Seminário Matopiba +: Um futuro de oportunidades

Seminário Matopiba +: Um futuro de oportunidades

Seminário Matopiba+: um futuro de oportunidades A Conservação Internacional do Brasil (CI-Brasil) convida-o para participar do Seminário Matopiba+: um futuro de oportunidades, que acontecerá nos dias 4, 5, 10 e 11 de maio de 2021. O evento será on-line e reunirá convidados para fomentar discussões sobre o estabelecimento de paisagens agrícolas sustentáveis que conciliem a produção de commodities e a conservação da natureza nas cadeias produtivas de soja na região de MATOPIBA.

 

Mais informações: 

https://www.sympla.com.br/seminario-matopiba–um-futuro-de-oportunidades__1175157

Programa Acelera Cerrado Capacitação para Organizações da Sociedade Civil

Estão abertas as inscrições para participar do Acelera Cerrado

O Acelera Cerrado é um programa que tem como objetivo a capacitação de 40 OSC atuantes na conservação do Cerrado brasileiro, que abrange qualificação técnica e mentorias especializadas, mas também as motivações e preocupações dos indivíduos responsáveis pelo processo, em 11 temas relevantes que variam de gestão financeira e requisitos legais, ferramentas de gestão de projetos a metodologias que estimulam a atuação sistêmica. 

O programa Acelera Cerrado é realizado pelo Impact Hub Brasília, com o apoio do Impact Hub Curitiba e financiamento da Aliança Cerrado, formada pelo Fundo de Parceria Para Ecossistemas Críticos (CEPF), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto Humanize, Instituto Nova Era e Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

Mais que transmitir conhecimento, o Acelera Cerrado vem para impulsionar a mudança de comportamento. O acesso ao conhecimento técnico de qualidade é apenas um dos aspectos fundamentais em projetos inovadores de capacitação. Durante 10 meses serão capacitados e estimulados os indivíduos responsáveis pela implementação das mudanças, com a Teoria U como metodologia norteadora, que propõe que a qualidade dos resultados que um sistema social cria depende da qualidade da consciência dos participantes que operam nele. Além de conduzir os representantes das 40 OSC em uma Jornada U, também será utilizada outras ferramentas de inovação e liderança, como Teoria da Mudança, Art of Hosting e Comunidades em Práticas.

Podem participar do programa organizações sem finalidade lucrativa (Associação, Instituto ou Fundação) ou Cooperativas Sociais (enquadradas na Lei nº 9.867, de 10 de novembro de 1999), como no mínimo um ano de existência formal, comprovável através do CNPJ, Estatuto ou Ata de Constituição. Os inscritos na seleção precisam demonstrar que desenvolvem atividades com foco na conservação do Cerrado, através da apresentação de documentos, como artigos, imagens, contratos, website entre outros. Além disso, é importante que a OSC tenha no mínimo uma pessoa atuando com dedicação exclusiva à gestão das atividades da organização. Será permitida a participação de ao menos um representante de cada organização, com poder de tomada de decisão (exemplo: presidente, gestor(a), diretor(a) geral), cujos responsáveis legais sejam maiores de 18 anos, com possibilidade de dedicação semanal de 10h por toda a duração do programa. 

O projeto Acelera Cerrado acontecerá de Julho/21 a Fevereiro/22 e as atividades serão executadas semanalmente em dois encontros com duração de entre 2 e 4 horas, as quais, somadas às atividades solicitadas pelos especialistas, deverão implicar em uma dedicação semanal de cerca de 10 horas. Nesse período, serão abordados temas como gestão financeira e requisitos legais, ferramentas de gestão de projetos e metodologias de atuação sistêmica.

Para participar, é necessário realizar a inscrição e aguardar as etapas do processo seletivo que irá escolher 40 OSCs que atendam os critérios do edital. As inscrições são gratuitas e ficarão abertas do dia 26 de abril até o dia 09 de maio.

Acesse o site oficial  para se inscrever: www.aceleracerrado.com.br 

Essa é uma oportunidade para as organizações selecionadas serem capacitadas e impulsionadas para impactar positivamente o 2º maior bioma brasileiro.

 

Juntos pelo Cerrado brasileiro

 

O Cerrado é o 2º maior bioma do Brasil e da América Latina,  possui uma grande biodiversidade e é conhecido como a savana brasileira. O território abrange cerca de 22% do Brasil o que equivale a 200 milhões de quilômetros quadrados, com uma variedade de tipos de solo, clima e relevo. Atualmente o Cerrado é o segundo Bioma mais ameaçado no país e por isso, o projeto Acelera Cerrado surgiu e veio para capacitar 40 OSCs que trabalham na conservação da região.

 

Sobre a Aliança Cerrado

 

Aliança formada entre o Fundo de Parceria Para Ecossistemas Críticos (CEPF), o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), o Instituto Humanize, o Instituto Nova Era, e a Fundação Grupo Boticário de Proteção a Natureza, para direcionar seus esforços em torno do desenvolvimento sustentável do Hotspot Cerrado por acreditar que colaborar para manter o Cerrado em pé e valorizar as comunidades locais contribui para conservação da biodiversidade e geração de renda. A Aliança Cerrado deseja aprimorar as condições técnicas e de gestão das organizações da sociedade civil no Cerrado, fortalecendo-as para a proposição, execução e gerenciamento de projetos com foco na conservação e uso sustentável da biodiversidade no hotspot incentivando o empreendedorismo e negócios de impacto socioambiental e fortalecendo a gestão das Organizações da Sociedade Civil (OSC). 

 

Sobre o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF)

 

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade. 

 

Sobre o Impact Hub 

 

O Impact Hub Brasília e o Impact Hub Curitiba fazem parte de uma rede global de espaços colaborativos, comunidades empreendedoras e programas que inspiram, conectam e escalam negócios de impacto. Conectam pessoas, marcas e empresas a causas de impacto que ajudam a transformar o Brasil e o mundo através de metodologias de inovação e desenvolvimento de negócios. Os espaços inovadores dos Impact Hubs dão suporte aos programas, ao ecossistema de impacto e geram conexões entre as pessoas, iniciativas e projetos. 

Programa Acelera Cerrado

Inscrições: 26/04/2021 até 09/05/2021

Link de Acesso: www.aceleracerrado.com.br 

Lançamento do Portal do Sistema Distrital de Informações Ambientais – SISDIA

Lançamento do Portal do Sistema Distrital de Informações Ambientais - SISDIA

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente do Distrito Federal (SEMA-DF) realizará, no dia 29 de abril de 2021, quinta-feira, às 10 horas, via plataforma Zoom, o lançamento do portal do Sistema Distrital de Informações Ambientais (SISDIA).

O evento contará com um debate entre José Sarney Filho, Secretário de Estado do Meio Ambiente do DF, Herman Benjamin, Ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) e Márcia Abrahão Moura, Reitora da Universidade de Brasília (UnB).

Entre os temas a serem debatidos estão: (i) o papel das novas ferramentas digitais para a modernização de Estado, o fomento da transparência e o aumento da participação social; bem como (ii) a contribuição da Academia neste processo, tendo como estudo de caso o SISDIA e seu portal eletrônico.

As inscrições podem ser feitas por meio do link abaixo:

https://bit.ly/3dvks8N

O SISDIA é uma plataforma pública e gratuita que armazena e compartilha, de maneira integrada e segura, dados espaciais e informações ambientais de todo o Distrito Federal, produzidas e atualizadas por diversos órgãos governamentais.

A iniciativa conta com o apoio do Projeto CITinova – Planejamento Integrado e Tecnologias para Cidades Sustentáveis -, realizado pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e executado pela SEMA-DF, em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), com recursos do Global Environment Facility (GEF).

Convidamos a todos para conhecerem o SISDIA e seu potencial inovador na promoção da sustentabilidade no DF. Participem!

Workshop Monitoramento do Cerrado

Workshop Monitoramento do Cerrado

Amanhã, dia 27/04, começa o Workshop Monitoramento do Cerrado promovido pelo projeto FIP – Monitoramento do Cerrado em parceria com o Mundo GEO. O evento vai até o dia 29/04.
Serão apresentados dados, metodologia e aplicação das informações das ferramentas e sistemas utilizados para o monitoramento da cobertura vegetal do Cerrado brasileiro e o CSR estará presente com o Modelo de Espalhamento do Fogo.
Inscreva-se:

Audiência Pública sobre as ocupações irregulares na Serrinha do Paranoá

Audiência Pública sobre as ocupações irregulares na Serrinha do Paranoá

Audiência Pública sobre as ocupações irregulares na Serrinha do Paranoá

 

Dia 27/04 – terça-feira
Horário: das 14h às 18h

Transmissão: Canal oficial do MPDFT no YouTube


O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios realizará audiência pública para debater os problemas ambientais da ocupação desordenada na Serrinha do Paranoá devido à expansão de condomínio irregular na região. O local faz parte do cerrado nativo e tem grande importância para os recursos hídricos e bióticos da área de proteção ambiental (APA) do Lago Paranoá.


O objetivo do encontro é fortalecer a atuação conjunta entre instituição e comunidade na busca de soluções para os problemas ambientais na região. A iniciativa é da 1ª Promotoria de Justiça de Defesa do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural (Prodema).
Participe! Vamos manifestar contra a grilagem de terras e a favor da criação do Parque Distrital da Pedra dos Amigos!

De uma prosa e uma planta, um remédio : saberes tradicionais no uso medicinal de plantas na Comunidade Coqueiros [Ebook]

De uma prosa e uma planta, um remédio : saberes tradicionais no uso medicinal de plantas na Comunidade Coqueiros [Ebook]

Autores:

Vanessa Gisele Pasqualotto Severino; Núbia Alves Mariano Teixeira Pires Gomides; Lucilia Kato; Marcos Henrique Faleiros Santos; Aristônio Magalhães Teles; Edson Ferreira Duarte; Renê Gonçalves da Silva Carneiro; Germano Guarim Neto

Resumo:

O conhecimento acerca da flora vai além dos registros fotográficos e de suas belezas cênicas, pois há um saber intrínseco a cada espécie, que evidencia tanto os usos populares quanto os estudos científicos que existem para as plantas. Pequenas comunidades rurais, tais como a Comunidade Coqueiros, são exemplos de vida conectada à natureza, pois o conhecimento dos moradores dessas comunidades em relação à flora contribui para compreender a importância registrada para cada espécie. Nessa comunidade, localizada no município de Catalão – Goiás, há agentes sociais importantes na sua história, como as parteiras que realizavam os partos em casa e lá ficavam um período para ensinar a família a cuidar da criança. Atualmente, têm-se os benzedores, que utilizam da fé nas plantas medicinais para as benzeções e os mateiros, que vão ao campo para encontrar as ervas para as famosas garrafadas. Os saberes das comunidades são importantes e não podem ser perdidos e/ou esquecidos pelas gerações futuras. Dessa forma, a presente obra busca relacionar os conhecimentos populares medicinais e os estudos científicos sobre as espécies encontradas na Comunidade Coqueiros, a qual é contemplada com uma flora do Cerrado. Apresentação 4 5 Apresentação A obra apresenta 89 espécies de plantas com indicações medicinais, distribuídas em 13 categorias de doenças segundo a Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (ICD-10, 2016). Todas as espécies tem uma descrição morfológica, as indicações medicinais inferidas pelos moradores da Comunidade Coqueiros, outras indicações etnobotânicas distintas, levantamento científico da constituição química e da atividade biológica. Para a conservação das espécies, em especial as do Cerrado, um dos principais desafios é demonstrar a importância que a biodiversidade desempenha no funcionamento dos ecossistemas. Assim, o resgate do conhecimento tradicional e os usos nas comunidades diminui a distância entre o homem e a natureza, suprindo a falta de conhecimento sobre a importância da flora. Espera-se que a presente obra seja útil tanto para os moradores da Comunidade como para profissionais e estudantes de diversas áreas e incentive a conservação da flora, bem como os estudos de prospecção da biodiversidade. Desejamos uma leitura prazerosa!

Referência:

De uma prosa e uma planta, um remédio : saberes tradicionais no uso medicinal de plantas na Comunidade Coqueiros [Ebook] / organizadores, Vanessa Gisele Pasqualotto Severino … [et al.]. – Goiânia: Editora UFG, 2021.

Disponível em:

MESA REDONDA – MUSEUS, CENTROS CULTURAIS E ESCOLAS

1º Ciclo de Debates - Exposição Digital "[Des]mundo: percepções do isolamento social

O 1° CICLO DE DEBATES da exposição digital ‘[DES]MUNDO: PERSPECTIVAS DO ISOLAMENTO SOCIAL’ tem como objetivo apresentar reflexões a partir de questões que acompanharam todo o processo de concepção e realização da exposição digital “Des]mundo”.

 

Provocados a pensar alternativas que permitissem pensar o atual contexto, pandemia da Covid-19, por uma perspectiva museológica, a equipe do projeto Museologia Virtual e do Projeto Museologia LAB, projetos de extensão e pesquisa do Curso de Museologia da Faculdade de Ciência da Informação (FCI) da Universidade de Brasília (UnB), desenvolveu a exposição “(Des)mundo: percepções do isolamento social”. A exposição conta com a parceria da Coordenação de Museologia Social e educação do Instituto Brasileiro de Museus (IBraM), e das Diretorias da UnB de Atenção à Saúde da comunidade universitária (DASU) e de Acessibilidade do Decanato de Assuntos Comunitários da Universidade de Brasília (PPNE/DAC/UnB). Outro importante parceiro foi o Memorial Inumeráveis, o qual disponibilizou importantes depoimentos .

 

A exposição surge de inquietações, questionamentos que buscam novos olhares a partir da nova realidade criada em um contexto pandêmico, de grave crise sanitária. Para tanto, pesquisas e parcerias foram realizadas durante os oito meses de desenvolvimento da exposição. Composta por sete módulos, a exposição conta com obras digitais que nos faz refletir sobre o isolamento social, além de poesias, produções audiovisuais e um espaço voltado para atividades educativas.

 

PÚBLICO ALVO

 

Professores da Educação Básica; Graduandos dos cursos de Museologia; Pós-graduação em Museologia; Pesquisadores da área de Museologia e áreas afins.

 

CARGA HORÁRIA:

 

Serão ao todo 14 atividades, com carga horária total de 28h ( vinte e oito horas). Será dada a certificação correspondente às atividades realizadas pelos participantes ouvintes.

 

PROGRAMAÇÃO:

 

Acesse a nossa programação aqui: https://www.even3.com.br/1ciclodedebatesdaexposicaodesmundo/

O Agro é Fogo!

O Agro é Fogo!

Essa plataforma agrega análises e denúncias sobre as múltiplas dimensões da devastação ambiental e dos conflitos por terra que se dão no rastro do uso criminoso do fogo pela cadeia do agronegócio, evidenciando a relação intrínseca entre a questão ambiental e a questão agrária e fundiária no Brasil.

Defender a reforma agrária e os direitos territoriais dos povos e comunidades da Amazônia, Cerrado e Pantanal é não somente um imperativo ético, mas também ecológico.

O fogo é um elemento da natureza manejado com sabedoria e cuidado pelos povos indígenas e comunidades quilombolas, tradicionais e de base camponesa na Amazônia, Cerrado e Pantanal há milênios. Os saberes desenvolvidos ao longo de muitas gerações, adaptados a diversos ecossistemas e herdados por esses povos e comunidades permitiram a conservação e multiplicação da biodiversidade e o manejo de longo prazo da paisagem agroflorestal.

Com outras intenções e em outras escalas, a cadeia do AGRO utiliza o fogo de forma direta ou indiretamente associada a processos de desmatamento e grilagem, buscando promover e consolidar a expansão da fronteira agrícola. Os incêndios florestais provocados no caminho causam a devastação ambiental e, ao mesmo tempo, constituem uma arma para ameaçar e expulsar os povos e comunidades de seus territórios de vida.

A Articulação AGRO é FOGO reúne movimentos, organizações e pastorais sociais que atuam há décadas na defesa da Amazônia, Cerrado e Pantanal e seus povos e comunidades. Surgiu enquanto articulação como reação aos incêndios florestais que assolaram o Brasil nos últimos dois anos. Do infame Dia do Fogo em 2019 aos incêndios que devastaram o Pantanal em 2020, assistimos atônitos a um governo que mente sobre as causas e sobre sua própria responsabilidade no ocorrido. Nos move não somente a necessidade de qualificar o debate público. Mas sobretudo ir além das imagens de satélite e números de desmatamento, trazendo a dimensão do que é vivido no chão da floresta e dos sertões.

Nesse sentido, lembramos que ao nos indignar e lamentar a devastação, precisamos rememorar e nos inspirar no espírito das lutas dos seringueiros com Chico Mendes realizando os empates amazônicos; da luta das quebradeiras de coco-babaçu com Dona Raimunda, Dona Dijé e até hoje em todo o Cerrado em defesa dos babaçuais; dos tantos heróis e heroínas dos povos indígenas, comunidades quilombolas, pantaneiras, geraizeiras, raizeiras, retireiras, ribeirinhas, assentadas de reforma agrária que, ao longo do tempo, têm defendido as florestas e matas nativas com seus próprios corpos.

É em honra deles e delas, a “história que a história não conta”, que os grupos que compõem essa articulação afirmam o compromisso com a memória, a verdade e a justiça. Não nos calamos diante de velhos estratagemas autoritários reeditados, que incitam o ódio e o racismo e sustentam farsas e crimes contra os direitos dos povos.

Se ainda há Pantanal, Cerrado e Amazônia em pé é porque esses povos estão com os pés em seus territórios, defendendo as matas, as águas, os bichos e a biodiversidade!

A eles: nossa gratidão!

Com eles, caminhamos em defesa de seus direitos territoriais, que é também a defesa de nossos bens comuns! Site: https://agroefogo.org.br/proposito/

Dia internacional da Mãe Terra

Dia Internacional da Mãe Terra

 

O Dia Internacional da Mãe Terra celebra-se a 22 de abril. É também conhecido como Dia da Terra, Dia Mundial da Terra e Dia Internacional da Terra.

 

O seu objetivo é promover a preservação do meio ambiente, tendo em vista um equilíbrio justo entre as necessidades económicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras. Por outro lado, pretende-se mobilizar os decisores políticos e a sociedade civil para a concretização de medidas que protejam o nosso planeta.

Este dia foi criado através da resolução 63/278 da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 22 de abril 2009.