II Semana Integrada do Cerrado

II Semana Integrada do Cerrado

O Centro Universitário de Mineiros – UNIFIMES, por meio da Diretoria de Extensão, Assuntos Comunitários, Estudantis e Culturais e da Diretoria de Pesquisa, é uma das instituições de apoio e organização da II Semana Integrada do Cerrado.

 

A II Semana Integrada do Cerrado é um evento interinstitucional, realizado pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Goiás (IFG) que tem o intuito de realçar a importância deste bioma, refletindo sobre sua biodiversidade, impactos socioambientais, história e cultura de comunidades tradicionais e a integração de ações socioambientais, buscando a conservação do Cerrado brasileiro. O evento é organizado por instituições de ensino e pesquisa, públicas e privadas, e por organizações da sociedade civil dos Estados de Goiás, Tocantins e Distrito Federal.

 

A edição deste ano será regida pelo tema “Cerrado: saberes, usos e abusos” e ocorrerá entre os dias 12 e 17 de setembro de 2022, no formato híbrido (contando com atividades online e presenciais). Na UNIFIMES, as atividades da X Festa da Semente serão realizadas de maneira integrada à II Semana Integrada do Cerrado, compondo a programação presencial de nossa IES no evento, no dia 16 de setembro de 2022.

 

As atividades online serão transmitidas pelo Canal no YouTube da Semana Integrada do Cerrado. As inscrições no evento são gratuitas e haverá emissão de certificado de participação. Acompanhe as informações sobre o evento por meio do Instagram: @semana.integrada.cerrado.

 

Inscrições 15/08/2022 à 17/09/2022 Clique AQUI para se inscrever no evento: https://sugep.ifg.edu.br/eventos//#/publico/eventos/763ed1d2-4d0e-4090-983d-332519782cdb/inscricao

Vote pelo Cerrado

Vote pelo Cerrado

Na hora de escolher o seu candidato ou a sua candidata para Senador(a) e Deputado(a) Federal, prefira pessoas comprometidas em defender o Cerrado, que abriga 5% de toda biodiversidade do planeta. Votar pelo Cerrado é proteger a vida.

 

#VotePeloCerrado é uma campanha realizada por @ispn_brasil e @redecerrado, com apoio do @gef_global_environment, Small Grants Programme, @pnud_brasil, projeto CERES, @uenobrasil e @wwfbrasil.

 

Saiba mais: cerrado.org.br

Dia do Cerrado no Eixão

Dia do Cerrado no Eixão

Vem aí o Dia do Cerrado (11/09)! Para quem estiver em Brasília, vamos marcar a data com cultura, arte e sabores no Eixão! Teremos degustação de sucos do Cerrado, atividades infantis, grupo de percussão e falas potentes para demarcar que a savana brasileira precisa ser protegida!

 

A abertura do evento acontecerá às 10h, com a tradicional Corrida de Toras dos povos indígenas Xavante e Timbira, saindo no Eixão norte, na altura da 207 até a 210.

 

E mais: quem passar pelo evento ainda poderá conferir a campanha #VotePeloCerrado , que surge para conscientizar a população sobre a importância em eleger candidaturas comprometidas com o Bioma.

 

Anota na agenda e vem com a gente curtir esse Dia do Cerrado no Eixão!

 

O Dia do Cerrado no Eixão é promovido pela Rede Cerrado e diversas organizações que fazem parte desse coletivo.

Dia do Cerrado pelos caminhos da FLONA

Dia do Cerrado pelos caminhos da FLONA

Fiquem atentos! Por volta de 12h vocês já poderão se inscrever pra Caminhar conosco no dia 11/09 nas trilhas Jatobá (6km), Pequi (12km) e Buriti (18km) pelos Caminhos da Flona (Floresta Nacional de Brasília)! A Floresta Nacional (Flona) de Brasília, criada em 1999, protege uma área de cerrado de 9 mil hectares e é uma das unidades de conservação responsáveis pela sobrevivência das nascentes que irrigam a maior represa da região, a do Descoberto, responsável por aproximadamente 70% do abastecimento de água do Distrito Federal.

 

Caminhos da Flona – trilha Pequi (12km)
Quem deseja fazer uma caminhada um pouco mais longa pode seguir pela trilha Pequi, um percurso de 12 quilômetros sem exigência técnica, porém com nível de esforço moderado e pequenos obstáculos. O trajeto leva entre três e quatro horas para ser completado e a sinalização é feita no padrão de pegadas da cor laranja. Entre os destaques da paisagem estão pontos como Lost e Matinha.


Trilha Buriti

Com sinalização na cor azul, há ainda a trilha Buriti, que percorre 18 quilômetros dentro da Flona e alcança pontos como o Samambaião, a Ponte Córrego das Pedras, popularmente conhecida como Geladeira por ser um local onde a temperatura costuma ser mais baixa, e o Paliteiro, composto de grande quantidade de árvores com troncos finos. Embora todo o percurso conte com terreno seguro a trilha Buriti é mais indicada para quem tem bom condicionamento físico devido à maior quilometragem da caminhada, que leva ao menos cinco horas para ser completada. 

 

Caminhos da Flona – trilha Jatobá (6km)
Quatro percursos com diferentes níveis de dificuldade, do fácil ao difícil, fazem parte dos Caminhos da Flona. Todos os trajetos contam com sinalização autoguiada e diferenciam-se cada um com uma cor. A trilha Jatobá pode ser feita em até duas horas e é a mais indicada para iniciantes, pois não exige técnica e demanda baixo nível de esforço. Basta seguir a sinalização na forma de pegadas rosas para contemplar espécies nativas e exóticas, além passar por pontos como o espaço de meditação e o Córrego dos Currais, um dos cursos d’água que abastecem a Barragem do Descoberto e são protegidos pela Flona-DF.

 

COMO CHEGAR Saindo da Rodoviária do Plano Piloto, é possível chegar na Floresta Nacional de Brasília pelas linhas 0.906 ou 0.405. A passagem custa R$ 5,50.De carro o acesso é possível via EPTG/pistão norte e via Estrutural. ATENÇÃO:  durante a semana a Estrutural está invertida para quem vem de Brasília em direção a Taguatinga até as 9:20.

Como chegar: https://www.instagram.com/p/CLJ9P5esPgI/?utm_medium=copy_link

 

Festival Gastronômico da Chapada dos Veadeiros

Festival Gastronômico da Chapada dos Veadeiros

O Festival Gastronômico da Chapada dos Veadeiros têm como proposta valorizar os produtos típicos do Cerrado e os saberes tradicionais do Povo Kalunga e das comunidades rurais da Chapada dos Veadeiros, com o objetivo de difundir e preservar o patrimônio imaterial da cultura gastronômica goiana na região da Chapada dos Veadeiros. Valorizando os produtos locais, numa releitura moderna dos pratos típicos da região. Na programação, chefs com experiência em gastronomia regional brasileira e mundial misturam suas vivências com pessoas especializados na culinária tradicional goiana e devem promover espetáculos gastronômicos nas aulas shows e oficinas. Além disso, será realizada uma Feira com produtos locais para difundir e divulgar esses produtores. Durante 2 dias, vamos promover duas Aulas Shows, com os Chefs Lui Veronese e Luciana Rodrigues Veronese, duas oficinas, com a Fiota, representante do povo Kalunga sobre a extração de óleos, e uma outra atividade sobre o processamento artesanal de frutos do Cerrado. Logo após a realização da oficina, faremos a aula com a utilização do ingrediente apresentado na oficina, numa receita especial elaborada pelos Chefs da Cozinha do Cavaleiro. “Este projeto foi contemplado pelo edital Aldir Blanc – Concurso 21/2021- SECULT Goiás- Secretaria de Estado da Cultura- Governo Federal”.

 

O Museu do Cerrado como instrumento de Educação Ambiental

O Museu do Cerrado como instrumento de Educação Ambiental

 “A Semana Universitária é o momento em que a Universidade de Brasília abre suas portas para interagir com a sociedade sob uma perspectiva dialógica como é caraterística da Extensão Universitária. O Museu do Cerrado está presente na Semana Universitária para divulgar o seu trabalho para a construção coletiva do sentimento de pertença ao Cerrado, um espaço à colaboração, à conexão e à discussão e, por conseguinte, à criação de conhecimento e à intervenção social em favor da savana mais biodiversa do planeta Terra”.

Seminário “Centenário da Pedra Fundamental do DF”

Seminário "Centenário da Pedra Fundamental do DF"

Tão logo a pedra basilar da nova capital fora inaugurada, em sete de setembro de 1922, aquele local passou a ser denominado de Serra da Independência e a colina em que ela foi assentada recebeu o nome de Morro do Centenário– em alusão aos cem anos de Independência do Brasil, que se comemorava naquela data. Essas denominações foram dadas por Balduíno Ernesto de Almeida, o construtor do então citado monumento.

 

Situada sobre uma colina no Vale do rio São Bartolomeu, a 1.033m de altitude, o Morro do Centenário em Planaltina, a Pedra Fundamental do Distrito Federal, permite ao visitante contemplar um visual de 360 graus, apreciando paisagens exuberantes e únicas do Cerrado no Planalto Central do Brasil.

 

Um rico patrimônio natural também está presente neste território, destacando-se o Parque dos Pequizeiros, as cachoeiras do Ribeirão Sobradinho, a Estação Ecológica de Águas Emendadas, a imensa área do Instituto Federal de Brasília e ainda o local onde se forma o rio São Bartolomeu, que nasce do encontro do ribeirão Pipiripau com o Mestre d’Armas, numa vereda bem próxima ao monumento.

 

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Graffiti na Arte Educação Ambiental

Graffiti na Arte Educação Ambiental

A exposição virtual “Graffiti na Arte Educação Ambiental” traz uma amostra de painéis de autoria de D. Ottoni, utilizando a linguagem do graffiti (spray, aerógrafo ou pistola gravitacional), desde 1996.

“Embora minha produção artística utilize variadas técnicas e suportes, utilizo também a linguagem do graffiti pela possibilidade de criação de painéis e de poder compartilhar o conhecimento que adquiri em alguns anos de prática.

 

Outros aspectos que julgo importantes sobre o graffiti, como um elemento da Arte Educação Ambiental, são as questões sociais e de segurança pública inseridas nessa linguagem: 

  • Social – Trazer diversas possibilidades artísticas, profissionais, educativas e culturais para jovens talentos de comunidades carentes, com potencial e vontade de se inserir e se dedicar à arte urbana;

  •  Segurança Pública – O graffiti é reconhecido como um dos meios mais eficazes para evitar preventivamente a prática e envolvimento dos jovens com o crime ambiental de pichação, tipificado na Lei de crimes ambientais 9.605/98 no artigo 65, pois, a pichação é uma das portas de entrada para o envolvimento com diversos outros crimes de maior potencialidade.

Além de tudo, o graffiti tem o poder de “quebrar” o cinza tão comum das grandes cidades, tornando a arte muito mais democrática e acessível à toda população. Enfim, “Graffiti na Arte Educação Ambiental” se refere a toda e qualquer arte urbana que vemos nas cidades. Desse modo, a Arte promove a educação, colore paredes e muros, potencializa talentos, se ocupa do meio ambiente e melhora visualmente o ambiente urbano, além de todos os aspectos sociais benéficos à vida em comunidade.

 

O Memorial TJDFT – Espaço Desembargadora Lila Pimenta Duarte agora possui sua versão virtual. A arte sempre esteve presente em nosso ambiente expositivo. A partir desta iniciativa, ela passará a estar também em sua casa. O projeto Memorial TJDFT virtual: arte e cultura em casa, visa dar continuidade ao calendário anual de exposições, que ocorre desde 2013, adequando a programação cultural do Memorial TJDFT para ambientes virtuais”. Visite a exposição em: https://www.exposicoesvirtuais-tjdft.online/graffiti-na-arte-educa%C3%A7%C3%A3o-ambiental

 

Informações de contato:

Guariroba

Guariroba

Nome Científico: Sygarus oleracea

 

Nome popular: guariroba, gueroba, coco-babão

 

Família: Arecaceae

 

Forma de vida: palmeira

 

Frutificação no Cerrado: setembro-novembro

 

Dispersão: mamíferos

 

Polinização: besouros, abelhas

 

Habitat e distribuição: Nativa do Centro-Oeste, Bahia, Minas Gerais, e São Paulo, nas florestas semidecíduas.

 

Características da espécie: Palmeira solitária de 5-10 cm de altura, com folhas pinadas e inflorescências ramificadas de menos de 1 m de comprimento, com flores amareladas.

 

Características dos frutos: Seus frutos são elipsoides, verde-amarelados, lisos, de 4-5,5c cm de comprimento, com polpa (mesocarpo) espessa e fibro-carnosa. Possui sabor adocicado. Sua frutificação ocorre entre setembro e novembro. 

Aproveitamento

A guariroba pode ser consumida in natura, pela polpa e pela amêndoa, assim como seu palmito, utilizado em pratos com carnes, frangos, refogado ou em picles. Com a amêndoa é possível fazer farinha, utilizada no preparo de pães, doces e bolos, assim como extração do óleo, e da polpa podem ser feitos sorvetes, geleias, vitaminas e refrescos. A amêndoa de guariroba é rica em fibras e rica em proteínas e tem grande potencial de ser empregada na formulação de produtos de confeitaria para enriquecer o potencial nutritivo dos doces.

Referências

COIMBRA, Michelle. Caracterização dos frutos e dos óleos extraídos da polpa e amêndoa de Guariroba (Syagrus oleracea), Jerivá (Syagrus romanzoffiana) e Macaúba (Acrocomia aculeata). 2010. Disponível em:

https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/88418/coimbra_mc_me_sjrp.pdf?sequence=1&isAllowed=y

 

KINUPP, Valdely; LORENZI, Harri. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, 2019. São Paulo. (p. 156-157)

 

KUHLMANN, Marcelo. Frutos do Cerrado: 100 Espécies Atrativas Para Homo Sapiens. 1. Ed. Brasília: 2020.

Pimenta rosa

Pimenta rosa

Nome científico: Schinus terebinthifolia Raddi

 

Nome popular: Pimenta rosa, Aroeira-pimenteira, Aroeira-mansa

 

Família: Anacardiaceae

 

Forma de vida: arbusto ou árvore

 

Frutificação no Cerrado: janeiro-julho

 

Dispersão: aves

 

Polinização: abelhas

 

Usos: alimentício, medicinal, ornamental, recuperação

 

Habitat no Cerrado: Cerrado sentido restrito, Cerradão, Mata de Galeria, bordas de Matas

 

Domínios: Cerrado, Mata Atlântica, Pampa

 

Características da espécie: Árvore de crescimento rápido, perenifólia de copa globosa de 5-10 m de altura e tronco de coloração clara. Folhas de 3-7cm de comprimento, com flores pequenas.

 

Características do fruto: Frutos pequenos e lisos e de cor vermelha. Sua frutificação ocorre de Janeiro à Setembro.

Aproveitamento

Seus frutos podem ser utilizados com carnes, bombons, doces, condimentos, geleias e caldas. De sabor levemente picante, destaca-se pela quantidade de proteína e minerais. Apresenta atividades antioxidantes, anti-inflamatórias e antifúngicas. O seu óleo essencial é usado em tratamentos medicinais.

Referências

KINUPP, Valdely; LORENZI, Harri. Plantas Alimentícias Não Convencionais (PANC) no Brasil, 2019. São Paulo. (p. 74-75)

 

CLEMENTE, Alan Dumont. Composição química e atividade biológica do óleo essencial da pimenta-rosa (Schinus terebinthifolius Raddi). 2006. Disponível em:

https://www.locus.ufv.br/bitstream/123456789/2077/1/texto%20completo.pdf

 

KUHLMANN, Marcelo. Frutos do Cerrado: 100 Espécies Atrativas Para Homo Sapiens. 1. Ed. Brasília: 2020.