Lançamento da exposição virtual “Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado”

Lançamento da exposição virtual "Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado"

Lançamento da exposição virtual “Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado”

Você gosta de um cafezinho? Então talvez já tenha sido beneficiado pelo trabalho silencioso das abelhas.
Embora muitas pessoas associem as abelhas principalmente à abelha africanizada (Apis mellifera), o Brasil abriga mais de 2.500 espécies de abelhas, incluindo uma grande diversidade de abelhas nativas sem ferrão. No Cerrado, são mais de 400 espécies conhecidas, fundamentais para a polinização de plantas nativas e culturas agrícolas de importância econômica, como o café.

Essas abelhas contribuem para a reprodução de espécies emblemáticas do Cerrado, como jatobás, ipês, barrigudas, aroeiras, pequizeiros e sucupiras. Além de sua importância ecológica, os méis produzidos por abelhas sem ferrão são considerados verdadeiras joias gastronômicas, valorizados por seus sabores, aromas e características únicas.

Para celebrar e divulgar essa riqueza, será realizado o lançamento da exposição virtual “Sob o Céu: Abelhas do Nosso Cerrado”: Dia 8 de julho (quarta-feira)
Horário: 10h
Local: YouTube do Museu do Cerrado:
https://www.youtube.com/watch?v=BNEwfGgKsZk

A exposição conta com a participação de:

Profa. Tatiana Fiuza – Instituto de Ciências Biológicas, UFG
Prof. José Realino – Faculdade de Farmácia, UFG
Prof. Pedro Brito – Instituto de Ciências Biológicas, UFG
Profa. Rosângela Corrêa – Faculdade de Educação, UnB

A exposição está disponível no Museu do Cerrado:
https://artsandculture.google.com/story/3gVRL2aEv2XbQg

Brasília ambiental lança coleção de cartazes em homenagem aos povos ancestrais

Brasília Ambiental lança coleção de cartazes em homenagem aos povos ancestrais

Brasília Ambiental lança coleção de cartazes em homenagem aos povos ancestrais

O Instituto Brasília Ambiental, por meio de sua Unidade de Educação Ambiental (Educ), lançou no último sábado, 13/6, a coleção de cartazes Povos Ancestrais, Povos e Comunidades Tradicionais no Cerrado do Distrito Federal.

O lançamento aconteceu na reserva indígena Kariri-Xocó, localizada no Noroeste, escolhida para o evento por guardar a memória de acolhimento dos povos indígenas e demais comunidades como ciganos, povos de matriz africana, raizeira, benzedeira, entre outros.

A Educ explica que a Coleção é oriunda da realização do Projeto Oficinas de Educação Socioambiental com e para Povos e Comunidades Tradicionais no Cerrado do Distrito Federal.

O projeto, que teve, como
responsável técnica, a gestora de Políticas Públicas e Gestão Governamental, da Educ, Paula Regina Gomes, consolidou conteúdos para a construção de notas técnicas, cartazes, folders e cartilhas que representam as suas culturas ancestrais voltadas para a proteção do meio ambiente e, em especial, do Cerrado local. É uma expansão da Coleção Eu amo o Cerrado, que é especializada na fauna e na flora do bioma.

O Brasília Ambiental imprimiu três mil unidades do cartaz. Eles estão disponíveis para retirada na Central de Atendimento ao Cidadão (CAC), localizado no térreo da Sede do Instituto, localizada no bloco C do Edifício Bittar, quadra 511, Asa Norte.

Até o momento foram editados cartazes específicos sobre os povos indígenas, povo cigano Calon e os povos afro-ameríndios de terreiro.

Toda coleção pode ser acessada aqui!

O evento contou com o Toré das mulheres indígenas Kariri – Xocó, conduzido pela Cacique Tanoné, acompanhadas pela liderança indígena Junior Xukuru, Presidente do Conselho Indígena do Distrito Federal.

Contou ainda, com a defumação realizada pela comunidade da Ordem Iniciática do Cruzeiro Divino do Distrito Federal; com toque para caboclo da Maria Maria do Cerrado; exposição de artesanato do Povo Kariri-Xocó e da bandeira dos Povos Ciganos.

Ao final, foram servidas comidas típicas dos povos tradicionais do Cerrado, com destaque para o baião da Vovó Maria Conga.

A iniciativa contou com o apoio do Museu do Cerrado, da Universidade de Brasília – UnB, por meio da sua diretora, a professora Drª. Rosângela Corrêa. Ela firmou o compromisso de expor a Coleção de Cartazes no Museu.

A Educ ressalta que todos os conteúdos foram construídos pelos representantes de povos e comunidades tradicionais indígena, cigana, afrodescendente, raizeira, povo de terreiro e benzedeira, garantindo a aprovação em cada etapa, respeitando a autodeterminação dos povos.

Destaca como grandes colaboradores: Matheus Terena, Cacique Tanoné, Yasmin M. Pires de Lima, ambos da Reserva Indígena Kariri-Xocó; Virgília Sousa Suira, Yassury Sousa Suira e Janaina Queiroz do Reserva Indígena Tuxá; Josefa Francisco Gomes Ataides, do Chá da Terra; Fetxawewe Tapuya Guajajara Verissimo, do Santuário dos Pajés, Daiane da Rocha Biam, do Povo Cigano Calon; Iyá Carla Oyatayo, do Templo de Orixá Ifá Aje; Mãe Leila Duarte Lima, da Ordem Iniciática do Cruzeiro Divino do Distrito Federal; Mãe Maria do Cerrado, do Terreiro de Vovó Maria Conga; Mãe Francys de Oyá, do Terreiro Kwe Oyá Sogy; Mãe Vilcilene Jagum, da Associação Cultural Jagun Onigbejá e do Coletivo das Yás de Brasília e Entorno; da grande liderança indigena Álvaro Tukano; N’Kenda’Mulenji Mazambi, Laudicéia Lemos, e Kisumburê Mazmbi, André Luiz Farias Souza, ambos da Casa Bakiso N’Gunzo ria N’Záze.

Acesso aos cartazes no site do Brasília Ambiental:

https://www.ibram.df.gov.br/publicacoes-ecopedagogicas-da-educacao-ambiental-do-ibram

Lançamento da esposição virtual “Cerrado: um jardim a céu aberto”

Lançamento da exposição virtual "Cerrado: um jardim a céu aberto"

Lançamento da exposição virtual “Cerrado: um jardim a céu aberto”

O lançamento da exposição virtual “Cerrado: um jardim a céu aberto”, como parte da programação da 24ª Semana Nacional de Museus, será no dia 22 de maio
às 19:00 pelo youtube do Museu do Cerrado:

O Cerrado tem flores com cores, cheiros, texturas, formas, tamanhos diferentes ao longo de todo o ano, especialmente no período da seca, que é quando ele está mais bonito e cheiroso.

Rosângela Corrêa: diretora geral do Museu do Cerrado

Mauricio Mercadante, botânico independente e fotógrafo, especializado em diversidade vegetal.

Convidado: Nicolas Behr, poeta e escritor, publicou o livro Aves, cores, e flores do Cerrado (2021).

Venham ver toda esta beleza:
https://artsandculture.google.com/story/SQXRR8IlcsEFPw

Lançamento da esposição virtual “Histórias e memórias de Brasília”

Lançamento da exposição virtual "Histórias e memórias de Brasília"

Lançamento da exposição virtual “Histórias e Memórias de Brasília”

Dentro da programação da 24ª Semana Nacional de Museus, temos o orgulho de convidá-los(as) para o lançamento da exposição virtual “Histórias e Memórias de Brasília”, promovido pelo Museu do Cerrado.

O tema da exposição virtual é um convite para refletir sobre as narrativas que constroem o nosso território e propõe olhar para Brasília, capital do Brasil, a partir de outra perspectiva, voltada para ocupações irregulares, favelas ou “invasões”.

Ela faz parte de um projeto mais amplo, desenvolvido pelo grupo de pesquisa interdisciplinar Capital e Periferia da Universidade de Brasília (www.capitaleperiferia.unb.br).

O objetivo do grupo é ir além da ênfase usual no Plano Piloto e em sua emblemática arquitetura para tratar do modo como os espaços periféricos ao centro modernista foram sendo concebidos, ocupados e representados.

A exposição compõe-se de documentos e mapas históricos, ao lado de obras contemporâneas, acerca das políticas de remoção de favelas realizadas em Brasília desde o final dos anos 1950. A intenção é estimular novas formas de contar a história da capital, a partir de ocupações precárias e informais que, embora tenham desaparecido dos territórios onde originalmente se encontravam, orientaram a formação histórica de Brasília e deixaram marcas duradouras na memória de moradores e suas comunidades.

A exposição que deu origem a esse site, realizada na Galeria Risofloras, foi contemplada com o Prêmio IAB-DF na categoria Cultura Arquitetônica e contou com apoio da FAU-UnB, do CNPq e
do IPHAN.

O evento contará com a participação de Maria Fernanda Derntl da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da UnB, Rosângela Corrêa diretora do Museu do Cerrado e Gú da Cei, representante da Galeria Risofloras.

Data: 18 de maio de 2026

Hora: 10h00 (horário de Brasília)

Local: Sala Multiuso da FE5, Faculdade de Educação – UnB

A exposição está disponível em:
https://artsandculture.google.com/story/hist%C3%B3rias-e-mem%C3%B3rias-de-bras%C3%ADlia-museu-do-cerrado/AAXByN8_Aw7OSg?hl=pt-BR

Lançamento da exposição virtual “Guardiãs do Cerrado: apanhadoras(es) de sempre-vivas”

Lançamento da exposição virtual "Guardiãs do Cerrado: apanhadoras(es) de sempre-vivas"

O lançamento da exposição virtual “Guardiãs do Cerrado: apanhadoras(es) de sempre-vivas” será na próxima segunda-feira (8 de junho) às 14:30 pelo youtube do Museu do Cerrado.

As apanhadoras e os apanhadores de flores sempre-vivas são povos tradicionais que vivem na porção meridional da Serra do Espinhaço em Minas Gerais.

Sua principal atividade é a tradicional panha das flores sempre-vivas desenvolvida em meio a áreas de campos rupestres do Cerrado, representa a fonte de renda essencial para a reprodução sociocultural e a identidade deste povo tradicional.

Além das flores, apanha botões, cipós, capa de coco, folhas, sementes e frutos secos (em torno de 240 espécies) voltados para o mercado de plantas ornamentais.

Esse número aumenta quando são incluídas as plantas nativas, medicinais e alimentares, além de madeiras, fibras e óleos.

Uma mesma família chega a manejar dezenas de espécies!

Estamos diante de um vasto patrimônio cultural, reconhecido como o primeiro Sistema Importante do Patrimônio Agrícola Mundial (Globally Important Agricultural Heritage System – GIAHS, sigla em inglês), título concedido pela FAO ao sistema agrícola das comunidades apanhadoras de flores sempre-vivas.

Seus saberes e práticas permitem a conservação dos recursos genéticos no bioma Cerrado.

Rosângela Corrêa: diretora geral do Museu do Cerrado

Tatinha: apanhadora de flores sempre-viva, Coordenação da CODECEX

Luciano Dayrell – Fotógrafo e Cineasta

Link da live no youtube do Museu do Cerrado:

youtube.com/watch?reload=9&v=GS1MRzSO0zs

Visitem a exposição no Museu do Cerrado:
https://artsandculture.google.com/story/guardi%C3%A3s-do-cerrado-apanhadoras-es-de-sempre-vivas-museu-do-cerrado/ZAVBy-TpmRd-vQ?hl=pt-BR

Chegamos a 6.500 seguidores no Instagram do Museu do Cerrado!

Chegamos a 6500 seguidores no Instagram do Museu do Cerrado!

Surgido entre 3 e 8 milhões de anos atrás, é o “Berço das Águas” do Brasil. Suas nascentes alimentam 8 das 12 grandes bacias hidrográficas, 3.500 nascentes correm apenas para a Amazônia!

De seco, ele não tem nada, porque os rios são suas veias que chegam a todos os biomas. Pra conhecê-lo é preciso um olhar atento pra descobrir o que é que o Cerrado tem.

Comunicar para conhecer, preservar, se encantar e apaixonar! Convide os seus amigos e familiares para conhecer o Museu do Cerrado e nos visite sempre que quiser. Sempre temos notícias do que está acontecendo no nosso bioma, exposições virtuais super interessantes e promoção de diversas ações para defender o Cerrado Vivo e em pé.

Quem não gosta do Cerrado, bom sujeito não é.

Acesse nossa página do Instagram em: https://www.instagram.com/museucerrado/

Ofício de Raizeiras e Raizeiros do Cerrado é patrimônio cultural do Brasil

Ofício de Raizeiras e Raizeiros do Cerrado é patrimônio cultural do Brasil

O ofício de Raizeiras e Raizeiros do Cerrado é patrimônio cultural do Brasil, uma vitória do coletivo de raizeiras, da Articulação Pacari, proponente do processo de Registro junto ao IPHAN. Nosso profundo respeito, carinho e gratidão a todas as raizeiras e todos os raizeiros do Cerrado!!!

O registro foi aprovado durante a 113ª Reunião do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural, realizada nesta quarta-feira (10/06), consolidando o reconhecimento da importância cultural, social e ambiental desse ofício para a identidade brasileira. As raizeiras e os raizeiros do Cerrado são parte do vasto mosaico cultural que desenha o Brasil, uma obra em permanente construção desde tempos imemoriais. 

O ofício entrelaça saberes tradicionais que formam uma episteme viva, em constante movimento. Essa episteme diz respeito ao conhecimento de manejar e se relacionar com as plantas do Cerrado, de ouvir e observar as pessoas e seus processos de adoecimento, de acompanhar os ciclos ecológicos de animais, minerais, águas e plantas. 

Fonte: Laboratório Matula, Universidade de Brasília

O Museu do Cerrado como museu de paisagem

O Museu do Cerrado como museu de paisagem

O Campus Nordeste da Universidade Estadual de Goiás (UEG), com sede em Formosa, organiza, entre os dias 22 e 26 de junho, a 10ª edição da Semana de Inverno.
Dia: 23 de junho
Horário: 10h00 às 11h30 “O Museu do Cerrado como museu de paisagem”

Prof.ª Dra. Rosângela Corrêa Diretora geral do Museu do Cerrado 

YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=gZQbD4Slcbw

Reconhecimento do ofício das quebradeiras de coco babaçu

Reconhecimento do ofício das quebradeiras de coco babaçu

VITÓRIA!!! Celebramos a sanção do Projeto de Lei nº 37/2025 que reconhece o ofício das quebradeiras de coco babaçu e vira patrimônio cultural do Brasil!

O presidente Lula sancionou a lei que reconhece o ofício das quebradeiras de coco babaçu nos estados do Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará como manifestação da cultura nacional. 

A norma reforça a importância de preservar os saberes, as práticas e as formas de organização social dessas trabalhadoras, cujo ofício abrange a coleta, a quebra e o beneficiamento do coco e o aproveitamento de subprodutos usados na alimentação, no artesanato e na produção de óleo, sabão, carvão e farinha.

O reconhecimento é fundamental para o enfrentamento de ameaças como a restrição de acesso aos babaçuais e a pressão fundiária sobre um modo de vida transmitido entre gerações, sobretudo por mulheres, e ligado ao manejo sustentável dos babaçuais.

O ofício das quebradeiras envolve a coleta, a quebra e o beneficiamento do coco babaçu. A atividade também inclui o aproveitamento de subprodutos usados na alimentação, no artesanato e na produção de óleo, sabão, carvão, farinha e outros bens de uso cotidiano.

9º Aniversário do Museu do Cerrado!

9º Aniversário do Museu do Cerrado!

Estamos muito felizes, mais um ano de (r)existência do Museu do Cerrado: 9 anos de resiliência pelo e no Cerrado!!! 

O Museu do Cerrado é um museu virtual com o objetivo de divulgar os conhecimentos científicos, os saberes e os fazeres dos povos indígenas e as comunidades tradicionais acerca da sociobiodiversidade do Sistema Biogeográfico do Cerrado: 

www.museucerrado.com.br

Sua atuação se dá na articulação entre memória, pesquisa, educação e ação política em prol do Cerrado vivo e em pé, afirmando o museu como processo e não como forma fixa. Ao reunir múltiplas vozes, temporalidades e modos de conhecer, o Museu do Cerrado contribui para a reconfiguração das narrativas sobre o bioma e para a construção de futuros possíveis baseados na preservação, conservação, restauração, cuidado e valorização da sociobiodiversidade do Cerrado.

Lançamento da a exposição virtual "Povo de Fundo e Fecho de Pasto: Um Modo de Vida Ancestral"

🌿 Museu do Cerrado celebra mais um ano de existência com o lançamento de uma nova exposição virtual

Para festejar o aniversário do Museu do Cerrado, convidamos você para o lançamento da exposição virtual “Povo de Fundo e Fecho de Pasto: Um Modo de Vida Ancestral”, que apresenta a história, os saberes, os modos de vida e a resistência das Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto, presentes no Norte e Oeste da Bahia.

Com mais de 300 anos de história, essas comunidades são guardiãs do Cerrado e da Caatinga, contribuindo diretamente para a conservação da água, do solo, da biodiversidade e da sociobiodiversidade. Seu modo de vida ancestral está ligado ao uso coletivo das terras, conhecidas como “fechos” ou “gerais”, destinadas à criação de gado, pequenos animais e ao extrativismo de plantas medicinais e alimentícias.

Apesar de sua importância histórica, cultural e ambiental, essas comunidades enfrentam ameaças constantes, como a grilagem de terras, a expansão de parques eólicos, a mineração e a falta de regularização fundiária de seus territórios tradicionais. Garantir seus direitos territoriais é também garantir justiça climática, equilíbrio ambiental e a preservação de modos de vida fundamentais para toda a sociedade.

📅 Data: 18 de junho
Horário: 19h — horário de Brasília
📍 Onde: Canal do YouTube do Museu do Cerrado

A live contará com a participação de:

Rosângela Corrêa — Diretora geral do Museu do Cerrado
Amanda Alves — Comunicadora socioambiental e assistente social
Izaurino Moreira Magalhães Filho — Fundo e Fechos de Pasto de Correntina e Bacia do Rio Corrente
Elziene Abreu — Fundo e Fecho de Pasto de Santa Maria da Vitória e Bacia do Rio Corrente

A exposição já está disponível no Museu do Cerrado:
https://artsandculture.google.com/story/pgXxo7_fcgl5Yw

Venha celebrar conosco mais um ano de memória, cultura e defesa do Cerrado! 🌱

Acompanhe a live de lançamento!