Foto: Divulgação Facebook Viola Progressiva

O violeiro, cantor, compositor e professor de Viola Caipira, Marcos Mesquita da Silva nasceu em 1960 na cidade do Rio de Janeiro/RJ, mas cresceu em Brasília/DF, onde reside até o momento presente. Marcos Mesquita começou a tocar violão em 1974. A viola iniciou em 1975, na ocasião em que seu irmão comprou uma viola e levou para casa, “e assim comecei futucar nela e em um ano cheguei a compor duas músicas.

 

Mesquita (2017) se considera um músico compositor e intérprete eclético: compõe e toca música caipira tradicional de raiz, de compositores que se inspiram na música caipira, mas já fazem uma fusão, como Almir Sater e Renato Teixeira, e novos violeiros como Fernando Deghi, Aparício Riberio, assim como também toca e estuda a música medieval, música erudita e popular.

 

CORRÊA, Jussânia Borges. Ecomusicologia no Cerrado: violeiras e violeiros convivendo com a natureza. 2017. 268 f., il. Dissertação (Mestrado em Música)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017. Disponível em: <https://repositorio.unb.br/handle/10482/31444>

A natureza também está presente em composições de sua autoria, como por exemplo, a peça instrumental Em algum lugar bonito (Marcos Mesquita), que abre seu primeiro CD “Em algum lugar bonito…” (1999).

 

Em seu segundo CD, “Planalto Central” (2005) – Viola Caipira instrumental e Banda, a viola é acompanhada de instrumentos como: violões, gaita ponto, percussão, bateria, baixo elétrico. A capa e todo o encarte do CD mostram desenhos e pinturas do céu no Cerrado, com fundos de plantas nativas como: Buritis, flores da Sempre-viva (cuja haste dourada é chamada Capim-dourado) e outras plantas típicas do Cerrado.

 

Amante do Cerrado, Mesquita (2017) se sente completamente integrado ao Planalto Central, e isso se expressa em seu trabalho musical:

 

Minha relação com o Cerrado está em todo o meu ser, pois estou em Brasília, desde 1960 e este Planalto Central, que nos proporciona esta visão do Céu privilegiada, influencia diretamente em meu jeito de ser que é expresso em minha arte, mesmo que seja por músicas instrumentais, sem precisar da palavra, é uma coisa de energia (2017).

 

CORRÊA, Jussânia Borges. Ecomusicologia no Cerrado: violeiras e violeiros convivendo com a natureza. 2017. 268 f., il. Dissertação (Mestrado em Música)—Universidade de Brasília, Brasília, 2017. Disponível em: <https://repositorio.unb.br/handle/10482/31444>

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