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Cachoeira da Chinela, Minas Gerais

Local: Cachoeira da Chinela

 

Descrição do local: Situada em uma propriedade particular próxima ao município de Vargem Bonita, a cachoeira se encontra entre montanhas que margeiam a serra e é acessível por uma trilha que, apesar de fácil, não é muito bem sinalizada. No caminho até a cachoeira há diversas plantas de babosa, uma casa de roça feita de barro e, finalmente, a bela queda e seu profundo poço, excelentes para banhos.

 

Como chegar: Acesso pela Estr. Vargem Bonita – Casca d’Anta, 32 km (7 km de terra).

 

Dicas: Não exige guia, mas a sinalização é precária e é preciso pedir informações nas fazendas. A queda éalta e bonita e o poço, fundo. A taxa é de R$ 10.

 

Fonte: https://desviantes.com.br/blog/post/belas-cachoeiras-serra-da-canastra/

cachoeira-capao-forro

Cachoeira Capão Forro, Minas Gerais

Local: Cachoeira Capão Forro

 

Descrição do local: A cachoeira do Capão Forro está localizado em um conjunto de cachoeiras e piscinas naturais ao pé da serra, a 5 km de São Roque de Minas. A área engloba 2 fazendas e há 2 trilhas principais: a que leva à Cachoeira da Mata e a Trilha da Picareta, que leva ao camping do mesmo nome, na Fazenda do Chico Chagas. É o lugar mais frequentado depois do Parque Nacional e em feriados às vezes fica cheio demais.

 

 

Como chegar: Partindo de São Roque de Minas-MG sentido a portaria 1 do Parque Nacional da Serra da Canastra, após 5 km você
encontrará as placas indicando o acesso a cachoeira.

 

 

Dicas: É cobrada taxa de entrada.

 

 

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Fonte: http://www.portaldascachoeiras.com/cachoeira/110/Cachoeira-Capao-Forro

Associação Cerrados dos Arachás

Associação Cerrados do Araxás, Minas Gerais

Descrição do local: Recentemente, foi criada em Araxá uma Associação que busca transformar o turismo rural em um complemento de atividades, rendimentos e realização pessoal para os turistas.

 

A Associação Cerrados dos Araxás foi criada a partir da união de um grupo de pessoas rurais que idealizou levar aos turistas a oportunidade de conhecer e vivenciar os encantos de uma vida rural.

 

No escritório da Associação, os turistas podem fazer reservas em pousadas rurais e agendar passeios nas propriedades. Além disso, é possível conhecer a rotina dos produtores, ver de perto a ordenha de vacas, a criação de animais exóticos, apreciar o processo dos alambiques e saborear as delícias dos restaurantes rurais. Para os mais radicais, estão disponíveis atividades como rapel, tirolesa e rampa de voo livre.

 

Outras opções de passeio são pesque-pague, cavalgadas, conhecer lindas cachoeiras, caminhadas ecológicas e muito mais.

 

Como chegar: Av. Getulio Vargas,365 – Centro

 

Dicas: Veja alguns associados:

– Fazenda Santo Antônio
– Fazenda Cachoeira São João
– Sítio São Paulo
– Fazenda da Mata
– Fazenda Santa Luzia
– Chácara do Orozimbo
– Fazenda Asa Branca
– Hotel Fazenda Portal do Sol
– Quinta dos Lemos
– Fazenda Lua Bonita
– Pousada do Arraial
– Sítio Real

 

Contato:  (34) 3669-1331

Associação Cerrados dos Arachás - Museu do Cerrado

 

 

Fonte: http://turismoaraxa.blogspot.com/p/pontos-turisticos_1.html

Exposição “Fauna do Cerrado na Arte Educação Ambiental”

Exposição "Fauna do Cerrado na Arte Educação Ambiental"

A Educação Ambiental hoje é uma das “armas” mais poderosas para ensinar a preservar e proteger o meio ambiente. Ela tem o poder de levar o conhecimento sobre a importância da natureza para a continuidade da vida na Terra e de alterar pequenas atitudes dos seres humanos que podem mudar o rumo de destruição da fauna, flora e de todos os recursos naturais, que hoje é uma realidade no nosso planeta.

A Arte Educação é um outro meio de melhorar o ser humano como componente atuante na comunidade mundial, por meio das Artes e de suas práticas. Unificando Arte Educação + Educação Ambiental teremos uma terceira ferramenta: a Arte Educação Ambiental, que funde as duas disciplinas para as mudanças positivas que são urgentes na atual conjuntura terrestre.

A ideia da exposição “Fauna do Cerrado na Arte Educação Ambiental” é mostrar a beleza da fauna do nosso bioma e nos trazer a reflexão de que se não preservarmos e protegermos o Cerrado hoje, num futuro bem próximo só conseguiremos ver toda essa exuberância de biodiversidade em desenhos, pinturas, fotos, filmes e museus. E se esse triste dia chegar a humanidade estará fadada ao fim, pois sem a natureza e todos os seus recursos que estão sendo destruídos e esgotados a raça humana perecerá.

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Cachoeira Casca D’anta, São Roque de Minas – MG

Cachoeira Casca D'anta, São Roque de Minas - MG

Local: Cachoeira Casca D’anta, São Roque de Minas – MG

 

Descrição do local: A cachoeira Casca D’anta é a primeira queda do Rio São Francisco e está entre as cinco maiores cachoeiras de queda livre do Brasil.

 

Por causa da força da água, o poço principal não é recomendado para banho, mas excelente em seus poços próximos.

 

Como chegar: A cachoeira fica em São Roque de Minas, na Região Centro-Oeste. Sua parte baixa está localizada no distrito de São José do Barreiro, dentro da Serra da Canastra. O distrito fica a 30 km da cidade e possui acesso pela portaria quatro do parque. É necessário caminhar por cerca de 1.700 metros até a cachoeira.

 

Dicas: O local está aberta das 8h às 17h, sendo que no parque a entrada é até as 16h. O Parque só fecha em casos de incêndio dentro da área de visitação.

 

Dentro do Parque Nacional, o valor é de R$ 20 por pessoa. Brasileiros natos pagam meio ingresso.

 

 

 

Fonte: https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2018/11/28/cachoeiras-de-minas-casca-danta.ghtml

 

 

 

 

 

 

Cachoeira do Cerradão, São Roque de Minas – MG

Cachoeira do Cerradão, São Roque de Minas - MG

Local: Cachoeira do Cerradão, São Roque de Minas – MG

SÃO ROQUE DE MINAS é um município da unidade federativa Minas Gerais. Seu território é composto 100% pelo bioma Cerrado.

 

Descrição do local: O imóvel, de 60 hectares, tem uma portaria com serviços de recepção, espera e sanitários. As trilhas que levam à cachoeira têm sinalização interpretativa – plaquinhas de madeira identificam as principais espécies da flora.

A cachoeira do Cerradão é uma das mais altas da serra: são 202 metros em 3 lances. A área tem nascentes, cerrado, campos e mata ciliar bastante preservados.

“A trilha parte de uma área de campo cerrado, com árvores baixas, retorcidas, com baixa diversidade específica, com o estrato maior apresentando altura média entre 3 e 4 m. Ocorrem poucos indivíduos emergentes que ultrapassam esta altura, geralmente situados nas áreas mais aplainadas ou rebaixadas do terreno, onde há uma maior retenção de água.

O estrato arbustivo mostra-se ralo e pouco expressivo, sendo representado por espécies dos gêneros Chamaecrista, Erythroxylum, Stylosanthes, Bauhinia, Eupatorium, Baccharis, Vernonia, etc. O estrato subarbustivo/herbáceo apresenta-se mais rico, recobrindo, praticamente, todo o solo local, tendo como gêneros mais freqüentes Eremanthus, Oxalis,Marcetia, Irlbachia, Microlicia, Cuphea, Vernonia, Eremanthus e gramíneas pertencentes aos gêneros Paspalum, Ctenium, Mesosetum, Aristida, Andropogon e Axonopus.

Descendo a encosta, o campo cerrado torna-se cada vez mais denso, transitando inicialmente para um cerrado e depois para uma mata ciliar estreita. Seguindo-se pela trilha, novamente alcança-se uma área de cerrado, uma pequena parcela de pasto sujo para, finalmente, chegar à mata ciliar do córrego Grande (ou Cerradão), no sopé da cachoeira do Cerradão”.

 

 

Como chegar: Saindo pela estrada para Bambuí, após a primeira subida e curva para a direita está o entroncamento que leva ao Cerradão. Na época das chuvas este acesso fica perigoso pois a estrada não é cascalhada, então deve-se seguir até logo depois do Posto de Compostagem, um entroncamento à esquerda desce até o povoado de Vargem Grande, lá um outro entroncamento à esquerda segue até a estrada de acesso ao Cerradão, desembocando depois do trecho perigoso.

 

Dicas: A visita pode ser feita todos os dias da semana das 8 às 17 horas (9 às 18 horas no horário de verão).

A trilha de acesso ao poço da cachoeira tem 3 km e é parcialmente sombreada e sinalizada. As espécies vegetais típicas da região estão identificadas com placas de madeira. O retorno é feito por trilha diferente da ida. Evite ir em feriados ou vá bem cedo.

 

Contatos: +55 37 3433-1452 / +55 37 3433-1332


Fonte: https://www.serradacanastra.com.br/atracoes/reserva-natural-da-cachoeira-do-cerradao

 

Serra da Canastra, Minas Gerais ​

Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais

Local: Parque Nacional da Serra da Canastra, Minas Gerais

 

Descrição do local: A região da Serra da Canastra, no sudoeste de Minas Gerais, possui algumas das mais deslumbrantes e desconhecidas paisagens do Brasil. Durante muito tempo, esteve isolada por precárias estradas de terra e só há poucos anos entrou nos roteiros de viagem como lugar privilegiado para a prática de esportes radicais, vivência ambiental e turismo ecológico.

 

A região ecoturística da Serra da Canastra tem mais de 200 mil hectares e abrange 6 municípios: São Roque de Minas, Vargem Bonita, Sacramento, Delfinópolis, São João Batista do Glória e Capitólio. A maior atração é o Parque Nacional da Serra
da Canastra
, criado em 1972 para proteger as nascentes do rio São Francisco e tem a portaria principal a 8 km de São roque de Minas. Dentro do Parque Nacional estão alguns dos mais belos cartões postais do Brasil, como a cachoeira Casca D’Anta, de quase 200 metros, a primeira grande queda do “velho Chico”.

 

Como chegar: https://www.serradacanastra.com.br/categoria/como-chegar

 

Dicas: O horário de entrada no Parque Nacional da Serra da Canastra é até as 16h00. Saída até as 18h00. Horários alternativos somente com prévia autorização da chefia do Parque.

 

O acesso ao Parque Nacional e demais atrações é por terra. As condições de tráfego podem ser precárias em época de chuva. Informe-se previamente.

 

Contato: (37) 3433-1324

 

 

Fonte: https://www.serradacanastra.com.br/atracoes/serra-da-canastra

Horizonte Perdido, Araxá, Minas Gerais

Horizonte Perdido - Araxá, Minas Gerais

Local: Horizonte Perdido – Araxá, Minas Gerais

 

Descerição do local: No ponto mais alto de Araxá, a 25 km do centro da cidade, está o Horizonte Perdido, uma rampa de vôo livre localizada a 1350 metros do nível do mar, no topo da Serra da Bocaina. É nesse local onde acontecem inúmeros eventos da modalidade. Esse local pé muito procurado também pelos ciclistas, jipeiros, motociclistas e pelos admiradores da natureza.  Colado à rampa, fica um restaurante panorâmico, que serve pratos típicos da região e que vende doces e iguarias produzidas na fazenda.

 

Como chegar: BR-146, S/N, Araxá – MG

 

Dicas: Do alto do morro é possível ter uma magnífica vista de 360 graus para as Serras da Bocaina e da Canastra. O clima é seco, o visual de tirar o fôlego e o silêncio desse lugar é fantástico.

 

O evento de voo livre no Horizonte Perdido é um dos pontos altos do ano no Horizonte Perdido, onde mais de cem pilotos nacionais e internacionais disputam o título mais cobiçado do esporte.

 

Contato: (34) 98442-3508

 

 

 

 

 

 

Fonte: http://viagensturismoeaventura.blogspot.com/2013/09/horizonte-perdido-araxa-minas-gerais.htmlhttp://viagensturismoeaventura.blogspot.com/2013/09/horizonte-perdido-araxa-minas-gerais.html