Cachoeira da Saquarema, PI

Cachoeira da Saquarema, PI

Local: Cachoeira da Saquarema, PI

 

Descrição do local: A queda d’água desce formando uma piscina natural, excelente para um banho refrescante e você pode ficar em baixo só recebendo essa energia positiva. Seguindo o caminho das águas você consegue ainda relaxar em um riacho com água corrente.

 

Como chegar: Através do google maps é possível traçar uma rota de onde você estiver até o local.

 

Dicas: O acesso não é tão fácil, não sendo aconselhável ir em carro pequeno. Mas para quem não perde uma dificuldade nas trilhas, o caminho até ela é o melhor. Até porque, chegando na cachoeira todo o esforço é divinamente recompensado.

 

 

Fonte: https://180graus.com/turismo/cachoeira-de-saquarema-em-capitao-de-campos-um-lugar-fantastico-para-curtir-e-relaxar

Cachoeira do Engenho Velho, PI

Cachoeira do Engenho Velho, PI

Local: Cachoeira do Engenho Velho, PI


Descrição do local: São aproximadamente 50 metros de altura de uma queda d’água que forma diversas cascatas ao longo de sua descida. Esse paredão tem algumas particularidades, como ser quase perfeitamente quadrado, quase moldado nessa formação geométrica.


A cachoeira, que é formada pelas águas do rio Piranji, desce formando uma espécie de lago, com uma boa extensão com partes rasas. Mais próximo da queda d’água a profundidade aumenta mais, mas nada com grandes perigos. Para completar, muitas pedras se misturam ás águas deixando uma ambiente poético, charmoso.


Como chegar: Através do google maps é possível traçar uma rota de onde você estiver até o local.


Dicas: A trilha não é fácil. É como se tivesse desbravando a mata bem fechada pela primeira vez. São 2 km nesse nível.


Fonte: https://www.conhecaopiaui.com/noticia/cachoeira-do-engenho-velho-em-cocal-uma-das-mais-bonitas-do-piaui

Cachoeira do Riachão, PI

Cachoeira do Riachão, PI

Local: Cachoeira do Riachão, PI

 

Descrição do local: Essa cachoeira fica em nada mais nada menos que dentro do Parque Nacional Sete Cidades, uma patrimônio ecológico de mais de 6 mil hectares que inclui esculturas naturais e arqueológicas, trilhas, mirantes, nascentes, fauna e flora do cerrado e caatinga, um mundo de ecossistema variados.

 

O parque reúne diversos grupos de atrativos e formações rochosas que, cada um deles, foram denominados de “cidades”. A cachoeira do Riachão está na primeira cidade.

 

Como chegar: Através do google maps é possível traçar uma rota de onde você estiver até o local.

 

Dicas: A água é geladinha, corrente o tempo inteiro e cristalina, principalmente pelas proximidades da queda d’água. E como a maioria das cachoeiras do Piauí, ela só tem água no período chuvoso, que é entre fevereiro e maio. No verão piauiense, ela seca totalmente.

 

Dentro do parque, há restaurante e pousada. Então a visita a cachoeira se torna completa, já que contém uma base para o seu turismo.

 

 

 

Fonte: https://www.conhecaopiaui.com/noticia/conheca-a-cachoeira-do-riachao-mais-um-atrativo-dentro-do-parque-de-sete-cidades

3º Aniversário do Museu do Cerrado!

Live do 3º Aniversário do Museu do Cerrado

Boas novas! O Museu do Cerrado completará 3 anos de existencia agora, dia 18 de Junho!

Para comemorarmos essa data especial, nós vamos fazer uma Live em nosso canal do YouTube. Nela teremos participações especiais dos nossos alunos do Projeto de Extensão, além da participação de dois músicos cerratenses: Erick Castanho e Katya Teixeira!

Katya Teixeira
Erick Castanho

Para acessar o nosso canal clique logo abaixo:

PROGRAMAÇÃO DO 3° ANIVERSÁRIO DO MUSEU DO CERRADO 18 de junho 2020

– Bruno Corrêa: Anfitrião

Apresentação do Museu do Cerrado

– Profa Rosângela Corrêa: diretora do museu

Três anos do Museu do Cerrado

– Raphael Lima (curso de Geologia)

Velho Cerrado: 45 milhões de anos

– Samara Silva (curso de Geografia)

Sistema Biogeográfico do Cerrado

– Maria Toledo (curso Licenciatura em Música)

O Cerrado como inspiração

Música: Erick Castanho

– Bruno Corrêa (Mestrado na Biologia)

Biodiversidade: Fauna

– Carla Sousa (curso Engenharia Florestal)

Biodiversidade: Flora

– Talassa Rocha (curso Química)

Saúde através das plantas medicinais do Cerrado

– Jane dos Santos (curso Agronomia)

A riqueza do Cerrado nos seus solos

– Maria Toledo (curso Licenciatura em Música)

Música: Katya Teixeira

– Gabriella Alves (Mestrado em Biologia)

A visão dos povos indígenas do Cerrado

– Raíssa Leite (curso de Gestão Ambiental)

Sistemas agrícolas tradicionais

– Lucas Viana (curso de Pedagogia)

As ameaças ao Cerrado

– Mayla Amaral (curso de Turismo)

Quem conhece o Cerrado, ama.

– Profa Rosângela Corrêa

O Museu do Cerrado como instrumento pedagógico

– Música: Katya e Erik

Debate

Novo cartaz: Anfíbios do Cerrado

Cartaz: Anfíbios do Cerrado

Gente, no meio desta pandemia continuamos trabalhando e olha ai o resultado deste trabalho! É com imensa satisfação que o Museu do Cerrado e o Instituto Brasília Ambiental da Secretaria de Estado do Meio Ambiente (SEMA) do DF através do Programa Eu Amo o Cerrado lançamos o cartaz Anfíbios do Cerrado. Agradecemos a colaboração e disponibilidade da Unidade de Educação Ambiental do IBRAM, em especial ao Marcus Paredes!
Os anuros são importantes por estarem conectados diretamente com a água, seja na sua reprodução, forrageio ou manutenção da umidade corporal, portanto, podem ser usados em pesquisas como animais bioindicadores da qualidade dos ambientes. Preserve o Cerrado!

Para ter acesso ao cartaz em alta resolução, basta ir ao site do IBRAM: 


http://www.ibram.df.gov.br/wp-content/uploads/2020/05/Cartaz-Anf%C3%ADbios.pdf


Fotos: @bruno_agustus

#museucerrado #anfibios #anuros #cerrado #Brazil #educacaoambiental #diversidade #ibram #institutobrasiliaambiental

Central do Cerrado lança loja virtual com produtos do Cerrado e da Caatinga

Central do Cerrado lança loja virtual com produtos do Cerrado e da Caatinga

Baru, jatobá, pequi, umbu. Ingredientes regionais que simbolizam a biodiversidade encontrada nos sabores brasileiros. A safra do Cerrado e da Caatinga inspira agricultores que residem nestes territórios — nos Estados de Minas Gerais, Distrito Federal, Tocantins, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Pará e Goiás — a beneficiarem produtos alimentícios e a produzirem artesanato com riqueza cultural que garante autonomia e renda.

Comunidades de agricultores familiares extrativistas protagonizam esse trabalho, que raramente ocupam as prateleiras dos supermercados. Juntas elas formam a Central do Cerrado: uma cooperativa formada por mais de 30 organizações comunitárias (entre cooperativas e associações) e funciona como uma ponte entre quem produz e quem consome. Em tempos de fortalecimento do serviço de entregas, a Central inaugura uma nova plataforma onde o internauta de qualquer lugar do país encontra mais de 200 itens e pode recebê-los sem sair de casa.

“Com a situação do COVID19 e isolamento social muitas dessas comunidades tiveram o escoamento de sua produção comprometidos. A venda pela loja virtual é uma forma de escoar os produtos dessas comunidades e garantir renda para as famílias agroextrativistas. A comercialização ajuda a manter o Cerrado e Caatinga em pé, conservar a biodiversidade nativa, incentiva a permanência no campo, valoriza a cultura local e o modo de vida tradicional”, ressalta o secretário executivo da Central do Cerrado, Luis Roberto Carrazza.

Compras pela plataforma da Central do Cerrado:
https://www.centraldocerrado.org.br/

Fonte: https://www.xapuri.info/cerrado-2/central-do-cerrado-lanca-loja-virtual-com-produtos-do-cerrado-e-da-caatinga/?fbclid=IwAR1d-wnRZb9_2zgYKroN9Hos4XkEqgJjeMEEXP26SAQcefwqbT4-qNkuJHI

Fonte:

Governo de Goiás fará mapeamento inédito de campos de murundus no Estado

Campos de Murundum

Você já ouviu falar nos campos de murundus?
Os campos de murundus, também conhecidos como covais, vegetação típica do Cerrado com microrrelevos formados por morrotes onde, durante o período chuvoso, ocorre o afloramento natural do lençol freático.
Governo de Goiás fará mapeamento inédito de campos de murundus no Estado.
Lei recentemente sancionada pelo governador Ronaldo Caiado classifica os remanescentes de campos de murundus, fitofisionomia típica do Cerrado, como área de preservação permanente em Goiás, de forma inédita. Áreas têm importância na recarga hídrica do bioma. Levantamento será feito pela Universidade Federal de Goiás_
O Governo de Goiás, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad), fará um mapeamento inédito dos campos de murundus, também conhecidos como covais, vegetação típica do Cerrado com microrrelevos formados por morrotes onde, durante o período chuvoso, ocorre o afloramento natural do lençol freático.
A iniciativa já vinha sendo planejada pela Semad nos últimos meses e foi negociada como parte do processo de compensação ambiental da empresa Anglo American Fosfatos Brasil Ltda., que fará a contratação do Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (Lapig), da Universidade Federal de Goiás (UFG), para o mapeamento e levantamento dos remanescentes dos campos de murundus ou covais do Estado de Goiás.
O status de área de preservação ambiental para fins de licenciamento ambiental dos campos de murundus, que datava de uma lei de 2007, foi revogado com a aprovação da Lei 20.694, em dezembro de 2019.
Já a Lei nº 20.773, sancionada pelo governador Ronaldo Caiado na última segunda-feira (11/05), que instituiu o Regime Extraordinário de Licenciamento Ambiental (REL), também estabeleceu os campos de murundus ou covais e a faixa de cinquenta metros de largura em sua projeção horizontal, contada a partir da borda exterior de sua caracterização, como área de preservação permanente.
Segundo a secretária Andréa Vulcanis, o trabalho pioneiro integra a estratégia da gestão ambiental de Goiás, de valorização e preservação do Cerrado. “O mapeamento será feito por técnicas de sensoriamento remoto e validações em campo, métodos de última geração”, afirma. “A Semad irá identificar a localização e a dimensão até então desconhecida dos remanescentes desta fitofisionomia ímpar no Estado, garantindo a preservação dos recursos naturais”, explica.
Pretende-se que, depois desse levantamento, seja feito um trabalho de sensibilização junto aos proprietários, nas áreas onde os murundus se localizem em terras privadas. “Acreditamos que a preservação ambiental deve ser um esforço de todos e precisamos nos unir e integrar nessas ações de conservação da natureza”, conclui a secretária.

Fonte: Semad  

Cachoeira do Urubu-Rei, PI

Cachoeira do Urubu-Rei, PI

Local: Cachoeira do Urubu-Rei, PI

 

Descrição do local: São 76 metros de queda d’água que fazem dela ser a maior cachoeira do Piauí. É de fazer quase a vista perder o alcance. Além de toda essa importância e autoridade, umas das melhores qualidades: tem água o ano todo.

 

O percurso até a Urubu-Rei é feito em terreno com mata fechada, às vezes íngreme e cheio de pedras. O acesso é de dificuldade média e são 2 km de caminhada, totalizando 30 a  50  minutos. 

 

Como chegar: Através do google maps é possível traçar uma rota de onde você estiver até o local.

 

Dicas: A cachoeira do Urubu-Rei é perene. Então de janeiro a dezembro é época de visitar. Mas claro, sempre tem um tempo melhor. E a nossa dica é: visite após o período chuvoso, pois as águas dela voltam a ficar transparentes, sem aquela cor mais “barrenta” provocada pelas chuvas. 

 

A cachoeira do Urubu-Rei separa você do mundo exterior. Ela é bem no meio da mata e não tem de estrutura ao redor. Então quando for, leve bastante água, até porque a trilha pede, e alimentos necessários. Não deixe nada de lixo no local, pois ali a natureza está em seu devido lugar.

 

 

Fonte: https://www.conhecaopiaui.com/noticia/visite-a-cachoeira-mais-alta-do-piaui-a-do-urubu-rei-no-municipio-de-pedro-ii

Cachoeira do Salto Liso, PI

Cachoeira do Salto Liso, PI

Local: Cachoeira do Salto Liso, PI

 

Descrição do local: A queda d’água tem 26 metros, mas não tem água descendo por ela o ano todo. Por isso, a melhor época para ir é entre fevereiro e junho, quando se está em volume perfeito para o banho e para se admirar o lugar. 

 

Quando se chega na cachoeira é pelo topo da queda d’água. Em cima tem partes com diversos buracos e água nele. Para chegar até a piscina natural que se forma onde, em alguns pontos, tem cerca de 3 metros de profundidade, é preciso descer uns 50 metros por entre plantas e pedras. Exige um certo esforço do visitante.

 

O acesso não é fácil, essa trilha é composta por muitas pedras e nascentes d’água que, embora embelezam de uma maneira sensacional esse percurso, também fazem com que diversas partes sejam mais escorregadias. Para quem não é acostumado, terá um certo grau de dificuldade.

 

Como chegar: Através do google maps é possível traçar uma rota de onde você estiver até o local.

 

Dicas: A cachoeira do Salto Liso é propícia para a prática de rapel, além de trekking e enduro a pé que podem ser desenvolvidos até chegar nela.

 

Até certo ponto você consegue ir de carro. Mas depois, são 3 km possíveis apenas por caminhada. Então prepare bastante seu fôlego e condicionamento físico.

 

É gratuita porém ao redor não tem nenhuma estrutura, como bar, restaurante.

 

 

Fonte: https://www.conhecaopiaui.com/noticia/cachoeira-do-salto-liso-mais-um-espetaculo-no-municipio-de-pedro-ii