Serra do Ramalho

Serra do Ramalho é um município brasileiro do estado da Bahia, situado no Oeste do estado, no Vale do São Francisco.

Geografia

Sua população de acordo o Censo do IBGE em 2010 era de 31.638 habitantes. Localiza-se entre o Rio São Francisco e a serra de mesmo nome do município. Situa-se a 845 km da capital Salvador e a 328 km de Barreiras que é a principal cidade da região oeste da Bahia.

O município participa das unidades geomorfológicas da Depressão do São Francisco, Patamares do Chapadão e Várzeas e Terraços Aluviais. A vegetação consiste em Floresta Estacional Decidual e Floresta Estacional Semidecidual.

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Serra do Ramalho
foto: Divulgação

Existem vestígios da presença indígena, embora não haja registros sobre os grupos indígenas que habitavam o local. Acredita-se que seriam do tronco linguístico macro-jê.

A área do município pertencia anteriormente ao município de Bom Jesus da Lapa. Era habitada sobretudo pelas populações ribeirinhas, em sua maioria remanescentes de quilombos.

Até os anos 1970, região consistia em mata complexa e virgem, classificada como Mata Caatingada, Cerrado e Vegetação Hidrófila. Havia a ocorrência de espécies como o ipê, o cedro, a aroeira, a baraúna etc. Havia rios intermitentes e riachos na encosta da Serra do Ramalho (mesmo nome do município), além de rios perenes como o Rio São Francisco e o Rio Carinhanha.

A região era famosa pela fertilidade de suas terras em meio ao semi-árido do entorno e para lá se dirigiram muitos flagelados da seca.

Os índios Pankaru

Na década de 50 do século XX, imigraram para a região os índios Pankarus, guiados pelo chefe Apolônio Kinane. A notícia do interesse do governo federal pela região estimulou a ação de grileiros. A posse da terra onde habitavam os indígenas foi reivindicada por um fazendeiro e o chefe Apolônio chegou a ser preso, juntamente com um filho e dois genros. Posteriormente, com os assentamentos realizados na região, coube aos indígenas a homologação de cerca de mil hectares em 1991 onde hoje se localiza a Aldeia Vargem Alegre e um lote de três hectares na Agrovila 19,com 50 casas. Ainda hoje, há a disputa deste lote com um não-indígena, que afirma ter a propriedade da terra.

texto: Wikipedia, a enciclopédia livre.

Fósseis de 29 animais foram encontrados em cavernas de Serra do Ramalho

(Rafael Costa da Silva/Serviço Geológico do Brasil/Divulgação)

Duas cavernas com 7 km de túneis cada uma, nas redondezas do pequeno município de Serra do Ramalho, no sudoeste da Bahia, contêm fósseis de 29 animais que viveram no Pleistoceno – o período geológico imediatamente anterior ao atual, que vai de 2,5 milhões a 11 mil anos atrás.

Os ossos foram coletados entre 2012 e 2014 e analisados por pesquisadores do Serviço Geológico do Brasil, em parceria com as universidades federais do Paraná (UFPR) e do estado do Rio de Janeiro (Unirio). Os resultados estão em um artigo científico publicado no final do ano passado. Os 450 fragmentos estão guardados no Museu de Ciências da Terra (MCTer), no Rio de Janeiro.

O Pleistoceno faz parte do imaginário popular: nele ocorreu o evento de glaciação mais recente, que é representado na animação A Era do Gelo. Mamíferos como preguiças e capivaras gigantes são dessa época, bem como tigres dentes-de-sabre, mastodontes e rinocerontes lanudos – peludos de grande porte que foram extintos em parte graças a mudanças climáticas, em parte por causa de predadores de outra espécie: o Homo sapiens. 

(Rafael Costa da Silva/Serviço Geológico do Brasil/Divulgação)

texto/mais informações: Agência Sertão ( https://agenciasertao.com/2019/05/08/geologos-descobrem-fosseis-de-29-animais-em-cavernas-de-serra-do-ramalho/ )

Encontro do Rio Grande com o Rio São Francisco

Encontro do Rio Grande com o Rio São Francisco

Local: O Rio Grande é um curso de água do estado da Bahia, Região Nordeste do Brasil, pertencente à bacia do rio São Francisco.

 

Descrição do Local: O Rio Grande nasce na Serra na Serra Geral do Goiás, no Município de São Desidério (BA) e atravessa a Bahia em direção nordeste até encontrar o imponente Rio São Francisco na cidade de Barra (BA). Já imaginou conhecer de perto esse encontro de Maravilhas? 

Extensos 580 km compõe o Rio Grande, sendo deles 366 km localizados em trechos navegáveis. O São Francisco então, nem se fala, 2.700 km de extensão segundo IBGE, também com condições para navegabilidade. 

Um passeio de barco pode ser uma ótima oportunidade de um contato mais íntimo com o Cerrado. Seguir o curso dos rios, tomar banho em praias desertas observar incidência de fauna à vontade em seu habitat natural e as diferentes vegetações ali presentes, me parece muito agradável.

 

Como chegar: O encontro dos rios se localiza na cidade de Barra, que fica a 650 km de Salvador. A melhor forma de acessar é por terra através da rodovia BR-242 (rodovia federal Salvador-Brasília). Você pode aproveitar uma viagem já planejada para Bahia e fazer um desvio pela BA-161 entre Ibotirama e Barreiras.

 

Dicas: O turista pode adquirir os artesanatos de cerâmica produzidos pelos artesãos de Barra do São Francisco que é um produto considerado uma arte muito antiga na região. As peças são confeccionadas com a matéria prima extraída do Rio Grande e as tintas provenientes do Rio São Francisco.

Navegar no rio é uma grande experiência porque ao longo da navegação se pode ver casarões antigos, casas de tijolo ou de taipa, mulheres lavando roupa ou areando panelas na beira do rio e pescadores solitários em canoas de madeira beirando os aguapés onde os peixes buscam seus refúgios.

Procure na cidade pelo Balneário Farol da Barra. Ótima opção de lazer e gastronomia local. O restaurante é especializado em culinária ribeirinha, tendo como o prato principal o Pescado. Conta também com uma linda praia e redes na beira do Rio São Francisco.

 

SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO, MEIO AMBIENTE E TURISMO 

Praça da Coligação Sanfranciscana, 73 – Centro, Barra/BA

Tel: (74) 3662-2307

E-mail institucional: meioambiente@barra.ba.gov.br

Atendimento de Segunda à Sexta das 07:30hs às 13:30hs

Fotos:

Fontes:

Expedição no Rio Grande – Galeria de Fotos. Disponível em http://brasildasaguas.com.br/projetos/sete-rios-2006-2007/grande/fotos/  Acesso em 22/01/2022

 

Artesanato de Barra do São Francisco – TVE Bahia. Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=m6O4DlLN4GE Acesso em 22/01/2022.

Carinhanha

Carinhanha

Localização: 900km de Salvador.

Acesso: por terra, o acesso pode ser feito através das rodovias BR-161, BR-020 e BR-349.

 

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Ponte entre os municípios de Carinhanha e Malhada (2010)
foto: Wikimedia Commons

Os primeiros habitantes desse território foram os índios Caiapós que tinham sua aldeia localizada nas terras onde hoje se encontra a cidade. Viviam em completa harmonia quando, pelo ano de 1712, aproximadamente, depararam-se pela primeira vez com um homem branco. Segundo a tradição local, esse diferente visitante tratava-se do bandeirante Manuel Nunes Viana, vencedor dos paulistas na Guerra dos Emboabas. A procura do rio das Velhas, atingiu a margem esquerda do rio São Francisco e indo para o sul atravessou o rio Carinhanha – ou Carunhenha – onde encontrou o aldeamento caiapó, resultando numa luta sangrenta que finalizou com o fracasso dos índios. Vencedor da batalha, o bandeirante aqui fixou base para suas conquistas onde, posteriormente veio a ser o centro de intercâmbio entre a Bahia e o Estado de Minas Gerais. Muitos queriam que o nome do local fosse “Carunhanha”, que significa “loca de sapo”, entretanto, a maioria atribui o topônimo indígena à grande quantidade de aves de nome Carunhenha existente outrora no lugar. Em 1832, o “julgado” de São José de Carinhanha, pertencente à comarca do rio São Francisco, foi elevado à categoria de vila, sendo criado daí o município com território desanexado da Barra do Rio Grande. Sua sede recebeu foros de cidade em 1909.

 

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Rio São Francisco (Malhada-Carinhanha-BA)
foto: Wikimedia Commons

Carinhanha é o primeiro município do interior baiano a ter uma Área de Relevante Interesse Ecológico, a ARIE MUNICIPAL DO PONTAL/PERIPERI, instituída em 2005 pelo Governo da Participação.

A ÁRIA de Carinhanha foi criada com o objetivo básico de manter os ecossistemas naturais de importância local, permitir a realização de pesquisa científica, atividades educacionais e de recreação, a visitação pública e regular o uso admissível do local, de modo a compatibilizá-lo com os objetivos de conservação da natureza. Ela possui uma área total aproximada de setecentos hectares, que inclui as margens do Rio São Francisco, a foz do Rio Carinhanha e todo entorno da lagoa do Periperi.

A Área de Relevante Interesse Ecológico de Pontal/Periperi é administrada pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Sustentável que controla a instalação de obras por parte da iniciativa privada destinadas à recreação, ecoturismo, lazer e outras compatíveis com o manejo da unidade. Na área são proibidas:

  • a implantação de atividades industriais potencialmente poluidoras, capazes de afetar mananciais de água;

  • a realização de obras de terraplenagem e a abertura de canais, quando essas iniciativas importarem em alteração das condições ecológicas locais;

  • o exercício de atividades capazes de provocar erosão das terras ou assoreamento das condições hídricas;

  • exercício de atividades que ameacem extinguir as espécies raras da biota, as manchas de vegetação remanescentes e as nascentes de cursos d’água existentes na região;

  • o uso de biocidas, quando indiscriminado ou em desacordo com as normas ou recomendações técnicas oficiais, em especial a Lei 7.802, de 11 de julho de 1989, regulamentada pelo Decreto n° 98.816, de 11 de janeiro de 1990.

Informações sobre equipamentos e serviços turísticos:

http://www.carinhanha.ba.gov.br/turistas/

 

texto: EcoViagem

(https://ecoviagem.com.br/brasil/bahia/carinhanha/ )

 

São Domingos

São Domingos

A 641km de Goiânia

Grutas e cavernas do Parque Estadual de Terra Ronca, em São Domingos.

Foto: Goiás Turismo.

 

São Domingos abriga o Parque Estadual de Terra Ronca, constituído por inúmeras grutas de cerca de 620 milhões de anos, banhadas por águas límpidas e mornas. Visitar o complexo cavernícola do Parque Estadual de Terra Ronca é programa obrigatório na cidade. É lá que estão concentradas grutas como a de Terra Ronca (que deu nome ao parque), São Mateus e Angélica, a quinta maior caverna do país. Todas elas possuem galerias quilométricas e grande volume dos cursos d’água, fazendo do Parque Estadual de Terra Ronca um dos maiores complexos espeleológicos da América. O local é ideal para os amantes de esportes radicais como escalada, rapel e mountain bike.

Grutas e cavernas do Parque Estadual de Terra Ronca, em São Domingos.

Foto: Goiás Turismo.

 

Como chegar: São Domingos fica a 641km de Goiânia, com acesso pela BR-060 e BR-020.

Informações de hospedagem e alimentação: (62) 3425-1516

 

Fonte: http://www.curtamais.com.br/goiania/22-lugares-em-goias-que-deixam-no-chinelo-muitas-viagens-ao-exterior

Cavalcante

Cavalcante – a 510 km de Goiânia

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A natureza em seu melhor estado.

Ecoturismo, turismo de aventura e turismo cultural se encontram em Cavalcante, município que abriga quase 70% da área total do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza e Patrimônio Mundial da UNESCO. Cachoeiras, serras, rios e cânions fazem o cenário da cidade, onde o Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga, a maior comunidade quilombola do País, também está abrigado.

Como chegar: Cavalcante fica a 510 km de Goiânia, com acesso pela BR-153.

Informações de hospedagem e alimentação: Prefeitura Municipal de Cavalcante: (62) 3494-1193 | (62) 3494-1399 | Secretaria de Turismo de Cavalcante e CAT – Cavalcante: (62) 3494-1507

Mambaí

Mambaí

A 508km de Goiânia

Cachoeira do Poço Azul, em Mambaí.

Foto: Goiás Turismo.

 

Programa obrigatório na cidade de Mambaí é cruzar o cânion do Córrego das Dores em uma das maiores tirolesas do Brasil – são 102 metros de altura e 320 metros de extensão. A cidade também está cheia de cachoeiras, lagos, cânions e cavernas. Vale conhecer a belíssima Cachoeira do Poço Azul, com águas azuis e cristalinas propícias para o banho; a Cachoeira Paraíso do Cerrado, com três quedas d’água; e a Cachoeira do Funil. A cidade abriga ainda a sexta maior caverna do Brasil e a segunda maior do Estado de Goiás, a incrível Gruna da Tarimba.

Cachoeira do Funil em Mambaí, Goiás.

Foto: Goiás Turismo.

Tirolesa do Córrego das Dores, em Mambaí.

Foto: Goiás Turismo.

 

Como chegar: Mambaí fica a 508km de Goiânia, com acesso pela BR-060 seguindo pela BR-020.

Informações de hospedagem e alimentação: (62) 3484-1251

Rio Araguaia

Rio Araguaia

A cerca de 480 Km de Goiânia

Pôr do sol no Rio Araguaia, cenário de tirar o fôlego.

Pesca esportiva no cartão postal goiano.

 

O pôr do sol visto das margens do rio Araguaia é uma das images mais belas captadas por turistas e veículos de comunicação. Mas não é difícil também ver botos subindo rapidamente para respirar, gaivotas, mergulhões, jacarés e até cardumes de peixes subindo o rio durante a piracema – período em que é proibida a pesca de qualquer espécie.

 

Destacamos duas opções de cidades ribeirinhas com ótima estrutura para o turista:

 

 

São Miguel do Araguaia

 

Como chegar: São Miguel do Araguaia fica a 475 km de Goiânia, com acesso pela GO–070.

Informações de hospedagem e alimentação: Secretaria de Turismo: (62) 3977-7152 | (62) 3977-7153 | CAT – São Miguel do Araguaia: (62) 3382-3140

 

 

Aruanã

Como chegar: Aruanã fica a 315km de Goiânia, com acesso pelas rodovias GO–070, GO–530 e GO-060.Informações de hospedagem e alimentação: CAT – Aruanã: (62) 3376-1442

Alto Paraíso

Alto Paraíso

A 444 km de Goiânia

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

 

Destino com ares místicos e inúmeras belezas naturais, Alto Paraíso é uma das cidades mais significativas para o turismo de Goiás. Abrigando a porta de entrada da Chapada dos Veadeiros, a cidade é célebre por sua vibe alternativa, que atrai muitos místicos: eles acreditam que as vibrações magnéticas do subsolo, geradas por uma grande placa de quartzo, sejam o motivo da cidade ser tão especial, recebendo visitas de alienígenas e fazendo da cidade um chacra do mundo. Por lá, é fácil encontrar locais que oferecem terapias alternativas, como o reike.

Além do esoterismo, Alto Paraíso conta com 120 cachoeiras catalogadas e outras riquezas naturais, que fazem da cidade um destino também procurado pelos fãs de aventuras e esportes radicais.

 

Como chegar: Alto Paraíso fica a 444km de Goiânia, com acesso pela BR-060 e BR0-10.

Informações de hospedagem e alimentação: Central de Atendimento ao Turista de Alto Paraíso: (62) 3446-1159 | Central de Atendimento ao Turista de São Jorge: (62) 3455-1090

Chapada dos Veadeiros

Chapada dos Veadeiros

A 444 km de Goiânia

Salto do Rio Preto, com 120m de queda.

 

Voo panorâmico de balão pela Chapada dos Veadeiros.

O surreal Vale da Lua

Criado em 1961 para proteger mais de 65 mil hectares de natureza típica do cerrado, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros também foi declarado Patrimônio Mundial Natural em 2001 pela UNESCO. Além da conservação natural, o Parque tem grande valor científico e turístico, sendo um dos destinos mais incríveis do estado de Goiás.

Localizado entre os municípios de Alto Paraíso e Cavalcante, a Chapada dos Veadeiros atrai turistas de todos os perfis: aventureiros, tranquilos, esotéricos e céticos se encontram em um local cheio de cachoeiras, trilhas e muitas outras belezas naturais.

Com tantas riquezas, é difícil resumir os atrativos da região. Selecionamos aqui 10 dicas de programas incríveis que você provavelmente não sabia que pode fazer na Chapada dos Veadeiros e arredores. A lista inclui banhos de cachoeira, trilhas, esportes de aventura e até passeio de balão.

 

Parque Nacional Chapada dos Veadeiros

Como chegar: Atualmente, o único acesso à Chapada dos Veadeiros se dá pela vila de São Jorge, distrito de Alto Paraíso. Alto Paraíso fica a 444km de Goiânia, com acesso pela BR-060 e BR-010. São Jorge fica a 30km de Alto Paraíso, com acesso pela GO-239.  A entrada para a Chapada dos Veadeiros fica a 1km de São Jorge e 36km de Alto Paraíso.

 

Visitação: A visitação ao Parque acontece a partir das 08h, com entrada liberada até às 12h e saída até às 18h. É permitido o acesso a apenas 500 pessoas por dia, então fica a dica: para períodos de grande visitação, como o carnaval, chegue cedo ao local. Não é necessário ter guias para fazer as trilhas da Chapada dos Veadeiros, mas a visita guiada é recomendada em períodos chuvosos. Os guias cobram R$150 por dia para grupos de até 10 pessoas. O período ideal de visitação do Parque é de junho a novembro, entre os períodos de seca e chuva.

 

Informações de hospedagem e alimentação: Central de Atendimento ao Turista de Alto Paraíso: (62) 3446-1159 | Central de Atendimento ao Turista de São Jorge: (62) 3455-1090

Chapadão do Céu

Chapadão do Céu

A 480km de Goiânia

Boia

Boia-cross no Rio Formoso, em Chapadão do Céu.

Foto: Goiás Turismo.

 

A apenas 26km do Portão Bandeira, Chapadão do Céu é a cidade mais próxima do Parque Nacional das Emas. Por lá, além de visitar as belezas do Parque e não perder o fenômeno da bioluminescência, vale conhecer os saltos do Rio Sucuriú e fazer flutuação, boia-cross, canoagem e rafting nas corredeiras do Rio Formoso, que possui até uma prainha com areia branca na margem.

 

Salto

Salto Sucuriu em Chapadão do Céu.

Foto: Goiás Turismo.

 

Como chegar: Chapadão do Céu fica a 480km de Goiânia, com acesso pela BR-060.

Informações de hospedagem e alimentação: (64) 3636-1517