Exposição SerTão Kalunga

Exposição SerTão Kalunga

A partir do dia 21 de julho, a Casa de Cultura Cavaleiro de Jorge abre suas portas para a exposição “SerTão Kalunga”, uma imersão visual e cultural no maior quilombo do Brasil, localizado em Goiás. A exposição, que vai até o dia 21 de agosto, estará disponível para visitação das 16h às 22h, como parte das comemorações dos 24 anos do Encontro de Culturas Tradicionais na Vila de São Jorge, porta de entrada do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

 

A vernissage de abertura, no dia 21 de julho às 19h, contará com a presença do fotógrafo André Dib e do folião Kalunga Adão Paz, além de outros convidados. Será uma oportunidade única para conhecer mais sobre o trabalho de Dib e interagir com lideranças do Território Kalunga.

 

“SerTão Kalunga” retrata a beleza, resistência e singularidade dos Kalunga, capturados pelas lentes de André Dib. “Para nós aqui, Kalunga tudo é um”, diz Bia Kalunga, neta de Dona Procópia dos Santos, expressando a essência coletiva dessa região intocável no coração do Cerrado.

 

André Dib, premiado fotógrafo com mais de duas décadas de experiência, aborda o cotidiano Kalunga em suas imagens: celebrações, plantações, colheitas, alimentação e produção. Sua fotografia revela o equilíbrio de se viver em harmonia com a natureza e as tradições ancestrais, preservando uma conexão profunda com a cultura e a biodiversidade.

 

Além disso, a exposição oferece audiodescrição por meio de QR codes, garantindo acessibilidade para visitantes com deficiência visual. Durante o período em que a exposição estiver na Casa de Cultura, serão realizadas visitas guiadas uma vez por semana, além de visitas que podem ser agendadas pelo telefone (61) 9 8171-4140.

 

A exposição, produzida pelo Instituto Jardim, será realizada através do FAC, Fundo de Arte e Cultura de Goiás. Em agosto, estará disponível das 14h às 18h. Não perca a oportunidade de conhecer a riqueza e a beleza dos Kalunga através dos retratos de André Dib. Venha se encantar com a exposição “SerTão Kalunga” e celebrar a diversidade e resistência do povo Kalunga.

 

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Novo portão para o PNCV

Novo portão para o PNCV

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros finalizou a regularização fundiária de 977 hectares, incorporando a fazenda Mundo Novo. A fazenda dá acesso às cachoeiras Santana e Borda Infinita. Um novo portão de acesso será criado em Cavalcante (GO).

ATENÇÃO, as atrações ainda não estão abertas para visitação.

 

A solenidade de formalização ocorreu na Câmara Municipal de Cavalcante, com a participação do presidente do Instituto Chico Mendes, Mauro Pires.

 

A área foi incorporada ao parque em 2017 e o processo de regularização começou no mesmo ano. O novo acesso e a visitação às cachoeiras exigirão construção de ponte, melhoria da estrada e avaliação de segurança.

 

O Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, criado em 1961, abrange 240.611 hectares de cerrado e foi declarado Patrimônio Natural Mundial pela UNESCO em 2001.

Fonte: Fernando Tatagiba/ ICMBio

Live Desmatamento do Cerrado e Amazônia

Live Desmatamento do Cerrado e Amazônia

Painel Live de Debates da Associação Nacional do Ministério Público de Contas (AMPCON)

O Procurador do Ministério Público de Contas do Amazonas, Ruy Marcelo, apresentará informações da realidade atual da Amazônia. Já a Professora da Universidade de Brasília, e Diretora geral do Museu do Cerrado, Rosângela Corrêa, apresentará a realidade do Cerrado.

A atividade ocorrerá de forma virtual no dia 12 de julho (sexta-feira), às 10h, podendo ser acompanhada pelo Canal do YouTube da AMPCON, neste link – https://www.youtube.com/watch?v=f7lNVhV1aIU

HISTÓRIA, AMBIENTE E CONHECIMENTO NO ANTROPOCENO 2024 – EDIÇÃO ESPECIAL CERRADO – 1º OFERTA

HISTÓRIA, AMBIENTE E CONHECIMENTO NO ANTROPOCENO 2024 - EDIÇÃO ESPECIAL CERRADO - 1º OFERTA

O Cerrado será o tema da 5ª edição do minicurso História, Ambiente e Conhecimento no Antropoceno, que será realizado remotamente pela Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz) entre 9 de agosto e 11 de setembro, em sessões semanais às quartas-feiras. As atividades terão transmissão aberta pelo canal da Casa de Oswaldo Cruz no YouTube, com tradução simultânea para Libras. Aqueles que quiserem obter certificado de participação devem se inscrever entre 8 e 31 de julho no Campus Virtual Fiocruz.  

O objetivo do minicurso é apresentar e discutir o impacto do Antropoceno nos diversos campos do conhecimento, entre as humanidades, as ciências da vida e as ciências da Terra, tendo por finalidade se familiarizar com os temas e debates que o conceito tem suscitado nestes campos, por meio de especialistas brasileiros que vêm se dedicando ao assunto. 

Com o tema Cerrado, a edição do curso deste ano reunirá especialistas e ativistas que abordam a longa história socioambiental da região, seus ecossistemas, seus habitantes humanos e não humanos e sua importância para a sociobiodiversidade, o clima e os recursos hídricos. Os convidados discutirão como o Cerrado vem sendo palco de processos e tendências de transformações socioambientais mais intensas das últimas décadas no país e no mundo. 

A organização do minicurso é dos pesquisadores Ana Marcela França e André S. Bailão (COC/Fiocruz), Claiton Marcio da Silva (UFFS) e Sandro Dutra e Silva (UEG e UniEvangelica). 

Os professores serão Dominichi Miranda de Sá (COC/Fiocruz), Altair Barbosa (PUC-GO), Guilherme Moura Fagundes (USP), Laerte G. Ferreira Jr. (UFG e MapBiomas), José Luiz Franco (UnB) e Vívian da Silva Braz (UniEvangelica) e Edineide Rocha (MST/DFE, UnB). 

Confira a programação completa no Campus Virtual Fiocruz: https://campusvirtual.fiocruz.br/portal/?q=node/79883

Desmatamento do Cerrado e Amazônia 

Desmatamento do Cerrado e Amazônia

Mensalmente os índices de satélites apontam áreas novas, e de extensão expressiva, sendo desmatadas. E se, até certo tempo atrás, a grande preocupação e atenção era a Amazônia, os números do Cerrado ganharam notoriedade recentemente, despertando a urgência de acompanhamento e providências.

O Procurador do Ministério Público de Contas do Amazonas, Ruy Marcelo, apresentará informações da realidade atual da Amazônia. Já a Professora da Universidade de Brasília, e Diretora do Museu do Cerrado, Rosângela Corrêa, apresentará a realidade do Cerrado.  A moderação do Painel será de Maísa Castro, Procuradora do Ministério Público de Contas de Goiás.

A atividade ocorrerá de forma virtual no dia 12 de julho (sexta-feira), às 10h, podendo ser acompanhada pelo Canal do YouTube da AMPCON, neste link – https://www.youtube.com/watch?v=f7lNVhV1aIU

Obras rodoviárias do GDF podem causar destruição ambiental irreversível em ESECAE

Obras rodoviárias do GDF podem causar destruição ambiental irreversível em ESECAE

Águas Emendadas é uma das mais importantes reservas naturais do bioma Cerrado, é ponto crucial onde ocorre a união de duas grandes bacias da América Latina, a Tocantins-Araguaia e a Platina. A reserva também é fundamental para a manutenção de todo o ciclo da vida regional, para pesquisas acadêmicas e para o abastecimento hídrico à população do DF. Pelo conjunto de seus recursos aquáticos é conhecida como “constelação de nascentes”.

A política do DF em ampliação de obras nos quadros do nordeste distrital aumentam problemas que a fauna e a flora vem enfrentando na região com o avanço da grilagem de terras, produção monocultora, caça e pesca ilegais, acúmulo de lixo e incêndios florestais.

A Reserva Biológica de Águas Emendadas foi criada em 1968 pelo Decreto nº 771, localizada a 50 km do centro de Brasília e a 5 km do centro de Planaltina. A unidade é administrada pelo Instituto Brasília Ambiental (Ibram) e cobre uma área de 10.547 hectares. Destinada à proteção do ambiente natural, realização de pesquisas básicas e aplicadas em ecologia, e educação conservacionista, foi declarada em 1992 como área nuclear da Reserva da Biosfera do Cerrado pela Unesco.

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Fonte: https://www.brasildefatodf.com.br/2024/07/05/obras-rodoviarias-do-gdf-podem-causar-destruicao-ambiental-irreversivel-em-aguas-emendadas-de-planaltina-afirmam-pesquisadores?fbclid=IwZXh0bgNhZW0CMTEAAR0l9SXP6GfXgzyEE6ZRvWJlvzlkxCcCXiV5z-eisvNH6oXNwO3gq2hXYJA_aem_HB6N9HTw_Y455p6xCdzR3w

III Fórum local Chapada dos Veadeiros

III Fórum local - Polo Chapada dos Veadeiros

Fórum Sociocultural Local

Nossa programação está cheia de atividades, oficinas que serão realizadas por todos os projetos do Polo Chapada dos Veadeiros da UnB.

Já estamos ansiosos por essa troca de saberes e experiência com a comunidade. 

Se liga:

 

🗓️ 10 a 12 de julho

📍 Centro de Estudos do Cerrado (CER): Av. Ary Ribeiro Valadão Filho, Rua s/n, Bairro Setor Planalto, Alto Paraíso de Goiás, GO.

               

Confira a programação.

Audiência Pública das Frentes Parlamentares em Defesa do Cerrado e da Chapada dos Veadeiros nos dias 27 e 28 de junho de 2024

Audiência Pública das Frentes Parlamentares em Defesa do Cerrado e da Chapada dos Veadeiros nos dias 27 e 28 de junho de 2024

Convidamos todos os interessados na proteção ambiental para o evento UNIÃO PELO CERRADO, composto pela Audiência Pública das Frentes Parlamentares em Defesa do Cerrado e da Chapada dos Veadeiros nos dias 27 e 28 de junho de 2024.

no Auditório da Câmara Municipal de Cavalcante. Serão discutidas a proteção e recuperação do bioma e anunciadas ações do Governo Federal para o Cerrado, o Parque Nacional e a Chapada dos Veadeiros.  Vamos juntos unidos pelo Cerrado!

Alerta de queimadas!

Alerta de queimadas!

Nos primeiros seis meses de 2024, os principais biomas brasileiros bateram recordes em número de queimadas. O Pantanal e o Cerrado têm a maior quantidade de focos de incêndio já registrada no período desde 1988, quando as queimadas começaram a ser monitoradas por satélites pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Já na Amazônia, o número de focos no primeiro semestre de 2024 é o maior dos últimos 20 anos.

O Pantanal já teve mais queimadas que em 2020: naquele ano, incêndios descontrolados consumiram um terço da área do bioma e estima-se que tenha matado mais de 17 milhões de animais vertebrados.

Os números se tornam ainda mais preocupantes já que a temporada seca ainda está no início – o maior número de incêndios costuma ocorrer entre agosto e outubro, com um pico em setembro. Mas isso não significa que uma catástrofe como a daquele ano seja inevitável: o resultado de 2024 dependerá do engajamento da população, que não deve atear fogo em novas áreas, e da ação do poder público no combate aos focos ativos de queimadas. #AgirÉurgente

 

Fonte: WWF-Brasil