A Articulação das Mulheres do Cerrado

A Articulação das Mulheres do Cerrado

“As mulheres do Cerrado estão em pé e em luta”
LANÇAMENTO VÍDEO-MANIFESTO | 📽️👩🏽‍🌾 “As mulheres do Cerrado estão em pé e em luta”

 

 Unidas na diversidade, a Articulação das Mulheres do Cerrado lança o seu vídeo-manifesto, que ecoa suas (re)existências em anúncios e denúncias por seus territórios e corpos livres. A partir da força da semente e da herança de seus antepassados, ampliam a visibilidade das mulheres enquanto guardiãs do Cerrado.

 

A Articulação das Mulheres do Cerrado é feita de muitas. “Surge fortalecida pelas nossas ancestrais e por compreender que nossos caminhos são como afluentes que deságuam: “mulheres são como águas, crescem quando se encontram”.

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Plano Distrital de Educação Ambiental

Plano Distrital de Educação Ambiental

O Plano Distrital de Educação Ambiental (PDEA) foi elaborado pela Comissão Interinstitucional de Educação Ambiental do Distrito Federal (CIEA) e busca evidenciar os princípios, as diretrizes e os objetivos com base na Política Nacional de Educação Ambiental – PNEA (Lei nº 9.795/1999), no Programa Nacional de Educação Ambiental – ProNEA (2014) e na Política de Educação Ambiental no Distrito Federal – PEA-DF (Lei Distrital nº 3.833/2006). Neste sentido, conforme previsto, em 2021, o PEDEA foi revisto pela CIEA, levando em conta o novo cenário educativo provocado pela pandemia e a atualização da gestão do GDF. Entretanto, os princípios do PDEA foram mantidos norteados por uma visão crítica do educador e do educando.

DIVULGAÇÃO DO PLANO DISTRITAL DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL – PDEA – 2021 – ocorreu no dia 30/06/2021, das 14:00 às 16h, por meio de transmissão ao vivo pelo You Tube, mas ainda está disponível em:

Gramíneas do Cerrado – IBGE

Gramíneas do Cerrado

#IBGE lançou a publicação “Gramíneas do Cerrado”, uma edição póstuma da obra do agrônomo e pesquisador do instituto, Tarciso de Sousa Filgueiras, falecido em 2019. A obra será divulgada amanhã no 71º Congresso Nacional de Botânica.

Em mais de 600 páginas, o livro traz uma compilação de variadas informações sobre os grupos dessa família de plantas encontrada no bioma. Confira: https://biblioteca.ibge.gov.br/index.php/biblioteca-catalogo?view=detalhes&id=2101834

Considerado um dos maiores especialistas em gramíneas do Brasil, Filgueiras atuou em vários institutos de pesquisa e universidades. Foi pesquisador na Reserva Ecológica do IBGE por 16 anos, inventariando a flora do Cerrado.

As gramíneas pertencem à família botânica Poaceae, uma das mais diversas e amplamente distribuídas no mundo. Elas também estão presentes em todos os Biomas brasileiros. O livro aborda particularmente as do Bioma Cerrado, onde se sobressaem nas formações campestres e savânicas.  

Aplicativo Participação Social

Aplicativo Participação Social

Projeto investe na conservação de recursos hídricos que abastecem comunidades tradicionais no Mato Grosso Em meio às áreas de pressão do agronegócio, a bacia do Rio de São Lourenço, no estado do Mato Grosso, é uma das principais formadoras do Pantanal, mas sofre com os constantes impactos na qualidade da água, vindos das hidrelétricas, das monoculturas de soja e do pasto, turismo, pesca e diluição de esgotos, presentes na região.
Localizada em uma região de rica biodiversidade, uma vez que está em uma área de transição entre o Cerrado e o Pantanal, a bacia do Rio São Lourenço também é de suma importância para as comunidades tradicionais, tais como assentados/as, indígenas e pescadores/as.

 

“A bacia do Rio São Lourenço fornece 40% da água do Pantanal e abastece a bacia do Rio Cuiabá. Essa região é atingida pela implantação de inúmeras Pequenas Centrais Hidroelétricas (PCHs), pela supressão de vegetação natural para a formação de pastagem e áreas de plantios, chácaras de lazer e áreas de assoreamento do Rio”, explica Cleberson Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da UFMT.

 

A fim de promover a conservação da bacia, o projeto “Monitoramento da Qualidade em Multiescala na Bacia do Rio São Lourenço (MT)” – foi desenvolvido pelo Departamento de Geografia da UFMT e pela Fundação de Apoio e Desenvolvimento da UFMT (UNISELVA), contou com o apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês) e do IEB – procurou investir em ações que contribuíssem para a proteção e a gestão dos recursos hídricos na região, de grande importância para as comunidades tradicionais, os indígenas e os assentados.

 

“Aprofundamos conhecimentos sobre os aspectos físicos e químicos dos mananciais da bacia e desenvolvemos atividades de empoderamento das comunidades tradicionais para que pudessem participar ativamente na proteção e gestão dos recursos hídricos. O projeto é resultado de um esforço científico para diagnosticar a situação atual dos recursos hídricos na bacia do Rio São Lourenço, detectar seus problemas e identificar os principais agentes que causam a sua deterioração”, explana Peter Zeilhofer, do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e coordenador do projeto.

 

As ações do projeto voltaram-se para a Chapada dos Guimarães (MT), mas também envolveram outras cidades do estado de Mato Grosso, como Poxoréo, Dom Aquino, Tesouro, Jaciara, Santo Antônio do Leverger, São Pedro da Cipa, Juscimeira, Guiratinga, Rondonópolis, São José do Povo, Alto Garças, Pedra Preta, Itiquira, Primavera do Leste e Campo Verde.

 

O projeto também visou reduzir os conflitos de uso da água e incentivar o fomento para a proteção e a conservação, com o forte envolvimento de comunidades. “Os conflitos sociais impactam assentadas e assentados, povos indígenas e inúmeras comunidades de pescadores e pescadores que vivem das águas da bacia”, afirma Cleberson.

 

 

Participação social

Como resultado do projeto com o CEPF Cerrado, o aplicativo de Participação Social foi desenvolvido para monitorar e coletar dados georreferenciados pelas populações locais. Elas podem colaborar com denúncias e informes, aos órgãos responsáveis, sobre problemas causados por desmatamento, erosão e assoreamento.

 

Por meio desse aplicativo, o/a usuário/a pode participar de políticas públicas, reportando ao Comitê de Bacias Hidrográficas de sua região as agressões ao meio ambiente. O aplicativo pode ser facilmente baixado na Play Store.

Acesse aqui! https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.participe&hl=pt

 

Saiba mais sobre o projeto:

http://www.geografiaufmt.com.br/index.php/pt-br/

 

http://cepfcerrado.iieb.org.br/projetos/monitoramento-da-qualidade-em-multiescala-na-bacia-do-rio-sao-lourenco-mt/

Azteca velox Forel, 1899.

Azteca velox , Forel, 1899.

Nome(s) popular(es):

Outras nomenclaturas taxonômicas:

Azteca coeruleipennis fasciata Pergande, 1896; Azteca velox nigriventris Forel, 1899; Azteca velox rectinota Forel, 1908.

Descrita por:

Auguste-Henri Forel em 1899.

História natural:

Azteca velox é uma espécie comum em uma ampla variedade de habitats. Ocorre mais abundantemente em áreas sazonalmente secas, habitats sinantrópicos e margens de praias. Os trabalhadores são forrageadores de superfície diurnos comuns. Eles são necrófagos generalizados e frequentemente visitam nectários extraflorais. Os ninhos são polidomos, dispersos em múltiplas cavidades vegetais. As cavidades podem estar em hastes vivas ou mortas. Colônias também foram associadas a orquídeas mirmecofíticas.” (Longino, 2007, p 51).

Distribuição:

Neotropical. Ocorre nas Antilhas Neerlandesas, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Mexico, Panamá, Suriname, Trindade e Tobago e na Venezuela. No Brasil ocorre nos estados do Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e Rondônia.

Neotropical. Ocorre nas Antilhas Neerlandesas, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Mexico, Panamá, Suriname, Trindade e Tobago e na Venezuela. No Brasil ocorre nos estados do Amazonas, Ceará, Minas Gerais, Pará, Rio de Janeiro e Rondônia.

Fonte: Jonas Victor Morais Antunes, 2021.

Referências:

AntWeb. Version 8.54.9. California Academy of Science, Disponível em: <https://www.antweb.org>. Acesso em: 03 de março de 2021.

Guénard, B., Weiser, M., Gomez, K., Narula, N., Economo, E.P. 2017. The Global Ant Biodiversity Informatics (GABI) database: a synthesis of ant species geographic distributions. Myrmecological News 24: 83-89. Disponivel em: <https://myrmecologicalnews.org/cms/index.php?option=com_content&view=category&id=1474&Itemid=406>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Janicki, J., Narula, N., Ziegler, M., Guénard, B. Economo, E.P. 2016. Visualizing and interacting with large-volume biodiversity data using client-server web-mapping applications: The design and implementation of antmaps.org. Ecological Informatics 32: 185-193.Disponivel em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1574954116300097>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Emery C. 1913. Hymenoptera. Fam. Formicidae. Subfam. Dolichoderinae. Genera Insectorum 137: 1-50. Disponivel em: <https://antcat.org/references/124711>. Acesso em: Acesso em: 05 de março de 2021.

Fernandes, IO,Delabie JHC,Feitosa RSM 2021. Formicidae in Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. PNUD. Disponível em: <http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/56600>. Acesso em: 10 de abril de 2021.

Longino, Jonh T. A taxonomic review of the genus Azteca (Hymenoptera: Formicidae) in Costa Rica and a global revision of the aurita group. Zootaxa, [S.l.], v. 1491, n. 1, p. 1–63, may 2007. ISSN 1175-5334. Disponível em: <https://www.biotaxa.org/Zootaxa/article/view/zootaxa.1491.1.1>. Acesso em: 10 de maio de 2021.

 

Azteca ulei nigricornis Forel, 1904.

Azteca ulei nigricornis, Forel, 1904.

Nome(s) popular(es):

Outras nomenclaturas taxonômicas:

Descrita por:

Auguste-Henri Forel em 1904.

História natural:

Distribuição:

Neotropical. Ocorre no Brasil e na Costa Rica. No Brasil, ocorre nos estados do Amazonas, Bahia e São Paulo.

Fonte: Jonas Victor Morais Antunes, 2021.

Referências:

AntWeb. Version 8.54.9. California Academy of Science, Disponível em: <https://www.antweb.org>. Acesso em: 03 de março de 2021.

Referência dos dados de ocorrência:

Guénard, B., Weiser, M., Gomez, K., Narula, N., Economo, E.P. 2017. The Global Ant Biodiversity Informatics (GABI) database: a synthesis of ant species geographic distributions. Myrmecological News 24: 83-89. Disponivel em: <https://myrmecologicalnews.org/cms/index.php?option=com_content&view=category&id=1474&Itemid=406>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Janicki, J., Narula, N., Ziegler, M., Guénard, B. Economo, E.P. 2016. Visualizing and interacting with large-volume biodiversity data using client-server web-mapping applications: The design and implementation of antmaps.org. Ecological Informatics 32: 185-193.Disponivel em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1574954116300097>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Emery C. 1913. Hymenoptera. Fam. Formicidae. Subfam. Dolichoderinae. Genera Insectorum 137: 1-50. Disponivel em: <https://antcat.org/references/124711>. Acesso em: Acesso em: 05 de março de 2021.

Fernandes IO,Delabie JHC,Feitosa RSM 2021. Formicidae in Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. PNUD. Disponível em: <http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/74459>. Acesso em: 10 de abril de 2021.

Azteca schimperi Emery, 1893.

Azteca schimperi, Emery, 1893.

Nome(s) popular(es):

Outras nomenclaturas taxonômicas:

Azteca fiebrigi Forel, 1909; Azteca lanuginosa clariceps Santschi, 1933; Azteca muelleri pallida Stitz, 1937.

Descrita por:

Carlo Emery em 1893.

História natural:

“Esta espécie faz grandes ninhos externos de papelão.” (Longino, 2007, p 58).

Distribuição:

Neotropical. Ocorre na Argentina, Belize, Brasil, Colômbia, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Guiana Francesa, Honduras, Nicarágua, Mexico, Panamá, Paraguai, Suriname e Venezuela. No Brasil, ocorre nos estados do Amazonas, Bahia, Goiás e Maranhão.

Fonte: Jonas Victor Morais Antunes, 2021.

Referências:

AntWeb. Version 8.54.9. California Academy of Science, Disponível em: <https://www.antweb.org>. Acesso em: 03 de março de 2021.

Guénard, B., Weiser, M., Gomez, K., Narula, N., Economo, E.P. 2017. The Global Ant Biodiversity Informatics (GABI) database: a synthesis of ant species geographic distributions. Myrmecological News 24: 83-89. Disponivel em: <https://myrmecologicalnews.org/cms/index.php?option=com_content&view=category&id=1474&Itemid=406>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Janicki, J., Narula, N., Ziegler, M., Guénard, B. Economo, E.P. 2016. Visualizing and interacting with large-volume biodiversity data using client-server web-mapping applications: The design and implementation of antmaps.org. Ecological Informatics 32: 185-193.Disponivel em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1574954116300097>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Emery C. 1913. Hymenoptera. Fam. Formicidae. Subfam. Dolichoderinae. Genera Insectorum 137: 1-50. Disponivel em: <https://antcat.org/references/124711>. Acesso em: Acesso em: 05 de março de 2021.

Fernandes IO,Delabie JHC,Feitosa RSM 2021. Formicidae in Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. PNUD. Disponível em: <http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/78350>. Acesso em: 10 de abril de 2021.

Longino, Jonh T. A taxonomic review of the genus Azteca (Hymenoptera: Formicidae) in Costa Rica and a global revision of the aurita group. Zootaxa, [S.l.], v. 1491, n. 1, p. 1–63, may 2007. ISSN 1175-5334. Disponível em: <https://www.biotaxa.org/Zootaxa/article/view/zootaxa.1491.1.1>. Acesso em: 10 de maio de 2021.

Azteca polymorpha bahiana Forel

Azteca polymorpha , bahiana Forel, 1912.

Nome(s) popular(es):

Outras nomenclaturas taxonômicas:

Descrita por:

Auguste-Henri Forel em 1912.

História natural:

Distribuição:

Neotropical. Endêmica do Brasil. Ocorre no estado da Bahia.

Fonte: Jonas Victor Morais Antunes, 2021.

Referências:

AntWeb. Version 8.54.9. California Academy of Science, Disponível em: <https://www.antweb.org>. Acesso em: 03 de março de 2021.

Guénard, B., Weiser, M., Gomez, K., Narula, N., Economo, E.P. 2017. The Global Ant Biodiversity Informatics (GABI) database: a synthesis of ant species geographic distributions. Myrmecological News 24: 83-89. Disponivel em: <https://myrmecologicalnews.org/cms/index.php?option=com_content&view=category&id=1474&Itemid=406>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Janicki, J., Narula, N., Ziegler, M., Guénard, B. Economo, E.P. 2016. Visualizing and interacting with large-volume biodiversity data using client-server web-mapping applications: The design and implementation of antmaps.org. Ecological Informatics 32: 185-193.Disponivel em: <https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S1574954116300097>. Acesso em: 04 de março de 2021.

Fernandes IO,Delabie JHC,Feitosa RSM 2021. Formicidae in Catálogo Taxonômico da Fauna do Brasil. PNUD. Disponível em: <http://fauna.jbrj.gov.br/fauna/faunadobrasil/92177>. Acesso em: 10 de abril de 2021.