Inhambu Chororó

Crypturellus parvirostris (Wagler, 1827)

Nome(s) popular(es)

Inhambu Chororó, Lambú, Inhambu Mirim, Espanta Boiada, Bico de Lacre, Inhambuzinho, Nambu de Pé Vermelho.

História Natural

É típico de formações campestres e savânicas do Cerrado, assim como da Caatinga e florestas não muito densas da Mata Atlântica. Pode ocorrer também em pastos, plantações de grãos e de eucaliptos, desde que próximas a matas. É um dos tinamídeos (família Tinamidae) mais comuns do Brasil. Ave rasteira e onívora, se alimenta de pequenas sementes (como das famílias Cyperaceae, Euphorbiaceae, Malvaceae), insetos (notoriamente formigas e cupins) e vermes. Pode ser predado, por exemplo, pelo Lobo Guará e o Gavião de Cauda Curta. Se reproduz em ninhos feitos em pequenas depressões no solo, cobertas de folhagens e entre a vegetação densa, com ovos rosados. O macho choca os ovos e cuida dos filhotes.

Descrição

É a menor ave do gênero, medindo cerca de 20 cm. Se assemelha muito ao Inhambu Chintã, se diferenciando dele principalmente pelo tamanho menor, bico mais curto, pernas levemente mais curtas e de coloração vermelho vivo semelhante ao bico. O macho possui a ponta do bico levemente enegrecida.

Distribuição

Possui ampla distribuição pelo Brasil, sendo encontrado desde o sul do rio Amazonas até o noroeste do RS. Sua distribuição abrange todo litoral que vai desde o PA até MG, e se estende ao interior do país até o leste e norte do Paraguai e Bolívia, também estando presente localmente em algumas regiões do Peru.

Conservação

Pouco preocupante: é considerado como não ameaçado (ICMBio e IUCN), porém suas populações vêm diminuindo (IUCN), principalmente no Cerrado, devido à perda de habitat.

Referências

BirdLife International 2016. Crypturellus parvirostris. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22678232A92762648. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22678232A92762648.en. Downloaded on 27 September 2019.


Cabot, J., Christie, D.A., Jutglar, F. & Sharpe, C.J. (2019). Small-billed Tinamou (Crypturellus parvirostris). In: del Hoyo, J., Elliott, A., Sargatal, J., Christie, D.A. & de Juana, E. (eds.). Handbook of the Birds of the World Alive. Lynx Edicions, Barcelona. (retrieved from https://www.hbw.com/node/52435 on 27 September 2019).


Christianini, A. V. (2005). A feeding record of the Short-tailed Hawk Buteo brachyurus in its southern range. Revista Brasileira de Ornitologia, 13(2), 191-192.


Clements, J. F. (2012). The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press.


Gwynne, J. A., Ridgely, R. S., Argel, M., & Tudor, G. (2010). Guia Aves do Brasil: Pantanal e Cerrado. São Paulo: Horizonte.


Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 2018. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Brasília: ICMBio. 4162 p.


Massarioli, M. (2003). Tinamiformes do Brasil. São Paulo: UNIABC-SP.


Rodrigues, F. H., Hass, A., Lacerda, A. C., Grando, R. L., Bagno, M. A., Bezerra, A. M., & Silva, W. R. (2007). Feeding habits of the maned wolf (Chrysocyon brachyurus) in the Brazilian Cerrado. Mastozoología Neotropical, 14(1), 37-51.


Silva, J. M. C. da (1995). Birds of the cerrado region, South America. Steenstrupia, 21(1), 69-92.


Small-billed Tinamou (Crypturellus parvirostris), In Neotropical Birds Online (T. S. Schulenberg, Editor). Cornell Lab of Ornithology, Ithaca, NY, USA. retrieved from Neotropical Birds Online: https://neotropical.birds.cornell.edu/Species-Account/nb/species/smbtin1


Wikiaves. (2019). Inhambu-chororó. Recuperado em 27 de setembro, 2019, de https://www.wikiaves.com.br/wiki/inhambu-chororo

Jaó

Crypturellus undulatus (Temminck, 1815)

Nome(s) popular(es)

Jaó, Macucauá, Sururina (AM, PA).

História Natural

É nativo do Cerrado, Pantanal e Amazônia, estando presente em matas de várzea, matas de galeria, capoeiras, matas secas, cerrados e campos. É uma espécie rasteira e onívora, se alimentando de pequenos frutos, sementes, insetos e moluscos. É uma ave comum, e seu canto pode ser facilmente ouvido. O ninho é uma depressão simples no solo, coberta de folhas e feita entre ramagens ou raízes. Os ovos são rosados e são chocados pelo macho, que também cuida dos filhotes.

Descrição

Mede cerca de 31 cm e possui coloração parda acinzentada, com estrias finas pelo dorso e pescoço e barriga e ventre mais claros.

Distribuição

Pode ser encontrado nos estados do MA, TO, GO, MS, MT, RO, PA, AM, RR, AC, AP, além do extremo oeste do PI, BA, MG, noroeste de SP e algumas regiões da Venezuela, Guiana, Colômbia, Peru, Bolívia e Paraguai.

Conservação

Pouco preocupante: é considerado não ameaçado (ICMBio e IUCN), porém suas populações vêm diminuindo (IUCN).

Referências

Ballarini, Y., Frizzas, M. R., & Marini, M. Â. (2013). Stomach contents of Brazilian non-passerine birds. Revista Brasileira de Ornitologia, 21(4), 235-242.


BirdLife International 2016. Crypturellus undulatus. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22678182A92760164. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22678182A92760164.en. Downloaded on 25 September 2019.


Cabot, J., Christie, D.A., Jutglar, F. & Sharpe, C.J. (2019). Undulated Tinamou (Crypturellus undulatus). In: del Hoyo, J., Elliott, A., Sargatal, J., Christie, D.A. & de Juana, E. (eds.). Handbook of the Birds of the World Alive. Lynx Edicions, Barcelona. (retrieved from https://www.hbw.com/node/52422 on 25 September 2019).


Clements, J. F. (2012). The Clements Checklist of Birds of the World. Cornell: Cornell University Press.


Gwynne, J. A., Ridgely, R. S., Argel, M., & Tudor, G. (2010). Guia Aves do Brasil: Pantanal e Cerrado. São Paulo: Horizonte.


Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 2018. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Brasília: ICMBio. 4162 p.


Sick, H. (1997). Ornitologıa brasileira. Rio de Janeiro: Nova Fronteira.


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Wikiaves. (2018). Jaó. Recuperado em 25 de setembro, 2019, de https://www.wikiaves.com.br/wiki/jao

Ema

Rhea americana (Linnaeus, 1758)

Nome(s) popular(es)

Ema.

História Natural

Habita formações campestres e savânicas, principalmente no Cerrado, Pampas e nos Chacos Bolivianos. Pode ser vista até em pastos e plantações. É incomum ou localmente comum. Onívora, se alimenta de uma grande variedade de itens: sementes, folhas, raízes, frutos, insetos (gafanhotos, besouros, etc.), moluscos, lagartos, roedores e outros pequenos animais, até mesmo peixes. Quando adultos, seus principais predadores são a Onça e o Puma, porém os filhotes também podem ser predados pelo Cachorro do Mato, Lobo Guará, Cachorro Vinagre, Cachorro Doméstico, algumas aves de rapina (famílias Acciptridae e Falconidae) e o Teiú. Reproduz entre julho e janeiro, dependendo da região, em ninhos feitos no chão e chocados pelo macho, que também cuida dos filhotes. Sua vocalização é extremamente grave (para ouvi-la é bom usar fones de ouvido ou aumentar o volume).

Descrição

É a maior ave da América do Sul, medindo de 1,27 a 1,40 m. Possui pescoço e pernas notoriamente longos. Incapaz de voar, é parente evolutiva de outras aves ratitas que também não voam, como o Avestruz, o Emu, o Kiwi e o Casuar, que juntas formam um dos grupos de aves mais antigos.

Distribuição

Encontrada do Brasil à Argentina. Está presente em praticamente todo Brasil com exceção da região amazônica. Encontrada também no Paraguai, Uruguai, leste da Bolívia e nordeste da Argentina.

Conservação

Pouco preocupante: é considerada não ameaçada no Brasil (ICMBio), e quase ameaçada globalmente, pois suas populações vêm diminuindo (IUCN), em parte por caça e em parte pela perda de habitat.

Referências

Azevedo, C. S. de, Tinoco, H. P., Ferraz, J. B., & Young, R. J. (2006). The fishing rhea: a new food item in the diet of wild greater rheas (Rhea americana, Rheidae, Aves). Revista Brasileira de Ornitologia, 14, 285-287.


BirdLife International 2016. Rhea americana. The IUCN Red List of Threatened Species 2016: e.T22678073A92754472. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2016-3.RLTS.T22678073A92754472.en. Downloaded on 11 September 2019.


Dani, S. (1993). A ema (Rhea americana): biologia, manejo e conservação. Belo Horizonte: Fundação Acangaú.


Folch, A., Jutglar, F., Garcia, E.F.J. & Boesman, P. (2019). Greater Rhea (Rhea americana). In: del Hoyo, J., Elliott, A., Sargatal, J., Christie, D.A. & de Juana, E. (eds.). Handbook of the Birds of the World Alive. Lynx Edicions, Barcelona. (retrieved from https://www.hbw.com/node/52399 on 11 September 2019).


Gwynne, J. A., Ridgely, R. S., Argel, M., & Tudor, G. (2010). Guia Aves do Brasil: Pantanal e Cerrado. São Paulo: Horizonte.


Hidasi, J., & Gomes, H. (2007) Ordem Rheiformes (Família Rheidae). Aves de Goiás. Ed da UCG, GO (pp 37-38).


Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade. 2018. Livro Vermelho da Fauna Brasileira Ameaçada de Extinção. Brasília: ICMBio. 4162 p.


Silva, J. M. C. da (1995). Birds of the cerrado region, South America. Steenstrupia, 21(1), 69-92.


Wikiaves. (2019). Ema. Recuperado em 11 de setembro, 2019, de https://www.wikiaves.com.br/wiki/ema

Inscrições 1º/2020 para participar do Museu do Cerrado

Abertura das inscrições para a participação no Projeto de Extensão do Museu do Cerrado

Começaram agora as inscrições dos alunos da Universidade de Brasília que desejem participar do projeto como extensionista.

Processo de inscrição

Para participar do projeto de extensão é necessário estar inscrito em algum curso da graduação na Universidade de Brasília. Não há obrigatoriedade de semestre ou curso, o projeto é multidisciplinar.

Os interessados deverão enviar um e-mail para museudocerrado.unb@gmail.com manifestando o curso que faz, semestre, área de atuação (caso já tenha), interesse pessoal sobre o Cerrado.

Participem e divulguem!

Chiasmocleis albopunctata

Chiasmocleis albopunctata, nome do autor e ano

Nome(s) popular(es)

Sapinho-pintado.

História Natural

Esse anfíbio possui hábitos noturnos, sendo encontrado em áreas alagadas ou em cupinzeiros. Sua reprodução é explosiva no início das chuvas (outubro até novembro), os machos se seguram na vegetação e vocalizam em poças temporárias, permanentes ou áreas alagadas. É uma espécie encontrada também em ambientes modificados, como em beiras de estradas alagadas.

Fitofisionomia

É encontrado em formações abertas como campo limpo, campo sujo e cerrado rupestre. Pode ser encontrado também em ambientes antropizados.

Distribuição

A espécie ocorre no Cerrado. Presente nos estados: Goiás, Distrito Federal, Minas Gerais, Tocantins, São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

Ameaças e estratégias de conservação

A perda de habitat é a principal ameça dessa espécie, pois as suas áreas de reprodução (áreas abertas) são as mais visadas para a construção civil ou agropecuária.

Referências

  • da Silva, F. R., do Prado, V. H. M., da Silveira Vasconcelos, T., dos Santos, T. G., & de Cerqueira Rossa-Feres, D. (2009). Amphibia, Anura, Microhylidae, Chiasmocleis albopunctata: Filling gap and geographic distribution map. Check List, 5(2), 314-316.
  • Caramaschi, U., & da Cruz, C. A. G. (1997). Redescription of Chiasmocleis albopunctata (Boettger) and description of a new species of Chiasmocleis (Anura: Microhylidae). Herpetologica, 259-268.
  • Forlani, M. D. C., Valdujo, P. H., Pavan, D., Maciel, A. O., & Peloso, P. L. V. (2011). Review of the geographical distribution of the white-spotted frog Chiasmocleis albopunctata (Boettger, 1885) (Anura, Microhylidae). Biota Neotropica, 11(3), 417-421.
  • Brandão, R. A., Maciel, S. & Álvares, G. F. R. 2016. Guia dos Anfíbios do Distrito Federal, Brasil. Disponível em www.lafuc.com Acesso em 08 de maio de 2019.

Projeto Caminhos do Planalto Central

Projeto Caminhos do Planalto Central

Percurso vai conectar três patrimônios da humanidade e promove ecoturismo, turismo sustentável e de aventura!!!
Imagine pedalar ou cavalgar pelas belezas intactas do cerrado, se conectar com a natureza e com os animais, conhecer monumentos históricos e se refrescar em uma cachoeira durante uma trilha. O projeto Caminhos do Planalto Central, com inauguração prevista para abril deste ano, oferecerá tudo isso e muito mais. Localizada no Distrito Federal, a trilha possuirá 400 km de percurso para caminhantes, ciclistas e cavaleiros, e partirá de dois pontos de relevante interesse ambiental e histórico: a Floresta Nacional de Brasília e a Pedra Fundamental, marco da construção da capital.

71º Congresso Nacional de Botânica Goiânia/GO

71º Congresso Nacional de Botânica Goiânia/GO

A Botânica e as bases sustentáveis para o desenvolvimento científico, tecnológico e social

Estão abertas as inscrições para o 71º Congresso Nacional de Botânica, que acontecerá de 4 a 9 de outubro de 2020 na Universidade Federal de Goiás, em Goiânia. 

Promovido pela Sociedade Botânica do Brasil (SBB), essa edição terá como tema “A Botânica e as Bases Sustentáveis de desenvolvimento científico, tecnológico e social”.

Na ocasião será realizado também o 13ª Encontro de Botânicos do Centro-Oeste.

O prazo para submissão de propostas de palestras, simpósios, mesas redondas e minicurso vai até 28 de fevereiro.

Inscrições e outras informações podem ser obtidas no site 👉https://71cnbot.botanica.org.br/

Barycholos ternezi

Barycholos ternetzi

(Miranda-Ribeiro, 1937)

Nome(s) popular(es)

Rãnzinha.

História Natural

Esse anfíbio é de hábitos diurnos e se alimenta de pequenos invertebrados. Os ovos são colocados em espumas terrestres, que ajudam a manter a umidade, além disso os machos podem ficar cuidando dos ovos. Não há estágio larval na espécie.

Fitofisionomia

É encontrado em formações florestais como matas de galeria e matas ciliares, mas também em áreas abertas como campos limpos, campos sujos e campo rupestre. Pode ser encontrado também em ambientes antropizados.

Distribuição

É uma espécie endêmica do Cerrado. É encontrada nos estados brasileiros: Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso, São Paulo, Tocantins, Minas Gerais.

Ameaças e estratégias de conservação

A perda de habitat é a principal ameaça à espécie.

Referências

  • Frost, D. R. 2007. Amphibian Species of the World: an Online Reference. Version 5.0. Electronic database accessible at http://research.amnh.org/vz/herpetology/amphibia/Amphibia/Anura/Brachycephaloidea/Craugastoridae/Holoadeninae/Barycholos/Barycholos-ternetzi. American Museum of Natural History, New York, USA. Acessado em 19 de maio de 2019.
  • Silva, P. L. D. A. (2010). Bioacústica de barycholos ternetzi (Miranda-Ribeiro, 1937) no Brasil Central.
  • Araujo, C., Condez, T., & Haddad, C. (2007). Amphibia, Anura, Barycholos ternetzi, nd Scinax canastrensis: distribution extension, new state record. Check List, 3, 153.
  • Dante Pavan, Ulisses Caramaschi, Débora Silvano 2004. Barycholos ternetzi. The IUCN Red List of Threatened Species 2004: e.T56328A11461298. http://dx.doi.org/10.2305/IUCN.UK.2004.RLTS.T56328A11461298.en. Baixao em 19 de maio de 2019.
  • Brandão, R. A., Maciel, S. & Álvares, G. F. R. 2016. Guia dos Anfíbios do Distrito Federal, Brasil. Disponível em www.lafuc.com Acesso em 19 de maio de 2019.

Observatório MATOPIBA

Conheça o Observatório MATOPIBA

Este ano foi realizada a oficina “Lançamento do Observatório dos Conflitos Socioambientais do Matopiba”. Esta é uma iniciativa da Faculdade de Planaltina da Universidade de Brasília e da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (FINATEC), e tem o apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) para sua realização por meio do projeto Fronteira Agrícola e Natureza.

A oficina reuniu profissionais ligados à temática para discutir o impacto dos conflitos socioambientais na região do Matopiba. Ela contou com cerca de 50 participantes de 28 instituições entre universidades federais, representantes de movimentos sociais e representantes de ONGs que atuam no bioma Cerrado.

A proposta agora é congregar esforços para criar uma plataforma de discussões e monitoramento dos diversos conflitos existentes entre o agronegócio e as comunidades locais. Sendo o Matopiba a chamada “última fronteira agrícola”, as análises socioeconômicas e ambientais na região requerem uma perspectiva de pesquisa acadêmica engajada na busca de compreender os conflitos e suas respectivas soluções.

Além disso, o Observatório do Matopiba tem como objetivo apoiar as ações de conservação a partir de estudos sobre os conflitos socioambientais na região. Para maiores detalhes, envie um email para: observatoriomatopiba@gmail.com.

Fonte: https://ispn.org.br/conheca-o-observatorio-dos-conflitos-socioambientais-do-matopiba/?fbclid=IwAR1Rctu55HGR2neAqs0fxRqF0f2dqiWwbjrVeVV6jrWca34MxhwrITRVJdk

Projeto ABC Cerrado

PROJETO ABC CERRADO – REPRESENTANTE DO MAPA APRESENTA BALANÇO

O ABC Cerrado foi criado para difundir e incentivar a adoção de práticas sustentáveis nas propriedades rurais visando à redução das emissões de gases de efeito estufa nas atividades agropecuárias. A iniciativa também sensibilizou produtores rurais a investirem nas boas práticas para terem retorno econômico com conservação do meio ambiente.

 

O produtor que participa do Projeto tem benefícios sociais, ambientais e econômicos, que vão desde o aumento da fertilidade do solo até o aumento da produtividade.

 

O Projeto atende sete Estados (Goiás, Mato Grosso do Sul, Tocantins, Maranhão, Bahia, Piauí, Minas Gerais) do Bioma Cerrado e o Distrito Federal com a promoção de quatro processos tecnológicos de baixa emissão de carbono: Recuperação de Pastagens Degradadas, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF), Sistema Plantio Direto e Florestas Plantadas.

Fonte: https://www.paracaturural.com/projeto-abc-cerrado-representante-do-mapa-apresenta-balanco/?fbclid=IwAR34uo88i-bFj_R4WFBt210GkKDPFUEz1sKJyG9BROrKNsli52RjR4prnvA