Alecrim do Cerrado

N.C. Lippia lupulina / Fam. Verbenaceae

Nome Popular:

ALECRIM DO CERRADO;

Especificações:

Registros que estão latentes no campo áurico. Mágoas, ressentimentos, vulnerabilidade.

Coloração-Arbusto de campo cerrado, flores lilás, amarelo e violeta.
Chackra do Coração e 8° chackra que traz o acesso aos Reinos invisíveis.
Corpo Plano Astral. Acesso ao Corpo Emocional / Nível Mental Superior. Linha da Kundalini. (2000)

COMPASSIVIDADE PARA O SER.

 

Indicado para indivíduos amargurados, que carregam em si sentimentos de revolta, geralmente culpando os outros por seus infortúnios. Indicado para amargura, pessoas que carregam em si sentimentos de revolta, geralmente culpando os outros por seus infortúnios. Vulneráveis, melancólicas e ressentidas, geralmente sofreram perdas afetivas ou passaram por dores no início e/ou no decorrer da vida, tornando-se solitárias e desprotegidas, têm muitos machucados ou feridas abertas no campo áurico em diferentes faixas vibracionais.
O processo de liberação se dá através do chackra cardíaco, que se expande liberando os registros que se encontram em diferentes frequências da consciência que reflete no campo áurico. Este floral refaz a proteção da tela atômica, em níveis superiores, promove liberação e cura de forma compassiva para o encontro da alma, superando sua fragmentação, além de estimular a cura do corpo astral para ancorar o corpo de luz.
Propicia o contato com a “mãe cósmica” ou “grande mãe”, com sua energia amorosa um manto de proteção lilás permeia o ser, promovendo a ampliação do cardíaco e limpeza áurica. Favorece a cura, compaixão, perdão, paz interior e autoestima. Pode-se sentir proteção, benção, tranquilidade, doçura, serenidade, discernimento, ligação com níveis mais sutis da consciência, sabedoria amorosa, luminosidade.
Aumenta a confiança na vida e estimula a cura das doenças do coração.
Em um primeiro momento, ao tomar o Alecrim do Cerrado, pode ocorrer choro profundo. O choro é breve e produtivo, a pessoa se sente aliviada e tranquila, muitas vezes nem se sabe por que chorou. Há uma liberação de conteúdos emocionais, limpeza dos registros do campo áurico que não são mais necessários.
A pessoa se liberta sem se sentir fragilizada após o choro profundo.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Alcaçuz

N.C. Periandra mediterrânea / Fam. Fabaceae

Nome Popular:

ALCAÇUZ;

Especificações:

Integrador, alegria e vitalidade. Criança interior.

Coloração – arbusto com floração amarelo-dourada.

Cristais – quartzo branco e citrino amarelo.

Chackras – Hara, Timo e Ponto transpessoal.

Propósito da vida, imunidade, ligação com a terra e o universo.

Linha da Hara. Produzida em junho de 2001.

LIBERAÇÃO DE CHOQUES E ABUSOS.


Indicado para pessoas que sofreram traumas e/ou abusos, físico ou verbal, podendo apresentar “retração” do corpo etéreo, com consequente “endurecimento” no corpo físico que pode se tornar desajeitado e sem expressividade.
Essas pessoas ficam defensivas e criam resistências em relação a assuntos sexuais e a liberdade da expressão. Apresentam medos, dificuldade de comunicação, tendências autodestrutivas, sujeitas a acidentes.
Indicado para choques que bloqueiam a livre expressão, dores de garganta, choques no corpo energético. Indicado para repressão e contração do corpo em momentos de crises e de conflitos, dores no corpo, crises de descontrole corporal, ou quando a pessoa sente como se um trator tivesse passado por cima dela.
Recomendado em casos de Bruxismo, pois libera a tensão do maxilar. Pode ser usado com os florais de
Violas Violetas e Quaresminha.
Este floral trabalha os traumas energéticos, desobstruindo o canal energético. Expande e transmuta a energia que se encontra estagnada e/ou em estado choque. Com isso, propicia uma restauração do fluxo do campo energético, proporcionando que a sexualidade e a expressão fluam livremente.
Visa libertar e curar os registros traumáticos que ficaram retidos no corpo físico e principalmente no corpo sutil. A energia floral visa trazer mais liberdade e flexibilidade, ajudando a expandir o corpo etéreo e suavizar o físico.

Fonte:

GONÇALVES, C. Florais do Cerrado: Chapada dos Veadeiros.

Expedição Centenário da Pedra Fundamental 1922-2022

Expedição Centenário da Pedra Fundamental 1922-2022

No dia 21 de abril, a partir das 8h30, ocorrerá uma expedição em comemoração homenagem ao Centenário da Pedra Fundamental 1922-2022.

 

A Pedra Fundamental fica no morro do Centenário em Planaltina-DF, onde foi construído o primeiro marco no Quadrilátero Cruls para identificar o local da nova capital do país.   

Para comemorar o centenário da Independência, em 7 de setembro de 1922, ao meio-dia, o presidente dos Estados Unidos do Brasil, Epitácio Pessoa, fez assentar a Pedra Fundamental da futura Capital do País.

Confira a programação da expedição abaixo!

 

PROGRAMAÇÃO:

8h30 – Saída do Posto Flamingo – BR 20;

9h30 – Parada no Restaurante Koch Natura – BR 20 (antes da entrada de Formosa);

10h30 – Visita ao Marco Nordeste da Comissão Exploradora do Planalto Central do Brasil;

12h – Almoço no Restaurante Panela de Ferro, Av. Tancredo Neves em Formosa/GO (próximo a rodoviária);

15h – Pausa para foto histórica na Praça do Museu em Planaltina/DF;

-Visita a Escultura de Luiz Cruls na Praça da Igrejinha São Sebastião em Planaltina/DF;

16h30 – Solenidade no Morro do Centenário (Pedra Fundamental) em Planaltina/DF.

O PROGRAMA JUSTIÇA QUE BROTA DA TERRA CHEGOU!

O PROGRAMA JUSTIÇA QUE BROTA DA TERRA CHEGOU!

No primeiro episódio do Podcast, o programa Justiça que Brota da Terra traz os depoimentos de Erileide Domingues, do povo Guarani e Kaiowá, em Mato Grosso do Sul, Renato Krahô, da Lagoa da Confusão, no Tocantins, e de Mercês Alves, indígena do Povo Akroá-Gamella e agente da Comissão Pastoral da Terra (CPT) no Piauí.

 

Os relatos apresentam denúncias contra Estados e empresas pela contaminação por agrotóxicos de comunidades e seus territórios e pelo desmonte de políticas de segurança alimentar, da comercialização da produção camponesa e dos produtos da sociobiodiversidade. As denúncias foram feitas no dia 15/03/22, durante a Audiência sobre Soberania Alimentar e Sociobiodiversidade do Tribunal Permanente dos Povos (TPP) em Defesa dos Territórios do Cerrado.

 

 Ouça abaixo:

 No #Spotifyhttps://spoti.fi/36pX0cA 

No #Youtubehttps://youtu.be/wvp4R4z_KjM


O programa é uma iniciativa da Campanha Nacional em Defesa do Cerrado em parceria com a Comissão Pastoral da Terra
. Ouça e compartilhe! Vamos juntas e juntos fazer acontecer a Justiça que brota da Terra!

Lançamento do Auto do Boi D’Água

Lançamento do Auto do Boi D’Água

O AUTO DO BOI D’ÁGUA surgiu no distrito de Olhos d’Água – GO no ano de 2000, materializando a vontade da comunidade de poder expressar sua cultura, sua tradição, sua alegria, seus sentimentos. Com cores, sons, gestos e um grande exercício de improviso, o BOI atraiu jovens e adultos, velhos e crianças, independentemente de credo, cor, traço cultural ou bagagem intelectual. O BOI D’ÁGUA apresenta suas cordiais saudações e pede passagem para se apresentar com uma nova roupagem, novos elementos e novas esperanças. Dança, meu boi, que o povo o quer vê-lo brincando de novo.

 

FICHA TÉCNICA

Walter Cedro: Proponente, diretor, ator – brincante

Emerval Crespi: Ator, figurinista, aderecista – brincante

Lela Dias: Atriz – brincante

Rosimar Cedro: Músico – brincante

Wagner Nascimento: Músico – brincante

João Batista: Músico – brincante

Nara Oliveira: Designer

CINESE Audiovisual: Vídeo, som e imagens

Textos:

Arauto – “Anunciação”, de Álvaro Faleiros

Andrezina Benzedeira – “Maria Jatobá”, de Helena Oliveira

Canções: Bumba meu Boi d’Água e Mamulengo Sem Fronteiras

 

Estreia dia 06/04/2022 quarta-feira às 20hs

Canal – https://www.youtube.com/channel/UC1WT_uoLjR5OJezrThUM4zw

Fósseis brasileiros ajudam a entender como viviam os dinossauros

Fósseis brasileiros ajudam a entender como viviam os dinossauros

Ovos de dinossauros foram encontrados em Uberaba

Um sítio paleontológico localizado na cidade mineira de Uberaba tem ganhado espaço na comunidade acadêmica, ajudando estudiosos a ampliarem os conhecimentos sobre como viviam os dinossauros e sobre como eram os ambientes onde viviam estes que foram os maiores seres vivos terrestres de nosso planeta. As pesquisas feitas neste e em outros sítios do tipo têm frequentado páginas de importantes publicações científicas, colocando o Brasil no radar de países com produções acadêmicas relevantes sobre o tema.

 

Recentemente, a revista internacional Scientific Reports, do Grupo Nature, publicou um artigo sobre fósseis de ovos de dinossauros encontrados em Uberaba entre os anos 90 e o início dos anos 2000, em uma área de mineração de calcário na área de Ponte Alta. O estudo comprovou que este foi o primeiro sítio de identificação de dinossauros encontrado no Brasil.

 

“Esses ovos fossilizados chegaram em nosso acervo em 2018, quando nosso técnico de escavação e preparação de fósseis, João Ismael, terminou de preparar o material e o colocou à nossa disposição”, explica o professor do Instituto de Ciências Exatas, Naturais e Educação da Universidade Federal do Triângulo Mineiro (UFTM) Thiago Marinho.

 

Posteriormente, ao comparar o achado com fósseis descobertos em outras partes do mundo, em especial na Argentina, descobriu-se que se tratava de ovos de titanossauros – dinossauros herbívoros, quadrúpedes, com pescoço e calda longos e cabeça pequena. “São aqueles pescoçudos que vemos no filme Parque dos Dinossauros”, resume o professor e coautor do estudo.

 

Os ovos de titanossauros citados na revista (cerca de 20, incluindo um conjunto de 10 ovos que estavam em um ninho) ajudaram a ampliar os conhecimentos sobre a vida desses animais que viveram há cerca de 70 milhões de anos na região. “São os maiores animais que já caminharam na terra. Seu tamanho podia variar de 10 a 26 metros de comprimento”, descreve Marinho.

 

O pesquisador acrescenta que os estudos mostraram o ovo era tido como “elemento da vida” para esses dinossauros. “Em vez de estudarmos esse material como uma coisa isolada do animal, estudamos o ovo como um elemento da vida do dinossauro. Ou seja, seu primeiro estágio de desenvolvimento. Por meio da metodologia utilizada, agregamos informações para entender mais sobre os hábitos de vida desses animais e sobre a evolução do grupo”, disse.

 

Marinho ressalta que a descoberta, considerada a maior do tipo já ocorrida no Brasil, reforçou o papel relevante que a paleontologia brasileira vem ganhando na comunidade acadêmica. “Os estudos sobre os ovos encontrados nessa região trazem cada vez mais elementos relevantes para compreensão da diversidade biológica do passado e também dos ambientes”, disse.

 

O primeiro fóssil descoberto em Uberada foi de um ovo de dinossauro, na década de 40 – o primeiro descoberto na América do Sul. O estudo foi publicado na década de 50. O paleontólogo Agustín Martinelli destaca que toda a região do Triângulo Mineiro é chave para estudar as faunas do final de Era Mesozoica e, particularmente o município de Uberaba, continua trazendo à luz descobertas com impacto mundial.

 

Como os fósseis de Uberaba estão muito bem preservados e estão em grande quantidade, muitos pesquisadores estrangeiros têm visitado o acervo para comparar dados. Marinho diz que não só pesquisadores, mas o público em geral tem se interessado cada vez mais pelo material. O pesquisador lembra que a paleontologia é uma “ferramenta única para fomentar ciência, educação e turismo e beneficiar a população toda”. “Estes achados continuarão e seguirão mantendo a região como ícone na paleontologia brasileira”, acrescentou.

 

O país contém outros sítios paleontológicos, além do de Uberaba. Um de destaque é o localizado no Rio Grande do Sul, que é considerado “o berço de todos dinossauros do mundo, onde se encontram os dinossauros mais antigos do planeta”, segundo Marinho. Há também sítios como a da Chapada do Araripe, no Nordeste, onde são encontrados fósseis de dinossauros e muito bem preservados.

 

Divulgação / Departamento de Ciências Biológicas da UFTM.

50 anos do Parque Nacional da Serra da Canastra

50 anos do Parque Nacional da Serra da Canastra

Em 03 de Abril de 1972, foi decretada a criação do Parque Nacional da Serra da Canastra. São 50 anos de proteção de umas das áreas mais bem preservadas de todo Cerrado.
A importância do PN da Serra da Canastra para para o lobo-guará é incontestável. Essa é uma das regiões mais adequadas à ocorrência do lobo-guará em toda área da distribuição da espécie.

As áreas protegidas pelo parque nacional servem de refúgio, de berço, de coração para as populações do sudoeste mineiro e nordeste paulista. Foi justamente. Os animais que nascem no parque, colonizam a região, que por sua vez produz lobos para o sudeste do Brasil.
Foi no PN da Serra da Canastra que os estudos sobre a espécie foram iniciados na natureza (no fim da década de 1970) e 30 anos depois as pesquisas se intensificaram e atualmente grande parte do que a ciência sabe sobre sua ecologia, comportamento, saúde, reprodução, genética, etc, saiu dos lobos do parque nacional e imediações. Nessas terras, levantou-se a maior população de lobos por área, a maior densidade da espécie em todo mundo.


Viva a Serra da Canastra! Viva a biodiversidade brasileira! Viva o Cerrado!

Abertas as inscrições para o 1º Congresso Brasileiro de Trilhas

Abertas as inscrições para o 1º Congresso Brasileiro de Trilhas

Agora é para valer!

 

Estão abertas as inscrições para o 1° Congresso Brasileiro de Trilhas, em Goiânia-GO, de 25 a 29 de maio.

O evento perfeito e redondinho para trocar ideias e experiências sobre Ecoturismo e Turismo de Aventura e se conectar com todas as novidades no Brasil e no mundo!

Serão palestras, mesas redondas e oficinas experimentais ministradas por um timaço de profissionais do Ecoturismo e do Meio Ambiente.

O evento gratuito é uma realização da Goiás Turismo e da Rede Brasileira de Trilhas.

Impossível ficar de fora. Conecte-se ao 1° CBT!

 

Faça já a sua inscrição pelo link:

http://bit.ly/1-congresso-trilhas

A importância da Fauna para o Cerrado – Campanha “Vamos plantar Cerrado?”

A importância da Fauna para o Cerrado - Campanha “Vamos plantar Cerrado?”

Você já sabia da importância da fauna do Cerrado para a manter a flora viva e expandi-la?

 

Diversas espécies são responsáveis pela dispersão das sementes no Cerrado. Em alguns casos somente os animais conseguem quebrar a dormência das sementes e dispersá-las.

 

Um dos animais dispersores do Cerrado é a Anta, o maior mamífero terrestre da América do Sul, responsável por quebrar a dura casca das sementes do Pequi e fazer a dispersão dessa árvore tão conhecida e representativa no Cerrado.

 

A fauna e a flora do Cerrado estão diretamente interligadas e são interdependentes e é preciso levar isso em conta nos processos de restauração.

 

Conheça mais sobre a Fauna do Cerrado: https://museucerrado.com.br/sistemas-biogeograficos/fauna/

Mostra Dandô Cerrado

Mostra Dandô Cerrado

Neste sábado, estreia a primeira edição do Dandô Cerrado em Casa reunindo cinco artistas do coletivo de Pirenópolis e Goiânia. Isabella Rovo, Sabah Moraes, Cabocla, Victor Batista e Ney Couteiro abrem juntos a temporada dia 2 de abril, e em seguida apresentam pocket shows individuais às sextas e sábados deste mês, sempre às 19 horas no canal de youtube do Dandô Nacional em modo estreia possibilitando a interação com o público através de chat ao vivo. E fechando a programação, os cinco artistas reúnem-se novamente com um show coletivo no dia 23 e um especial infantil dia 24, na programação Dandozin, para conquistar e reunir a família toda. 

Este projeto conta com apoio do edital de dinamização de espaços culturais do Fundo de Arte e Cultura de Goiás. 

 

Realização – Produção Encantada

Direção Executiva – Victor Batista

Direção Geral – Isabella Rovo

Direção Artística – Ney Couteiro

Edição de Video e Fotografia – Ney Couteiro

Câmeras – Clara Couteiro, Gabriel Cabeça e Ney Couteiro

Captação de audio – Ney Couteiro

Figurinos – Cabocla, Isabella Rovo e Victor Batista

Apoio: Coepi, Caburé Produções, Concertoria, Centro Cultural Dércio Marques- Hospe Dandô, Tadeu Gonçalves e Keila Tavares.

 

Gravado na Coepi – Pirenópolis/GO