Leporinus sp.1(aracu)

Leporinus sp.1

CP 9,4 cm

Nome(s) popular(es):

Aracu, aracu-pintado, piauzinho.

Tamanho

Até 12,4 cm.

Alimentação

Folhas, flores, frutos e sementes, e algas filamentosas.

Nome Xavante:

Pedzató.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios. As fêmeas alcançam maior porte que os machos.

Usos e importância da espécie

Consumida como alimento, pelo seu padrão de máculas pode desempenhar importante papel na aquariofilia; elo importante na cadeia alimentar dos riachos e córregos onde habita.

Descrição da espécie

Corpo relativamente espesso, recoberto por escamas ciclóides, grandes; boca pequena, com três dentes assimétricos, não cuspidados no dentário e quatro no pré-maxilar; nadadeira caudal com escamas apenas na base; linha lateral completa, 33-37 escamas. Máculas escuras conspícuas sobre a linha lateral e acima e abaixo nos flancos, cuja forma principal é horizontalmente ovalada ( o que a diferencia facilmente de L. friderici , L cf. klausewitzi e L. geminis). Espécie de porte pequeno; machos maduros com 9,6 cm. Frequente nos riachos e córregos do PESA.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.51.

Leporinus friderici (Bloch, 1794).(cabeça-gorda)

Leporinus friderici (Bloch, 1794).

CP 11,4 cm

Nome(s) popular(es):

Cabeça-gorda, piau-três-pintas.

Tamanho

Até 40,0 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Onívora, com preferência para frutos, sementes, larvas de insetos.

Nome Xavante:

Pedzatódzarebepré.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios. As fêmeas alcançam maior porte que os machos.

Usos e importância da espécie

Consumida como alimento, importante na pesca turística, elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde vive.

Descrição da espécie

Corpo relativamente espesso, recoberto por escamas ciclóides, grandes; boca pequena, com quatro dentes assimétricos, não cuspidados no pré-maxilar e no dentário; nadadeira caudal com escamas apenas na base; linha lateral completa, com 37 a 41 escamas. Corpo com três máculas escuras conspícuas, arredondadas sobre a linha lateral ( o que diferencia facilmente de Leporinus sp.1 e L. geminus); nadadeira adiposa amarelo avermelhada e anal amarelada ( o que diferencia prontamente de L cf. klausewitzi). Espécie frequente nos cursos superior e médio dos riachos e córregos do PESA e abundante nos inferiores, principalmente no períodos de vazante, na foz de diversos córregos que deságuam no Araguaia, quando formam grandes cardumes que são intensivamente pescados, juntos com L. trifasciatus.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.50.

Leporinus cf. klausewitzi Géry, 1960.(piau)

Leporinus cf. klausewitzi Géry, 1960.

CP 9,5 cm

Nome(s) popular(es):

Piau, piauzinho, piau-três-pintas.

Tamanho

Até 25,0 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Frutos, sementes e larvas de insetos.

Nome Xavante:

Pedzatódzarebepré..

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios. As fêmeas alcançam maior porte que os machos.

Usos e importância da espécie

Consumido como alimento, potencial para aquariofilia, elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde vive. 

Descrição da espécie

Corpo relativamente espesso, recoberto por escamas ciclóides, grandes; boca pequena, com quatro dentes assimétricos, não cuspidados no pré-maxilar e no dentário; nadadeira caudal com escamas apenas na base; linha lateral completa, 37 a 41 escamas. Corpo com três máculas escuras conspícuas, arredondadas sobre a linha lateral ( o que diferencia facilmente de Leporinus sp.1 e Leporinus geminis); nadadeiras adiposa e anal negras ( o que difere prontamente de L. friderici). Espécie rara nos cursos superior e médio dos riachos e córregos do PESA, e também pouco frequente nos inferiores.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.49.

 

Leporellus vittatus (Valenciennes, 1850).(solteira)

Leporellus vittatus (Valenciennes, 1850).

CP 10,0 cm

Nome(s) popular(es):

Solteira.

Tamanho

Até 24,5 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Insetívora.

Nome Xavante:

Danhôhuiwa.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios.

Usos e importância da espécie

É uma espécie vistosa, com um colorido incomum; logo, potencialmente importante para a aquariofilia, consumida como alimento, elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde vive.

Descrição da espécie

Corpo relativamente espesso, recoberto por escamas ciclóides; boca pequena, com quatro dentes assimétricos, não cuspidados no pré-maxilar e no dentário; lobos da nadadeira caudal recobertos por escamas pequenas. Mancha negra na nadadeira dorsal e barras negras inclinadas na nadadeira caudal. Espécie muito rara nos riachos e córregos do PESA; encontrada em córregos e corredeiras e pedrais onde busca seu alimento. Pode também ser capturada nas corredeiras do rio Araguaia, logo abaixo da foz do córrego Avoadeira que drena o PESA.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.48.

Brasília Museu Aberto

Evento: Brasília Museu Aberto

Brasília Museu Aberto: exposição inova para apresentar os 60 anos de Brasília

Abertura será no dia 17 de dezembro com projeção mapeada no prédio do Congresso Nacional

Estava tudo certo para que a exposição “Brasília – Da Utopia à Capital”, que já passou por 12 países, acontecesse no Salão Negro do Congresso Nacional no mês de abril como uma homenagem pelo aniversário de 60 anos da capital federal. Mas nesse ano tão atípico, os planos tiveram que ser repensados e a mostra, rebatizada de “Brasília Museu Aberto”, ganhou um novo formato e acontecerá entre os dias 18 de dezembro a 17 de janeiro.

A mostra, que conta com patrocínio do SESI, traz registros da época da construção da cidade, cliques únicos do presidente Juscelino Kubitschek, entre outros personagens dessa epopeia que foi trazer a capital federal para o interior do país, além de documentos históricos e obras de arte de artistas da época e de artistas contemporâneos, que revela a síntese do pensamento modernista brasileiro, do qual Brasília é a grande representante com seu traçado urbanístico único criado por Lucio Costa e a harmonia e perfeição das linhas curvas de Oscar Niemeyer.

“Com a pandemia resolvemos reformular todo o projeto e nos adaptar aos novos tempos, mas não abrimos mão de realizar a mostra em um formato totalmente digital, dando assim oportunidade de um acesso amplo, democrático e gratuito a população. A ideia é ressignificar o espaço público transformando a cidade em um grande museu a céu aberto”, afirma Danielle Athayde curadora do projeto.

As imagens, em alta definição, serão exibidas em painéis de LED da Alumi Out of Home, espalhados em locais estratégicos do Distrito Federal, resgatando dessa forma um acesso mais amplo e democrático às artes e cultura e aproximando o espectador da sua própria história. Os painéis poderão ser vistos por quem passar de carro ou mesmo de transporte público e todo o conteúdo das exposições ficará disponível na internet através do site da mostra www.brasiliamuseuaberto.com.br e no instagram @brasiliamuseuaberto. Cada painel de Led exibirá 600 pílulas com apresentação diárias de 15 segundos cada, totalizando 250.00 inserções. Destaque para o painel sequencial, com maior metragem de Led do país, localizado no aeroporto JK, onde acontecerá uma apresentação sequencial de cinco minutos das 24 pílulas com imagens que fazem parte da exposição no dia 18 de dezembro, as 20:00h.

A abertura acontecerá na noite do dia 17 de dezembro com uma projeção mapeada, inédita no edifício do Congresso Nacional, assinada pelo artista e realizador Ronaldo Duque, que marcará a inauguração do projeto no dia 17 de dezembro, das 19h às 23h. Um ciclo de palestras acontecerá via internet, com representantes do SESI, patrocinador do projeto, do Museu do Cerrado da UnB e também com um especialista sobre o tema patrimônio da humanidade.
Entre outros objetivos, a exposição artística virtual, que pretende atingir um público alvo de dois milhões de pessoas, retrata a relevância cultural e social que a cidade representou e ainda representa, com capital do Brasil, e conta com esculturas de Maria Martins, Bruno Giorgi e Alfredo Ceschiatti, pinturas de Carlos Bracher e Alex Flemming, desenhos de Naura Timm, além das fotografias de Marcel Gautherot, Mario Fontenelle, Peter Scheier, Gabriel Gondim, Raymond Frajmund, Rui Faquini, Fabio Colombini, Orlando Brito e Ake Borglund/coleção Mercedes Urquiza, entre outros.

Programa Educativo

O projeto Brasília Museu Aberto contará com um programa educativo, cuja proposta será estimular a capacidade criativa das pessoas e a geração de vínculos afetivos com a cidade, a partir de conteúdos e práticas que margeiam os temas da Agenda 2030 da ONU. Para isso será produzido um E-book educativo com material pedagógico produzido, especialmente, para a exposição a partir da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), tendo a educação como elemento transformador, respeitando a diversidade de pensamentos, mas compreendendo as razões e o benefício sócio-econômico que o título de patrimônio histórico traz para a cidade.

O Cerrado – maior bioma da América do Sul e que ocupa 22% do território nacional – também será tema no portal da exposição. Um espaço voltado para a divulgação de projetos inspiradores criados por apaixonados pelo Cerrado, bem como de conteúdos educativos e experiências práticas capazes de conectar as pessoas ao bioma.

Programação

17/12/20

Projeção mapeada: As quatro visões do Planalto Central do Brasil

Local: Edifício do Congresso Nacional
19:00 as 23:00 horas
• A Natureza: as três grandes bacias hidrográficas do continente sul-americano nascem no Planalto Central do Brasil, a região com maior biodiversidade do mundo, única por sua fauna e vegetação – o Cerrado;
• O Homem: os candangos chegaram de todas as partes, principalmente da região Nordeste do país, para construir a Capital da Esperança;
• A Obra: o gigantesco desafio de erguer uma cidade em apenas cinco anos; e
• A Cidade: aos 60 anos, Patrimônio Cultural da Humanidade, Brasília enfrenta os desafios do crescimento e já é a terceira capital mais populosa do país.

18/12/20

20:00 horas
Exposição virtual Brasília Museu Aberto

Circuito de painéis da Alumi Out of Home
Período: 18/12/20 a 17/01/21

Ciclo de palestras virtuais

18/12/20

15:00 horas
A importância do Cerrado como Patrimônio Nacional

Prof Dra Rosângela Azevedo Corrêa
Faculdade de Educação – UnB
Em geral Brasília é vista apenas por sua arquitetura moderna, as pessoas não reconhecem que a cidade está dentro do Cerrado, berço das águas do Brasil, onde nascem rios que originam seis das principais regiões hidrográficas brasileiras: Parnaíba, Paraná, Paraguai, Tocantins-Araguaia, São Francisco e Amazônica e estão localizados três grandes aquíferos – Guarani, Bambuí e Urucuia –, que são responsáveis pela formação e alimentação desses rios. Toda essa importância hídrica é fundamental para o Brasil que ainda não reconheceu o Cerrado como Patrimônio Nacional desde a Constituição de 1988. Este reconhecimento é fundamental para a proteção dos recursos naturais como das comunidades tradicionais e povos indígenas que vem resistindo às ameaças que o bioma vem sofrendo. Olhar a paisagem do Cerrado é ver floresta, savana e os campos; sentir seus cheiros, sons, sabores, saberes, fazeres, crenças, tradições, hábitos, modos de vida, visões e valores. Cuidar do Cerrado é cuidar do Brasil.

22/12/20

17:00 horas
SesiLab – Arte Ciência e Ressignificação

Palestrante: Gustavo Penna
Arquiteto
Na palestra Sesilab – Arte, Ciência e Ressignificação, o arquiteto Gustavo Penna fala sobre a sua relação com Brasília e sobre o novo projeto para o antigo edifício do Touring Club. Em 2021 será inaugurado o SESILAB em parceria com o Exploratorium, museu de ciência, tecnologia e artes de San Francisco, Estados Unidos. Com projeto original de Oscar Niemeyer, a nova intervenção no Edifício do Touring Club será feita pelo escritório do arquiteto Gustavo Penna, que além de resgatar as características originais do edifício, propõe um uso inovador dos espaços internos, um diálogo amplo com o entorno e o aumento em 2x a área verde existente no terreno. Será o resgate do equipamento para a criação de uma ferramenta de educação, inovação e cultura.

15/01/21

16:00 horas
Patrimônio e Mídias Digitais: estratégias de preservação do Patrimônio Cultural Brasileiro

Palestrante: Dra. Ariadne Ketini Costa de Alcântara
Consultora de Projetos da Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI)

As novas formas de compartilhamento de dados em mídias digitais impulsionam, cada dia mais, a adaptação das políticas públicas de Estado às demandas da sociedade informatizada. Para tanto, é necessário criar estratégias de comunicação que atinjam públicos com interesses diversos, que acessam a internet para obter informações de forma instantânea. O campo da preservação do Patrimônio Cultural está gradualmente adotando ferramentas tecnológicas para auxiliar práticas de conservação e promoção de bens culturais. Nesse sentido, a Educação Patrimonial apresenta-se como uma metodologia que agrega inúmeras possibilidades de difusão da diversidade cultural brasileira, por meio de processos educacionais que podem ser desenvolvidos em ambientes virtuais. A compreensão dessa dinâmica permite a ampliação do alcance que o Patrimônio Cultural pode ter em diferentes contextos, gerando, assim, mecanismos de inclusão social.

Laemolyta fernandezi Myers, 1950.(piau-de-loca)

Laemolyta fernandezi Myers, 1950.

CP 17,4 cm

Nome(s) popular(es):

Piau-de-loca, piau-boca-fina .

Tamanho

Até 25,0 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Principalmente vegetais, algas filamentosas e restos orgânicos.

Nome Xavante:

Pedzató’uwa.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios. As fêmeas atingem maior porte que os machos.

Uso e importância da espécie

Consumida como alimento, elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde se encontra.

Descrição da espécie

Corpo relativamente espesso, recoberto por escamas ciclóides; boca pequena, sub-superior, com quatro dentes assimétricos cuspidados no pré-maxilar e quatro planos no dentário; nadadeira caudal com escamas apenas na base; linha lateral completa, 49-58 escamas. Corpo com quatro barras transversais escuras, conspícuas ou não. Espécie pouco freqüente nos riachos e córregos do PESA, mas abundante nos cursos inferiores, principalmente no período de águas altas.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.47.

Abramites hypselonotus (Günther, 1868).(piauzinho)

Abramites hypselonotus (Günther, 1868).

CP 8,9 cm

Nome(s) popular(es):

Piauzinho.

Tamanho

Até 14,0 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Vermes, algas, plantas aquáticas, crustáceos.

Nome Xavante:

Pe’a wa’ rãmire.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios. As fêmeas atingem maior porte que os machos.

Uso e importância da espécie

Espécie muito atraente, não só pelo belo padrão do colorido, mas também pelo hábito de manter seu corpo inclinado, sendo assim bastante interessante para o comércio aquariofilista. Como as demais espécies de pequeno porte, Abramites também representa um elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde vive.

Descrição da espécie

Corpo alto e comprimido, recoberto por escamas ciclóides; cabeça afunilada; boca pequena, terminal, com três dentes assimétricos cuspidados no pré-maxilar e três incisiviformes, de borda lisa, no dentário; nadadeira caudal com escamas apenas na base; linha lateral completa, 37-40 escamas; corpo atravessado por oito barras inclinadas irregulares – a terceira fundindo-se com a quarta, e continuando-se na base da nadadeira dorsal. Este peixe ocupa sempre posição de 45o, com a cabeça voltada para baixo. Espécie rara nos riachos e córregos do PESA.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.46.

Prochilodus nigricans Agassiz, 1829.(papa-terra)

Prochilodus nigricans Agassiz, 1829.

Nome(s) popular(es):

Papa-terra, curimatã.

Tamanho

Até 37,0 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Iliófagos, i.e., comedores de matéria orgânica finamente particulada.

Nome Xavante:

Petómrã.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios. As fêmeas atingem maior porte que os machos.

Uso e importância da espécie

Bastante consumida como alimento, potencial para aquariofilia; de grande importância nos elos das cadeias alimentares dos ambientes onde vive.

Descrição da espécie

Corpo relativamente alongado e recoberto por escamas ctenóides; boca terminal, com lábios espessos, móveis e providos de numerosos dentículos, dispostos em uma única série lateralmente e em duas séries medialmente; membranas branquiais unidas entre si e livres de istmo, espinho pré-dorsal presente; nadadeira adiposa presente; linha lateral completa, 44-49 escamas; nadadeira caudal bifurcada. Espécie frequente nos cursos inferiores dos riachos e córregos do PESA, principalmente nos períodos de  aguas altas.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.45.

Steindachnerina gracilis Vari & Vari, 1989.(branquinha)

Steindachnerina gracilis Vari & Vari, 1989.

CP 10,2 cm

Nome(s) popular(es):

Branquinha.

Tamanho

Até 10,2 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Iliófaga, i.e, semelhante aos demais curimatídios. Alimenta-se de partículas dispersas no substrato, cuja composição é variada desde micro-organismos de origem animal ou vegetal até matéria orgânica em decomposição. Possui aparelho digestivo adaptado para selecionar o que interessa ou não à sua alimentação.

Nome Xavante:

Pe’adzarébépré.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios.

Usos e importância da espécie

Pode ser de pequeno porte, essa espécie não desempenha papel importante na pesca. Como as demais forrageiras, S. gracilis representa um elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde se encontra.

Descrição da espécie

Corpo alongado, fusiforme, recoberto por escamas ciclóides; boca inferior, desprovida de dentes; linha lateral completa, 50-54 escamas; nadadeira caudal nua, bifurcada. Coloração prateada uniforme, sem máculas; nadadeira dorsal com mácula enegrecida na porção mediana basal. Espécie rara nos cursos superior e médio dos riachos e córregos do PESA, mas frequente no inferior, principalmente em períodos de águas altas.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.44

Steindachnerina amazonica (Steindachner, 1911).(branquinha)

Steindachnerina amazonica. (Steindachner, 1911).

CP 9,2 cm

Nome(s) popular(es):

Branquinha.

Tamanho

Até 9,9 cm de comprimento padrão.

Alimentação

Iliófaga, i.e., semelhante aos demais curimatídeos. Trata-se de peixes que se  alimentam de partículas dispersas no substrato, que podem ser de decomposição variada, desde micro-organismos até matéria orgânica em decomposição. Possuem um aparelho digestivo adaptado para selecionar o que interessa ou não à sua alimentação.

Nome Xavante:

Penhãnãrehöi’re.

Dimorfismo sexual secundário

Sem traços óbvios.

Usos e importância da espécie

Por ser de pequeno porte, esta espécie não desempenha papel importante na pesca. Como as demais forrageiras, S. amazonica representa um elo importante na cadeia alimentar dos ambientes onde se encontram.

Descrição da espécie

Corpo alongado, fusiforme, recoberto por escamas ciclóides; boca subinferior, desprovida de dentes; linha lateral completa, 36-41 escamas; nadadeira caudal nua, bifurcada, com os raios longos do lobo inferior de coloração mais escura. Coloração prateada uniforme, com indistinta faixa lateral negra na linha lateral e mácula negra na altura da linha lateral e mácula na base da porção mediana dos raios da nadadeira dorsal. Espécie pouco freqüente nos cursos superior e médio dos riachos e córregos do PESA, mas abundante no inferior, principalmente em períodos de águas altas; comum nas lagoas marginais.

Referência:

Venere, Paulo Cesar; Garutti, Valdener.Peixes do Cerrado-Parque Estadual da Serra Azul-Rio Araguaia, MT. São Carlos: RiMa Editora, FAPEMAT, 2011.p.43.