Atividade antioxidante de frutos do cerrado e identificação de compostos em Bactris setosa Mart., Palmae (Tucum-do-Cerrado)

Atividade antioxidante de frutos do cerrado e identificação de compostos em Bactris setosa Mart., Palmae (Tucum-do-Cerrado)

Autor(a):

Fernanda Ribeiro Rosa

Resumo:

Objetivo: O presente estudo avaliou o teor de compostos bioativos e a capacidade antioxidante de 12 frutos do Cerrado em relação a maçã Red Delicious, e identificou e quantificou alguns compostos fenólicos presentes fruto que apresentou maior teor de bioativos e capacidade antioxidante. Materiais e Métodos: A atividade antioxidante (AA) dos extratos aquoso (EAq) e acetato de etila (EAE) dos frutos do Cerrado: araticum (Annona crassiflora Mart.); baru (Dipteryx alata); cagaita (Eugenia dysenterica DC.), cajuzinho (Anacardium humile St. Hil.), guariroba (Syagrus oleracea), ingá (Inga laurina Willd.), jatobá (Hymenaea stigonocarpa Mart.), jenipapo (Genipa americana L.), jurubeba (Solanum paniculatum L.), lobeira (Solanum grandiflorum Ruiz & Pav.), mangaba (Hancornia speciosa), tucum-do-Cerrado (Bactris setosa Mart), foi determinada pelos ensaios da capacidade redutora de ferro (FRAP) e sistema β-caroteno/ácido linoléico, e o teor de antocianinas totais (AT), flavonóides amarelos (FA), flavanóis, carotenóides totais e ácido ascórbico (AAsc) foram determinados por ensaios espectrofotométricos. Nas partes do fruto selecionado (casca e polpa) também foram utilizadas essas metodologias, e ainda o teor de fenólicos totais (FT). A identificação e quantificação dos compostos fenólicos foram realizadas em sistema HPLC-DAD, no extrato aquoso (EAq) e suas frações: acetato de etila e metanol/água, e nos extratos etanólico (EE) e metanólico (EM) acidificados. Resultados: O araticum e o tucum apresentaram teor de flavanóis totais 15 a 19 vezes superior ao da maçã. Em relação ao conteúdo de AT, o tucum apresentou concentração 35 vezes maior que o valor obtido para a maçã, e um alto teor de AT também foi encontrado no cajuzinho, jurubeba e jatobá. Em relação a AA, o EAE do tucum apresentou o maior valor de FRAP, 6 vezes maior que o valor obtido para o EAE da maçã, enquanto os valores de FRAP dos EAE do araticum, cagaita, cajuzinho e lobeira foram 2 vezes superiores ao EAE da maçã. Os EAq do tucum e do araticum obtiveram os maiores valores de FRAP, seguidos da cagaita, cajuzinho, jurubeba e mangaba. No ensaio de oxidação β-caroteno, o EAq do tucum apresentou a segunda maior AA, 6 vezes maior que o da maçã, seguido dos EAq do araticum, cagaita, amêndoa do baru, mangaba e jurubeba. Apenas o tucum e mangaba tiveram valores superiores a maçã pelo sistema β-caroteno no EAE. Em relação ao estudo envolvendo a casca e a polpa do tucum, foi obtido um alto teor de FT, flavonóis, AT e FA na casca do fruto (112, 14, 264 e 64 vezes maior na casca comparados a polpa, respectivamente). Os EAq, EM e EE da casca do tucum apresentaram maior AA comparados aos da polpa. Entre os flavonóides identificados nos extratos da casca do tucum estão: flavanol (catequina); flavonóis (quercetina e rutina); ácidos fenólicos (gálico, ferúlico e caféico), e antocianinas (cianidina). Conclusão: Os resultados sugerem que os fenólicos representam os principais compostos bioativos dos frutos do Cerrado, e que particularmente os frutos araticum, cagaita, lobeira, tucum, cajuzinho, jurubeba e mangaba possuem alto teor de bioativos e alta capacidade antioxidante. A capacidade antioxidante e o conteúdo de compostos bioativos do tucum-do-Cerrado estão associados principalmente a sua casca, sendo a catequina, antocianinas, ácido gálico e a rutina os principais compostos fenólicos identificados.

 

Referência:

ROSA, Fernanda ribeiro. Atividade antioxidante de frutos do cerrado e identificação de compostos em Bactris setosa Mart., Palmae (Tucum-do-Cerrado). 2013. 145 f., il. Tese (Doutorado em Nutrição Humana)—Universidade de Brasília, Brasília, 2013.

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Bem viver do Cerrado: partejar amor, parir uma bioética local

Bem viver do Cerrado: partejar amor, parir uma bioética local

Autor(a):

Juliana Floriano Toledo Watson

Resumo:

Essa dissertação é uma reflexão gerada a partir da relação de aprendiz da pesquisadora com a parteira e raizeira Dona Flor, moradora da comunidade quilombola do Moinho, Alto Paraíso/GO. Se insere dentro da proposta de Pluralismo Bioético, tendo como principal referencial teórico e político os feminismos descoloniais. O saber é localizado desde uma pequena apresentação do micro: a pesquisadora, a mestra, e o Cerrado da Chapada dos Veadeiros; até o macro: a história da perseguição às sanadoras, também conhecida como caça às bruxas; os efeitos do colonialismo e da colonialidade na diferenciação entre saber dominante e saberes locais. Alguns elementos da ética da cura de raizeiras do cerrado são trabalhados por sua possibilidade de expandir a práxis no campo da Bioética. São eles: a espiritualidade, o amor, as flores, os doces, a música e o tempo da terra. Esses elementos somados a outros constituem o que se propõe chamar de Bem Viver do Cerrado. Conceito que carrega um potencial de reivindicação para os movimentos sociais e povos do Cerrado.

Referência:

WATSON, Juliana Floriano Toledo. Bem viver do Cerrado: partejar amor, parir uma bioética local. 2016. 181 f., il. Dissertação (Mestrado em Bioética)—Universidade de Brasília, Cavalcante, 2016.

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Compostos da casca de tucum-do-cerrado (Bactris setosa Mart.) com atividade antioxidante

Compostos da casca de tucum-do-cerrado (Bactris setosa Mart.) com atividade antioxidante

Autor(a):

Marcela Berckmans Dantas

Resumo:

Entre os frutos comestíveis do cerrado brasileiro, o tucum-do-cerrado (Bactris setosa Mart) se destaca devido ao seu alto potencial antioxidante e conteúdo de polifenóis. Nós investigamos o extrato aquoso de tucum-do-cerrado quanto ao seu mecanismo de ação e o potencial antioxidante de suas frações. O extrato aquoso foi fracionado por HPLC e as frações analisadas em termos da sua atividade antioxidante por meio da degradação oxidativa de 2-desoxirribose. Cinco frações foram selecionadas com base na atividade antioxidante observada in vitro e os componentes de três delas foram identificados como cianidina, peonidina e quercetina. No entanto, as amostras de HPLC selecionadas apresentaram um efeito prejudicial sobre o crescimento de células de levedura na presença de H2O2. Assim, nossos resultados avançam na identificação de compostos tucum-do-cerrado com atividade antioxidante. Os resultados mostram ações dicotômicas dos compostos tucum-do-cerrado que devem ser investigadas cuidadosamente para descobrir as reais possibilidades de tucum-do-cerrado em contribuir para a boa saúde humana.

Referência:

DANTAS, Marcela Berckmans Viégas Costa. Compostos da casca de tucum-do-cerrado (Bactris setosa Mart.) com atividade antioxidante. 2016. 64 f., il. Dissertação (Mestrado em Nutrição Humana)—Universidade de Brasília, Brasília, 2016.

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Indicadores microbiológicos e compartimentos da matéria orgânica do solo sob diferentes sistemas de manejo no Cerrado

Indicadores microbiológicos e compartimentos da matéria orgânica do solo sob diferentes sistemas de manejo no Cerrado

Autor(a):

Fabiana Fonseca do Carmo

Resumo:

Estudos relacionados com a sustentabilidade de sistemas de produção agrícola têm enfatizado a importância das práticas de manejo do solo nas propriedades biológicas e bioquímicas do mesmo. Neste sentido, o teor e a dinâmica da matéria orgânica constituem-se indicadores que representam a qualidade do solo, podendo ser então alterados com as práticas de manejo adotadas. O presente trabalho teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes sistemas de manejo nos indicadores bioquímicos e nas frações da matéria orgânica do solo. O experimento foi conduzido na Fazenda Experimental Água Limpa, da Universidade de Brasília. O delineamento experimental utilizado foi blocos ao acaso com três repetições e cinco tratamentos (sistemas de cultivos). Os tratamentos foram os seguintes: Milho solteiro; Brachiaria humidicula; Panicum maximum cv Aruana; Milho + Brachiaria humidicula e Milho + Panicum maximum cv Aruana. Os indicadores microbiológicos (respiração basal, o carbono e nitrogênio da biomassa, nitrogênio total, carbono orgânico, relação Nmic: Ntotal e relação Cmicrobiano e o Corgânico (Cmic: Corg)) do solo foram analisados ao longo de um período de três anos, nas profundidades de 0-10 e 10-20 cm. Os teores de carbono orgânico total, carbono orgânico particulado e carbono orgânico associado aos minerais do solo foram determinados nas profundidades de 0-5, 5-10, 10-20 e 20-30 cm, apenas em um período e os acréscimos e reduções desses teores comparando os resultados obtidos com uma área de Cerrado Nativo. Verificou-se que as frações da matéria orgânica nos sistemas com consorciação de culturas e forragens ocasionaram efeitos nos diferentes compartimentos da matéria orgânica. O C da matéria orgânica particulada mostrou-se mais sensível em detectar as mudanças nos sistemas de manejo utilizados. Verificou-se também que o carbono da biomassa microbiana do solo e a respiração basal foram maiores nos consórcios milho e forrageiras. Houve aumento da atividade microbiana do solo nos sistemas de consorciação e na primeira profundidade. A relação Cmic: Corg apresentou maior valor nos sistemas em consórcio e mostrou que no sistema em consorciação a qualidade da matéria orgânica foi melhor.

Referência:

CARMO, Fabiana Fonseca do. Indicadores microbiológicos e compartimentos da matéria orgânica do solo sob diferentes sistemas de manejo no Cerrado 2011. xiv, 89 f., il. Dissertação (Mestrado em Agronomia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2011.

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Efeito da densidade de plantas e doses de nitrogênio sobre a produtividade, fenologia e composição organomineral de amaranto em latossolo de cerrado

Efeito da densidade de plantas e doses de nitrogênio sobre a produtividade, fenologia e composição organomineral de amaranto em latossolo de cerrado

Autor(a):

Clarissa Campos Ferreira

Resumo:

O cultivo de amaranto granífero (Amaranthus cruentus) no cerrado é um evento recente, não havendo informação sobre o manejo da adubação nitrogenada para a produção comercial. O presente trabalho teve como objetivo avaliar a resposta do amaranto (Amaranthus cruentus cultivar BRS Alegria), a quatro dosagens de N: 0, 50, 100 e 150 kg ha-1, e quatro densidades de plantio, 6, 8, 12 e 25 plantas por metro linear, na Embrapa Cerrados, em Planaltina/DF. O experimento foi conduzido de dezembro de 2010 a abril de 2011, em um delineamento experimental tipo fatorial em blocos ao acaso com quatro repetições. No plantio, foram utilizados 500 kg de 0-20-20 aplicados no sulco. A área do experimento foi dividida em 64 parcelas, cada uma com quatro linhas de 3,0 m de comprimento, espaçadas entre si por 0,40 m, totalizando uma área de 3,6 m². O desbaste, para obter a densidade de plantas desejada, foi realizado manualmente aos 15 dias após a emergência. A adubação com N foi feita aos 25 dias após a emergência, em cobertura. Para as análises, determinaram-se: pesos de matéria seca, de panícula e de grãos, altura de plantas, diâmetro de caule e comprimento e largura de panícula. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância e as médias comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Os resultados mostraram que, para pesos de matéria seca, panícula e grãos, maiores densidades de plantio, no geral, apresentaram as mesmas tendências e oferecem melhores respostas, enquanto para altura de planta, comprimento e largura de panícula e diâmetro de caule, quanto maior o número de plantas por área, menores são os valores obtidos. Quando observadas as dosagens de N isoladamente, para os pesos de matéria seca, panícula, grãos e altura de planta, a dose máxima aplicada, de 150 kg ha-¹, gerou os melhores resultados. Todos os parâmetros, com exceção da largura de panícula, apresentaram interação significativa entre a densidade de plantio x doses de N. Níveis crescentes de N, até a dose de 150 kg ha-¹, no geral em todas as densidades, produzem resposta linear no rendimento de grãos de amaranto. Houve efeito das doses de N e/ou densidades de plantas nos teores de P, Mg, Cu e Fe na biometria do amaranto.

Referência:

FERREIRA, Clarissa Campos. Efeito da densidade de plantas e doses de nitrogênio sobre a produtividade, fenologia e composição organomineral de amaranto em latossolo de cerrado. 2012. xii, 48 f., il. Dissertação (Mestrado em Agronomia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012.

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Avaliação de genótipos de grão de bico no cerrado do Planalto Central Brasileiro

Avaliação de genótipos de grão de bico no cerrado do Planalto Central Brasileiro

Autor(a):

Osmar Pereira Artiaga

Resumo:

O grão de bico (Cicer arietinum L.) é uma espécie pouco conhecida no Cerrado do Planalto Central, ainda que, mundialmente, seja considerada a terceira leguminosa mais importante com uma área cultivada de cerca de 12 milhões de hectares. O grão de bico é usado como alimento, industrialmente e também como terapêutico. O Brasil apresenta consumo limitado desta leguminosa devido ao alto custo praticado no mercado em consequência da ausência de produção. Este estudo teve como objetivo investigar o potencial produtivo e selecionar genótipos com características superiores para cultivo no Cerrado em condições tanto de sequeiro como irrigado. Foram conduzidos dois ensaios: o primeiro com treze genótipos de origens diversas e duas cultivares recomendadas como testemunhas em três épocas de plantio na Embrapa Hortaliças no Distrito Federal em sequeiro; o segundo em área irrigada por pivô central no município de Cristalina-GO com quatro épocas de plantio utilizando os mesmos acessos. Os genótipos FLIP03-109C, FLIP02-23C e FLIP06-34C foram superiores às duas testemunhas, possuindo características morfoagronômicas desejáveis nos dois sistemas de produção e com indicação para cultivo no Cerrado. Os genótipos BG 1392, Cícero, Blanco Sinaloa 92 e Jamu 96 mesmo com rendimentos inferiores, mas com características superiores do grão, podem ser utilizados em programas de melhoramento do grão de bico. As semeaduras nos meses de janeiro e abril proporcionaram melhores resultados, nos sistemas de sequeiro e irrigados, respectivamente.

Referência:

ARTIAGA, Osmar Pereira. Avaliação de genótipos de grão de bico no cerrado do Planalto Central Brasileiro. 2012. 92 f. Dissertação (Mestrado em Agronomia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012.

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Desempenho agronômico de cultivares de soja em diferentes épocas de semeadura no cerrado do Distrito Federal

Desempenho agronômico de cultivares de soja em diferentes épocas de semeadura no cerrado do Distrito Federal

Autor(a):

Eduardo Rodrigues Francisco

Resumo:

No Cerrado, de modo geral, cultivares, progênies e demais genótipos de soja, em processo de melhoramento, são estudados sob amplas e variadas condições ambientais, antes de serem recomendados ao cultivo. As variações compreendem diferentes tipos de solo, níveis de fertilidade, regime hídrico, época de semeadura, temperatura e práticas culturais. Uma cultivar pode ser altamente produtiva em alguns ambientes e não apresentar este comportamento em outros. Esta mudança de resposta no desempenho relativo dos genótipos expressa a interação com o ambiente. Torna-se fundamental conhecer os tipos de interação para definir esquemas seletivos que compreendem vários anos de avaliação, com o propósito de se realizar uma seleção efetiva. Por outro lado, o cultivo em época de semeadura inadequada pode reduzir o rendimento e afetar outras características agronômicas, comprometendo a renda do produtor. A semeadura em diferentes épocas permite com que cultivares e genótipos em vias de recomendação expressem suas potencialidades e limitações. Como genótipos podem apresentar diferença na resposta ao fotoperíodo, as indicações da melhor época devem ser precedidas de experimentos regionalizados, conduzidos por mais de um ano. Esta pesquisa como parte do programa cooperativo de melhoramento de soja entre unidades da Embrapa (Cerrados e Soja), objetivou definir o efeito de épocas de semadura em diferentes cultivares de soja no período entre, 2005 a 2008 em Planaltina, DF.

Referência:

FRANCISCO, Eduardo Rodrigues. Desempenho agronômico de cultivares de soja em diferentes épocas de semeadura no cerrado do Distrito Federal. 2009. xv, 129 f. Dissertação (Mestrado em Ciências Agrárias)-Universidade de Brasília, Brasília, 2009.

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Flor do Cerrado

Flor do Cerrado

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Referências

MENDES, Rozélia dos Santos Silva. Flor do Cerrado. Portfólio. Acesso em: 10/07/2020.

Madá

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Referências

Madá. Cerrado no prato, 2020. Disponóvel em: https://cerradonoprato.com/lista-de-produtores. Acesso em: 20/05/2020.

Cooperativa dos Agricultores familiares e Agroextrativistas Grande Sertão Ltda

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Referências

Cooperativa dos Agricultores familiares e Agroextrativistas Grande Sertão Ltda. Central do Cerrado, 2020. Disponível em: http://www.centraldocerrado.org.br/comunidades/grande-sertao/. Acesso em: 12/04/2020.

 

Cooperativa dos Agricultores familiares e Agroextrativistas Grande Sertão Ltda. Cerratinga, 2020. Disponível em: http://www.cerratinga.org.br/cooperativa-grande-sertao/. Acesso em: 12/04/2020. 

 

Cooperativa dos Agricultores familiares e Agroextrativistas Grande Sertão Ltda. Revista aspta, 2020. Disponível em: http://aspta.org.br/files/2014/10/Artigo-4-Cooperativa-Grande-Sert%C3%A3o-articulando-popula%C3%A7%C3%B5es-e-diversidades-do-Norte-de-Minas-Gerais2.pdf. Acesso em: 12/04/2020.