Chá de Conhecimento #7 – Dona Cecília | Arnica

Chá de Conhecimento #7 - Dona Cecília | Arnica

Estamos de volta com nossos Chás de Conhecimento semanais! No chá de hoje, Dona Cecília, raizeira, artesã e agro-extrativista, nos fala sobre a Arnica, planta anti-inflamatória, cicatrizante e boa para doenças pulmonares como gripes e pneumonia.

Esse chá faz parte do projeto “Raízes do Cerrado”, uma produção do coletivo audiovisual OYÁ. Mais informações na página do facebook.com/oyacoletivo

Agradecimento: João Arruda.

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Chá de Conhecimento #6 – Dona Flor | Hortelã Grosso

Chá de Conhecimento #6 - Dona Flor | Hortelã Grosso

No chá de hoje, Dona Flor apresenta para seus alunos o hortelã grosso, planta de quintal que serve de tempero além de ser boa para curar pneumonia, hemorroidas e tem potencial vermífugo. Em seu discurso recheado de delicadeza e conhecimento Dona Flor atenta também para as ameaças sofridas pelo cerrado já que ela acompanha com muita preocupação o desaparecimento de plantas, a falta de água e o desinteresse dos jovens.

Esse chá faz parte do projeto “Raízes do Cerrado”, uma produção do coletivo audiovisual OYÁ. Mais informações na página do facebook.com/oyacoletivo

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Chá de Conhecimento #4 – Fernando Tatagiba | Guaçatonga

Chá de Conhecimento #4 - Fernando Tatagiba | Guaçatonga

Fernando Tatagiba, biólogo, fotógrafo e o atual diretor do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é um verdadeiro apaixonado pelo bioma cerrado, aprecia a beleza e luta pela preservação dessas terras. No Chá de Conhecimento de hoje ele apresenta a Guaçatonga, planta com ação anti-inflamatória, eficiente para picada de insetos e animais peçonhentos.

Esse chá faz parte do projeto “Raízes do Cerrado”, uma produção do coletivo audiovisual OYÁ. Mais informações na página do facebook.com/oyacoletivo

Chá de Conhecimento #3 – Dona Flor | Cipó Timbó

Chá de Conhecimento #3 - Dona Flor | Cipó Timbó

Dona Flor, parteira e raizera, tem como missão passar seu conhecimento para o máximo de pessoas que mostrarem respeito e interesse nos saberes das plantas. Realiza vivências na região da Chapada dos Veadeiros voltadas para a saúde da mulher, mas fala de uma grande diversidade de plantas como por exemplo o Cipó Timbó que é apresentado nesse chá. Planta inseticida, boa para eliminar piolhos, carrapatos e pulgas.

Esse chá faz parte do projeto “Raízes do Cerrado”, uma produção do coletivo audiovisual OYÁ. Mais informações na página do facebook.com/oyacoletivo

Chá de Conhecimento #2 – Dona Cecília | Macela

Chá de Conhecimento #2 - Dona Cecília | Macela

Dona Cecília, raizeira, doceira e presença garantida nas feiras de produtores rurais da Chapada dos Veadeiros, no nordeste goiano, apresenta a Macela, planta boa pra passar a febre, a gripe e fazer criança pequena dormir bem.

Esse chá faz parte do projeto “Raízes do Cerrado”, uma produção do coletivo audiovisual OYÁ. Mais informações na página do facebook.com/oyacoletivo

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Chá de Conhecimento #1 – Seu Dedé | Velame Branco

Chá de Conhecimento #1 - Seu Dedé | Velame Branco

Seu Dedé, Raizeiro, guia turístico e antigo folião da região da Chapada dos Veadeiros, localizada no nordeste goiano do Brasil, apresenta o Velame Branco, poderoso depurativo do sangue encontrado na farmacopéia do cerrado.

Esse chá faz parte do projeto “Raízes do Cerrado”, uma produção do coletivo audiovisual OYÁ. Mais informações na página do facebook/oyacoletivo.

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Arqueologia e História Ambiental do Cerrado

Arqueologia e História Ambiental do Cerrado

Aula magna do PPGEO (Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Geografia), Universidade Estadual de Goiás, para o segundo semestre de 2020. Os professores Altair Sales Barbosa e Sandro Dutra e Silva abordarão o tema “Arqueologia e História Ambiental do Cerrado” com mediação da professora Tathiana Rodrigues Salgado (PPGEO/UEG). 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Assista no seguinte link:

Mensuração de perdas de sedimentos por escoamento superficial em encostas, com uso de parcelas de erosão, em diferentes usos e coberturas do solo no Bioma Cerrado: Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Gama/DF

Mensuração de perdas de sedimentos por escoamento superficial em encostas, com uso de parcelas de erosão, em diferentes usos e coberturas do solo no Bioma Cerrado: Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Gama/DF

Autor(a):

Marina Almeida Mesquita Oliveira

Resumo:

O Bioma Cerrado tem grande relevância no país por sua elevada biodiversidade e por abrigar as nascentes de três importantes bacias hidrográficas brasileiras, do Paraná, do São Francisco e Tocantins-Araguaia. A vegetação do cerrado é fortemente influenciada pelo tipo e profundidade do solo, e pelo regime climático. A intensificação das alterações da cobertura e do uso da terra podem provocar o incremento do escoamento superficial e da erosão, e diminuição da infiltração da água no solo. A mensuração dos valores de escoamento superficial, de infiltração e de erosão é de fundamental importância na prevenção de desastres naturais, ambientais e sociais, nas práticas de conservação do solo e dos corpos hídricos, e no planejamento urbano e rural. A precipitação foi medida por meio de pluviômetros e a mensuração das variáveis infiltração e escoamento superficial, e também de produção e transporte sedimentar, foi feita utilizando-se as parcelas hidro-erosivas, ou de erosão. Esta dissertação tem como objetivo mensurar a produção de sedimentos causados por escoamento superficial em encostas no Bioma Cerrado com a instalação de 15 (quinze) parcelas de erosão, em cinco áreas distintas – gramínea simulando o uso urbano, solo exposto, cultivo de café plantado em curvas de nível, Cerrado e Mata Ciliar -, sendo três em cada área, na Bacia do Ribeirão do Gama, DF. A perda de sedimentos (toneladas/ha.ano) será calculada por uma alíquota de 1000 ml do total de escoamento superficial. Os resultados são apresentados em artigo específico e demonstram a maior perda de sedimentos nos locais com alteração da cobertura original do solo e com chuvas de maior intensidade.

Referência:

OLIVEIRA, Marina Almeida Mesquita. Mensuração de perdas de sedimentos por escoamento superficial em encostas, com uso de parcelas de erosão, em diferentes usos e coberturas do solo no Bioma Cerrado: Bacia Hidrográfica do Ribeirão do Gama/DF. 2015. xiii, 77 f., il. Dissertação (Mestrado em Geografia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.

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Estudo multitemporal da conservação do solo em áreas militares : bacia do rio Preto – GO/DF/MG

Estudo multitemporal da conservação do solo em áreas militares : bacia do rio Preto – GO/DF/MG

Autor(a):

Vilson Rocha Corrêa

Resumo:

A Equação Universal de Perdas de Solos (EUPS) vem sendo amplamente utilizada para o cálculo da perda de solos nos mais variados biomas. O bioma Cerrado, segundo maior da América do Sul, possui uma área correspondente a quase 22% do território brasileiro, apresentando elevada relevância em termos de diversidade biológica e dos recursos hídricos. Nesse contexto, este estudo teve como objetivo fazer o uso da EUPS para calcular o total de solos perdido entre as décadas de 1970 a 2016 na região da Bacia do Alto Rio Preto – Goiás, Distrito Federal e Minas Gerais, sendo esta subdivida em: área militar, áreas agrícolas e áreas urbanas (todas elas apresentando o cerrado como vegetação típica), visando observar qual o impacto que cada um destes usos da terra provocam, sobretudo para perda laminar de solo. Para uma área de 3.500 km², aplicou-se a EUPS utilizando os seguintes parâmetros: 12 estações pluviométricas com dados coletados entre os anos de 1970 a 2016, para calcular a erosividade da chuva (fator R), cujo o valor é obtido pelo produto entre a energia cinética total da chuva (E) e a sua intensidade máxima em 30 min (I30); SRTM com 90 metros de precisão para o cálculo do fator comprimento do declive (L) e, fator grau do declive (S); cálculo do fator uso, manejo e cobertura do solo (C) e, P o fator práticas conservacionistas de suporte do solo através de classificações de uso de solo (Pacheco et al, 2018) em analises de imagens de satélite obtidas pelo LANDSAT (5, 7, 8) em cenas de 1970, 1973, 1991, 2000, 2010 e 2016; Mapa de Solos em escala 1:250.000 (Fonte: ZEE-RIDE, CPRM, 2003) melhorado com dados de grupos litológicos da mesma fonte e, MDT SRTM 90m, para o cálculo do Fator K. A análises em síntese resultou em classe baixa de perda de solo para toda área, com predomínio de latossolos e com baixo grau de declividade. Sendo que nas décadas de 1980 e 1990 houve aumento das perdas de solo devido ao desmatamento e aumento das pastagens. A partir da década de 2000, o manejo agrícola ajudou na contenção da perda de solos. A área militar do CIF (Campo de Instrução de Formosa), sempre teve números irrisórios de perda de solos desde sua consolidação na década de 1980. Os resultados da análise espaço-temporal serviram como base para demonstrar os impactos dos processos erosivos que ocorreram com o desmatamento do Cerrado. Além disso, as informações geradas proporcionaram melhor compreensão da dinâmica do Cerrado podendo auxiliar na tomada de decisões de medidas de gestão e manjo de florestas e de uso do solo consciente.

Referência:

CORRÊA, Vilson Rocha. Estudo multitemporal da conservação do solo em áreas militares : bacia do rio Preto – GO/DF/MG. 2018. 90 f., il. Dissertação (Mestrado em Geografia)—Universidade de Brasília, Brasília, 2018.

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