Ruibarbo Roxo

N.C. Trimezia violacea / Fam. Iridaceae

Nome Popular:

RUIBARBO ROXO;

Especificações:

Coloração – Erva de campo cerrado e de campo úmido, flores vistosas de cor lilás e manchas bordô e amarelas na parte interna. Chackra – Frontal. 

Corpo – Espiritual Padrão emocional do nível espiritual, visão além da terceira dimensão. 

Linha da Kundalini 2003

REORGANIZAÇÃO DO PSICOSSOMA.


Confusão, desorientação mental, medo, pânico, inadequação, estado de angústia, sem saber ou ter consciência do que está acontecendo, alteração da percepção e do pensamento.
Dificuldade para reagir, pode apresentar cansaço. 

Dificuldades de executar as tarefas, sem ânimo e vontade.
Pensamentos com conteúdos densos, destrutivos e persecutórios.
Reorganização do psicossoma, dos veículos invisíveis, do corpo fluídico, mental inferior, astral e etérico, ou chamado de perispírito. 

O psicossoma é o envoltório sutil e perene da alma, que possibilita sua interação com o meio espiritual e físico.
Cada célula é portadora de uma “consciência individual”, ela vibra ao ritmo da consciência do ser, que lhe oferece as energias que lhe dão vida ou que lhe produzem desarmonia.
A essência promove a reestruturação da autodefesa psíquica, defesa celular.
Um azul profundo se instala em volta do campo de defesa celular e do duplo etérico, proporcionando transformação no padrão do pensamento e do comportamento.
Indicado também para portadores de distúrbios mentais.
Ruibarbo + Lobeira = Confusão, inadequação e rupturas na tela mental.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Ruibarbo Laranja

NN.C. Trimezia juncifolia / Fam. Iridaceae

Nome Popular:

RUIBARBO LARANJA;

Especificações:

Ocorrência – cerrado rupestre, cerrado, campo sujo. 

Floração – de novembro a março Porte: herbáceo
Flores – amarelas e alaranjadas.
Chackras – Umbilical, Plexo-Solar, Laríngeo, Cardíaco e Coronário.
Corpo – Mental.
Produzido – fevereiro de 2016. 

OTIMISMO E ENTUSIASMO. 

 

Trabalha a criatividade e a verdade da expressão, traz entusiasmo, sociabilidade e confiança na vida.

Promove extroversão, magnetismo, alegria, causa um sentimento de que tudo é possível.

Criatividade artística e literária. 

Otimismo beleza, desenvolvimento dos talentos.

Trabalha superficialidade, ostentação, exagero, exibicionismo, imaturidade, fofocas e mentiras, conflitos e estados de solidão. Traz unidade de espírito desperto, materialização e realização dos sonhos. 

Propicia a sociabilização. 

Bom para autoestima, confiança na gestação, certeza e segurança na vida. 

Boa para momentos onde a alma se sente insegura, sensível, com falta de entrega e confiança. 

Trabalha a ancestralidade, acolhimento. 

“Entusiasmo é uma força acionadora e permite à energia elevar-se a alturas incomensuráveis e que faz as trevas cederem!

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Rubra

N.C. Glaziovianthus speciosus / Fam. Asteraceae

Nome Popular:

RUBRA;

Especificações:

Chackra Esplênico, Frontal e Cardíaco. 

Nível Mental (2007)

DESPOLUIDOR DA MENTE. 

 

Despoluidor, libera a mente de projeções distorcidas da realidade devido a padrões cristalizados do pensamento. 

Contaminações mentais, “maledicência”. 

Padrões mentais sexuais. 

“Só pensa em sexo”. 

Preso em uma ideia e/ou pensamento. 

Indicado para déficit de atenção. 

Traz atenção no que se está fazendo e consciência do espaço e do corpo Proporciona foco e consciência no presente. 

Desobstrui a poluição da mente e da consciência de massa. 

Sai da mente e vai para o coração. 

Ideias fixas e repetitivas, pessoas que ficam tomadas pelo desejo, pelo instinto, presas no Chackra sexual, perdendo a expressão livre e criativa da vida. 

A pulsão de vida fica presa ao objeto de desejo.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Roxinha

N.C. Hyptis sp / Fam. Lamiaceae

Nome Popular:

ROXINHA;

Especificações:

Liberação, limpeza e sustentação para momentos de transição.

Tonturas, enjoos e falta de equilíbrio. 

Coloração – Flores violetas.
Chackras – Todo sistema de chackras.
Corpos – Físico astral e espiritual.

Linha da Kundalini.
(2005)

REORGANIZAÇÃO ENERGÉTICA. 

 

Auxilia na eliminação de energias que já não são mais necessárias no sistema energético, reorganiza promovendo limpeza e fluidificação. 

Características das mudanças: enjoos, náuseas, tontura, falta de equilíbrio físico, mal estar, gazes e dores de cabeça, sem uma causa aparente. 

Estes sintomas apresentam-se frente às mudanças energéticas que estão se processando no sistema do ser humano e no sistema físico da Terra. 

Atua diretamente no centro de equilíbrio humano.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Rovena

N.C. Deianira erubescens / Fam. Gentianaceae

Nome Popular:

ROVENA / BOCA DE SAPO

Especificações:

Amorosidade, paz e luminosidade. 

Coloração – arbusto do campo de cerrado em encosta pedregosa, flores numerosas rosas claras e brancas. 

Chackras – Coração, Coronário, Ponto transpessoal e guardião do planeta. Corpos – Astral e espiritual. 

Nível mental superior do corpo emocional, padrão mental do plano espiritual. 

Compaixão ligação com os outros e identidade extrafísica. 

Linha da Kundalini (2000)

PAZ E ALÍVIO NO CORAÇÃO. 

 

Floral que nos permite entrar em contato com a energia do coração, abrindo e desenvolvendo o quarto Chackra, preparando a passagem para frequências superiores. 

Este floral representa a energia amorosa do segundo raio. 

Traz a presença da luz e do amor, com clareza de sentimentos e potencial de cura. 

Uma PAZ profunda pode ser sentida no coração. Indicado para obter-se clareza, luminosidade, discernimento, descobrindo o sagrado, a imensidão que é amar, harmonia e equilíbrio amoroso. Energia de profunda paz interior. 

Importante para todas as pessoas, pois propicia relacionamentos mais amorosos e aprendizado pelo amor. 

Inicia na preparação para a energia da Nova Era, tornando-nos fiéis a nós mesmos, capazes de espalhar corajosamente a nova semente. 

Sementes de PAZ, AMOR e LUZ. 

Indico a essência Rovena + Insensum quando há queixa de ansiedade.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Resgate Emocional

N.C. Banisteriopsis campestris / Fam. Malpighiaceae

Nome Popular:

RESGATE EMOCIONAL

Especificações:

Fragilidade emocional, descontrole. 

Coloração-Arvoreta de cerrado, flores rosa, amarelas e brancas. Chackras – Plexo Solar, Cardíaco, Coronário, Coluna vertebral. Corpo – Físico, Astral e Espiritual. 

Mente consciente do mental inferior, mental superior do corpo emocional e padrão mental do plano espiritual. 

Linha da Kundalini. (2003)

RESGATE E ALIVIO EMOCIONAL. 

 

Indicado para momentos de extrema fragilidade emocional, momentos de transformações. 

Perda da autoestima, desequilíbrios emocionais, desespero, desarmonia. 

Quando há conflitos do passado se manifestando no presente.

A pessoa fica tomada pela emoção. 

Quando a dor se torna latente e o sujeito fica sob seu domínio, necessita de liberação, sente-se desamparado e sem controle sobre suas emoções. 

Ajuda no processo de liberação kármica, liberação da dor emocional, traz alívio e equilíbrio. 

Tranquiliza a dor e harmoniza o emocional, possibilitando que o indivíduo lide com a situação com tranquilidade. 

Deixa de ser tomado pela dor, podendo trabalhar com os sentimentos que estão surgindo, traz tranquilidade interna para se reestruturar. 

Floral de resgate instantâneo, de liberação das cargas emocionais.

Branco-pureza, Amarelo-força, Rosa – amor.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

“Sabores do Cerrado” ganha prêmio “Mulheres Rurais – Espanha Reconhece”

"Sabores do Cerrado" ganha prêmio "Mulheres Rurais - Espanha Reconhece"

O projeto Sabores do Cerrado é desenvolvido por mulheres e foi um dos três vencedores da premiação ocorrida em Brasília.

Há cerca de dois anos e meio, a Associação Comunitária dos Produtores Rurais Panelinhense passou a apoiar projetos que organizassem as mulheres da comunidade de Panelinha 1, localizada no pequeno município de Miravânia – norte de Minas Gerais. A ideia simples, revelou-se promissora. As frutas, como o umbu, maracujá do mato, tamarindo são comuns na região. Bastava então reunir o que se tinha nos quintais das casas e passar a organizar a produção, facilitada por um maquinário antigo da própria associação.

E assim foi feito por cinco mulheres: Marineide Santos, Raimunda Ferreira, Cleuza Fernandes, Maria Aparecida Ramos, Conceição Pereira. Elas, também organizadas no Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Campo (MTC), deram vida ao “Sabores do Cerrado”. O projeto beneficia polpa de frutas nativas para fabricação de doces, picolés e biscoitos por meio do extrativismo sustentável. Deu tão certo que logo veio o reconhecimento vindo de fora.

O prêmio “Mulheres Rurais – Espanha Reconhece” é uma iniciativa do Escritório de Agricultura da Embaixada da Espanha desenvolvida em parceria com a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO), o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura (IICA) e a ONU-Mulheres. O objetivo da premiação foi dar visibilidade a experiências coletivas, desenvolvidas por mulheres rurais em suas comunidades. Foram consideradas as experiências que tenham contribuído para a segurança alimentar, redução da pobreza e mitigação dos efeitos da pandemia na sua vida familiar, organização ou comunidade.

Em um total de 482 inscrições de todos os estados brasileiros e o DF, somente três seriam premiadas com valores em dinheiro, assistência técnica, publicações e um Certificado de Reconhecimento Internacional. E lá estava a Sabores do Cerrado entre as três vencedoras!

Marineide e Raimunda foram destacadas para viajar à Brasília para receber a premiação, cuja solenidade foi realizada no dia 28 de abril. O evento reuniu o embaixador espanhol, Fernando García Casas e diversas autoridades que apoiaram a iniciativa de reconhecer experiências e projetos produtivos de mulheres rurais. Foi das mãos de Anastasia Dimiskaya, da ONU-Mulheres, que as Panelinhenses receberam o tão merecido reconhecimento.

“A gente teve apoio da EMATER, do MTC, de amigos como o Fábio Cardoso, que mora em São Paulo. Já tínhamos recebido a menção honrosa no prêmio Potência Feminina, da ONU. Mas desta vez ficamos em segundo lugar. Mostramos que é possível organizar e produzir unindo mulheres que colocam seus próprios corpos em defesa do cerrado em pé; para proteger a biodiversidade do nosso território. Eu me sinto como se tivesse ganho na Mega Sena”, destaca Marineide, emocionada durante a solenidade na capital federal.

Aliás, a história de Marineide merece um destaque a parte. Ela, que também preside a associação comunitária, já tinha experiência em outra associação, quando residia em São Paulo. “Fui catadora de recicláveis e até coordenei uma associação de catadores, mas tive que largar tudo para cuidar do meu pai, que tinha adoecido. Voltei para a minha cidade natal, mas, com três filhos e mãe solteira, não tinha como sobreviver apenas com os auxílios governamentais. O município, pequeno demais, era difícil trabalho. Coloquei em prática o conhecimento que eu já tinha e, junto com outras mulheres, vimos que é possível ter sustentabilidade através dos frutos do nosso próprio cerrado que acabavam se perdendo. Hoje conseguimos escoar a produção para lanchonetes, restaurantes e até mesmo para a Prefeitura de Miravânia”, explica.

Durante a premiação, o embaixador García Casas destacou a subvalorização do trabalho da mulher no campo no Brasil e no mundo, embora ela represente, segundo dados trazidos por ele, 43% da produção rural. “O trabalho que elas realizam nas comunidades rurais é muitas vezes percebido como ajuda ao marido, ao pai, ao irmão”, disse. O embaixador ainda enfatizou que “o feminismo e a justiça social são inseparáveis”. Segundo ele, é necessário dar visibilidade ao um “um movimento silencioso e essencial de mulheres do campo, das águas e das florestas”, cujo trabalho “gera alimento, renda e vida”.

Neste sentido, os sonhos das mulheres do Sabores do Cerrado ainda têm muito caminho a percorrer. “Vamos pegar o dinheiro e investir em novos freezers e seladoras. Queremos ampliar o número de mulheres dentro do projeto e ampliar a produção. Já temos viveiros vivos, com o aproveitamento das sementes para mudas, logo, mais frutos para beneficiamento. Queremos chegar a produzir para o PNAE, por exemplo”, finalizou Marineide com brilho nos olhos.

 

Por Mayrá Lima (Rede Cerrado)

Brasília, DF

 

Fonte: https://redecerrado.org.br/iniciativa-de-camponesas-de-minas-gerais-ganha-premio-da-embaixada-da-espanha/

5 de Maio – Dia Internacional das Parteiras

5 de Maio - Dia Internacional das Parteiras

O Museu do Cerrado homenageia as Parteiras do Cerrado!

As parteiras populares são detentoras de um saber sobre o corpo, a saúde da mulher e o parto que não foi adquirido em livros. Algumas não aprenderam a ler e nem a escrever, transmitem seu conhecimento oralmente de uma mulher para outra, sejam elas parentes ou conhecidas da comunidade. Não frequentaram escolas especializadas para a aquisição destes conhecimentos, aprenderam por meio da observação despretensiosa, tendo como inspiradoras outras parteiras populares “assistindo” as parturientes. Dominam o conhecimento das plantas nativas do cerrado ou cultivadas em seus quintais e saberes sobre o corpo e seu desenvolvimento.
Em 1990 foi criado o Programa Nacional de Parteiras pelo Ministério da Saúde, almejando o cadastramento, a capacitação e o pagamento das parteiras através do Sistema Único de Saúde (SUS), para isto foi criada também uma tabela de preços constando a remuneração pelos partos domiciliares … no entanto, essa política não se efetiva no sentido de reconhecer esse saber/fazer e desnivelar as parteiras tradicionais com relação aos médicos. 

 

Saiba mais em: https://museucerrado.com.br/cultura-cerratense/comunidades-tradicionais/parteiras-do-cerrado/

Canjica do Cerrado

Canjica do Cerrado

Ingredientes:

  • 250g de milho branco para canjica;

  • 3L de água;

  • 100g de açúcar;

  • 2L de leite

  • 500mL de leite de coco

  • 1 xícara de chá de leite condensado de babaçu

  • 1 xícara de chá de coco fresco ralado

  • 3 cravos

  • 2 paus de canela

  • 200mL de creme de leite fresco

  • 3/4 de xícara de chá de farinha de baru ou baru picado ou triturado

Modo de preparo

Em uma panela de pressão, coloque o milho para canjica, a água e o açúcar.Misture e tampe a panela. Cozinhe por aproximadamente 40 minutos, contados a partir do momento que a panela de pressão começar a “apitar”. Após esses 40 minutos, abra a panela e verifiquese a canjica está bem cozida. Caso seja necessário, acrescente mais água e volte ao fogo para cozinhar mais. Depois que a canjica estiver cozida, acrescente o leite, o leite de coco, o leite condensado de babaçu, o coco ralado, o baru, a canela e o cravo. Cozinhe por 20 minutos, sempre mexendo parar que não grude no fundo da panela.

Rendimento

10 porções.

Fonte