Utilização de lodo de esgoto associado a três espécies nativas do cerrado na recuperação de áreas degradadas

Autor(a):

Lázaro Silva de Oliveira

Resumo:

Várias técnicas têm sido utilizadas com o objetivo de recuperar solos degradados, e a maioria combina práticas mecânicascom a adição de matéria orgânica. Inúmeras fontes de matéria orgânica também têm sido utilizadas, como a do lodo de esgoto, que favorece a formação de agregados, facilitando a penetração das raízes e a vida microbiana; aumenta a resistência do solo à erosão; além de fornecer nutrientes para as plantas, propiciando maior rendimento de matéria verde e seca. O objetivo deste trabalho foi avaliar o desenvolvimento das mudas de três espécies do Cerrado em relação à altura, diâmetro e copa, em diferentes épocas de plantio, inicio e final do período chuvoso, utilizando o lodo de esgoto; e assimtestar sua viabilidade como adubo orgânico na recuperação de uma superfície degradada. O lodo, cedido pelaCompanhia Ambiental do Distrito Federal (CAESB), foi submetido à análise química de macro e micronutrientes, pH, sólidos voláteis, umidade, relação C/N e metais pesados. As mudas utilizadas no experimento foram das espécies Schinus terebinthifolius Raddi(aroeira),Anadenanthera colubrina (Vellozo) Brenan(angico) e Handroanthus impetiginosus (Mart. ex DC) (Mart. ex DC) Mattos(ipê roxo). As três espécies apresentam crescimento superior no período de início da chuva. Por sua vez, o ipê roxo apresentou o maior crescimento em diâmetro em porcentagem nos dois períodos. Em relação à altura em porcentagem para o IC a espécie mais bem sucedida foi o ipê roxo e para o FC o angico. Em relação ao crescimento em copa a espécie que apresentou o maior crescimento para o IC foi o angico e a espécie mais bem sucedida para o FC foi a aroeira. Todas as espécies responderam de forma positiva ao uso do lodo de esgoto.

Referência:

OLIVEIRA, Lázaro Silva de. Utilização de lodo de esgoto associado a três espécies nativas do cerrado na recuperação de áreas degradadas. 2015. xi, 49 f., il. Dissertação (Mestrado em Ciências Florestais)—Universidade de Brasília, Brasília, 2015.

Disponível em:

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