Dia Nacional do Lobo-Guará

Dia Nacional do Lobo-Guará

Símbolo do Museu do Cerrado, o lobo-guará é uma figura majestosa, vocês não acham? Ele tem uma pelagem avermelhada que se camufla habilmente em seu habitat no Cerrado, onde desempenha um papel crucial na sua manutenção e restauração porque ao comer algumas frutas, espalha suas sementes por onde passa. Suas pernas longas e focinho estreito contribuem para sua agilidade, enquanto sua cauda, longa e peluda, lhe confere uma elegância única.  

A destruição do Cerrado, marcada por desmatamento e fragmentação de habitats, coloca em risco a sobrevivência dessa espécie emblemática. A ampla fragmentação dos remanescentes de Cerrado, devido à expansão agrícola e urbanização, expõe os lobos-guarás a perigos como atropelamentos, caça e afogamento em canais de irrigação.     

Salvar o lobo-guará é salvar o Cerrado!!! Viva o lobo-guará!!! 

Exposição Cerrado de Sérgio Ribeiro

Cerrado

Durante o mês de outubro, o Espaço Cultural Otto Cirne abriga as obras do artista plástico Sérgio Ribeiro. Com a exposição ‘Cerrado’, ele apresenta as paisagens brasileiras e as cores da natureza, na técnica tinta acrílica sobre tela, com textura e volume especial com o acréscimo de cola e massa acrílica.    

 

O bioma Cerrado é para o artista uma fonte de vida: “Com cores variadas em seus frutos, flores e rica fauna em franca devastação, isto me gerou uma pergunta: o que posso fazer por essa beleza antes que ela fique só na lembrança?” Ele decidiu então eternizar as imagens nas telas, enquanto há tempo.    

 

Há pouco mais de uma década, Ribeiro se dedica às artes, produzindo peças diferenciadas. Chegou a cursar alguns meses de pintura com o artista mineiro Frederico Bracher. “Embora tenha feito o curso, considero-me autodidata, impulsionado por minha paixão pela pintura, quando, desde criança, desenhava em todo espaço que via. Hoje, ao rever minhas telas, posso dizer que meu estilo é um misto de abstrato com realismo”, avalia.  

O maior incentivo para seguir no mundo das artes veio de dentro de sua própria casa, conforme Sérgio Ribeiro: “Devo muito à minha esposa Rolma Rocha que acredita, apoia e incentiva minha escolha, e tem um acervo das minhas obras que ela mais gosta”. Ligado à natureza, o artista plástico a tem como inspiração: “Gosto de plantas, vou para minha roça, onde cuido do plantio e de cada detalhe”.  

  

 A mostra ‘Cerrado’ estará aberta à visitação durante todo o mês de outubro de 8h às 21h, de segunda a sábado e as obras serão comercializadas.  

 

O Espaço Cultural Otto Cirne está localizado no hall de entrada do Centro de Convenções e Eventos da Associação Médica de Minas Gerais e é destinado à exposição de obras de arte de autoria de associados e seus dependentes.  

Endereço:  

Médicos não-associados e artistas não-médicos podem utilizar o espaço, dependendo da disponibilidade na agenda.  

Interessados devem entrar na Assessoria de Comunicação da AMMG, através do telefone: (31) 3247-1608 ou e-mail: comunicacao@ammg.org.br.     

 

XIV Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros 

XIV Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros

Venha participar da XIV Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros e seu 4° Circuito Regional! Um evento imperdível para os amantes da natureza, agricultores, e todos que se interessam por sustentabilidade e biodiversidade.

A Feira de Sementes e Mudas da Chapada dos Veadeiros é um momento que promove a troca de sementes, mudas e saberes, realizada nos municípios da Chapada dos Veadeiros a 14 anos.

PAN Bacia do Alto Tocantins 2024

PAN Bacia do Alto Tocantins 2024

O Plano de Ação Nacional para a Conservação da Flora Ameaçada de Extinção da Bacia do Alto Tocantins (PAN da Bacia do Alto Tocantins) foi oficializado na Portaria JBRJ nº 15, de 6 de junho de 2023, e tem vigência até 2028. O objetivo é ampliar, em 5 anos, as medidas de conservação das espécies-alvo, dos ambientes e a manutenção de serviços ecossistêmicos, com envolvimento de toda a sociedade. O plano estabelece 24 ações de conservação, divididas em quatro objetivos específicos, que abrangem temas como Pesquisa e Monitoramento, Capacitação e Comunicação, Manejo e Conservação, e Políticas Públicas, com foco em 98 espécies da flora, sendo 14 classificadas na categoria “Criticamente em Perigo” (CR), 58 na categoria “Em Perigo” (EN) e 26 na categoria “Vulnerável” (VU). Também são contempladas 29 espécies classificadas na categoria “Quase Ameaçada” (NT) e 15 na categoria “Dados Insuficientes” (DD). O território do PAN abrange parte do estado de Goiás e do Distrito Federal. A coordenação do PAN Bacia do Alto Tocantins é realizada pelo Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro (JBRJ), por meio da Coordenação de Projeto Núcleo Estratégias para a Conservação da Flora Ameaçada de Extinção (NuEC) do Centro Nacional de Conservação da Flora (CNCFlora). O monitoramento e acompanhamento do plano é feito pelo Grupo de Assessoramento Técnico (GAT) instituído pela Portaria de Pessoal JBRJ nº 66, de 6 de junho de 2023. Já a articulação e a execução das ações de conservação são realizadas por mais de 100 colaboradores que representam instituições de distintos setores da sociedade. 
 

Disponível em: 

Exposição Virtual “De mãos limpas e almas lavadas. Os saberes/fazeres das lavadeiras da Cidade de Goiás (GO)” 

Exposição Virtual "De mãos limpas e almas lavadas. Os saberes/fazeres das lavadeiras da Cidade de Goiás (GO)"

Autoria: Dr. Gleidson Moreira Colégio Estadual Rui Barbosa, Pirenópolis, GO 

Curadoria: Dra Rosângela Corrêa Universidade de Brasília 

Convidada: Dra Izabela Tamaso Universidade Federal de Goiás 

03 de outubro (quinta-feira) das 16 às 17 

Link de acesso: 

Utilizado por lavadeiras de ganho, o rio Vermelho serviu, desde os tempos do Brasil colônia, como fonte de trabalho. Tornou-se. na contemporaneidade, ambiente de inspiração para a poesia de Cora Coralina que escreveu sobre as lavadeiras:         

Essa Mulher… 

Tosca. Sentada. Alheada… 

Braços cansados 

Descansando nos joelhos… 

olhar parado, vago, 

perdida no seu mundo 

de trouxas e espuma de sabão – é a lavadeira.  Às lavadeiras do Rio Vermelho da minha terra, faço deste pequeno poema meu altar de ofertas. 

CORA CORALINA, 1993, p. 20-208.                          

Afluente do rio Araguaia, o rio Vermelho nasce na Serra Dourada e chega à Cidade de Goiás, dividindo-a. Ao longo dos séculos, desempenhou diversas funções: foi fonte para exploração aurífera, no século XVIII, e, nos séculos XIX e XX abasteceu a cidade; recebeu o lixo urbano, sofreu duas enchentes (1871 e 2001); alguns de seus trechos foram utilizados por famílias como extensão privada na lavação de roupas; até 1970 foi ambiente de trabalho das lavadeiras de ganho. O rio foi ficando mais sujo e as lavadeiras desapareceram …. 

A exposição está disponível no Museu do Cerrado: 

Exposição virtual “Cerrado, sons e cores”

Exposição virtual "Cerrado, sons e cores"

O Museu do Cerrado está na 18ª Primavera dos Museus e amanhã – 24 de setembro – das 14:30 às 15:30 vamos lançar a exposição virtual “Cerrado, sons e cores” no youtube do museu: https://www.youtube.com/live/TtqL7j8rwtU 

 

Curadoria e autoria: Rosângela Corrêa 

Fotografias: Mauricio Mercadante 

Ruy Alcides 

Vídeo Cerrado Abismal 

Vídeo: Festa no cerrado 

Adeilton Oliveira 

 

Vídeo Cerrado: Sons e cores 

Ouvir e ver o Cerrado, a savana mais biodiversa do Planeta Terra, é urgente e necessário para que possamos salvá-lo do ecocídio que vem acontecendo. A beleza de suas flores, pequenas e coloridas, enfeitam a terra no tempo da seca. É preciso “ver” também o que não está visível como as raízes profundas de suas árvores e capins, responsáveis por armazenar as águas dos grandes aquíferos do Brasil. Ouvir o canto alegre dos pássaros ou suas águas cristalinas que brotam das nascentes é tomar um banho de Cerrado inesquecível. Viver o Cerrado é ser Cerratense.         

 

O Cerrado foi o bioma com a maior queimada em agosto de 2024

O Cerrado foi o bioma com a maior queimada em agosto de 2024

Em primeiro lugar, o Cerrado foi o bioma com a maior queimada em agosto de 2024 com 2,4 Mha.  Com 2 milhões de hectares (Mha) queimados, a Amazônia foi o segundo bioma 
 
Foi um aumento de 54% (710 mil hectares) em relação a agosto do ano passado. E um aumento de 37% em relação a variação média anterior. 
 
O mês de agosto responde por quase metade da área queimada no Brasil desde janeiro deste ano. Os dados são do mais recente levantamento do Monitor do Fogo do MapBiomas. Foram 5,6 milhões de hectares queimados mês passado, 149% a mais do que agosto de 2023. 
 
Acesse https://lnkd.in/db7_4d5G   

EU QUERO SER CERRADO COM C

EU QUERO SER CERRADO COM C

“EU QUERO SER CERRADO COM C” de Josiel Rusmont  

Documentário poético/expositivo que absorve a realidade e a transforma em uma narrativa, onde as conversas multi artísticas nos convidam às várias reflexões sobre quem somos, nossas matrizes, sobre o nosso bioma Cerrado, sobre onde vivemos, e principalmente, sobre nossa conscientização e responsabilidade. Disponível em:  https://youtu.be/V08B7x4BpLU 

 

Direção: Josiel Rusmont  

Direção de Fotografia @luizinhojuniordirector @proclipe Roteiro e adaptação @mariboico e Josiel Rusmont  

Atrizes: @pxtmarginal @ari.ane_souza @laaurakuster  

Animações: @causosdecordel  

Auxiliar técnico @bubugiuseppe  

Direção executiva @eu.cesarmorales  

Textos: @altairsalesbarbosa  

Poesia de Lázaro Carneiro @caco_carneiro  

Entrevista: Luiz Carlos de Almeida Neto @jbbauru  

Trilha sonora: Josiel Rusmont e @rogerioplaza  

Músicos convidados: @rael_drummers @luizinhosilveiraoficial e @drdcampos  

Apoio: @museucerrado @barcruzeirodofacao Na pessoa da Jaqueline 

Povos da Beira D’Água – Comunidade quilombola de Cabaceiras

Povos da Beira D'Água - Comunidade quilombola de Cabaceiras

A comunidade de Cabaceiras do Norte de Minas Gerais luta pelo direito de permanecer e existir em seu território. Povos da Beira D’Água – Comunidade quilombola de Cabaceiras, é o primeiro filme da série que percorreu cinco comunidades da região do Norte de Minas Gerais. A comunidade localizada em Itacarambi, 230 km de Montes Claros, (MG), luta e preserva seu viver às margens do rio São Francisco, mantendo o estilo de vida de seus antepassados. A comunidade quilombola de Cabaceiras são povos vazanteiros e pescadores que lutam por seus direitos fundamentais e pelo reconhecimento como comunidade tradicional. Dependem das águas do velho Chico para plantar, pescar e partilhar o bem viver que é intrínseco para as mulheres e homens daquele chão. O filme apresenta uma narrativa construída a partir das experiências e os processos de diálogo com os órgãos e a própria comunidade de Cabaceiras. O território que possui o certificado da Fundação Palmares, precisa defender e afirmar a todo momento a sua identidade como comunidade quilombola e vazanteira. O documentário aborda várias questões semelhantes a outras comunidades no Brasil e destaca um dos embates que os povos de Cabaceiras ainda vivenciam: A construção do Termo de Compromisso com o ICMbio e evidencia a relação da comunidade de vazanteiros/as e pescadores/as com o ciclo do rio São Francisco. As enchentes do rio podem trazer estragos, mas é sinônimo de fartura e Vida para a comunidade.  


Ficha Técnica: Realização: Articulação das Pastorais do Campo Produção e Reportagem: Cláudia Pereira | APC e João Victor | SPM Direção: Cláudia Pereira e Humberto Capucci Edição e Finalização: Humberto Capucci Trilha Sonora: Antônio Cardoso e Zé Pinto Apoio: Misereor 

Disponível em: 

Maria Terezinha de Sousa Brito, Goiás

Maria Terezinha de Sousa Brito, Goiás

Maria Terezinha de Sousa Brito, conhecida como Tia Tê 

 

“Deus é o maior médico que existe e a natureza é a maior farmácia”. 

O documentário relata o trabalho da Mestra Tia Tê, que nos revela e nos encanta com o poder das plantas medicinais. 
 

https://www.youtube.com/watch?v=D3SLSp82q68 
 

Museu da Memória de Goyaz 
 

@museudamemoriadegoyaz