TERRA INDÍGENA: DOURADOS 

POVO: GUARANI-KAIOWÁ 

TIPO DE DANO/CONFLITO: Extração ilegal de madeira 

DESCRIÇÃO: Um homem foi autuado pela Polícia Militar Ambiental por exploração ilegal de madeira na reserva da aldeia indígena. Ele portava uma motosserra que não tinha licença de porte e uso. Além da apreensão da madeira e da motosserra, várias pranchas foram apreendidas também na residência do autuado. 

Com informações de: O Pantaneiro, 9/11/2018 

TERRA INDÍGENA: KADIWÉU 

POVO: KADIWÉU 

TIPO DE DANO/CONFLITO: Extração ilegal de madeira

DESCRIÇÃO: Um caminhão carregado de madeira foi interceptado por policiais militares ambientais. A madeira estava sendo transportada por uma estrada vicinal e era retirada da terra indígena. O motorista fugiu do local, o veículo e a madeira apreendidos foram levados para um quartel da PMA. 

Com informações de: Diário Digital, 9/10/2018  

TERRA INDÍGENA: KAYAPÓ 

POVO: KAYAPÓ 

TIPO DE DANO/CONFLITO: Extração ilegal de minério 

DESCRIÇÃO: A Polícia Federal deflagrou a Operação Muiraquitã com o objetivo de desarticular um grupo que atuava no garimpo ilegal na TI Kayapó. Há indícios de relação entre os garimpeiros ilegais com compradores no exterior. Na mira dos investigadores estão uma família italiana e um empresário chinês do setor financeiro. 

Com informações de: UOL Notícias, 21/8/2018

TERRA INDÍGENA: KAYAPÓ 

POVO: KAYAPÓ 

TIPO DE DANO/CONFLITO: Extração ilegal de minério 

DESCRIÇÃO: Nos dois primeiros meses de 2018 foi detectada uma variedade de pequenos polígonos de desmatamento no interior da terra indígena, o que indica uma expansão dos garimpos de ouro existentes na região. Em janeiro, foram registradas 23 novas áreas abertas correspondentes a atividades garimpeiras ao longo dos cursos hidrográficos. Em fevereiro, mais nove áreas de floresta foram derrubadas, atingindo partes remotas do território indígena. Igor Ferreira, assessor da Associação Floresta Protegida, informa que a situação está fora do controle. Houve um aumento da exploração em lugares que já estavam estabilizados e a abertura de pistas em áreas novas. Os prejuízos ambientais são enormes, e dejetos, como o mercúrio, são jogados nos rios que vão contaminando os igarapés e dali vão para os rios maiores, os rios Fresco e Branco, até chegar no Rio Xingu. 

Com informações de: Instituto Socioambiental (ISA), 20/3/2018

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