Geralda Sousa

Geralda Maria Carvalho de Sousa, brasileira, natural de Torixoréu Mato Grosso, 59 anos, nasceu em 06/10/1960. Filha de Manoel Carrijo de Sousa e Luzia Laurinda de Sousa. Bel. em Ciências Contábeis, pela UFMT. Auditora do Estado – aposentada. Casada com Filogênio da Rocha Neto, Eng. Florestal e Servidor Público Estadual. Dois filhos e um neto: Marlon Carvalho de Sousa Rocha, casado com Rheanni e pai de Enzo Gabriel; e Mayara Carvalho de Sousa Rocha casada com Maurício. Iniciou sua vida escolar em 1969, concluiu os estudos em 1987. Pós-graduada em Auditoria e Controller do Setor Público, Fac. Afirmativo Cuiabá, MBA em Controle Externo, Fundação Getúlio Vargas e em Direito e Gestão Pública, Fundação Escola do Ministério Público – FESMP/MT, Auditoria Governamental – UNED/MT. Aposentou no cargo de Auditor do Estado de Mato Grosso em dezembro de 2017.

Assina a obra Contos do Cerrado como Geralda Souza. Em 2010 escreveu e publicou As Aventuras de Genoveva e outros contos, 2010, pela editora Ponto da Cultura- RJ. Participou da Antologia Tempos Insólitos da Editora Scortecci em 2018.

Quanto a minha relação com o cerrado posso afirmar que é afetiva e natural, haja vista que nasci nesse bioma denominado Cerrado. Não possuo formação profissional que me qualifique para dizer que a atual situação do Cerrado é boa ou ruim, todavia fico incomodada pela forma como o cenário de Mato Grosso, Goiás e outros Estados vizinhos estão sendo modificados nos últimos anos. A vegetação natural do Cerrado está acabando.

Desde criança convivo com as deliciosas frutas do Cerrada e percebo que essas frutas estão desaparecendo e como já disse me sinto incomodada com isso. Além disso gosto de falar da minha terra, das minhas origens, da nossa gente.

Nas três últimas décadas o cenário de Mato Grosso modificou, completamente, de norte ao sul. Aquele cerrado denso de outrora não mais existe. Quando viajava de Cuiabá para Torixoréu outrora havia uma densa vegetação de Cerrado ao longo da rodovia BR-70. Hodiernamente, apenas o verde das plantações ou amarelo das colheitas de soja ou de outras culturas pode ser vislumbrado ao longo de toda essa rodovia. Nesse contexto ocorreu-me a ideia de escrever algumas histórias que refletisse essa realidade. E penso que vou continuar a escrever tendo como pano de fundo o Cerrado Mato-grossense. 

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