Grupo de trabalho do Cerrado

O GTC é uma iniciativa que surgiu como uma extensão da Moratória da Soja na Amazônia, com o intuito de desenvolver um plano para erradicar o desmatamento e a conversão de vegetação nativa no bioma Cerrado. O projeto une grandes empresas do setor agrícola, fazendeiros, cooperativas e muitos outros. Conheça mais sobre o que já foi feito e quais são os planos futuros do GTC.

O Soft Commodities Forum (SCF) é uma plataforma global para as principais empresas de commodities, convocada pelo Conselho Empresarial Mundial para o Desenvolvimento Sustentável (WBCSD) com o objetivo de promover ações coletivas em torno de desafios comuns de sustentabilidade. O Fórum é composto por empresas membro do WBCSD que compartilham a visão de garantir cadeias de suprimentos agrícolas sustentáveis e trabalhar em parceria com governo, produtores, consumidores e sociedade civil para criar um sistema alimentar mais seguro e sustentável. 

As empresas membro do SCF se comprometeram a eliminar o desmatamento de suas cadeias de suprimentos agrícolas em todo o mundo, implantando metodologias confiáveis e testadas baseadas na ciência para definir florestas e biodiversidade. O SCF visa primeiro enfrentar os desafios do uso da terra no Cerrado, incentivando outras pessoas do setor a seguirem seus esforços. Essas companhias acreditam que a redução no desmatamento é tratada de maneira mais eficaz quando uma região e cultura específicas são apontadas.

O Fórum tem recomendado padrões para o monitoramento e rastreabilidade do uso da terra nas cadeias de suprimentos no Cerrado. Além disso, o Fórum promoverá - em colaboração com instituições financeiras e investidores - o desenvolvimento de novos mecanismos financeiros para incentivar os produtores no Cerrado a evitar a conversão de florestas e vegetação nativas, recompensar práticas positivas de produção e preservar o acesso aos principais mercados.

Além disso, as empresas membros do SCF estão participando dos processos do Grupo de Trabalho do Cerrado, também conhecido como GTC, para desenvolver definições comuns acordadas, projetar incentivos financeiros apropriados e delinear ações que devem ser tomadas. O GTC foi estabelecido por uma coalizão multissetorial para desenvolver termos de acordo entre produtores, indústria, organizações de consumidores e sociedade civil, além de um plano de ação para erradicar o desmatamento e a conversão da vegetação nativa no bioma Cerrado. 

Criado em 2017 por muitos dos mesmos atores de comércio / indústria e ONGs que achavam que era hora de combater o desmatamento no bioma Cerrado, o grupo logo reuniu consumidores, instituições financeiras e o governo local para discussões. Uma das principais entregas do GTC foi o mapa digital atualizado da soja, que mostra a área plantada no Cerrado. Essas informações são extremamente importantes para criar um banco de dados que permita que pesquisadores e outros entendam as novas tendências e tomem as ações adequadas. 

Embora a área cultivada de soja plantada no Cerrado tenha aumentado, é claro que houve uma redução de soja plantada em áreas recentemente convertidas da vegetação nativa e uma expansão para outras áreas que já foram desmatadas e sendo usadas para outras atividades agrícolas. É necessário enfocar a exploração de ferramentas financeiras e políticas públicas mais atraentes para promover a expansão da agricultura em áreas já desmatadas. O GTC acredita firmemente que a maneira mais eficaz de transformar a cadeia de suprimentos começa envolvendo os agricultores que fornecem soja. É vital entender o papel que desempenham e suas necessidades, a fim de tentar obter entendimento comum sobre as melhores maneiras de acabar com a conversão da vegetação nativa.

As empresas membros do SCF reportarão individualmente a porcentagem de soja que cada uma delas capta no Cerrado em relação volume total brasileiro. Juntos, os membros do SCF acompanharão de perto os municípios com maior risco de conversão da vegetação nativa em soja, com base nas informações do GTC. O fornecimento originado desses municípios será relatado em porcentagens de compra direta de agricultores e indireta de partes como agregadores, cooperativas e terceiros. Os relatórios subsequentes fornecerão informações sobre ações específicas que estão sendo tomadas para melhorar o envolvimento direto com os agricultores para lidar com os riscos nos municípios.

Nos relatórios, os membros do SCF declararam a porcentagem de soja advinda do Cerrado em relação ao seu volume total brasileiro, com base em dados de 2018. Os relatórios incluem a porcentagem de soja que vem do Cerrado proveniente diretamente de agricultores e indiretamente de agregadores, cooperativas e outros, de 25 municípios prioritários. 

Ao priorizar 25 municípios, os membros do SCF estão identificando ativamente onde são necessárias intervenções direcionadas para lidar com a conversão de vegetação nativa para cultivo de soja no Cerrado. Identificar e relatar percentuais de soja provenientes direta ou indiretamente é importante para informar o tipo de resposta estratégica que será desenvolvida. Ao se concentrarem nos municípios prioritários e no trabalho direto com cooperativas, agregadores e outros, os membros do SCF se envolverão com parceiros locais para práticas de produção mais sustentáveis.

Os membros do SCF se comprometeram com uma estrutura comum para relatar e monitorar o progresso em cadeias de suprimentos transparentes e rastreáveis ​​para soja na região do Cerrado no Brasil. Os membros do SCF relatam progresso a cada seis meses. É a primeira vez que os principais traders globais de commodities estão trabalhando juntos no setor de soja em um projeto pré-competitivo para lidar com os riscos de sustentabilidade que todos compartilham, mas que nenhuma empresa pode resolver sozinha. 

Nos relatórios de junho de 2019, as empresas membros do SCF relatam individualmente o percentual de soja fornecido do Cerrado em relação ao volume total brasileiro com base nos dados de 2018 (o volume total brasileiro é definido como 100% por empresa). Cada uma delas relata a porcentagem de soja no Cerrado proveniente de 25 municípios prioritários. Por fim, elas relatam o percentual combinado de soja proveniente dos 25 municípios prioritários, que é então dividido no percentual proveniente diretamente de agricultores e no percentual indireto de agregadores, cooperativas e outros terceiros. Foram produzidos seis relatórios, um por cada empresa membro do SCF. Os relatórios são idênticos, exceto as porcentagens específicas de cada empresa, bem como a jornada de sustentabilidade da soja de cada empresa, que é compartilhada no final de cada relatório.

 

Background e Contextualização

O Cerrado possui a maior área de terras agrícolas e fazendas do Brasil, respondendo por 88 Mha, ou 44% da área agrícola total. Isto produz cerca de 40% da carne bovina do Brasil, 84% de seu algodão, mais de 50% de sua soja e 44% de seu milho. A soja no Cerrado cobre 17,8 milhões de hectares, representando 8% dos 204 milhões de hectares do Cerrado. Como resultado de atividade econômica robusta, quase metade da vegetação nativa do bioma foi perdida. De acordo com o Código Florestal Brasileiro, além da preservação permanente de áreas como os matas ciliares e outros ecossistemas sensíveis, os proprietários de terras no Cerrado são obrigados a manter 20 a 35% de suas propriedades como reserva legal.

 A conversão da vegetação nativa diminuiu significativamente nos últimos anos - 2017 teve a menor taxa de conversão na região desde 2000, enquanto a produtividade cresceu no mesmo período. Existem pelo menos 25,4 milhões de hectares de terras já convertidas no Cerrado, adequadas à agricultura, e as melhorias na produtividade agrícola são compatíveis com a proteção de florestas e vegetação nativa, oferecendo a oportunidade para uma produção mais sustentável no futuro.

Figura 1: Mapa e lista dos 25 municípios prioritários

Fonte e reprodução: Soft Commodities Forum Progress Report, June 2019 (WBCSD, 2019).

Tabela 1: relação de municípios prioritários por estado

Estado

Município

Mato Grosso 

Campos de Júlio 

Planalto da Serra 

Bahia 

Formosa do Rio Preto 

Riachão das Neves

São Desidério

Correntina

Jaborandi

Tocantins 

Campos Lindos 

Goiatins

Mateiros

Aparecida do Rio Negro

Monte do Carmo

Santa Rosa do Tocantins 

Peixe

Porto Nacional

Pium

Lagoa da Confusão 

Piauí 

Baixa Grande do Ribeiro 

Uruçui

Currais 

Ribeiro Gonçalves 

Maranhão 

Carolina 

Balsas 

Sambaíba

Mirador

Fonte: Soft Commodities Forum Progress Report, June 2019 (WBCSD, 2019). Elaboração do autor.

 

Dados das Companhias

 

Tabela 2: desagregação sobre origem da soja

Companhia

Volume de Soja do Brasil

Volume de Soja do Cerrado

Volume de Soja dos 25 municípios

 

Cerrado

Outros Biomas

25 municípios prioritários

Outros

Direto

Indireto

ADM

38,7%

61,3%

18%

82%

93,4%

6,6%

Bunge

38,6%

61,4%

39,3%

60,7%

98%

2%

Cargill

37,4%

62,6%

23,1%

76,9%

96,6%

3,4%

COFCO

29,5%

70,5%

16,7%

83,3%

84%

16%

Glencore

78,3%

21,7%

25,3%

74,4%

42,9%

57,1%

LDC

25,6%

74,4%

99%

1%

100%

0%

Fonte: Soft Commodities Forum Progress Report, June 2019 (WBCSD, 2019). Elaboração do autor. 

 

Próximos passos

 

Os membros do SCF se comprometeram a relatar a cada seis meses dados sobre os primeiros 25 municípios, bem como municípios adicionais identificados como prioritários para cada ciclo de relatório. Com o tempo, o SCF espera que a taxa de conversão da vegetação nativa diminua nos municípios-alvo como resultado de uma ação concertada e da adoção de melhores práticas de gestão sustentável da terra.

Os membros do SCF trabalharão juntos para desenvolver intervenções direcionadas para apoiar a intensificação sustentável e combater a conversão da vegetação nativa nos municípios prioritários, ao lado e em colaboração com as partes interessadas locais relevantes.

Vários canais complementares já foram identificados e, nos próximos meses, os membros do SCF determinarão onde melhor focar tempo e recursos para alcançar o maior impacto na melhoria da produção sustentável de soja no Cerrado. Esses canais podem incluir:

  • Mapear iniciativas para possíveis parcerias no tratamento da conversão da vegetação nativa impulsionada pela soja, incluindo a colaboração contínua com o GTC, bem como iniciativas já em implementação pelos membros do SCF, como abordagens paisagísticas e jurisdicionais.
  • Apoiar incentivos financeiros para proprietários de terras por meio de parcerias na cadeia de valor da soja e com instituições financeiras, doadores e fundos.
  • Aproveitar os compromissos individuais e as atividades atuais dos membros do SCF para definir metas e definir estratégias de ação coletiva. Os compromissos podem abranger a conversão da vegetação nativa, a proteção dos direitos humanos e o desempenho em relação às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.

 

 

Esforços individuais de cada companhia

 

ADM: “Em 2018, demos o próximo passo para aumentar a rastreabilidade através do uso da tecnologia de monitoramento por satélite. Começamos a obter polígonos (mapas de fazendas) de nossos fornecedores diretos para os municípios prioritários identificados pela ADM pelo Forest Trust. Continuamos a trabalhar com os agricultores para obter polígonos e expandir ainda mais nosso banco de dados. As compras de soja provenientes diretamente do agricultor são totalmente rastreáveis à fazenda de origem. Alinhados à definição de municípios prioritários do SCF, determinamos que menos de 0,5% de nosso suprimento total de soja no Brasil provém de fontes indiretas nesses municípios. Isso nos dá um alto nível de transparência e capacidade de monitorar as mudanças no uso da terra". 

Bunge: Em 2018, em parceria com o Santander e a The Nature Conservancy, lançaram um programa exclusivo que oferece financiamento de longo prazo para agricultores brasileiros que se comprometem a expandir a produção de soja sem converter a vegetação nativa. O programa está sendo testado com um fundo de US $ 50 milhões que concede empréstimos de até 10 anos a agricultores em locais elegíveis.



A tabela abaixo atualiza os dados do último relatório, indicando qual o volume de soja rastreável até a fazenda de origem.

Tabela 3: volume de soja dos 25 MP's diretamente rastreável

Companhia

Volume de soja proveniente diretamente dos 25 municípios rastreáveis à fazenda de origem

ADM

90,5%

Bunge

93,5%

Cargill

61,8%

COFCO

98%

Glencore

99,4%

LDC

100%

Fonte: Soft Commodities Forum Progress Report, June 2019 (WBCSD, 2019). Elaboração do autor.

 

Progresso e comprometimento individual das companhias

 

ADM: “ Alcançar um mínimo de 95% de rastreabilidade para nossos fornecedores diretos nos 25 municípios prioritários até dezembro de 2020; Envolver-nos com fornecedores em municípios prioritários onde temos negócios para envolvê-los nas iniciativas do SCF". 

Cargill: “Atingimos 61% de rastreabilidade até o nível da fazenda, o que nos permite obter insights que permitem uma transformação positiva em nossas cadeias de suprimentos. Até dezembro de 2020, concluiremos o mapeamento de localização de ponto único para 100% dos fornecedores diretos (não financiados) em MATOPIBA, Amazônia, Mato Grosso (BR163 e Oeste) e aqueles adjacentes às áreas protegidas". 

COFCO: “Comprometemo-nos a alcançar total rastreabilidade até o nível da fazenda para fornecimento direto nos 25 municípios prioritários. Isso está alinhado com nosso objetivo de alcançar a rastreabilidade no nível da fazenda para todas as atividades de fornecimento direto no Brasil ao longo do tempo. Enquanto isso, estamos iniciando o envolvimento com fornecedores indiretos em nossos requisitos de rastreabilidade no nível da fazenda, com a intenção de melhorar a transparência desta parte da nossa cadeia de fornecimento de soja. Isso permitirá um melhor monitoramento da base de suprimentos e o envolvimento do fornecedor, quando necessário". 

LDC: “A LDC possui uma participação minoritária (33%) na ALZ Grãos, uma empresa que opera na região de MATOPIBA. A LDC e nossos parceiros estão trabalhando com a empresa para atualizar sua política de sustentabilidade e processos subjacentes. Em 2019, a LDC lançou uma linha de financiamento preferencial, condicionada a critérios ambientais rigorosos e apoiada pelo WWF, para incentivar os agricultores a expandirem sobre terras ou pastagens degradadas, a fim de evitar mais perdas de vegetação nativa. Nosso objetivo é atingir total rastreabilidade ao nível da fazenda para todas as nossas compras diretas de soja no Brasil até 2020, com foco inicial em regiões de maior prioridade". 

 

Além das iniciativas individuais, as empresas membro do SCF se comprometeram a tomar ações conjuntas no ano de 2020. Nos 25 municípios prioritários, as intervenções serão de diferentes níveis, dependendo dos perfis regionais, e podem incluir:

  • Apoiar a implementação de abordagens jurisdicionais com o objetivo de incentivar melhores práticas de uso da terra e conformidade com o Código Florestal;
  • Engajar os principais produtores para identificar e incentivar a adoção de práticas mais eficazes de produção e uso da terra, com o objetivo final de apoiar a expansão da soja em terras anteriormente desmatadas e pastagens degradadas;
  • Trabalhar para aumentar a escala e o impacto das iniciativas existentes no nível da paisagem.

 

Produção de soja nos 25 municípios prioritários (MP)

 

Uma das principais conclusões do relatório é que a produção de soja e a conservação ambiental no Cerrado não são mutuamente exclusivas. Análises recentes mostram que a expansão da soja em áreas recentemente convertidas está diminuindo com o tempo (Figura 2) no Cerrado, inclusive no MATOPIBA, onde a maior parte da expansão da soja ocorreu e se espera que vá ocorrer.

Figura 2: Expansão da soja e conversão de vegetação nativa no Cerrado

Fonte e reprodução: Soft Commodities Forum progress report (WBCSD, 2019).

Nos 25 MP, a conversão da vegetação nativa também tem diminuído (Figura 3). A variação da conversão da vegetação nativa entre 2014 e 2018 foi consistentemente negativa (-47% em média) em 24 dos 25 MPs. A análise mostrou que a soja não é o principal fator de conversão da vegetação nativa nos 25 MPs. Na prática, isso significa que, na maioria dos municípios, a expansão da soja está ocorrendo em terras previamente desmatadas  (Figura 4). Da área total de vegetação nativa convertida entre 2014 e 2016 nos 25 MPs, apenas 18% foram plantadas com soja em 2017.

 

Figura 3: Variação da conversão da vegetação nativa nos MPs em 2014-2018

Fonte e reprodução: Soft Commodities Forum progress report (WBCSD, 2019).

Figura 4: Conversão de vegetação nativa em soja e outros usos (MPs ordenados de maior para menor área de vegetação nativa convertida em soja)

Fonte e reprodução: Soft Commodities Forum progress report (WBCSD, 2019).

 

 

Trabalhando juntos - Ação coletiva impactante

 

Em 2020, o SCF desenvolverá e implementará uma abordagem em fases por meio de uma série de iniciativas em nível de paisagem, em parceria com as partes interessadas que compartilham os mesmos objetivos. O objetivo compartilhado é promover a produção sustentável de soja por meio de abordagens específicas para cada MP. As abordagens podem incluir: incentivos financeiros para a proteção do excesso de vegetação nativa, intensificação da produção (aumento da produtividade da soja, integração da pecuária, intensificação da pecuária), possibilitando a expansão da soja em áreas degradadas e apoiando a implementação do Código Florestal. O SCF está adotando uma abordagem trifásica da ação coletiva, como mostrado abaixo:

  1. Co-desenvolver, com os parceiros, um roteiro para ação no nível municipal, definindo objetivos-chave, partes interessadas, táticas e cronogramas;
  2. Envolver os produtores e as principais partes interessadas locais para avaliar as práticas atuais e co-desenvolver soluções;
  3. Implementar o plano de ação no nível da paisagem, medindo os resultados e planejando a expansão futura.

 

Foram traçados insights sobre algumas das ações planejadas para 2020:

 

  • Restauração de pastagens degradadas e promoção da intensificação na Bahia: nos 25 MPs, ainda existem aproximadamente mais de 1 milhão de hectares de áreas limpas adequadas à soja e potencialmente disponíveis para expansão da soja. Quase metade dessas terras limpas está concentrada no estado da Bahia. Melhorar as práticas de uso da terra de maneira a incentivar a expansão da soja nessas áreas disponíveis e sua restauração para melhorar a produtividade reduzirá o risco de conversão de vegetação nativa, sem afetar o desenvolvimento econômico da produção de soja e gado no Brasil. Em 2020, o SCF iniciará projetos-piloto na Bahia para envolver os principais agricultores nos municípios-alvo, avaliar as práticas atuais e fornecer assistência técnica para aumentar ainda mais a produtividade e promover a expansão para as áreas limpas disponíveis;
  • Apoiar abordagens jurisdicionais existentes e emergentes para incentivar a conformidade legal e fornecer acesso ao mercado para soja sustentável: o SCF se concentrará na identificação de fatores locais para a conversão de vegetação nativa no Mato Grosso e trabalhará com as partes interessadas locais para garantir a conformidade legal, investir na restauração de terras e florestas degradadas e vincular os agricultores a incentivos financeiros;
  • Promover a adoção de práticas de gestão sustentável e um melhor planejamento do uso da terra: no Tocantins, o SCF envolverá os produtores para construir parcerias para a produção sustentável de soja por meio de agricultura inteligente climática e melhor planejamento do uso da terra.

 

ADM. Soft Commodities  Forum Progress Report, June 2019. Disponível em: <https://assets.adm.com/Sustainability/ADM-Soy-Sustainability-Journey.pdf> Acesso em: 25 jun. 2020.  Tradução: João Pedro Arbache.

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CARGILL. Soft Commodities Forum Progress Report, June 2019. Disponível em: <https://www.cargill.com/doc/1432142030134/soft-commodities-forum-progress-report-june-2019.pdf> Acesso em: 25 jun. 2020. Tradução: João Pedro Arbache.

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COFCO. Soy sourcing data. Disponível em: <https://www.cofcointernational.com/sustainability/sustainability-reporting/soft-commodities-forum-reporting/> Acesso em: 25 jun. 2020. Tradução: João Pedro Arbache.  

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