Aves do Cerrado

Esta é a Maria-ferrugem ([i]Casiornis rufus[/i]), fotografada em Aruanã, na RESEX Lagoa do Cedro. Foto:
Esta é a Maria-ferrugem (Casiornis rufus), fotografada em Aruanã, na RESEX Lagoa do Cedro.

Vivem hoje pelos céus, florestas e oceanos do planeta mais de 10 mil espécies de aves, pode não parecer muito, mas esse número representa mais que o dobro das espécies de mamíferos, são milhares de espécies tão diferentes entre si, com características tão singulares que as tornaram aptas a ocupar praticamente todos os habitats terrestres, ao longo dos sete continentes.

No Brasil, se encontram nada menos que 1919 espécies. Toda esta biodiversidade – que engloba desde a gigantesca ema até o pequenino beija-flor -, nos classifica internacionalmente como o terceiro país do mundo em diversidade de espécies de aves.

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Aves endêmicas do Cerrado no Estado de Goiás

Trinta e três por cento das aves podem ser encontradas no Ambiente Campestre, das quais 10% são comuns a outros ambientes. Vinte e quatro por cento são encontradas no Cerradão e não há formas exclusivas. Da mesma forma que o Cerradão, a Mata não apresenta formas exclusivas de aves, mas 95% espécies, comuns a outros ambientes, podem ser encontradas aí. A maior parte das aves do Sistema Biogeográfico do Cerrado, põem seus ovos durante a estação seca, mais especificamente em junho, julho e agosto. As aves campestres estão mais concentradas no início da estação chuvosa.

No Cerrado, as áreas florestais têm sido fragmentadas principalmente por conta da expansão das atividades agropastoris. As aves podem responder ao processo de fragmentação florestal em diferentes escalas e de formas distintas, conforme as suas exigências ecológicas e às suas diferentes percepções da paisagem.

Shayana de Jesus (2016), realizou um levantamento do número de aves existentes nas áreas florestais e dos efeitos na conservação e na extinção das espécies, baseando-se nas características ambientais das florestas e das paisagens do Cerrado. Sua tese de doutorado da Unesp de Rio Preto teve como objetivo buscar novos conhecimentos a respeito da avifauna em fragmentos florestais — áreas de formações florestais interrompidas por barreiras naturais ou pela ação humana — no Estado de Goiás, compreendendo os efeitos da fragmentação e os fatores responsáveis pela estruturação destas comunidades na região.

Os resultados apresentam 271 espécies de aves nos fragmentos florestais, pertencentes a 57 famílias, sendo que sete destas espécies são endêmicas do Cerrado. Foram registradas espécies oriundas dos biomas limítrofes: 14 da Amazônia e 17 da Floresta Atlântica.

A pesquisadora detectou o predomínio de 115 espécies dependentes florestais, aquelas que se alimentam e se reproduzem principalmente em florestas. Também foram registradas 13 espécies com sensibilidade alta aos distúrbios ambientais, quatro ameaçadas de extinção em escala mundial e oito pouco documentadas para o Estado.

Para a pesquisadora, os dados apontam que, enquanto algumas espécies podem estar desaparecendo em paisagens muito fragmentadas, outras podem estar se beneficiando destas mesmas condições ambientais. “O resultado não é a perda de espécies, mas sim a substituição de espécies entre os fragmentos ao longo de paisagens com diferentes níveis de cobertura e de fragmentação florestal”.

Ela ressalta a necessidade de desenvolver estratégias de manutenção em todo o bioma para garantir a conservação da avifauna florestal, mesmo que as áreas florestais sejam mantidas intactas. “Se a destruição das áreas savânicas e campestres persistir, os efeitos sobre as comunidades de aves florestais serão visíveis”, reforça.

http://www.ibram.df.gov.br/wp-content/uploads/2018/03/Aves-Cartaz-terceira-edi%C3%A7ao-2017.pdf

“Exposição Virtual das Aves do Campus da Universidade de Brasília

As aves há muito atraem a atenção do homem, despertando nele um enorme fascínio e admiração. Estes animais encantam pelas suas variadas cores, pelos belos cantos e pela incrível capacidade de voar, fato que deu asas à imaginação humana. Esta exposição é um convite à observação das aves e utilização desta atividade como ferramenta pedagógica por parte dos educadores, o que possibilita não só conhecer de forma prática esta classe de animais, mas também complementar o processo de ensino e aprendizagem em diversos campos da Biologia, diante da vasta conexão que estes organismos possuem com os outros animais, plantas, e meio ambiente.

O campus da Universidade de Brasília é um belo viveiro a céu aberto onde está presente uma notável diversidade de aves, com uma quantidade de área verde significativa entre os prédios, com um mosaico de espécies nativas da flora do Cerrado e diversas espécies exóticas utilizadas nos projetos paisagísticos, além de importantes remanescentes naturais de vegetação nativa que compõe o Arboreto o Centro Olímpico e o Parque Vivencial da Enseada.

Em sua nova forma ampliada, “As Aves do Campus” traz em seu acervo, fotografias ilustrativas de espécies de aves baseadas em informações de estudos realizados desde os anos 90. Muitas delas certamente não ocorrem mais no local, ou têm ocorrência rara, mas são aqui retratadas como estimulo à olharmos para esta diversidade e sua vulnerabilidade com o devido cuidado.

O conteúdo é aqui apresentado de forma interativa, com caráter lúdico, educativo e científico, possibilitando sua utilização como material didático digital nas escolas em diversas etapas do ensino. Além de poder interagir virtualmente com a “Trilha das Aves da UnB”, você pode percorrer esta trilha no próprio Campus da Universidade de Brasília. Conheça aqui uma grande diversidade de aves que habitam o campus da UnB através de fotos e cantos das espécies. Divirta-se com a ludo-trilha, jogo-da-memória, quebra cabeça e muito mais!

Boa Observação!

Visite o site desta exposição no Museu Virtual de Ciência e Tecnologia da UnB:

http://aves.museuvirtual.unb.br/index.php

Esta exposição é um convite à observação de aves e a utilização desta atividade como ferramenta pedagógica por parte dos educadores, o que possibilita não só conhecer de forma prática esta classe de animais, mas também complementar o processo de ensino e aprendizagem em diversos campos do conhecimento, diante da vasta conexão que estes organismos possuem com os seres Humanos, com outros animais, plantas, e com meio ambiente.

O conteúdo é aqui apresentado de forma interativa, com caráter lúdico-educativo e também científico, possibilitando a utilização desta exposição como material didático digital nas escolas em diversas etapas do ensino.

Aqui é possível conhecer as espécies e famílias de aves através de fotos, cantos e textos descritivos, interagir virtualmente com a “Trilha das Aves da UnB”, e também percorrer esta trilha no próprio Campus da Universidade de Brasília, conhecendo parte da diversidade de espécies de aves que lá habitam.

A exposição conta com jogos que auxiliam o estudante a assimilar de forma descontraída muitas informações sobre a diversidade das aves e sua ecologia. A “Ludo Trilha”, presente nestes jogos, é uma forma de aprender brincando um pouco sobre a ecologia dos sabiás e dos beija-flores, se lançando em uma aventura imaginária por um ambiente cheio de atrativos, mas também repleto de perigos que enfrentam as aves que habitam o campus.

O estudo sobre as aves é abordado na disciplina de Ciências, no segundo eixo do ensino fundamental, junto com o estudo e classificação dos demais organismos pertencentes ao Reino Animal.  Porém, é possível estabelecer conexões e complementar o estudo dos diversos eixos temáticos, em qualquer etapa do processo de ensino e aprendizagem.

Este diverso grupo de animais é um ótimo instrumento para um ensino transdisciplinar, podendo ser trabalhado também nos campos da História, Geografia, Língua Portuguesa, literatura, Artes Plásticas e em qualquer outra disciplina, diante da extensa teia de relações que possuem.

A figura das aves está presente em diversas manifestações culturais das civilizações e de diferentes povos, cada qual com suas peculiaridades de acordo com a região e características do meio ambiente em que habitaram ou habitam. A exemplo disso, temos registros históricos literários da observação de aves pelo homem desde a Grécia arcaica (Séc. VIII a.C.) através da descrição de espécies reais e fantásticas (imaginárias) nos textos de Hesíodo e Homero. No Egito antigo, as aves também surgem na Figura mitológica de Toth, deus da Sabedoria, representado por íbis, ave pernalta com pescoço longo e bico comprido e encurvado.

Outro paralelo para abordagens históricas pode ser traçado a partir de algumas espécies exóticas, ou seja, que não ocorrem naturalmente em nosso território e foram introduzidas de outros continentes, vindas de carona em navios em diferentes momentos de nossa história.

Na literatura, são fartas as citações desses seres canoros e alados, indissociáveis que são das culturas populares. O Sabiá, ave eleita como símbolo nacional, é um dos mais citados nas poesias e canções populares brasileiras. Guimarães rosa, em sua íntima e poética descrição sobre o Cerrado, também mostrava-se um profundo conhecedor da diversidade das aves silvestres, como visto no romance Grande Sertão Veredas:

“O rio, objeto assim a gente observou, com uma croa de areia amarela, e uma praia larga: manhãzando, ali estava recheio em instância de pássaros. O Reinaldo mesmo chamou minha atenção. O comum: essas garças, enfileirantes, de toda brancura; o jaburu; o pato-verde, o pato-preto, topetudo; marrequinhos dansantes; martim-pescador; mergulhão; e até uns urubus, com aquele triste preto que mancha. Mas, melhor de todos – conforme o Reinaldo disse – o que é o passarim mais bonito e engraçadinho de rio-abaixo e rio-acima: o que se chama o manuelzinho-da-croa”

Quais serão estas espécies citadas por Guimarães Rosa? Quais seus nomes científicos e suas origens? A que famílias pertencem? Quais seus hábitos? Que ambientes lhe são próprios? Ocorrem em todo território nacional ou são restritas ao Cerrado? Migram??? Enfim, são tantos questionamentos e tantos conteúdo a serem trabalhados.

É farto também o manancial de relações entre as culturas indígenas brasileiras e as Aves, as quais herdaram muitos de seus nomes científicos e populares dos índios. Muitos desses nomes nos soam tão naturais que esquecemos de suas origens, como, por exemplo, arara, termo de origem Tupi, provavelmente referente a onomatopeia relacionada ao canto da ave.

A etimologia dos nomes científicos, oriundos do grego e do Latim, muito podem contribuir com aulas de Língua Portuguesa. De uma forma geral, o nome científico das espécies descreve suas características morfológicas e/ou seus hábitos, podendo ser observado de forma prática pelo aluno o significado e origem dos radicais de nosso idioma proveniente do latim. O sistema moderno de classificação foi criado por Carl von Lineu, em 1758, conhecido como o pai da taxonomia moderna.

Espécies de aves aparentadas entre si, que ocorrem em hábitats semelhantes, mas habitam diferentes regiões do globo, ou mesmo separadas apenas por uma barreira geográfica, podem ser um ótimo complemento para as aulas de Geografia, entendendo a forma como os organismos estão distribuídos no planeta. A ema, o avestruz e o emu são um ótimo exemplo. Provavelmente separadas pela fragmentação de uma população ancestral que se distribuía por uma única massa de terra, hoje a ema habita a América do sul, o avestruz a África e o emu a Austrália.

Uma boa observação dos passarinhos no quintal da escola também pode ser um ótimo estimulo para aulas de artes, representando a espécie que mais chamou atenção, através do desenho, escultura, dança, música…

E por que não incluir a Educação Física nesse pacote? A atividade de observação de aves é um hobby com crescente número de adeptos pelo mundo. Estima-se um número de 80 milhões de observadores, concentrados principalmente nos Estados Unidos. Ao praticar, exercita-se corpo e mente, com caminhadas ao ar livre e na natureza.

Professores e alunos podem então valer-se desta exposição como ferramenta de apoio para inclusão do estudo da diversidade de aves e sua ecologia complementando o  processo de ensino e aprendizagem de diversos segmentos curriculares. Nesta página é possível imprimir um roteiro de atividade a ser desenvolvida pelo professor na escola, através do uso da ferramenta digital, atividades em sala e observações ao ar livre, utilizando como apoio a presente “Exposição Virtual das Aves do Campus”.

Links:

http://www.wikiaves.com.br/
A enciclopédia das aves Brasileiras. Um site com  conteúdo interativo, direcionado à comunidade brasileira de observadores de aves.

http://www.xeno-canto.org
Site com vozes de aves neotropicais.

http://www.avistarbrasil.com.br
Site sobre encontros brasileiros de observadores de aves silvestres.

http://www.avisbrasilis.com.br
Site de editora de guias de campos e livros sobre as aves brasileiras.

Projeto “Evitando a Extinção do Pato-Mergulhão” tem suas atividades iniciadas em Alto Paraíso de Goiás – GO.

O Projeto: “Evitando a extinção do pato-mergulhão no corredor Veadeiros-Pouso Alto- Kalunga” teve suas atividades iniciadas em de janeiro de 2018 na cidade de Alto Paraíso de Goiás. O projeto tem como objetivo a realização de atividades de monitoramento e pesquisa do Pato-Mergulhão, ações de conscientização pública e capacitação sobre a situação da espécie. O projeto tem a duração de dois anos e é financiado pelo “Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos” – (CEPF). 
A execução do projeto é realizada pelo Instituto Amada Terra de Inclusão Social (IAT) sendo a sua equipe composta pela Coordenadora Geral: Gislaine Disconzi, Coordenador de Campo: Fernando Previdente, Coordenadora de Educomunicação: Maria Beatriz Maury e Coordenador Financeiro: Paulo Henrique Golçalves.

Por que estudar o Pato-Mergulhão?
O Pato-Mergulhão além de ser uma ave rara, está criticamente ameaçada de extinção no Brasil. Já desapareceu nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina e também na Argentina e no Paraguai. A sua presença indica um bom estado de conservação do ambiente, por ser uma espécie restrita a ambientes de cachoeiras com água limpa e cristalina. Ao conservarmos o hábitat do Pato-Mergulhão vamos conservar a melhor qualidade de nossas águas!

Ocorrência: rios e córregos com cachoeiras de águas limpas e cristalinas rodeada por mata. Ocorre de forma isolada nos estados de Minas Gerais, Goiás e Tocantins. 

 O projeto tem o financiamento do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos que “é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da União Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é uma sociedade civil envolvida com uma conservação da biodiversidade “.

Desta vez, a série “Quem sou eu?” homenageia o mais ilustre símbolo de conservação das águas brasileiras. Parabéns a toda equipe do Fauna Brasil – UFF! Congratulações aos técnicos Eduardo Sánchez e Wilson Paraná e, em especial, à acadêmica Renata Santos. Sávio Freire Bruno – Coord. Lab. Fauna Brasil – UFF.

Publicações:

BRAZ, Vivian da Silva; HASS, Adriani. Aves endêmicas do Cerrado no Estado de Goiás. FRONTEIRAS: Journal of Social, Technological and Environmental Science, Anápolis-Goiás, v.3, n.2, jul.-dez. 2014, p.45-54.

PDF


A Ornitologia no Cerrado e Ecótonos do Brasil Central. – Palmas: Universidade Federal do Tocantins, Sociedade Brasileira de Ornitologia, Grupo de Pesquisa em Ecologia e Conservação de Aves – ECOAVES-UFT, 2008.


DISCONZI, Gislaine Maria Silveira. O pato-mergulhão Mergus octosetaceus Vieillot, 1817 e as águas da Chapada dos Veadeiros (GO). 2012. [165] f., il. Dissertação (Mestrado em Desenvolvimento Sustentável)—Universidade de Brasília, Brasília, 2012.


Laboratório de Ecologia e Conservação de Aves – Universidade de Brasília

   O Laboratório de Ecologia e Conservação de Aves está sediado no Departamento de Zoologia, Instituto de Ciências Biológicas da Universidade de Brasília (UnB). O Laboratório possui como objetivo central estudar características ecológicas das aves e suas aplicações em conservação e manejo. Os principais temas estudados no momento (parâmetros da história de vida, migração, distribuição geográfica e parasitismo) são abordados por meio de diversas metodologias, incluindo desde observações da história natural e anilhamento (marcação) das aves, até análises laboratoriais, dataloggers, geolocalizadores, análises de isótopos e experimentos de campo.

Os projetos são realizados principalmente em equipe, com a maior parte da coleta de dados sendo realizada em vegetação de cerrado desde 2002 na Estação Ecológica de Águas Emendadas, DF (50 km ao norte de Brasília). Por meio deste projeto já monitoramos mais de 5.000 ninhos e anilhamos mais de 10.000 aves desde 2002.


Você já ouviu falar na “voz do Cerrado”? A dona da voz é a protagonista do novo vídeo da série “Quem sou eu?”. Prestigie, curta e compartilhe! Agradecimentos à toda equipe. Um abraço! Sávio Freire Bruno. Coord. Lab. Fauna Brasil – UFF.

https://www.youtube.com/watch?v=LP1LTRmtbz8&feature=youtu.be

Você conhece a rolinha-do-planalto?

rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis) é uma das aves mais raras do mundo e ficou desaparecida por quase um século até uma pequena população ser redescoberta, em maio de 2015, em Minas Gerais. Devido à sua raridade, a espécie foi listada na categoria Provavelmente Extinta, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Segundo a lista da BirdLife/IUCN a espécie é considerada Criticamente Ameaçada (CR). A redescoberta da rolinha-do-planalto foi um dos mais importantes achados ornitológicos das últimas décadas, tendo grande repercussão internacional. Agora, o desafio é desenvolver ações de conservação que garantam a proteção da população encontrada e do habitat onde vive*.

Desde maio de 2015, quando Rafael Bessa reencontrou a espécie, a SAVE Brasil vem trabalhando para mensurar quantos indivíduos existem na natureza e onde eles estão. Após intensas buscas, Botumirim, um pequeno município no norte de Minas Gerais, foi apontada como a única localidade com registros da espécie até então. Ficou claro que esta população precisava de proteção, assim foi criada uma reserva natural, uma propriedade particular de 593 hectares. A Reserva rolinha-do-planalto, que futuramente será uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, protege a única população conhecida da espécie*.

O projeto “Salvando a rolinha-do-planalto e seu habitat único”, que tem apoio do CEPF Cerrado e é executado pela SAVE Brasil, tem como principal objetivo promover a conservação a longo prazo do Cerrado na área de redescoberta da rolinha-do-planalto, com especial atenção à proteção desta espécie, que está criticamente ameaçada de extinção.

Conheça mais sobre a rolinha-do-planalto, sua vocalização, comportamento e seu habitat na página da SAVE Brasil e nos ajude a conservar esta espécie criticamente ameaçada!

*Adaptado de texto fornecido pela SAVE Brasil.

https://www.facebook.com/SAVEBrasil/videos/1689055737799272/

Publicações:

Guia de bolso: 100 aves do Parque Nacional da Serra da Canastra

Segundo os autores Carolline Zatta Fieker, Matheus Gonçalves dos Reis e Sávio Freire Bruno, o objetivo deste guia é apresentar ao leitor um pouco da diversidade de aves que habita o Parque Nacional da Serra da Canastra. A partir daí, pretende-se que as pessoas da região e também os turistas que a visitam despertem ou aumentem o interesse pela riqueza biológica desta Unidade de Conservação e seu entorno, de modo a estimular práticas e ações positivas em relação à natureza.

Fonte: https://www.academia.edu/7840201/Guia_de_bolso_100_aves_do_Parque_Nacional_da_Serra_da_Canastra