Vamos plantar Cerrado?

Vamos plantar Cerrado?

A Adasa convida a todos para participar do plantio de sementes na Orla do Descoberto, que ocorrerá segunda-feira (9/12), às 9h, no Incra 8 em Brazlândia-DF. A ideia é restaurar o cerrado e recuperar de áreas degradadas na região.

Interessados em colaborar deverão enviar confirmação para e-mail miguel.sartori@adasa.df.gov.br até amanhã (6/12), às 16h. A saída será às 7h45, da sede da Adasa (antiga rodoferroviária).

Sem Cerrado, não tem Cagaita

Sem Cerrado, não tem Cagaita!

A cagaita é um fruto típico do Cerrado brasileiro. Os frutos da cagaiteira são fontes de vitaminas do complexo B, vitamina C e niacina, além de glicídios e proteínas.

Seus frutos são muito suculentos e consumidos ao natural ou em forma de geleias, sucos, licores, doces e sorvetes. Com sabor acidulado, merecem certa atenção quanto à quantidade ingerida. Os frutos maduros que caem das árvores e ficam expostos ao sol sofrem fermentação e, se consumidos em excesso, causam efeito laxante, o que justifica o nome popular e o nome científico.
#SemCerradoNãoTemCagaita
#CerradoEmPé #CerradoBerçoDasÁguas  

Seminário Histórias de Luta de Povos e Comunidades Tradicionais do Cerrado: um giro pelo bioma, sob a liderança de seus povos

Seminário Histórias de Luta de Povos e Comunidades Tradicionais do Cerrado: um giro pelo bioma, sob a liderança de seus povos

Local

Auditório Cerrado do Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS)

Data e Hora

Data: 05/12/2019

Hora: 09:00 – 18:00

Representantes de povos e comunidades tradicionais do Cerrado se reúnem nesta quinta-feira, 5 de dezembro, no seminário Histórias de Luta de Povos e Comunidades Tradicionais do Cerrado: um giro pelo Cerrado sob a liderança de seus povos no Auditório Cerrado, Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS), UnB – Universidade de Brasília.

O seminário marca o encerramento do curso de extensão Sustentabilidade Socioambiental e Incidência Política, dirigido a 30 lideranças comunitárias do Cerrado. O curso é resultado de uma parceria entre o MESPT e o fundo DGM Brasil, Banco Mundial e Centro de Agricultura Alternativa do Norte de Minas Gerais (CAA-NM).

Confira a programação do seminário Histórias de Luta de Povos e Comunidades Tradicionais do Cerrado em: https://bit.ly/2Lj6Wqi.

Como Chegar

Didelphis albiventris

Didelphis albiventris, Lund 1840

Nome(s) popular(es)

Saruê.

História Natural

É uma espécie bastante generalista e pioneira: isso é um comportamento estrategista, pois os animais podem explorar e ocupar novos nichos com facilidade. Também são bem adaptados a ambientes instáveis e de matas secundarias. É um dos poucos mamíferos que consegue viver nas áreas ocupadas pelo homem, sendo muito comum nas propriedades rurais e urbanas.

No Cerrado ocorre em todas as fitofisionomias como florestas ripárias, cerradão, cerrado e campo cerrado. Ocasionalmente entra em moradias humanas pois possui grande potencial de colonizar áreas urbanas onde existem fragmentos florestais pelo seu aspecto generalista. Sua época reprodutiva começa ao fim de julho/inicio de Agosto e pode ir até Novembro (dura aproximadamente 7 meses), a espécie produz aproximadamente duas ninhadas por ano, de 10-15 filhotes por ninhada. O animal é onívoro, consome invertebrados, frutas e vertebrados, nesta ordem decrescente de preferência. Por essa dieta diversa, os indivíduos adultos apresentam elevados índices de obesidade!

As fêmeas adultas medem em média 518mm e os machos 485mm, machos e fêmeas não possuem dimorfismo. Os Saruês pesam em média de 700-2000g, em média fêmeas adultas pesam 1768g e machos 1673g.

Distribuição

Achado na Argentina, Bolívia, Brasil, Paraguai, Guiana Francesa, Colômbia e Uruguai. Ocorre em regiões subtropicais da América do Sul.

Ameaças e estratégias de conservação

O estado de conservação é pouco preocupante (ícone PP), segundo IUCN 2016 não está ameaçado, mas a destruição das florestas, seu hábitat, ameaça sua sobrevivência. Além disso o Saruê é perseguido e morto de forma impiedosa em propriedades rurais. Na época de reprodução as fêmeas ficam mais lentas e o índice de atropelamento em estradas e áreas urbanas é alto.

Curiosidades

Uma curiosidade legal é sobre a sua anatomia reprodutiva e o seu nome, Didelphis significa ”dois úteros”, ou seja, as fêmes possem dois úteros para terem uma quantidade maior de filhotes em uma única ninhada!

Referências

  • Carmignotto, A. P., Vivo, M. De, & Langguth, A. (2012). Mammals of the Cerrado and Caatinga: distribution patterns of the tropical open biomes of central South America. Bones, Clones and Biomes. The History and Geography of Recent Neotropical Mammals, 307–350. https://doi.org/10.1017/CBO9781107415324.004
  • JOHNSON, M. A., SARAIVA, P. M., & COELHO, D. (1999). The role of gallery forests in the distribution of cerrado mammals. Revista Brasileira de Biologia, 59(3), 421–427. https://doi.org/10.1590/s0034-71081999000300006
  • LYRA JORGE M.C.; R.PIVELLO V.;MEIRELLES S.T.;VIVO, M. . (n.d.). Riqueza e abundância de pequenos mamíferos em ambientes de cerrado e floresta, na reserva cerrado de pé-de-gigante, parque estadual de vassununga (santa rita de passa quatro, sp).
  • Mares, M. A., Gettinger, D. D., & Ernest, K. A. (1986). Small mammal community structure and composition in the Cerrado Province of central Brazil. Journal of Tropical Ecology, 2(4), 289–300. https://doi.org/10.1017/S0266467400000948
  • Regidor, H. A., & Gorostiague, M. (1996). Reproduction in the white eared opossum (Didelphis albiventris) under temperate conditions in Argentina. Studies on Neotropical Fauna and Environment, 31(3–4), 133–136. https://doi.org/10.1076/snfe.31.3.133.13338
  • CÁCERES, N. C., & MONTEIRO-FILHO, E. L. A. (1999). Tamanho corporal em populações naturais de Didelphis (Mammalia: Marsupialia) do Sul do Brasil. Revista Brasileira de Biologia, 59(3), 461–469. https://doi.org/10.1590/s0034-71081999000300011
  • Cáceres, N. (2010). Studies on Neotropical Fauna and Environment Food Habits and Seed Dispersal by the White-Eared Food Habits and Seed Dispersal by the White-Eared Opossum , Didelphis albiventris , in Southern Brazil. 0521(September 2012), 37–41.
  • Cáceres, C. N. (2000). Population ecology and reproduction of the white-eared opossum Didelphis albiventris (Mammalia, Marsupialia) in an urban environment of Brazil. Ciência e Cultura Journal of the Brazilian Association for the Advancement of Science, 52(3), 171–174. Retrieved from http://jararaca.ufsm.br/websites/niltoncaceres/download/Pop_ecol_2000.pdf

Tetragonisca angustula

Tetragonisca angustula (Latreille, 1811)

Nome(s) popular(es)

Jataí, angelitas, abelha mosquito.

História Natural

Altamente dócil para o ser humano, a jataí é a abelha sem ferrão (ASF) mais manejável e recomendada para ambientes domésticos ou escolares. Por esse motivo, é a espécie mais recomendada para estabelecimento inicial de Meliponários. Apesar disso, é uma das abelhas mais valentes e defensivas contra outras espécies, não deixando invasores se aproximarem do ninho. A
T. angustula se adaptou muito bem ao meio urbano, conseguindo nidificar-se em ocos artificiais como muros, caixas de energia, postes e qualquer outro lugar escuro e protegido semelhante a um oco de árvore (local de nidificação natural da espécie).
A entrada dos ninhos de jataí apresentam-se em formato de um canudo amarelo claro muito característico, podendo chegar a até 30 cm de comprimento, formando uma estrutura que lembra um gancho. Além disso, é possível observar sentinelas tanto no
canudo como planando estrategicamente em pontos ao redor da entrada. Os discos de cria são formados em lamelas e os potes de mel e própolis são pequenos, chegando a 1 cm. As colônias podem ter de centenas a milhares de indivíduos. As jataí são abelhas extremamente organizadas e asseadas, sempre mantendo a colônia limpa e livre de sujeiras. De vez em quando é possível observar alguns indivíduos carregando rejeitos a serem despejados para fora pela entrada da colméia. Não só são asseadas, mas produzem um mel muito higiênico, valorizado e com potencial medicinal alto (usado em problemas respiratórios e visuais). Com sabor mais ácido e consistência mais líquida, o mel de jataí é dificilmente encontrado em mercados e em grandes quantidades.
Quando a noite chega, as jataí geralmente fecham a entrada do canudo, que possui pequenos furos para permitir a circulação noturna do ar. No geral não trabalham em dias chuvosos e muito frios.

Distribuição

Estados: BA, DF, GO, MA, MG, MS, MT, PR, SP.

Distribuição ampla no Cerrado e Mata Atlântica. Os estados listados acima são regiões com registro da espécie, mas não esgote a ocorrência em outros estados.

Descrição

A jataí é uma das abelhas nativas mais conhecidas e manejadas. Possui cor predominantemente amarela dourada (corpo) e detalhes em preto (patas e cabeça). As operárias apresentam tamanho pequeno (4 a 5 mm), as rainhas possuem o dobro desse
tamanho (10 mm quando fecundadas e em atividade) e os machos possuem um abdômen maior. Dentro das colônias, encontram-se os indivíduos recém nascidos, que apresentam cor
amarelo clara, com tonalidade desbotada/pálida, e que não voam, ajudando em atividades dentro do ninho.
Em voo, as jataí mantém suas pernas posteriores pendentes, posição característica que facilita a identificação a olho nu. Seu nome popular “jataí” tem origem no tupi yata’i.

Plantas do Cerrado visitadas

  • Aroeira vermelha – Schinus terebinthifolius Raddi
  • Cajueiro – Anacardium occidentale L.
  • Ipê amarelo – Handroanthus chrysotrichus (Mart. ex A.DC.) Mattos
  • Ipê roxo – Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC.) Mattos
  • Murici – Byrsonima basiloba A. Juss.
  • Pequi – Caryocar brasiliense Cambess.
  • Quaresmeira – Tibouchina granulosa (Desr.) Cogn.
  • Urucum – Bixa orellana L

A jataí não concentra seu forrageamento em apenas uma planta. Seu hábito de visitação é disperso. Essa ASF é generalista e consegue coletar material de quase qualquer planta. Apesar disso, possui preferência por flores com néctar abundante. A família botânica das Lamiaceae (manjericão, menta, alecrim, salvia, salsa…) é uma escolha certa das jataí, com destaque para o gênero Hyptis, muito presente no Cerrado.

Referências

  • J. M. F. Camargo & S. R. M. Pedro, 2013. Meliponini Lepeletier, 1836. In Moure, J. S., Urban, D. & Melo, G. A. R. (Orgs). Catalogue of Bees (Hymenoptera, Apoidea) in the Neotropical Region – online version. Available at http://www.moure.cria.org.br/catalogue. Accessed Nov/09/2019

Modelo aves

Espécie, nome do autor e ano

Nome(s) popular(es)

A espécie pode ter um ou mais nomes populares.

História Natural

Nesta categoria serão descritas as características da espécie. Tais como: habitat e ecologia, comportamento, entre outras características relacionadas à sua história de vida.

Descrição

Aqui constará o tamanho (comprimento) do animal, com uma descrição breve de formato e coloração. Também constará possíveis detalhes que ajudem a diferenciar de outras espécies parecidas, caso seja o caso.

Distribuição

Aqui constará a distribuição geográfica do animal, mostrando em que países ele ocorre e mais especificamente quais estados brasileiros.

Ameaças e estratégias de conservação

Nesta categoria serão descritas as principais ameaças para a espécie. Também estratégias que estão sendo adotadas para sua conservação (projetos, planos, iniciativas educativas, etc).

Curiosidades

Nesta categoria serão enfatizadas informações que sejam interessantes e distintas, tais como sua relevância para com atividades antrópicas, a fim de causar mais curiosidade ao leitor para que pesquise mais sobre a espécie. “Conhecer para preservar.”.

Referências

Referências colocas em lista no formato APA.

Modelo Sistemabiogeográfico

Espécie, nome do autor e ano

Nome(s) popular(es)

A espécie pode ter um ou mais nomes populares.

História Natural

Nesta categoria serão descritas as características da espécie. Tais como: diagnose, habitat e ecologia, distribuição geográfica, comportamento, entre outras características relacionadas à sua história de vida.

Ameaças e estratégias de conservação

Nesta categoria serão descritas as principais ameaças para a espécie. Também estratégias que estão sendo adotadas para sua conservação (projetos, planos, iniciativas educativas, etc).

Curiosidades

Nesta categoria serão enfatizadas informações que sejam interessantes e distintas, tais como sua relevância para com atividades antrópicas, a fim de causar mais curiosidade ao leitor para que pesquise mais sobre a espécie. “Conhecer para preservar.”.

Referências

Referências colocas em lista no formato APA.

Tempo de Plantar CERRADO!

VAMOS PLANTAR UM MILHÃO DE ÁRVORES NATIVAS DO CERRADO!!!

É um movimento de voluntários de livre adesão da sociedade, sem vínculos com governos, partidos, ideologias, religiões e empresas. É organizado de forma horizontal, circular, numa organização de centro vazio, autogestionária, autônoma e viral. E tem como MISSÃO plantar um milhão de mudas de árvores nativas do Cerrado em um dia, no dia DIA 8 DE DEZEMBRO DE 2019.

A recuperação do Cerrado não preocupa apenas as comunidades tradicionais e povos indígenas mas a todos que vivemos neste bioma. As Nações Unidas declararam o período de 2021 a 2030 como a Década Internacional sobre Restauração de Ecossistemas. O período é uma oportunidade de fortalecer medidas para combater a crise climática e melhorar a segurança alimentar, o fornecimento de água e a biodiversidade. Por isso é preciso plantar o Cerrado, já que perdeu em quase 50% de sua vegetação nativa, abrindo espaço à agricultura e à pecuária, além de virar carvão para alimentar as siderúrgicas.

Para venda de sementes de espécies nativas do Cerrado, árvores, arbustos e gramíneas acesse Rede de Sementes do Cerrado: www.rsc.org.br
Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade. https://www.youtube.com/watch?v=A64s9HwSFiM&t=98s

Querem comprar sementes nativas do Cerrado? Entrem em contato com a empresa VerdeNovo sementes nativas que é uma empresa de consultoria voltada, principalmente, para a restauração ecológica de ambientes degradados e atividades de preservação do bioma Cerrado, mas desenvolve trabalho nos mais diversos âmbitos da área ambiental. Além da consultoria ambiental a empresa é pioneira, no DF, no mercado de sementes nativas. https://consultoriaverdenovo.weebly.com/

RELAÇÃO DAS ESPÉCIES PARA USO EM RESTAURAÇÃO DO CERRADO ervas, arbustos e árvores Acesse: http://www.rsc.org.br/lista-de-especies-de-2019-para…/

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QUEIMADAS DESCONTROLADAS NO CERRADO CONTAMINAM SOLO E ÁGUA

🔥A frequência com que o fogo é utilizado no Cerrado prejudica não só o solo, como também a água e os seres vivos. “O fogo controlado, quando devidamente autorizado, pode trazer benefícios para alguns fins específicos, como controle de plantas exóticas, por exemplo. Mas o manejo requer cuidados”.
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🔥O uso do fogo é permitido em atividades agropastoris, quando for utilizado em processos de queima controlada, isto é, o uso do fogo em áreas com limites físicos previamente estabelecidos. Para tanto, a autorização deve ser obtida no Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) ou em órgão ambiental estadual.
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🔥A cultura do uso do fogo na agricultura e o excesso de confiança no controle das queimadas representa um perigo, pois a confiança está intimamente ligada à baixa percepção do risco e são nesses momentos que muitos acidentes acontecem. .
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🔥Os efeitos negativos do fogo sobre o solo incluem desgaste, mortalidade de organismos importantes e contaminação oriunda das cinzas, que podem causar efeitos adversos às plantas. As análises mostram que águas subterrâneas podem ser contaminadas pela presença das cinzas e os resíduos podem alterar a qualidade da água.
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🔥Projetos de educação ambiental e de informação para a população rural são ações que com certeza podem mudar esse cenário. São fundamentais para tentarmos minimizar os acidentes. 🍃
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💻https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/terra-da-gente/noticia/2019/10/01/queimadas-descontroladas-no-cerrado-contaminam-solo-e-agua.ghtml
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📷Foto http://www.mpgo.mp.br/portal/noticia/fazendeiro-e-acionado-para-cessar-e-reparar-dano-ambiental-em-catalao#.Xa-q1XdFzuh

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XXII Simpósio Sociedade Ambientalista Brasileira do Cerrado (SABC)

Nós da Sociedade Ambientalista Brasileira do Cerrado (SABC), temos a honra de convidálo(a) para participar do XXII Simpósio da SABC, cujo tema é: SOS Cerrado, a se realizar no dia 13 de novembro de 2019, na Área I da PUC Goiás.
As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pelo link abaixo:https://forms.gle/tKpzDhhXCrkX1Fgv7
Haverá seminário científico com submissão de resumos e emissão de certificados.
No dia 13 de novembro, no ato do credenciamento estaremos arrecadando dos inscritos, 1 kg de alimento não perecível a ser destinado a uma instituição beneficente.

Atenciosamente,

Comissão Científica do XXII Simpósio da SABC