Instituto de Ciências Biológicas

Instituto de Ciências Biológicas

LAFUC

Laboratório de Fauna e Unidades de Conservação no Departamento de Engenharia Florestal

A equipe do LAFUC conta com professores, pesquisadores, estudantes de graduação, mestrado e doutorado dos cursos de Engenharia Florestal e Biologia da UnB. Os estudos desenvolvidos concentram-se mais especificamente nas áreas de herpetofauna e unidades de conservação da natureza.

 

Meios de contato:

 

Professor responsável:  Dr. Reuber A. Brandão

Faculdade de Tecnologia

Campus Universitario Darcy Ribeiro, Universidade de Brasília.

Brasília-DF

Cep: 70910-900

☎ +55 (61) 3107-5645

📧 unb.lafuc@gmail.com

🌏 https://www.lafuc.com/

CEEMA

Centro de Estudos em Economia, Meio Ambiente e Agricultura

O CEEMA, vinculado à Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Gestão Políticas Públicas, concluiu pesquisas analisando as possibilidades de desenvolvimento sustentável de duas importantes regiões brasileiras, o Centro-Oeste e a Norte. Com a sua consolidação, o CEEMA transforma-se em um dos mais renomados centros brasileiros de ensino, pesquisa e extensão nesse campo. Em termos de ensino, seus pesquisadores participam de cursos de graduação de primeira linha na UnB, em particular do de Ciências Econômicas e, a partir de 2009, do de Ciências Ambientais. Quanto à pesquisa, os pesquisadores do CEEMA têm parcerias com as instituições associadas (Brock University, o Canadá. o CATIE, da Costa Rica. o ISPN, de Brasília e a FUNTAC, do Acre). O CEEMA também produz atividades de extensão, a partir de cursos, de congressos, de conferências, de seminários e de colóquios.

 

Meios de contato:

 

COORDENADOR: Jorge Madeira Nogueira

☎ (61) 3107-0838

📧 jmn0702@terra.com.br

🌏 www.ceemaunb.com 

UnB Planaltina

UnB Planaltina

São quatro os cursos de graduação oferecidos pela unidade, todos de caráter interdisciplinar: Licenciatura em Ciências Naturais (diurno e noturno), Licenciatura em Educação do Campo, Bacharelado em Gestão Ambiental e Bacharelado em Gestão do Agronegócio. 

São seis os programas de pós-graduação em funcionamento: Ciência de Materiais (PPGCIMA), Meio Ambiente e Desenvolvimento Rural (PPGMADER), Ciências Ambientais (PPGCA), Gestão Pública (PPGGP), Gestão e Regulação de Recursos Hídricos (ProfÁgua) e Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais (PPGMESPT). 

Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Ambientais (PPGCA) 

Área de Concentração: Estrutura, dinâmica e conservação ambiental

 

O bioma Cerrado está localizado na região central do Brasil, possuindo alta biodiversidade, endemismo e pronunciada heterogeneidade de paisagens, que se estendem por 22 % do território nacional. Devido à sua vasta dimensão, localização central e relevo composto por chapadas elevadas, esse bioma possui papel fundamental no funcionamento de outros biomas brasileiros. O Cerrado abriga nascentes de seis grandes bacias hidrográficas (Amazônica, Tocantins, Atlântico Norte/Nordeste, São Francisco, Atlântico Leste e Paraná/Paraguai) e seu relevo plano favorece a ocupação agropecuária e expansão urbana, intensificados nos últimos cinquenta anos. Contudo, as atividades humanas nem sempre são desenvolvidas de forma sustentada e, em alguns casos, têm ocasionado excessivo desmatamento, aumento da intensidade das queimadas, uso irracional do solo, dos recursos hídricos e a perda de biodiversidade.

Considerando esse cenário, torna-se fundamental a compreensão da estrutura e dinâmica da ocupação humana do Cerrado e de seus ciclos e processos naturais, para que propostas de conservação desse bioma sejam elaboradas de forma efetiva. Nesse contexto, estudos que mensurem os impactos do homem sobre o ambiente natural e os efeitos desses mesmos impactos sobre as populações humanas são fundamentais. A presente área de concentração do PPGCA reconhece a indissociabilidade entre sistemas antrópicos e naturais e tem como propósito avaliar, predizer impactos e padrões espaciais e temporais dos distintos ecossistemas terrestres e aquáticos por meio da pesquisa científica. Os conhecimentos gerados no ambiente do PPGCA devem subsidiar políticas públicas para a mitigação de impactos ambientais, ordenamento territorial e planejamento ambiental, no intuito de promover o desenvolvimento sustentável de atividades econômicas e da preservação do meio natural.

 

Meios de contato:

 

Coordenador do programa:

Prof. Dr. Antonio Felipe Couto Junior

 

Coordenadora substituta:

Profa. Dra. Erina Vitório Rodrigues

📧 erinavict@hotmail.com

Universidade de Brasília (UnB)

Campus de Planaltina (FUP)

 

Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais

(PPGCA)

 

Área Universitária 1, Vila Nossa Senhora de Fátima

73.340-710 – Planaltina – DF

 

Telefone Secretaria de Pós-Graduação:

☎ (61) 3107-8110  

MESPT

Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais

O Mestrado Profissional em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais (MESPT) é uma iniciativa pioneira de promoção do diálogo de saberes no nível da pós-graduação.

As turmas do MESPT são multiétnicas, sendo compostas por profissionais indígenas, quilombolas, sujeitos oriundos de outros contextos comunitários abarcados pela categoria Povos e Comunidades Tradicionais (PCTs) no Brasil, além de profissionais sem origem comunitária, que atuam como aliada(o)s junto a PCTs, em posições institucionais diversas (órgãos do poder executivo e judiciário, organizações da sociedade civil e movimentos sociais).

O curso integra o Programa de Pós-Graduação em Sustentabilidade junto a Povos e Territórios Tradicionais (PPG-PCTs), um programa de caráter interdisciplinar, que se realiza por meio da cooperação entre quatro unidades acadêmicas da Universidade de Brasília: a Faculdade UnB Planaltina (FUP), a Faculdade de Educação (FE), o Instituto de Ciências Sociais (ICS), por meio do Departamento de Antropologia (DAN), e o Centro de Desenvolvimento Sustentável (CDS).

 

Meios de contato:

 

Faculdade UnB Planaltina (FUP)
Secretaria de Pós-Graduação
Vila Nossa Senhora de Fátima, Área Universitária 1 | Planaltina, DF 

☎ (61) 3107-8065 | 3107-8094 | 3107-8110

📧 mespt@unb.br

Turismo

Turismo

Centro de Excelência em Turismo (CET)  

O Centro de Excelência em Turismo (CET) é uma unidade de ensino, pesquisa e extensão da Universidade de Brasília comprometida com a promoção do turismo, da gastronomia e da hotelaria. Com base na integração e disseminação do conhecimento técnico, científico e cultural, o CET planeja e orienta ações estratégicas para o desenvolvimento da cadeia produtiva do turismo.  

Projeto de Extensão Pitadas de Cerrado

O projeto Pitadas de Cerrado busca a sensibilização ambiental por meio de práticas gastronômicas com frutos do cerrado. O trabalho ocorre em três frentes: gastronomia, educação ambiental e comunicação. O projeto desenvolve atividades como o Pequinique, uma trilha sensorial pelas árvores da UnB, e o programa Pitadas do Cerrado da UnBTV. Lives com chefs, especialistas e comunidades que trabalham com frutos do cerrado acontecem todas as semanas no canal do projeto no Instagram. A cada encontro, um fruto específico recebe destaque e informação sobre ele é compartilhada com o público.

 

Receitas: https://www.youtube.com/playlist?list=PL4ggm_qRYF0PZACxjvAvU96GJUCTMM_Cf

 

Meios de contato:

 

Assessoria de comunicação 

📧 cetimprensa@unb.br

🌏 https://www.facebook.com/oficialcetunb/

FAV

Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária

Projeto BioCer na Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária

 

Famoso pelos longos períodos de seca, o Cerrado, nome dado à savana brasileira, é o segundo maior bioma do país. Com uma extensão de 197 milhões de hectares, a região é rica em biodiversidade, com quase mil espécies de aves e mamíferos. 

Estudar como o clima afeta a vida de tantos bichos é responsabilidade da chamada biometeorologia animal, principal linha de pesquisa do projeto BioCer. Criado em 2019 pela professora Sheila Tavares Nascimento, da Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária (FAV), o grupo tem como objetivo proporcionar uma melhor vivência à fauna do Cerrado. “A gente divulga informações para que produtores e técnicos interfiram de forma positiva sobre o bem-estar dos animais criados em clima tropical”, afirma Sheila, que também é a coordenadora do projeto.

Doutora em Zootecnia, ela explica como surgiu a ideia de criar o grupo em 2016, ano em que ingressou na UnB: “Como o Brasil é um país com enorme extensão territorial, e o Centro-Oeste, uma região de destaque na produção animal, é fundamental o desenvolvimento de pesquisas relacionadas ao conforto de animais”. 

A partir dos conhecimentos fornecidos pelo BioCer, produtores conseguem proporcionar ambientes mais propícios para cada espécie. Por exemplo, com as análises divulgadas nas pesquisas, é possível entender qual o sombreamento adequado para certo bicho, a área mínima que ele precisa ocupar ou se determinada temperatura pode causar estresse.

O efeito na indústria alimentícia é outro aspecto levado em conta, pois o tratamento correto de um animal de criação influencia na qualidade dos produtos que vão parar nos supermercados: desde a espessura da casca de um ovo de galinha até a textura da carne bovina. 

 

ESPÉCIES VARIADAS – O grupo, que possui outras linhas de pesquisa (comportamento animal, sistemas ao ar livre e bioclimatologia), não foca em uma espécie em particular, já que o clima afeta toda a fauna. Atualmente, no trabalho de campo realizado na Fazenda Água Limpa (FAL/UnB), trabalham com frangos de corte, codornas, bovinos e suínos, entre outros. “Esse é o motivo por eu ser tão entusiasta da área, pois posso trabalhar com qualquer espécie animal”, diz a professora.

O trabalho é multidisciplinar: professores e alunos de cursos e instituições diferentes participam do projeto. Além da UnB, há pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Jaboticabal, em São Paulo; da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), em Minas Gerais; do Instituto Federal de Brasília (IFB), no Distrito Federal, e da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná. 

Como o grupo já possui membros de diversos estados e regiões, o próximo passo é buscar parcerias fora do Brasil, o que converge também com a política de internacionalização da UnB. 

Para a coordenadora do projeto, a necessidade de procurar e manter parcerias é reflexo da atual crise econômica pela qual o país passa, e também a maneira mais eficiente de se fazer ciência: com conhecimentos e experiências diversos.

 

TROCAS PLURAIS –   Há também, no âmbito do BioCer, inúmeras pesquisas realizadas por estudantes, de graduandos a doutorandos. Para a professora Sheila, as novas ideias trazidas pelos alunos e a vontade de aprender são a “engrenagem do processo”.  Além de contribuir com o bem-estar dos animais, o projeto proporciona uma experiência plural aos membros, com pesquisas de campo, produção de artigos científicos e a realização de cursos teóricos e práticos.  

Amanda Azevedo, estudante de Agronomia, conheceu o grupo quando fez um minicurso realizado no Centro de Manejo de Ovinos (CMO), da FAL. “Sempre me interessei pela área de bem-estar e ambiência, mas não sabia que essa linha de pesquisa era desenvolvida na UnB”, afirma Amanda. Ela diz sentir-se realizada com o trabalho desenvolvido pelo grupo, pois mostra como são importantes os estudos sobre a produção de alimentos, principalmente ao se considerar o crescimento da população mundial.

Evandro Menezes de Oliveira, doutorando do Programa de Pós-Graduação de Zootecnia (PPZ) da UEM e bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), interessou-se pelo BioCer durante o período em que lecionou no Centro-Oeste. Enquanto trabalhava como professor de Zootecnia no IFB, percebeu como o clima tem um forte impacto na vida dos animais do Cerrado. “Pude observar os longos períodos de seca e a alta intensidade de radiação solar na região. Isso aumentou meu interesse em estudar como as variações meteorológicas do bioma afetam a criação de animais de fazenda”, explica. 

Evandro e Sheila conheceram-se na UEM, onde foram colegas de departamento. Durante o período em Maringá, a professora já desenvolvia pesquisas em biometeorologia animal, e assim Evandro a procurou para estabelecer uma parceria. “Minha vontade de pesquisar sobre essa área (biometeorologia animal) foi crescendo a cada dia”, diz Evandro. “Não há nada melhor do que saber que o animal está em um lugar pensado especificamente para suas particularidades”.

 

Disponível em: <https://www.unbciencia.unb.br/biologicas/62-medicina-veterinaria/625-projeto-promove-bem-estar-a-animais-do-cerrado>.

 

Fazenda Água Limpa

Fazenda Água Limpa

A Fazenda Água Limpa – FAL da Universidade de Brasília – UnB está localizada à 28 Km da sede do Campus Universitário da Asa Norte e faz parte da Área de Proteção Ambiental (APA), Bacia do Gama, Cabeça de Veado. A FAL possui uma área de aproximadamente 4.340 há destinada a preservação (2.340 ha), a conservação (800 há), a produção (1.200 há). Dispõe de uma infra-estrutura básica voltada para o processo de ensino, pesquisa e extensão com ênfase às áreas de Agronomia, Biologia, Engenharia Florestal, Ecologia, Botânica, Zoologia, Fisiologia, Zootecnia e Fitologia. A FAL possui duas ARIES (Área Relevante de Interesse Ecológico) denominada Capetinga e Taquaras criadas por Decreto Federal n. 91303 de 03 de junho de 1985 com uma área total de aproximadamente 2.100 há.
A FAL existe há mais de 30 anos e vem lutando pela segurança e proteção ambiental desta área, desenvolvendo trabalhos de ensino, pesquisa e extensão a nível sustentável, além de prestar relevantes serviços à comunidade do entorno de Brasília, assim como a nível nacional e internacional, através de Projetos e Intercâmbio Técnicos/Científicos. 

 

Meios de contato:

 

Fazenda Água Limpa da Universidade de Brasília,
Núcleo Rural Vargem Bonita,
Quadra 17, Setor de Mansões Park Way – Brasília – DF
CEP: 71750-000

☎ (61) 3107 – 9000

🌏 http://www.fal.unb.br/

Xiloteca

Xiloteca

“Xiloteca (do grego: Xýlon de madeira, Theke de caixa, coleçao), é um acervo de diversos espécimes botânicos de madeiras, coletadas, registradas e armazenadas de acordo com técnicas apropriadas.

As coleções geralmente são pequenas, devido à dificuldade de coleta, no entanto podem conter madeiras do mundo ou somente de determinadas regiões. No Brasil, a maior parte as xilotecas são voltadas para madeiras comerciais provenientes da Amazônia.

As amostras de madeira presentes nesses acervos são destinadas para fins de pesquisa e estudos relativos à sua estrutura anatômica, na taxonomia e sistemática, anatomia ecológica e comparada, além de áreas mais aplicadas como a tecnologia da madeira. Além disso, são utilizadas como comparação para identificação de madeiras desconhecidas. Cada uma recebe uma numeração que tem a mesma numeração correspondente ao banco de dados com as informações das coletas, características da planta, local, etc.

A Xiloteca da Universidade de Brasília (UBw) foi organizada pela Prof.ª Drª. Irene da Costa A. Mendes no período de 1994 a 1997, com o auxílio do Prof. Drª. Elder de Paiva e do Biólogo Edimar Neri Cardoso, além de estagiários e técnicos. A coleção também já esteve sob os cuidados da Prof. Drª. Sueli Maria Gomes.

Desde o ano de 2015 até o presente, a coleção tem como curadora a Prof.ª Drª. Julia Sonsin Oliveira. A Xiloteca conta com 988 amostras, sendo sua maioria, de madeiras nativas, que foram coletadas pelo Prof. Dr. José Elias de Paula. O objetivo atual é aumentar o número de coletas com madeiras do Cerrado, visando suprir a deficiência de amostras desse Bioma. Além das madeiras, o acervo conta com uma coleção de lâminas histológicas, utilizadas para identificação e pesquisas”.

 

Annona coriacea (fruta-do-conde) 

Aspidosperma tomentosum (Peroba)

Kielmeyera rubriflora (Pau santo)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Sonsin et al 2014. Atlas da diversidade de madeiras do cerrado paulista. FEPAF, Botucatu. 423p.

 

Meios de contato:

Júlia Sonsin Oliveira – Profa. Adjunta 
Doutora em Ciência Florestal

Departamento de Botânica – Universidade de Brasília

☎ (61) 3107-3091

Secretaria do Meio Ambiente da UnB

Secretaria do Meio Ambiente da UnB

Secretaria do Meio Ambiente

 

A Secretaria de Meio Ambiente (SeMA) atua como órgão de monitoramento das ações da UnB com vistas a incorporar a sustentabilidade e institucionalizar ações ligadas ao meio ambiente com partipação da comunidade acadêmica.

 

Missão

Promover a gestão ambiental na Universidade de Brasília por meio de ações voltadas para preservação de áreas verdes; educação ambiental, minimização de resíduos; implementação de práticas sustentáveis no consumo de recursos e formação de recursos humanos comprometidos com a sustentabilidade ambiental.

A Secretaria de Meio Ambiente (SeMA) atua como órgão de monitoramento das ações da UnB com vistas a incorporar a sustentabilidade e institucionalizar ações ligadas ao meio ambiente com partipação da comunidade acadêmica. 

 

A Secretaria é formada por quatro coordenações:

  1. Coordenação de Políticas Ambientais (CPA)

  2. Coordenação de Licenciamento (CLI)

  3. Coordenação de Gerenciamento de Resíduos (CGR)

  4. Coordenação de Áreas Verdes (CAV)

 

Meios de contato:

 

Campus Darcy Ribeiro, Prédio da Reitoria, Sala Bss 05/10, Subsolo

CEP: 70910-900

Brasília, DF, Brasil

☎ (61) 3107-0557

📧 sema@unb.br