Gato-do-mato-pequeno

Nomes comuns: Gato-do-mato-pequeno.

 

Nome em inglês: Southern tiger cat.

 

Ameaças e conservação: Caça para o comércio de peles, destruição das florestas, população reduzida devido a fragmentação e conversão de habitat natural em plantações e pastagens e restrito conhecimento sobre sua biologia. É classificado pelo MMA (Ministério do Meio Ambiente, 2014) como espécie VULNERÁVEL.

 

Comprimento total: 83,5 cm (média).

 

Peso: 1,5 Kg a 3 Kg.

 

Dieta: Composta por mamíferos muito pequenos (menos de 100 g), aves e répteis.

 

Número de filhotes: 1 a 4.

 

Gestação: 73 a 78 dias.

 

Longevidade: 11 anos.

 

Estrutura social: Solitário.

 

Padrão de atividade: Noturno e diurno.

 

Distribuição geográfica: Ocorre nas regiões sul, sudeste e centro-oeste do Brasil, além do Paraguai e nordeste da Argentina, ocupando geralmente ambientes variados, desde áreas mais abertas àquelas com vegetação densa.

 

Habitat: Ocupa vários ambientes, desde áreas mais abertas à vegetação densa.

 

Descrição física: Junto com Leopardus tigrinus é o menor gato silvestre da América do Sul, com tamanho semelhante ao de um gato doméstico. A coloração é bem variável, com tonalidades entre o amarelo-claro e o castanho-amarelado. O melanismo também é comum na espécie. A pelagem dessa espécie, comparada com L. tigrinus, tende a tons mais escuros e com rosetas maiores e mais arredondadas, além de ser levemente mais encorpada, com uma cauda mais grossa e orelhas menores e mais arredondadas. A pelagem da barriga é pálida coberta com manchas escuras. As orelhas são pretas na porção posterior, com uma mancha central branca. A cauda equivale a 60% do comprimento da cabeça e corpo. Os pelos são todos voltados para trás, inclusive os da cabeça e nuca. Recentemente, por meio de estudos moleculares, a subespécie Leopardus tigrinus guttulus foi elevado para espécie.

 

Fonte: Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros – CENAP/ICMBio, Disponível em: https://www.icmbio.gov.br/cenap/carnivoros-brasileiros.html Acesso em: 31.agosto.2021

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