Exposição Cerrado de Sérgio Ribeiro

Cerrado

Durante o mês de outubro, o Espaço Cultural Otto Cirne abriga as obras do artista plástico Sérgio Ribeiro. Com a exposição ‘Cerrado’, ele apresenta as paisagens brasileiras e as cores da natureza, na técnica tinta acrílica sobre tela, com textura e volume especial com o acréscimo de cola e massa acrílica.    

 

O bioma Cerrado é para o artista uma fonte de vida: “Com cores variadas em seus frutos, flores e rica fauna em franca devastação, isto me gerou uma pergunta: o que posso fazer por essa beleza antes que ela fique só na lembrança?” Ele decidiu então eternizar as imagens nas telas, enquanto há tempo.    

 

Há pouco mais de uma década, Ribeiro se dedica às artes, produzindo peças diferenciadas. Chegou a cursar alguns meses de pintura com o artista mineiro Frederico Bracher. “Embora tenha feito o curso, considero-me autodidata, impulsionado por minha paixão pela pintura, quando, desde criança, desenhava em todo espaço que via. Hoje, ao rever minhas telas, posso dizer que meu estilo é um misto de abstrato com realismo”, avalia.  

O maior incentivo para seguir no mundo das artes veio de dentro de sua própria casa, conforme Sérgio Ribeiro: “Devo muito à minha esposa Rolma Rocha que acredita, apoia e incentiva minha escolha, e tem um acervo das minhas obras que ela mais gosta”. Ligado à natureza, o artista plástico a tem como inspiração: “Gosto de plantas, vou para minha roça, onde cuido do plantio e de cada detalhe”.  

  

 A mostra ‘Cerrado’ estará aberta à visitação durante todo o mês de outubro de 8h às 21h, de segunda a sábado e as obras serão comercializadas.  

 

O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes.  

Endereço:  

Médicos não-associados e artistas não-médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda.  

Interessados devem entrar na Assessoria de Comunicação da AMMG, através do telefone: (31) 3247-1608 ou e-mail: comunicacao@ammg.org.br.     

 

XIV Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros 

XIV Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros

Venha participar da XIV Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros e seu 4° Circuito Regional! Um evento imperdível para os amantes da natureza, agricultores, e todos que se interessam por sustentabilidade e biodiversidade.

A Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros é um momento que promove a troca de sementes, mudas e saberes, realizada nos municípios da Chapada dos Veadeiros a 14 anos.

PAN Bacia do Alto Tocantins 2024

PAN Bacia do Alto Tocantins 2024

O Plano de Ação Nacional para a Conservação da Flora Ameaçada de Extinção da Bacia do Alto Tocantins (PAN da Bacia do Alto Tocantins) foi oficializado na Portaria JBRJ nº 15, de 6 de junho de 2023, e tem vigência até 2028. O objetivo é ampliar, em 5 anos, as medidas de conservação das espécies-alvo, dos ambientes e a manutenção de serviços ecossistêmicos, com envolvimento de toda a sociedade. O plano estabelece 24 ações de conservação, divididas em quatro objetivos específicos, que abrangem temas como Pesquisa e Monitoramento, Capacitação e Comunicação, Manejo e Conservação, e Políticas Públicas, com foco em 98 espécies da flora, sendo 14 classificadas na categoria “Criticamente em Perigo” (CR), 58 na categoria “Em Perigo” (EN) e 26 na categoria “Vulnerável” (VU). Também são contempladas 29 espécies classificadas na categoria “Quase Ameaçada” (NT) e 15 na categoria “Dados Insuficientes” (DD). O território do PAN abrange parte do estado de Goiás e do Distrito Federal. A coordenação do PAN Bacia do Alto Tocantins é realizada pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), por meio da Coordenação de Projeto Núcleo Estratégias para a Conservação da Flora Ameaçada de Extinção (NuEC) do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). O monitoramento e acompanhamento do plano é feito pelo Grupo de Assessoramento Técnico (GAT) instituído pela Portaria de Pessoal JBRJ nº 66, de 6 de junho de 2023. Já a articulação e a execução das ações de conservação são realizadas por mais de 100 colaboradores que representam instituições de distintos setores da sociedade. 
 

Disponível em: 

Exposição Virtual “De mãos limpas e almas lavadas. Os saberes/fazeres das lavadeiras da Cidade de Goiás (GO)” 

Exposição Virtual "De mãos limpas e almas lavadas. Os saberes/fazeres das lavadeiras da Cidade de Goiás (GO)"

Autoria: Dr. Gleidson Moreira Colégio Estadual Rui Barbosa, Pirenópolis, GO 

Curadoria: Dra Rosângela Corrêa Universidade de Brasília 

Convidada: Dra Izabela Tamaso Universidade Federal de Goiás 

03 de outubro (quinta-feira) das 16 às 17 

Link de acesso: 

Utilizado por lavadeiras de ganho, o rio Vermelho serviu, desde os tempos do Brasil colônia, como fonte de trabalho. Tornou-se. na contemporaneidade, ambiente de inspiração para a poesia de Cora Coralina que escreveu sobre as lavadeiras:         

Essa Mulher… 

Tosca. Sentada. Alheada… 

Braços cansados 

Descansando nos joelhos… 

olhar parado, vago, 

perdida no seu mundo 

de trouxas e espuma de sabão – é a lavadeira.  Às lavadeiras do Rio Vermelho da minha terra, faço deste pequeno poema meu altar de ofertas. 

CORA CORALINA, 1993, p. 20-208.                          

Afluente do rio Araguaia, o rio Vermelho nasce na Serra Dourada e chega à Cidade de Goiás, dividindo-a. Ao longo dos séculos, desempenhou diversas funções: foi fonte para exploração aurífera, no século XVIII, e, nos séculos XIX e XX abasteceu a cidade; recebeu o lixo urbano, sofreu duas enchentes (1871 e 2001); alguns de seus trechos foram utilizados por famílias como extensão privada na lavação de roupas; até 1970 foi ambiente de trabalho das lavadeiras de ganho. O rio foi ficando mais sujo e as lavadeiras desapareceram …. 

A exposição está disponível no Museu do Cerrado: 

Exposição virtual “Cerrado, sons e cores”

Exposição virtual "Cerrado, sons e cores"

O Museu do Cerrado está na 18ª Primavera dos Museus e amanhã – 24 de setembro – das 14:30 às 15:30 vamos lançar a exposição virtual “Cerrado, sons e cores” no youtube do museu: https://www.youtube.com/live/TtqL7j8rwtU 

 

Curadoria e autoria: Rosângela Corrêa 

Fotografias: Mauricio Mercadante 

Ruy Alcides 

Vídeo Cerrado Abismal 

Vídeo: Festa no cerrado 

Adeilton Oliveira 

 

Vídeo Cerrado: Sons e cores 

Ouvir e ver o Cerrado, a savana mais biodiversa do Planeta Terra, é urgente e necessário para que possamos salvá-lo do ecocídio que vem acontecendo. A beleza de suas flores, pequenas e coloridas, enfeitam a terra no tempo da seca. É preciso “ver” também o que não está visível como as raízes profundas de suas árvores e capins, responsáveis por armazenar as águas dos grandes aquíferos do Brasil. Ouvir o canto alegre dos pássaros ou suas águas cristalinas que brotam das nascentes é tomar um banho de Cerrado inesquecível. Viver o Cerrado é ser Cerratense.         

 

O Cerrado foi o bioma com a maior queimada em agosto de 2024

O Cerrado foi o bioma com a maior queimada em agosto de 2024

Em primeiro lugar, o Cerrado foi o bioma com a maior queimada em agosto de 2024 com 2,4 Mha.  Com 2 milhões de hectares (Mha) queimados, a Amazônia foi o segundo bioma 
 
Foi um aumento de 54% (710 mil hectares) em relação a agosto do ano passado. E um aumento de 37% em relação a variação média anterior. 
 
O mês de agosto responde por quase metade da área queimada no Brasil desde janeiro deste ano. Os dados são do mais recente levantamento do Monitor do Fogo do MapBiomas. Foram 5,6 milhões de hectares queimados mês passado, 149% a mais do que agosto de 2023. 
 
Acesse https://lnkd.in/db7_4d5G   

EU QUERO SER CERRADO COM C

EU QUERO SER CERRADO COM C

“EU QUERO SER CERRADO COM C” de Josiel Rusmont  

Documentário poético/expositivo que absorve a realidade e a transforma em uma narrativa, onde as conversas multi artísticas nos convidam às várias reflexões sobre quem somos, nossas matrizes, sobre o nosso bioma Cerrado, sobre onde vivemos, e principalmente, sobre nossa conscientização e responsabilidade. Disponível em:  https://youtu.be/V08B7x4BpLU 

 

Direção: Josiel Rusmont  

Direção de Fotografia @luizinhojuniordirector @proclipe Roteiro e adaptação @mariboico e Josiel Rusmont  

Atrizes: @pxtmarginal @ari.ane_souza @laaurakuster  

Animações: @causosdecordel  

Auxiliar técnico @bubugiuseppe  

Direção executiva @eu.cesarmorales  

Textos: @altairsalesbarbosa  

Poesia de Lázaro Carneiro @caco_carneiro  

Entrevista: Luiz Carlos de Almeida Neto @jbbauru  

Trilha sonora: Josiel Rusmont e @rogerioplaza  

Músicos convidados: @rael_drummers @luizinhosilveiraoficial e @drdcampos  

Apoio: @museucerrado @barcruzeirodofacao Na pessoa da Jaqueline 

Povos da Beira D’Água – Comunidade quilombola de Cabaceiras

Povos da Beira D'Água - Comunidade quilombola de Cabaceiras

A comunidade de Cabaceiras do Norte de Minas Gerais luta pelo direito de permanecer e existir em seu território. Povos da Beira D’Água – Comunidade quilombola de Cabaceiras, é o primeiro filme da série que percorreu cinco comunidades da região do Norte de Minas Gerais. A comunidade localizada em Itacarambi, 230 km de Montes Claros, (MG), luta e preserva seu viver às margens do rio São Francisco, mantendo o estilo de vida de seus antepassados. A comunidade quilombola de Cabaceiras são povos vazanteiros e pescadores que lutam por seus direitos fundamentais e pelo reconhecimento como comunidade tradicional. Dependem das águas do velho Chico para plantar, pescar e partilhar o bem viver que é intrínseco para as mulheres e homens daquele chão. O filme apresenta uma narrativa construída a partir das experiências e os processos de diálogo com os órgãos e a própria comunidade de Cabaceiras. O território que possui o certificado da Fundação Palmares, precisa defender e afirmar a todo momento a sua identidade como comunidade quilombola e vazanteira. O documentário aborda várias questões semelhantes a outras comunidades no Brasil e destaca um dos embates que os povos de Cabaceiras ainda vivenciam: A construção do Termo de Compromisso com o ICMbio e evidencia a relação da comunidade de vazanteiros/as e pescadores/as com o ciclo do rio São Francisco. As enchentes do rio podem trazer estragos, mas é sinônimo de fartura e Vida para a comunidade.  


Ficha Técnica: Realização: Articulação das Pastorais do Campo Produção e Reportagem: Cláudia Pereira | APC e João Victor | SPM Direção: Cláudia Pereira e Humberto Capucci Edição e Finalização: Humberto Capucci Trilha Sonora: Antônio Cardoso e Zé Pinto Apoio: Misereor 

Disponível em: 

Maria Terezinha de Sousa Brito, Goiás

Maria Terezinha de Sousa Brito, Goiás

Maria Terezinha de Sousa Brito, conhecida como Tia Tê 

 

“Deus é o maior médico que existe e a natureza é a maior farmácia”. 

O documentário relata o trabalho da Mestra Tia Tê, que nos revela e nos encanta com o poder das plantas medicinais. 
 

https://www.youtube.com/watch?v=D3SLSp82q68 
 

Museu da Memória de Goyaz 
 

@museudamemoriadegoyaz   

Fauna Brasileira: Anuros

Fauna Brasileira: Anuros

Sobre os Selos 

Os selos apresentam uma pequena amostra da riqueza e beleza dos anfíbios anuros, mais conhecidos como sapo, pererecas e rãs. Para essa emissão, foram escolhidas cinco espécies da nossa fauna brasileira: a Perereca (Osteocephalus taurinus), o Sapinho-Flecha (Ameerega flavopicta), a Perereca-de-Pijamas (Boana buriti) e duas Pererecas-Macaco (Pithecopus oreades e Pithecopus hypochondrialis). Esses animais foram selecionados para representar as cinco regiões do bioma, sendo alguma delas endêmicas a algum bioma e outras amplamente distribuídas. A arte buscou dar destaque ao anuros e ambientá-los em um ambiente natural com a textura aplicada. O degradê bem sutil, cria uma continuidade entre os selos, partindo de uma cor mais quente ao norte ficando mais frio em direção ao sul, na parte inferior da folha. A técnicas utilizadas foram ilustração vetorial, foto e foto-montagem. 

 

 

 

Fauna Brasileira: Anuros Os anfíbios são os vertebrados com a maior riqueza de espécies no mundo, possuindo cerca de 8.328 espécies, divididas em três ordens, Anura com 7.347 espécies (Sapos, Pererecas e Rãs), Caudata com 767 espécies (Salamandras) e Gymnophiona com 213 espécies (Cecílias). O Brasil é considerado como um país megadiverso e somos detentores da maior variedade de espécies de anfíbios do mundo com cerca de 1.136, sendo os Anuros o grupo mais bem representado com 1.093 espécies, dividido em 20 famílias e 105 gêneros, seguido pelo grupo das Cecílias com 38 espécies, separados em quatro famílias e 12 gêneros, e por fim as salamandras com cinco espécies de uma única família. Nessa emissão vamos trabalhar a diversidade dos anfíbios anuros do Brasil. Esses animais são conhecidos principalmente por representarem a transição entre a vida aquática para terrestre, já que possuem um ciclo de vida complexo passando por três estágios. São eles: i) Girino – Nessa fase os animais possuem cauda e a maioria das espécies vive 100% do tempo dentro da água, se alimentando e crescendo até a próxima etapa; ii) Imago – Momento de transição entre o girino e a fase adulta, aqui o animal já reabsorveu a cauda, ou seja, a cauda já sumiu e é hora de pular fora da água, mas ainda precisando estar em um lugar úmido; iii) Adulto – O último estágio é então a etapa onde os organismos já estão aptos a se reproduzirem e possuem todas as características finais de sua espécie, já sem caudas e podendo ficar em ambientes menos úmidos. Por serem animais extremamente dependentes da água, os anuros acabam sofrendo com diversas problemáticas, por exemplo o uso de defensivos pela indústria da agropecuária, a expansão urbana e a poluição dos rios e lagos. Nesse sentido, o Brasil produz desde 2002 o Livro Vermelho de Espécies Ameaçadas, com o objetivo de avaliar o estado de ameaça das espécies brasileiras da nossa fauna. Na última versão (2018), 40 espécies de anuros aparecem em alguma categoria de ameaça (CR – criticamente em perigo, EM – ameaçada ou VU – vulnerável). Cerca de 153 espécies estão na categoria de Sem Informações (DD), pois ainda não foram bem estudadas ao ponto de confirmarmos o seu estado de conservação. Nos selos, estão duas espécies na categoria DD (Boana buriti e Pithecopus oreades) e três no estado Pouco Preocupante (LC) (Ameerega flavopicta, Osteocephalus taurinus e Pithecopus hypochondrialis). 

Ameerega flavopicta (Lutz, 1925) Classificação: Amphibia, Anura, Dendrobatidae Nome popular: Sapinho-flecha. Essa espécie é facilmente reconhecida pelas cores chamativas, mas pode ser confundida com uma outra, a Ameerega berohoka. Porém, a diferença entre elas é a presença de duas linhas amarelas nas costas de A. flavopicta e o tamanho, já que A. berohoka é menor. Esse sapinho era considerado endêmico do bioma Cerrado, mas já foi registrado até nas matas de Minas Gerais e São Paulo. Boana buriti (Caramaschi and Cruz, 1999) Classificação: Amphibia, Anura, Hylidae Nome popular: Perereca-de-pijamas. Espécie carismática, a Perereca-de-pijama recebe esse nome por possuir linhas nas costas e nas laterais do corpo que figurativamente parece um pijama. O nome Boana buriti faz alusão ao local onde ela foi descoberta, em Buritis – Minas Gerais, e até hoje ela só foi registrada em outros dois lugares, Paracatu – Minas Gerais e Brasília-Distrito Federal. Osteocephalus taurinus Steindachner, 1862 Classificação: Amphibia, Anura, Hylidae Nome popular: Perereca. Essa perereca é considerada de porte grande e possui dedos longos e grudentos que a ajudam a escalar nas árvores. Sua distribuição é bem ampla, sendo encontrada principalmente na região Amazônica, mas também há registros mais ao Centro do Brasil. Pithecopus hypochondrialis (Daudin, 1800) Classificação: Amphibia, Anura, Phyllomedusidae Nome popular: Perereca-macaco. Uma representante da fofofauna de anfíbios, a perereca-macaco é uma espécie de ampla distribuição, sendo encontrada desde Rondônia até Santa Catarina. Possui essa coloração chamativa na parte lateral do corpo e nas coxas justamente para indicar perigo aos predadores ou também para se comunicar com outros indivíduos de sua espécie. Pithecopus oreades (Brandão, 2002) Classificação: Amphibia, Anura, Phyllomedusidae Nome popular: Perereca-macaco. Espécie endêmica do bioma Cerrado, possui seu nome Oreades em referência às ninfas da montanha segundo a mitologia grega, pois essa espécie ocorre principalmente em córregos temporários e de altitude. 
 

Rosângela Azevedo Corrêa Profª Drª Antropóloga – UnB Museu do Cerrado 
 

Bruno Alessandro Augusto Peña Corrêa Biólogo – UnB Museu do Cerrado 

 

Detalhes Técnicos 

Edital nº 13 

Fotos: Bruno Corrêa 

Design, foto-montagem e artefinalização: Daniel Effi–Correios 

Textura de fundo: Freepik 

Processo de Impressão: Ofsete e verniz localizado UV 

Papel: cuchê gomado 

Folha com 20 selos 

Valor facial: R$ 2,10 

Tiragem: 400.000 selos (80.000 de cada) 

Área de desenho: 40 x 30mm 

Dimensão do selo: 40 x 30mm 

Picotagem: 11,5 x 12 

Data de emissão: 22/9/2021 

Local de lançamento: Brasília/DF 

Impressão: Casa da Moeda do Brasil