambientais e as atitudes ecológicas; estratégias de intervenção adequadas à realidade brasileira, de modo a transformar a relação das pessoas com o ambiente; formação do sujeito ecológico, na perspectiva da ecologia humana.

 

Docente: Profª. Drª Claudia Pato

    • Educação Socioambiental, Saberes e (De)Colonialidades

Educação socioambiental, interculturalidade, pluralismo epistêmico, ecologia dos saberes e estudos decoloniais. Educação, currículo e direitos humanos. Processos de formação, socialização e produção do conhecimento inspirados nas emergentes epistemologias do Sul e nos conhecimentos de fronteira interdisciplinar. Saberes, modos de vida, sistemas de conhecimento, “cosmopolíticas” e/ou “(contra) ontologias práticas” de povos e populações tradicionais.

 

Docente: Profª. Drª Ana Tereza Reis da Silva

Faculdade de Ceilândia

Faculdade de Ceilândia

Projeto Horto de Plantas medicinais, Aromáticas e Condimentares da Faculdade de Ceilândia Horto de Plantas Medicinais, Alimentícias e Condimentares – HEMAC/FCE

 

Histórico:

  • O projeto teve início em outubro de 2010, por meio do Edital Mostre seu amor pela UnB

  • Foi inaugurado no dia 13 de julho de 2011

Objetivos:

  • Conscientização e uso racional de plantas medicinais e fitoterápicos

  • Local de desenvolvimento das práticas integrativas em saúde.

  • Produção de espécies vegetais como material didático

  • Oferta de cursos de capacitação em cultivo e produção de plantas medicinais, aromáticas e condimentares. 

  • Oferta de oficinas sobre preparações caseiras com plantas medicinais

  • Ações de educação ambiental para ensino fundamental e médio;

  • Espaço de convivência para a comunidade FCE

Produção acadêmica subsidiada pelo o Projeto Horto

  • 5 edições do Projeto 

  • 8 apresentações na Semana de Extensão

  • trabalho publicado em revista indexada

  • publicação de cartilha de uso racional de plantas medicinais

  • Vídeos de oficinas

  • 5 PIBICS

  • 2 TCCs

Projeto Horto nas midias

Parceiros do Projeto:

  • Embrapa Cenargen

  • Escola Classe de Ceilândia

  • Laboratório de controle de qualidade da FS

  • Museu do Cerrado/UnB

  • SES/DF

  • CERPIS/SES/DF

  • Sítio Gerânio

  • Associação de Produtores Orgânicos de Samambaia

Meios de contato:

 

Prof. Dra.Paula Melo Martins

Área de Produtos Naturais
Curso de Farmácia
Universidade de Brasília
Campus Ceilândia  

Centro Metropolitano, Ceilândia Sul, DF  

 

☎ (61) 99912-2208  

 

NEA

Núcleo de Agroecologia da Universidade de Brasília

Parceria entre a Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária e o Centro de Desenvolvimento Sustentável

 

Coord: Profa. Flaviane Carvalho e Prof. Thomas Ludewigs

O Núcleo de Agroecologia da Universidade de Brasília surge com a estratégia de desenvolver, de forma contínua, atividades em redes multiinstitucionais, identificando e sistematizando experiências territoriais cujos acúmulos deverão mapear ou influenciar processos de inovações sociais e adequação e/ou novos desenhos tecnológicos e de políticas públicas.

Para tanto integra unidades acadêmicas de diferentes áreas do conhecimento como o Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS) e a Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV) localizados no campus Darcy Ribeiro, além de professores (as) e estudantes do Programa de Pós -Graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (PPG-MADER), da Faculdade UnB Planaltina(FUP) e parceiros externos como Embrapa, cooperativas e associação de agricultores(as) familiares e assentados (as) da reforma agrária, entidades executoras de extensão rural, Organizações não Governamentais, extensionistas rurais, educadores(as) e estudantes. Tem como princípio metodológico a participação em rede com atividades previstas na construção do conhecimento agroecológico em unidades de aprendizagem em temas como mercados, sistemas agroflorestais sucessionais, gestão da água, inovação e políticas públicas.

A equipe formada no projeto representa o anseio de unir esforços no trabalho em rede para potencializar a agroecologia e a produção responsável no bioma Cerrado.

 

NEXUS

  O Núcleo de Agroecologia da UnB associa outros projetos para atingir sua missão. O NEXUS é um projeto de pesquisa-ação e desenvolvimento de soluções sustentáveis integrando as seguranças hídrica, energética e alimentar dentro do Bioma Cerrado. O projeto está associado ao conceito de sistema sócio-ecológico (SSE) definido por Holling (1973). O projeto estuda a “habilidade dos SSE de lidar com choques e estresses respondendo ou se reorganizando em formas que mantêm suas funções essenciais, identidades e estruturas, enquanto também mantêm sua capacidade de adaptação, aprendizagem e transformação” (IPCC 2014). O termo NEXUS assinala relações, interdependências e a necessidade de integrar o manejo entre os setores água, energia e alimento (Brazilian et al., 2011).

O desenvolvimento desse projeto no âmbito do Núcleo de agroecologia traz o desafio de avançar na construção do conhecimento a partir da pesquisa-ação, integrando diferentes conhecimentos junto aos territórios onde as atividades acontecem. Tem como objetivo promover desenvolvimento de sistemas produtivos mais sustentáveis e adaptados à realidade local resilientes aos impactos das mudanças climáticas, preservação e recuperação da socioagrobiodiversidade.

  O projeto traz ainda conexão em suas atividades com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) a partir de ações integradas entre a sociedade civil organizada, esfera pública, iniciativa privada e comunidade acadêmica.

  O trabalho executado no projeto inicia-se com a aplicação dos diagnósticos socioambientais e econômico nas comunidades parceiras, sendo um passo importante para a compreensão da realidade da comunidade e nortear passos posteriores.

  Estudos sobre análise das seguranças hídrica, energética, alimentar e nutricional nos territórios e com as comunidades estão sendo realizados com o intuito de compreender a capacidade de resiliência socioprodutiva a partir dos impactos ambientais.

 

Meios de contato:

 

Centro de Desenvolvimento Sustentável – CDS
Sala Bacuri
Universidade de Brasília

Campus Darcy Ribeiro

Brasília

📧 nucleoagroecologiaunb@gmail.com

🌏https://www.facebook.com/AgroecologiaUnB/

Memória Viva: Eco-história do Planalto Central

Memória Viva: Eco-história do Planalto Central

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A minissérie Memória Viva – Eco-História do Planalto Central é uma realização do Instituto Latinoamerica e produzida pela CenaUm Produções com um total de cinco capítulos de 22 minutos de duração cada e será veiculada na internet: www.youtube.com/c/InstitutoLatinoamerica.
Mostrará a ecologia do Cerrado e os primeiros habitantes da região do entorno de Brasília: grupos pré-históricos, indígenas, quilombolas, criadores de gado, a base do povo e da cultura do Planalto Central do Brasil e origem histórica de Brasília.
A produção e filmagens foram realizadas de julho a setembro de 2019, com captação de cenas e depoimentos em Pirenópolis, Corumbá de Goiás, Goiás (antiga Goiás Velho), Terezópolis de Goiás, Goiânia, Formosa, Planaltina, Luziânia, e em Brasília. Testemunhos de pesquisadores, historiadores, e personagens desta aventura humana no Cerrado em diferentes períodos de tempo. Os primitivos habitantes que viveram há mais de 11 mil anos, a descoberta do ouro em Pirenópolis, Corumbá de Goiás e Luziânia, que atraiu centenas de homens e mulheres de diferentes raças e crenças e provocaram o primeiro ciclo econômico na região e, mais tarde, as pioneiras fazendas centenárias goianas que consolidaram a economia rural.
A série mostrará também o patrimônio histórico, arquitetônico, artístico e cultural que se formou em quase três séculos de ocupação. E que, ao ser construída, Brasília não se fixou em uma região deserta. Havia séculos de história, de cultura, realizações e vida. A esse passado o homem acrescentou a beleza e originalidade da capital, primeira cidade moderna do século 20 reconhecida como patrimônio cultural da humanidade, que acaba de completar 60 anos.

 

1º episódio (Dia 12/10/20): Um território movimentado.
O cenário, o ambiente e a presença humana na região. Especialistas falam do Bioma Cerrado, tendo por base modernos estudos da ecologia, biologia e arqueologia. Os sinais do homem pré-histórico em sítios arqueológicos preservados no entorno de Brasília e dentro do quadrilátero. E os vestígios de povos que habitavam a região quando da chegada do europeu ao continente que proporcionaram emocionantes refregas com o conquistador.


2º episódio (Dia 19/10/20): Ouro forma cidades e movimenta vidas.
A descoberta do ouro no começo do século 18 atraiu muita gente e abriu novos caminhos. O início da colonização do Planalto Central, num raio de 150 quilômetros da futura capital. O choque cultural da civilização afro-euro-americana. Um ritmo intenso para uma região que evoluía lentamente há 12 mil anos, e que permitiu afirmar que o Planalto Central não era mais um sertão incomunicável.


3º episódio (Dia 26/10/20): A economia depois do ouro.

A exploração do ouro no Planalto Central durou um século e o esgotamento provocou uma grande mudança: a ruralização da economia. A atividade de sustentação para os garimpos se transforma em atividade principal. Surgem as fazendas, vem a agricultura de subsistência, o comércio cresce. Hoje ainda encontramos na região sedes de fazendas centenárias, que serão mostradas na série. E como esta mudança alterou a rotina das cidades em formação.


4º episódio (Dia 02/11/20): Brasília surge e revoluciona o Planalto Central.

Um resgate histórico do território onde foi erguida a capital federal, os passos realizados para a escolha do local, e a mudança que a chegada de milhares de brasileiros causou no Cerrado. O alerta de riscos de uma ocupação descontrolada, não só para o Planalto Central como para todo o país.


5º episódio (Dia 09/11/20): O patrimônio histórico e o futuro de Brasília.


A série pretende contribuir para a preservação e divulgação da história e do patrimônio cultural do Centro-oeste. O último episódio mostra a cultura que se formou e sua relação com os assentamentos humanos e a história regional. Preservar e ressignificar o passado é o legado a ser deixado para as futuras gerações. A Jovem Brasília e o velho Cerrado são duas joias que toda brasileira e todo brasileiro devem preservar.

 

FICHA TÉCNICA FILMAGENS
Realização: Instituto Latinoamerica
Produção: CenaUm Produções Ltda.
Autor e produtor: Atanagildo Brandolt
Direção: Caco Schmitt
Coordenação de produção: Paula Melo
Consultoria Técnica: João Batista Silva
Diretor de fotografia: Vinicius Cernicchiaro Barcelos
Câmera e operação de drone: Eduardo Schmitt
Som direto: Rafa Cambará
Fotografia: Luiz Ávila
Produção: Isabel Geisel
Imagens aéreas de Brasília: ABR Filmes
Trilha Sonora Original: Cuba Cambará; Nando Rossa; Gilberto Oliveira; Beto Chedid
Locução: Kiko Ferraz
Mixagem e Finalização de Áudio: Rafael Lindemann
Infografia: Fabrício Menna Barreto
Motion Design: LA9 Motion
Coordenação de Finalização: Gustavo Schmitt

 

Serviço:
Memória Viva – Eco-História do Planalto Central
Período : De 12/10 à 09/11/2020 ( sempre as segundas – feiras)
Transmissão pelo canal oficial do Instituto Latinoamerica, no YouTube.
www.youtube.com/c/InstitutoLatinoamerica

 

 

 

 

 

 

 

 

Legalizando o Ilegal

Legalizando o Ilegal

A Associação de Advogados/as de Trabalhadores/as Rurais – AATR  disponibiliza na íntegra o estudo  :
“Legalizando o ilegal: legislação fundiária e ambiental e a expansão da fronteira agrícola no Matopiba”.
O material  traça uma análise de parte das legislações fundiárias e ambientais sobre terras públicas devolutas estaduais no Matopiba, estabelecendo conexões entre grilagem de terras públicas, desmatamento e expropriação de territórios tradicionais. 

MUSEU DO CERRADO É PAISAGEM!

Dia Internacional da Paisagem

 

 

 

 

Dia 20 de outubro assinala-se o Dia Internacional da Paisagem, uma efeméride que visa celebrar a importância da paisagem como “componente essencial do ambiente humano, expressão da diversidade do seu patrimônio comum cultural e natural e base da sua identidade”.

Portugal, em 2005, reconheceu o papel da paisagem ao ratificar a Convenção Europeia da Paisagem. Desde 2017 que se assinala esta data, tendo-se assistido a uma crescente sensibilização para o tema.
Em 2020 o Conselho da Europa, no âmbito desta comemoração, convida os atores do território a “integrar a paisagem nas suas políticas regionais e urbanísticas e nas suas políticas culturais, ambientais, agrícolas, sociais e económicas, bem como em quaisquer outras políticas com possível impacto direto ou indireto na paisagem” (Artigo 5 d. Da Convenção Europeia da Paisagem – Conselho da Europa).
Todos os agentes territoriais e cidadãos são convidados a tomar parte nesta celebração.

 

 

Projeto do Jardim Botânico transforma visitantes em cientistas

Projeto do Jardim Botânico
transforma visitantes em cientistas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Publicado em 16/10/2020

 

O Jardim Botânico de Brasília lança neste mês um projeto para transformar os visitantes em cientistas: o Observatório JBB. A ideia é levantar dados sobre a biodiversidade do Cerrado dentro da área de visitação, engajando o público em uma atividade científica e visando uma maior conscientização sobre a importância da preservação da natureza.
A iniciativa é uma das ações previstas pelo JBB para a Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, organizada pelo Ministério de Ciência e Tecnologia. Neste ano o evento será em ambiente virtual com o tema “Inteligência Artificial: a nova fronteira da Ciência Brasileira”.
A diretora-executiva do JBB, Aline De Pieri, ressalta que a ideia é envolver os frequentadores da unidade em um projeto de ciência cidadã. “Recebemos em média 200 mil pessoas por ano, contabilizando visitação espontânea, projetos sociais e estudantes da rede pública e privada do DF e Entorno. Acreditamos que o JBB é um importante instrumento cultural, capaz de aproximar a sociedade da natureza e proporcionar momentos de integração com a rica fauna e flora. Por isso é um local apropriado para o desenvolvimento de um projeto como esse”, complementou.
Segundo o diretor de Biodiversidade e Gestão Pública do JBB, Estevão N. F. Souza, por meio da iniciativa será possível obter dados de monitoramento que serão utilizados em atividades de pesquisa dentro do Jardim e adicionados à Biblioteca Digital do Cerrado.
“O projeto vai nos mostrar como a biodiversidade local é percebida pelo público visitante e quais são as características dos organismos que geralmente chamam mais a atenção. Será uma maneira de investigarmos também como é o aproveitamento da área de visitação do JBB e como as trilhas e demais espaços contribuem para a percepção da importância de mantermos o Cerrado preservado”, reforçou.
Estevão argumenta ainda que projetos de ciência cidadã têm sido utilizados em todo o mundo como base para o voluntariado e envolvimento da comunidade em iniciativas que têm o objetivo claro de conservar o meio ambiente “O envolvimento das pessoas, principalmente daquelas que moram em áreas do entorno de Unidades de Preservação, é capaz de causar mudanças de comportamento em relação à importância dos cuidados com a natureza”.

 

Rede social

 

Para participar, o cidadão terá que fazer um cadastro simples e rápido na plataforma iNaturalist que funciona como uma rede social , e acessar projeto Observatório JBB: https://www.inaturalist.org/projects/observatorio-jbb
Depois, é só ir registrando e enviando as fotos de plantas e animais observados nas trilhas e jardins temáticos.
“Se o visitante conhece a espécie fotografada, pode colocar o nome dela. Se não conhecer, mas quiser saber mais, uma rede de cientistas e observadores vai ajudar na identificação e é justamente esse movimento que contribui para o avanço da ciência”, complementou Estevão.
A plataforma pode ser acessada pelo computador ou aplicativo, disponível para IOS e Android, e conta com ferramentas de inteligência artificial que auxiliam na identificação de diversas espécies.

 

Cerrado preservado

 

O JBB e a Estação Ecológica Jardim Botânico de Brasília preservam quase 5 mil hectares de Cerrado e estão localizados em uma área de alta densidade demográfica.
Apesar da pressão antrópica, dados de monitoramento reforçam que o ambiente está conservado. Já foram registrados dentro da unidade cerca de 1.300 espécies de plantas, 87 espécies de mamíferos, incluindo animais topo de cadeia, como lobo-guará (Chrysocyon brachyurus), 93 répteis e anfíbios e 277 aves.
A Estação Ecológica é uma Unidade de Conservação de Proteção Integral e fechada para visitação ao público, mas na área aberta á visitação o JBB abriga uma boa representação do bioma, com diferentes fitofisionomias, e compartilha muitas de suas espécies vegetais e da fauna com a área protegida.

 

Participação ativa

 

Ciência cidadã é um processo científico colaborativo, no qual uma parcela não cientista da população, chamada de cidadãos cientistas, auxiliam os estudiosos, principalmente na coleta de dados. Esses voluntários têm uma participação ativa, informada e consciente e a contribuição gera experiências e novas compreensões para a ciência.
Esses cidadãos se tornam fundamentais na formulação de políticas públicas de conservação, pois os dados coletados ajudam a entender a distribuição da biodiversidade e outras questões importantes como os padrões fenológicos, comportamentais e de migração de diversas espécies, ajudam a estimar o tamanho de populações e até mesmo registrar espécies novas.
Estevão explica que apesar de alguns dados não modificarem o status de conservação de nenhuma espécie, complementam muitas das observações feitas por cientistas.

 

Fonte: http://www.jardimbotanico.df.gov.br/projeto-do-jardim-botanico-transforma-visitantes-em-cientistas/

Plataforma Cerrado DPAT

Plataforma Cerrado DPAT

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O Cerrado brasileiro contará com um novo e importante parceiro para a preservação: a plataforma Cerrado DPAT (Deforestation Polygon Assessment Tool). A ferramenta criada pelo Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig/UFG) apresenta de forma fácil, rápida e intuitiva os dados de desmatamentos para todo o bioma Cerrado, desde o ano 2000. A plataforma, online e gratuita, permitirá a visualização dos dados sobre desmatamento e a superfície de susceptibilidade ao desmatamento nos 1.386 municípios brasileiros abarcados pelo bioma.
A ferramenta online e gratuita é um dos produto do projeto FIP-Cerrado, gerido pelo Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD/Banco Mundial) e financiado pelo Fundo Estratégico do Clima, cujo objetivo é desenvolver sistemas de prevenção de incêndios florestais e monitorar a cobertura vegetal no bioma, o qual apresenta longo histórico de perda de vegetação nativa.
Sob a liderança do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) desenvolveu no contexto do FIP Cerrado dois sistemas: PRODES – Programa de Monitoramento do Desmatamento, que fornece as taxas anuais e incrementos de desmatamento e o DETER – Detecção do Desmatamento em Tempo Real, que envia avisos de evidências de alteração da vegetação nativa.
Especificamente, a Universidade Federal de Goiás (UFG) desenvolveu a plataforma Cerrado DPAT, com vistas a avaliação qualitativa dos dados PRODES-Cerrado e DETER-Cerrado, bem como ser uma ferramenta de gestão do território em apoio às ações de prevenção do avanço do desmatamento.
Para cada área desmatada, o usuário pode visualizar uma compilação de dados geofísicos, edafoclimáticos, fundiários, de cobertura do solo e infraestrutura, além de poder acessar os produtos resultantes do processo de validação amostral e de campo do PRODES-Cerrado.
O pesquisador, gestor e a sociedade em geral também pode visualizar as áreas de vegetação natural mais susceptíveis ao desmatamento, assim como verificar a presença e distância de desmatamentos em relação à Unidades de Conservação, Terras Indígenas, Quilombos e Áreas Prioritárias para Conservação da Biodiversidade.
O Cerrado DPAT inova porque além de contextualizar o desmatamento com dados geográficos de diversas fontes, também oferece a validação dos polígonos de desmatamento, contribuindo para a melhoria do processo de detecção da perda de vegetação nativa no Cerrado.
Em nível municipal, destaca-se também a apresentação de estatísticas, tais como o total da área desmatada, entre 2000 e 2019, em APP e Reserva Legal. De forma prática, os resultados são apresentados por meio de gráficos e mapas.
As informações associadas ao polígono de desmatamento são acessadas pelo usuário de forma rápida e intuitiva. Ao clicar no polígono, um relatório com as informações disponíveis para a região é gerado, permitindo que usuários experientes e eventuais possam ter acesso à informação.
A validação do desmatamento está fundamentada em três métodos: inspeção em campo, inspeção visual de imagens de satélite e análises automáticas. Cada polígono de desmatamento detectado pelo PRODES e DETER foi avaliado por, pelo menos, um destes métodos, o que permitiu gerar um gradiente de confiabilidade ao desmatamento detectado.

 

Acesse a plataforma  Cerrado DPAT em https://www.cerradodpat.org/#/

IV Festival Gastronômico de Arraias (3)

IV Festival Gastronômico de Arraias (3)

 

 

 

 

 

 

 

O que se espera de um sábado à noite?

Por fim e não menos importante teremos no dia 17/10 a ilustre presença da querida Eliane Regis para ministrar a oficina de “Uso dos frutos do Cerrado na produção de geleia, compota e licor”.

Eliane Regis nasceu em Campina Grande, na Paraíba.

Em 2013, surge a oportunidade de fazer um curso na área da gastronomia. Recebendo certificado de mérito de melhor aluna concedido na finalização do curso. A amante da gastronomia brasileira e da comida afetiva tornou-se militante do movimento slow food e defensora dos biomas brasileiros. Participou de inúmeros cursos de aperfeiçoamento, incluindo alguns do SEBRAE. Trabalhou na Copa do Mundo da FIFA. Ministrou oficina gastronômica para a WWF em Brasília. Em junho de 2018 participou de oficinas de ecogastronomia no Parque Indígena do Xingu e em seguida foi representar o Brasil em Turin na Itália, pelo movimento Slow Food.

“Prosas e Fazeres” faz parte da programação de oficinas formativas que compõem o IV Festival Gastronômico de Arraias, que acontecerá nos dias 20, 21 e 22 de novembro, online, e será transmitido pelo Canal Gosto Cerrado, no YouTube.

Os ingressos desta e de outras oficinas estão na plataforma Sympla.

Para participar, basta retirar o ingresso na plataforma (link disponível na bio). Qualquer pessoa que tenha interesse pelas temáticas da programação pode se inscrever em nossas oficinas!
https://www.sympla.com.br/prosas-e-fazeres—iv-festival-gastronomico-de-arraias__971985