Webinar Restauração e Uso Sustentável do Cerrado: troca de experiências entre o Projeto Bem Diverso e o Instituto Federal de Brasília

Webinar Restauração e Uso Sustentável do Cerrado: troca de experiências entre o Projeto Bem Diverso e o Instituto Federal de Brasília

O Instituto Federal de Brasília em conjunto com o Projeto Bem Diverso (EMBRAPA/PNUD/GEF) convida agricultores, agricultoras, estudantes, extensionistas e pesquisadores e pesquisadoras para participar do Webinar Restauração e Uso Sustentável do Cerrado: troca de experiências entre o Projeto Bem Diverso e o Instituto Federal de Brasília.


*Data: 05 (9h às 12h) e 06 (14h às 17h) de outubro de 2021.*


O Webinar será realizado pela plataforma Zoom, com transmissão no Canal do YouTube do Projeto Bem Diverso.


Inscrições pelo link: https://undp.zoom.us/webinar/register/WN_2RUuIhC9Q-eH4lnBb59U9A?fbclid=IwAR3-s892E4xdurJ3UX-D7OsxZfkXg9ck5AUx9JZggznAJ4PFWaFnRUYVFLM

Após a inscrição você receberá por e-mail o link de acesso ao webinar.


Confira a programação: https://drive.google.com/file/d/1uK0IIun6KMF2P9q5pat1ndieu6hUSK6l/view?fbclid=IwAR1kim8iF_zB-T19j2YqFxYF2JakkjmF6-7t5_3m8TifhdGvMjDwMhiqhF0

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Campanha Salve uma Nascente

Campanha Salve uma Nascente!

O Museu do Cerrado apoia a CAMPANHA SALVE UMA NASCENTE!

 

Em sintonia com o Dia Nacional do Cerrado, comemorado no dia 11 de setembro, a Articulação da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Cerrado lança a Campanha de financiamento coletivo Salve uma Nascente, na plataforma Benfeitoria. A cada ano, 10 pequenos rios morrem no Cerrado, por isso o principal objetivo da iniciativa é recuperar cinco nascentes que correm risco de desaparecer, localizadas em comunidades camponesas acompanhadas pela CPT em cinco estados: Maranhão, Piauí, Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

 

A campanha irá trabalhar com cinco metas de arrecadação, que totalizam o valor de R$110 mil reais.  A arrecadação da primeira meta é Tudo ou Nada, uma dinâmica de financiamento coletivo em que o realizador só recebe as doações caso atinja a sua primeira meta. A primeira meta da Salve uma Nascente representa o valor mínimo para arcar com os custos na Benfeitoria – entre equipe, custos com produção e envio das recompensas, além do custo para salvar uma das nascentes. Mas a pretensão é salvar cinco. A Campanha oferece uma lista de recompensas a determinados valores de doação e funcionam como incentivo, mas é possível doar sem entrar na cota das recompensas.

 

Há mais de 10 anos a Comissão Pastoral da Terra trabalha com a recuperação de nascentes no Cerrado, sendo as primeiras experiências desenvolvidas nos estados de Goiás e Mato Grosso. Desde então, realiza processos de formação junto a várias comunidades e camponeses e camponesas cerratenses na luta em defesa das águas, da terra e das florestas. Nesse sentido, a Campanha Salve uma Nascente busca não só conservar essas fontes de água, mas ao mesmo tempo abrir caminho para a multiplicação dessa ideia para outros lugares e construir redes de proteção.

 

“Recuperar nascentes é essencial para a continuidade da vida, a água é um direito de todos. Os povos do campo e das cidades necessitam das nascentes para o abastecimento dos rios e riachos, e é esta água que chega às casas das famílias para os serviços essenciais. Se as nascentes secam, falta água para todos nós, por isso a Campanha Salve uma Nascente é urgente, ela é uma convocação para o cuidado com as águas. Proteger, recuperar e conservar as nascentes é uma luta coletiva, que precisa de cada um de nós, portanto contamos com o apoio de todos e todas para multiplicar essa iniciativa”, enfatiza Leila Cristina, coordenadora da Campanha e da Articulação das CPT’s do Cerrado.

 

A Campanha conta com o apoio de organizações parceiras como a Campanha Nacional em Defesa do Cerrado, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra (MST), o Núcleo de Pesquisa em Agroecologia e Educação do Campo da Universidade Estadual de Goiás (Gwatá), o Museu do Cerrado, o Movimento Interestadual de Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), o Coletivo Pinga Pinga de Ilustração, entre outros.

 

Riqueza ameaçada

 

O Cerrado e suas áreas de transição, as quais abrangem cerca de 36% do território nacional, é a mais importante área de recarga hídrica do Brasil. Se conservada, a água que brota dos lençóis subterrâneos pode garantir qualidade e quantidade suficiente para atender as necessidades da rica biodiversidade brasileira, do campo e também da cidade. Conhecido como a berço das águas, o Cerrado abriga nascentes de oito das 12 bacias hidrográficas brasileiras, indispensáveis para o consumo e geração de energia no país, e de alguns dos principais rios que percorrem nosso território brasileiro e o continente sul-americano: Rio Araguaia, Rio Tocantins, Rio São Francisco, Rio Paraguai, Rio Parnaíba, Rio Gurupi, Rio Jequitinhonha, Rio Paraná.

 

Para além disso, o Cerrado também a savana mais biodiversa do mundo e abriga uma diversidade enorme de povos e comunidades tradicionais, que habitam a região há mais de 12 mil anos. São mais de 80 etnias indígenas – entre Xavantes, Kraô-Kanela, Tapuias, Guarani Kaiowá, Terena, Xakriabás, Apinajé -, pescadores, ribeirinhos, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, fundo e fecho de pasto, retireiros do Araguaia, vazanteiros, agricultores familiares, geraizeiros, sertanejos, barranqueiros, acampados, assentados e muitos outros. Porém, na contramão de toda essa riqueza e diversidade, o planejamento político brasileiro enxerga o Cerrado como região de expansão da fronteira agrícola.

 

Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) apontam que, em 2020, o desmatamento no Cerrado brasileiro totalizou 7,3 mil km², sendo a maior destruição na região do Matopiba. Ainda de acordo com o Instituto, o Cerrado registrou de 1º de janeiro até 31 de agosto deste ano, o maior número de focos de incêndio no período desde 2012: foram 31.566 registros de fogo. A atual falta de chuva, cenário parecido com o ano comparado, está diretamente relacionada com a exploração do Cerrado nos últimos anos e influencia a seca do Pantanal, do Rio São Francisco e até do Rio Paraná

Toda essa devastação, queimadas, desmatamento e avanço das monoculturas tem provocado efeitos ao clima e ao bem viver dos povos do campo e da cidade. As nascentes estão secando, os rios estão assoreados, por isso se torna necessário colocar ações de conservação em prática e adotar medidas urgentes. Neste dia simbólico de celebração ao Cerrado, ajude a recuperar cinco nascentes e a espalhar essa ideia! A live que irá promover o lançamento oficial da Campanha Salve uma Nascente e celebrar a riqueza e diversidade de tantos povos cerratenses será transmitida pelos canais da CPT Nacional e Campanha Nacional em Defesa do Cerrado no Facebook e Youtube.

Conheça as Nascentes que serão salvas


Piauí
Nascente no Território Vão do Vico, Município de Santa Filomena. A comunidade indígena Gamela conta com 17 famílias e vem sofrendo com a ação de grileiros e com o avanço da soja.  A mata de cobertura de proteção das nascentes foi destruída e as chuvas carregaram muita areia, soterrando muitas delas.

 

Maranhão

Uma das nascentes do Rio Itapecuru, um curso d’água com 1.450 quilômetros de extensão e largura de 50 a 120 metros, que banha o Estado do Maranhão. As primeiras águas brotam no “Vão do Pinto”, no município de São Raimundo das Mangabeiras. A bacia do Itapecuru abastece 60% da população da capital São Luís, além de outras cidades no Estado.

 

Goiás

A nascente do Rio Caldas abastece todo o distrito do Cruzeiro do Bom Jardim, localizado no município de Silvânia. Ali vivem 40 famílias que sobrevivem da agricultura familiar. A comunidade enfrenta o problema do desmatamento e da diminuição das águas com o avanço da monocultura da soja e a pulverização de agrotóxicos.

 

Mato Grosso

A nascente a ser recuperada está na comunidade Poço Azul, no município de Poxoréu. A comunidade do local é composta por 16 famílias tradicionais. A nascente está secando devido à falta de vegetação nativa, o que coloca em risco a subsistência da comunidade, já precisam da água para o plantio de hortas, quintais produtivos e pequenas roças.

 

Mato Grosso do Sul

A nascente a ser recuperada está no município de Sidrolândia, dentro de uma área de reserva legal. As famílias que vivem nesse assentamento precisam da recuperação da nascente, que secou por conta da ação do gado que pisoteou as margens. Para recuperá-la, serão necessários novos arames e palanques, a fim de proteger o acesso, além de mudas de vegetação nativa do Cerrado.

 

Precisamos bater a meta de R$ 30.000 até 30/10/2021 – 23:59, então, enntre no nosso site para escolher o valor que poderá colaborar: www.benfeitoria.com/salveumanascente

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Live – TERRITORIALIZAR O CERRADO: como a Geografia pode contribuir

Live - TERRITORIALIZAR O CERRADO: como a Geografia pode contribuir

O Programa de Pós-Graduação em Geografia (PPGG) da UFT Porto Nacional convida para o debate:

*TERRITORIALIZAR O CERRADO: como a Geografia pode contribuir*

 

Debatedores:

*Prof. Dr. Altair Sales* – IAP-Unisinos

*Prof. Dr. Eguimar Chaveiro* – IESA-UFG

*Prof. Dr. Júlio César Borges* – PPGeo-UEG

 

Mediação:

*PPGG-UFT*

21/Set/2021

10:00 horas

Canal da UFT no YouTube

Programação Cerrado vivo

Programação Cerrado vivo

#DiaNacionaldoCerrado

Com o objetivo de promover um espaço de conversa e disseminação de conhecimentos relacionados à importância do Cerrado para a conservação da vida na Terra, preparamos uma série de atividades que celebram as riquezas naturais e culturais desse bioma.

O Cerrado é o segundo maior bioma do Brasil (e da América do Sul) e conta com uma enorme biodiversidade, abrigando cerca de 30% das espécies de animais e plantas brasileiras, segundo estimativas. Além disso, é conhecido como berço das águas, devido ao papel fundamental que tem para o abastecimento das principais bacias hidrográficas brasileiras. Ao mesmo tempo, é uma região extremamente ameaçada, devido ao desmatamento, ao avanço da agropecuária e às queimadas. A esses problemas, somam-se os riscos relacionados às mudanças climáticas.

Confira a agenda e participe!

PROGRAMAÇÃO

Oficina Horta do Amanhã: Cerrado – Patrimônio Natural
Local: Museu do Amanhã
18/09, 15h

Utilizando plantas nativas do Cerrado, pretendemos propagar o interesse e conhecimento sobre sua relevância, através da demonstração de técnicas relacionadas aos processos e etapas de plantio, desde a coleta de sementes, adubação e preparação do solo até a transferência de mudas para recipientes permanentes. Inscreva-se gratuitamente e participe!

 

Cerrado Vivo – Oficina de ilustração científica
Local: Sala Virtual
25/09, 17h


Para conhecer e valorizar a fauna e a flora da região, vamos promover um encontro que associa arte e ciência em uma Oficina de Ilustração Científica, com foco em plantas e animais do Cerrado. Dois ilustradores conduzem o processo: Marcos Ferraz, que criou e coordena o Núcleo de Ilustração Científica do Instituto de Ciências Biológicas da UnB, e Pedro Vogeley, que foi aluno de Marcos e hoje expõe seu trabalho em espaços como o Museu do Cerrado, além de atuar com a capacitação de guias de turismo em observação de aves, na região da Chapada dos Veadeiros. A aula vai contemplar princípios da ilustração científica e informações sobre a biodiversidade do Cerrado, além de ter uma parte prática, com dicas de desenho. Inscreva-se gratuitamente e participe!

 

Exibição do documentárioCerrado: Da água à vida”
Local:
YouTube do Museu do Amanhã
30/09, 17h

O cerrado é o tema deste documentário que traz os conhecimentos mais atuais sobre as potencialidades e os desafios desse bioma tão especial para o país. Participam do documentário: Carlos Joly, Mercedes Bustamante, Jean Ometto, Bela Gil, Fabio Scarano e outros grandes nomes. Não perca!

 

Live Exposição: Por que que o sapo não lava o pé?

Live Exposição: Por que que o sapo não lava o pé?

O Museu do Cerrado realizará uma Live na próxima segunda-feira (20/09) às 15h sobre a exposição “Por que que o sapo não lava o pé?” em seu canal do YouTube.

 

A ação faz parte da 15ª Primavera dos Museus, ação anual coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que este ano tem como tema “Museus: perdas e recomeços”.

 

Esperamos você na nossa live no link: https://youtu.be/1XpLnB6YZ-I

Live Cerrado: o que comemorar?

Live “Cerrado: O que comemorar?”

A Frente Parlamentar Ambientalista convida todos a participarem, nesta quinta-feira (16/09) às 19h da Live “Cerrado: O que comemorar?”, na qual haverá apresentações e debates sobre a atual situação do bioma, suas transformações ao longo dos anos, além das ameaças que pairam sobre ele.

 

Os números apontam para a importância do monitoramento do Cerrado realizado pelo INPE, além das ameaças ao bioma e suas implicações para a crise hídrica, conservação da biodiversidade e mitigação das mudanças do clima. Atualmente, a continuidade desse monitoramento para o bioma está ameaçado por falta de recursos e previsão orçamentária, devendo ser paralisado em dezembro de 2021.

 

Transmissão Ao Vivo

Data: 16/09 Quinta-Feira

Horário: às 19h

 

Nas Redes Sociais da Frente Parlamentar Ambientalista

YouTube:

https://youtu.be/PKl3LffRAfU

Facebook:

https://www.facebook.com/frenteparlamentarambiental…/live/

 

Foram Convidados:

 

JULIA BRASIL

Pesquisadora do IPAM e Coordenadora Científica do MapBioma

 

LUIS MAURANO

Tecnologista Sênior, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

 

ISABEL FIGUEIREDO

Coordenadora do Programa Cerrado e Caatinga, Instituto Sociedade População e Natureza (ISPN)

 

YURI SALMONA

Diretor Executivo, Instituto Cerrados (IC)

 

MARTIN MAYR

Coordenador Geral, Agência 10envolvimento

 

MARCELO ELVIRA

Assessor de Políticas Públicas, WWF-Brasil

 

Sua Participação é Fundamental!

Live Exposição: Colheita Dourada – A arranca capim do gerais do Jalapão (TO)

Live Exposição: Colheita Dourada - A arranca capim do gerais do Jalapão (TO)

O Museu do Cerrado realizará uma Live na próxima segunda-feira (20/09) às 10h sobre a exposição “Colheita Dourada – A arranca capim do gerais do Jalapão (TO)” em seu canal do YouTube.


A ação faz parte da 15ª Primavera dos Museus, ação anual coordenada pelo Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), que este ano tem como tema “Museus: perdas e recomeços”.


Esperamos você na nossa live no link: https://youtu.be/9_veqM3aR6Y

Água não é Contrato

Água não é Contrato

O clipe Clipe “Água Não É Contrato” surge de uma matéria de mestrado e se torna uma campanha de conscientização sobre os múltiplos usos da água, por meio de uma produção independente. Lançado no dia 11 de setembro de 2021, Dia Nacional do Cerrado, o videoclipe, “Água Não É Contrato”, promete abalar a comunidade ambiental e cultural com seu protesto em defesa das águas brasileiras.

Ficha Técnica

Argumento

Turma de Educação Ambiental do Mestrado ProfÁgua (UnB)

 

Roteiro

Aline Mendes

Lílian da Silveira

Luís Müller

Rodrigo Werneck

 

Idealizador

Prof. Dr. Philippe Layrargues

 

Diretor de Fotografia

Isaac Nunes

Vladmir Luz

Luís Müller

 

Diretor de Arte

Alex Oliveira

 

Piloto de Drone

Guerrieri Romero

 

Cinegrafista

Isaac Nunes

Vladimir Luz

 

Assistente de Direção

Lílian da Silveira

 

Coordenador de Produção

Rodrigo Werneck

 

Montagem e Edição

Aline Mendes

Rodrigo Werneck

 

Finalização e Color Grading

Isaac Nunes

 

Assistente de Produção

Lílian da Silveira

 

Figurino

Alex Oliveira

Agbelas

 

Trancista

EricAfro Tranças

 

Gaffer

Rodrigo Werneck

Vladmir Luz

 

Coordenação de Comunicação

Davi Mello (Pareia Comunicação)

 

Assessoria de Imprensa

Camila Muguruza (La Pauta Comunicação)

 

Composição

Mc Bru

MC Dudu Mano

MC Marciana

MC Caliandra

Martinha do Coco

 

Produtor Musical

Onli Abreu

 

Arranjador e Beatmaker

Onli Abreu

 

Elenco

Lygia Rondelli (Mãe)

Ana Beatriz (filha)

Giovana Paglia (Oxum)

Natália Sol (Iemanjá)

Aline Mendes (Iansã)

Martinha do Coco (Nanã)

Nika Rosa (empresário / dançarino)

MC Dudu Mano (apresentador / reporter)

MC Bru (diarista)

MC Marciana (socorrista)

 

Acervo

Banco de Imagens Pexels.com

 

Catering

Santuária Café Bar

 

Dançarino

Nika Rosa

 

Balé na Água

Clã das Águas

Teclado, Contrabaixo e Back Vocal

Onli Abreu

 

Alfaia

Heitor Araújo

 

Participação Especial

Martinha do Coco

 

Agradecimentos Especiais

Adaiane Pereira de Souza

Adilson Amaral Werneck

Álvaro de Moura Goulart

André Brunckhorst

Anna Luiza Valente Pinho

Antônio Augusto Borges

Ayla Meireles Andrade

Celso Sanchez Pereira

Claudia Ferreira Lima

Dércio Alves Pereira

Dyego Randson Guerra

Gerti Egler

Guilherme Oliveira Werneck

Janaína Soares e Silva Araújo

Joseilde Oliveira Silva Werneck

Laila de Queiroz Barbosa

Luciana Toledo Lopes

Lygia Vicente Rondelli

Madalena Schleier

Marcelo Duarte da Fonseca

Maria Antônia Z. A. Nobre

Maria do Rosário R. Álves

Michael Leonardo de Aguiar

Morena Rondelli

Patrícia Vaz Areal

Philippe Pomier Layrargues

Renata de Vasconcelos Barreto

Ricardo Tezini Minoti

Simone Jung Matos

Tassiana Cristina Casagrande

Wantuil Linhares Werneck Jr

 

Semana do Cerrado – Projeto DGM/FIP/Brasil

Semana do Cerrado - Projeto DGM/FIP/Brasil

Desde 2016, o DGM Brasil/CAA faz parte do Programa DGM Global que é um fundo de apoio aos povos indígenas, comunidades quilombolas e comunidades tradicionais do Cerrado brasileiro. Este fundo, que terá a duração de cinco anos, apoiará projetos que evitem o desmatamento e a degradação do Cerrado, promovendo a proteção e conservação dos recursos naturais (especialmente florestais) e a inclusão social. Através destes projetos, serão promovidas também ações de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. 

 

Para saber mais sobre as nossas ações, acesse o nosso site: dgmbrasil.org.br

Lucey Pio

“O cerrado representa a nossa força e a nossa farmácia viva”. A fala de Lucely Moraes Pio, quilombola da Comunidade do Cedro, localizada em Mineiros, Goiás, traz consigo um legado dos povos tradicionais. A cura através das plantas medicinais foi um saber que chegou até ela passado de mãe para filha. De acordo com ela, a preservação do cerrado reflete diretamente na partilha dos modos de vida do seu povo com as novas gerações, é o caminho para manter viva a tradição do seu povo.

 

Hoje, nós te convidamos a ouvir o relato de Lucey Pio sobre a importância em manter o cerrado em pé. Apoie essa luta!

Maria do Socorro

Maria do Socorro vive na região do Bico do Papagaio, no Tocantins. Ali, ela e várias mulheres da comunidade se dedicam a extração do coco-babaçu para a geração de renda local. Ela se sente privilegiada por viver nessa região do cerrado, onde é possível ter acesso à àgua e alimentação de qualidade. Por isso, de acordo com ela, é necessário reconhecer esse bioma como fonte de vida, ele é a caixa de água de água do país.

 

Hoje, nós te convidamos a ouvir o relato de Maria do Socorro Teixeira sobre a importância da preservação do cerrado. Apoie essa luta!

Wagner Krahô Kanela

Para o povo Krahô-Kanela, o território tradicional é sinônimo de vida. No Tocantins, na Terra Indígena Mata Alagada, Wagner Krahô Kanela integrou o subprojeto Irom Cati, ação dedicada à vigilância e preservação territorial indígena que conseguiu impedir a exploração ilegal de madeira, caça e pesca na região. De acordo com ele, a preservação do cerrado é fundamental para a sobrevivência do seu povo e para o abastecimento de água não só do território indígena, mas das grandes cidades.

 

Hoje, nós te convidamos a ouvir o relato de Wagner Krahô-Kanela sobre a importância da preservação do cerrado. Apoie essa luta!

A incrível aventura de Zé Lobeira e Paco Macaúba no reino das Águas Emendadas

A incrível aventura de Zé Lobeira e Paco Macaúba no reino das Águas Emendadas

Sinopse

José Lobeira e Paco Macaúba são dois amigos que vivem em uma linda área rural próxima da Estação Ecológica de Águas Emendadas, em Planaltina/DF. Mas eles não são pessoas comuns: José é um fruto da lobeira e Paco, um fruto da macaúba, duas espécies vegetais muito comuns no Cerrado.

 

Um dia os amigos decidem saber pra onde vão as águas que nascem na Vereda Grande, as Águas Emendadas. Eles embarcam literalmente em uma aventura pelas águas do território brasileiro. Paco vai para o sul e Zé Lobeira vai para o norte. Como essa história termina só saberemos no dia 11 de setembro, Dia do Cerrado. O vídeo é uma produção da GAE – Guardiães de Águas Emendadas e será exibido em primeira mão para os alunos e pais da escola pública CEF 04 de Brasília. Mas fiquem tranquilos, o vídeo estará disponível para todos no canal do Youtube da GAE a partir do dia 11/09.

 

Ficha Técnica:

Direção de câmera, direção de arte e cenografia: Luiza Miranda Neves

Narração e coordenação pedagógica: Profa. Adriana Miranda

Roteiro e vozes Zé Lobeira e mãe: José de Campos

Roteiro e voz Paco Macaúba: Marcelo Benini

Apoio de produção: Dulce Leonardo e Cláudia Benini