O que é que o Cerrado tem pra vê? Pinturas rupestres mostrando numerosas evidências humanas de 11.000 anos de antiguidade, museus e monumentos históricos, belezas naturais inacreditáveis nas suas paisagens, especialmente suas chapadas e chapadões (Chapada dos Veadeiros, Chapada Diamantina, Chapada dos Guimarães, Grande Sertão Veredas, Cantão, Emas, Jalapão) que são um espetáculo único; igual às suas cascatas, cachoeiras e corredeiras; seus “buracos de araras”; suas veredas de buritis; seus rios de água cristalina e seus grandes rios piscosos e navegáveis, como o Araguaia ou o Tocantins assim como grutas como a Gruta do Lago Azul com águas azuis no Mato Grosso do Sul, rodeado por rochas que datam de milhares de anos.

O turismo indígena agora é legal e foi regulamentado. A atividade pode fornecer renda, especialmente atraindo turistas estrangeiros que se dispõem a fazer uma dessas visitas pelo menos uma vez na vida, mas requer investimento e organização para evitar impactos negativos. As maiores áreas intactas de vegetação natural no Cerrado estão em suas 95 terras indígenas, cobrindo 96.000 km2, 4,8% do bioma, principalmente para o norte e oeste perto da região da Amazônia e são áreas com as menores taxas de desmatamento, especialmente comparadas com as áreas protegidas oficiais, mesmo aquelas de proteção integral (Paiva et al. 2015).

Quem conhece o Cerrado, não abandona jamais!

Confira alguns dos destinos mais procurados por turistas no Cerrado:

Região mais alta do Planalto Central, a Chapada dos Veadeiros, em Goiás, é reconhecida pela Unesco como Patrimônio Natural da Humanidade.  Não foi por acaso que o “coração” do Brasil ganhou esse título. Além da diversidade da fauna e flora protegida em um parque nacional, a beleza cênica da região é outro atrativo. Do emaranhado de montanhas e nascentes descem rios formando corredeiras, cânions e cachoeiras que deixam os visitantes deslumbrados. A energia e o clima de paz ainda propiciam abrigo para comunidades espirituais, exotéricas e de vida alternativa com seguidores do mundo inteiro.

A chegada do asfalto facilitou a exploração dos atrativos turísticos de Alto Paraíso e Cavalcante, mas são, principalmente, as estradas de terra e caminhos quase apagados do mapa que conduzem os visitantes aos encantos da Chapada dos Veadeiros. A partir de São Jorge, um antigo acampamento de garimpeiros e sede do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, hoje uma referência do ecoturismo, as trilhas são bem sinalizadas dentro da área de proteção.

PARQUE NACIONAL DA CHAPADA DOS VEADEIROS
Localizado no nordeste do Estado de Goiás, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros tem uma área de 65.514 hectares repleta de trilhas, cachoeiras, piscinas naturais, cânions, animais em extinção e matas de Cerrado. Atualmente existem quatro trilhas na região, que são sinalizadas dentro do parque para facilitar o percurso dos visitantes.

Onde: a entrada do parque fica localizada no distrito de São Jorge (GO), a aproximadamente 36 km de Alto Paraíso, Goiás.
Ingresso: atualmente não há cobrança de ingresso para o acesso ao parque.
Atrações: o parque reúne dezenas de cachoeiras, animais em extinções, belas paisagens e atividades ecoturísticas como, por exemplo, trilhas, tirolesa, ciclismo, entre outras. As trilhas têm extensões que variam de 1 a 23 km.

Entre as diversas trilhas está a que leva o visitante até as Sete Quedas com pernoite no interior do parque. Quem tem mais tempo e disposição pode percorrer até 80 km de trilhas históricas, ainda carentes de sinalização, no entorno do parque. Fazendas e agricultores familiares oferecem pouso com opções de camping e comida caseira para os andarilhos.


Créditos: Fernando Correa

Cavalcante é um exemplo do passado e presente da Chapada dos Veadeiros. Alto Paraíso, antiga Veadeiros, referência aos cães caçadores de veados da fazenda que deu nome ao local, é o centro desse novo ciclo de exploração econômica. Há um movimento de conciliação e equilíbrio para o aproveitamento turístico dos atrativos naturais de forma racional em benefício da população local. É o turismo ambiental assegurando a sustentabilidade de pequenos negócios. Ainda que trilhando caminhos diferentes, é possível conhecer a Chapada dos Veadeiros pelo topo do Cerrado.

(http://www.turismo.gov.br/%C3%BAltimas-not%C3%ADcias/7755-turistas-exploram-o-topo-do-cerrado.html)

BRASÍLIA
A Capital federal atrai turistas com seus monumentos projetados pelos renomados arquitetos Oscar Niemeyer e Lúcio Costa. Um dos programas mais populares em Brasília é conhecer os centro de importantes decisões do país como o Palácio da Alvorada e do Itamaraty, o Congresso Nacional e a Praça dos Três Poderes. Em 1987, a cidade foi considerada Patrimônio Histórico e Cultural da Humanidade.

Alguns dos principais pontos turísticos das cidades são: o Lago Paranoá, a capela Ermida Dom Bosco, a Catedral Metropolitana, Torre de TV e o Memorial JK. O turismo em Brasília mescla paisagens naturais com construções arquitetônicas.
 

DIAMANTINA (MG)
A cidade mineira de Diamantina, localizada a 285 km de Belo Horizonte, é outro local bastante procurado pelos turistas. O município é emoldurado pela Serra do Espinhaço e sua arquitetura colonial compõe a bela paisagem da cidade mineira. Próximo à cidade os visitantes encontram cachoeiras e grutas.

Catedral Metropolitana de Santo Antônio da Sé - Diamantina (MG) (Foto: Divulgação / Lucas Conrado)
Catedral de Santo Antônio da Sé em Diamantina,
MG (Foto: Divulgação / Lucas Conrado)

As construções históricas do município nos remetem ao período colonial de Minas Gerais. O Centro Histórico, a Casa de Juscelino Kubitschek, a igreja Nossa Senhora do Carmo e o Mercado Municipal são alguns dos pontos recomendados para quem quer conhecer um pouco da história de Diamantina. Outra atividade típica da região é a Vesperata, o evento noturno reúne vários músicos que se apresentam para o público seja ao livre, ou de sacadas e janelas. Perto da cidade, uma estrada de terra leva os turistas aos distritos de Milho Verde, Biribiri e São Gonçalo do Rio das Pedras, onde os visitantes encontram nascentes, poços de águas cristalinas e áreas disponíveis para a prática de ecoturismo.

Atrações: quem busca um passeio pela história do Brasil deve conhecer o “Caminho dos Escravos”, considerado um roteiro cultural valioso do país que faz parte da Estrada Real. Outra atração é a Casa de Chica da Silva, localizada na Praça Lobo de Mesquita, com uma bela arquitetura colonial. O Centro Cultural também é um dos pontos turísticos da região. As visitas aos distritos de Milho Verde, Biribiri e São Gonçalo do Rio das Pedras retratam a geografia e paisagens de Diamantina.

BONITO (MS)
A cidade de Bonito, localizada do Mato Grosso do Sul, se tornou referência em Ecoturismo no Brasil. Em 2012 o município recebeu aproximadamente 190 mil visitantes. Uns dos fatores que atrai tantos turistas são os cenários cinematográficos compostos por cachoeiras, praias, grutas e trilhas. A disposição geográfica favorece a práticas de diversas atividades, por exemplo, rapel, mergulhos, rafting (passeio de bote por corredeiras), arvorismo e tirolesa, entre outras. A claridade de suas águas e a grande biodiversidade impressionam os turistas que viajam para o município. O lugar é ideal para pessoas que gostam de apreciar a natureza.

Mergulho com os peixes na cidade de Bonito (MS)  (Foto: Divulgação / Everaldo Vilela)
Mergulho com os peixes na cidade de Bonito, MS (Foto: Divulgação/Everaldo Vilela)

A prefeitura da cidade utiliza um modelo de gestão, onde todos visitantes compram um voucher único para entrada nos parques. Um tipo de ingresso para que os administradores possam controlar o número de visitantes permitido em cada estação turística. Os vouchers podem ser adquiridos em agências de turismo da cidade e custam em torno de R$ 35 por pessoa para cada passeio.

Quando ir: de dezembro a março
Atrações: Bonito foi eleito pelo 11º ano consecutivo o melhor destino de ecoturismo no Brasil. Portanto, o local é o ideal para quem busca tranquilidade e contato com a natureza. Os passeios pelas grutas, cachoeiras, os mergulhos e as atividades ecoturisticas são as principais atrações do município

Pirenópolis, Goiás

Pirenópolis, “descoberta” em 1727 por um grupo de bandeirantes, recebeu este nome por causa de sua localização, aos pés das Serras dos Pirineus – cordilheira mais expressiva do Estado de Goiás. O desenvolvimento da cidade se fez pela grande quantidade de ouro que dispunha. Até o século XIX era um centro urbano em constante crescimento, mas à partir de 1900 a cidade iniciou um processo de conservação que tornou possível preservar a maior parte de suas características originais.

Por esse motivo, o município é um importante registro do Brasil Central – tendo sido tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Ainda hoje conserva as feições típicas da época em que o estado goiano estava sendo construído: casarões, ruas e igrejas de arquitetura colonial.

 

o que fazer em pirenópolis_MG_0075 CIDADE

A cidade tem 82 cachoeiras, sendo que muitas delas são abertas para visitação. As Cachoeiras de Pirenópolis são conhecidas no mundo todo. Muitas delas possuem infraestrutura com banheiros, restaurantes, lojinhas de artesanato, etc.
Esses são alguns dos mais significativos pontos de lazer de Pirenópolis.

Santuário das Águas

1-cachoeira

Santuário da Vida Silvestre Vagafogo, a primeira RPPN (Reserva Partícular de Patrimônio Natural) do Estado. Localizada a 6 km de Pirenópolis é considerada exemplo de sustentabilidade possuindo 23 hectares de mata ciliar que margeiam o rio Vagafogo, oferecendo uma trilha interpretativa que nos leva a deliciosos banhos e hidromassagens.

Várzea do Lobo

Região de grande beleza cênica e rica biodiversidade caracterizada pelo cerrado de campo sujo, campo limpo, mata de galeria e veredas.

Cachoeira Araras

foto1

No Rio Dois Irmãos com um poço de 90 metros quadrados e queda de 7 metros. Acesso: GO 338, saída Goianésia com 15 km de asfalto. Entrar à direita mais 2 km de terra. Trilha fácil com 300 metros. Estrutura: Não tem.

Cachoeira Meia Lua

cachoeiras em pirenopolis

No Ribeirão Santa Maria com um poço com 300 metros quadrados e altura de 15 metros. Acesso: estrada para Pedreiras com 2 km de asfalto. Entrar à direita e percorrer mais 3 km de terra. Trilha de aproximadamente 50 metros. Estrutura: Banheiros e Lanchonete.

Cachoeira do Abade

cachu09

No Rio das Almas com um poço com 900 m2 e altura da queda 22 metros. Acesso: Estrada para o Parque dos Pireneus com 2 km de esfalto e entrar a direita mais 12 km de terra. Trilha fácil com 300 metros. Outra opção: Cachoeira do Canyon (Naturalista) com trilha de 50 metros Estrutura: Não tem. Ideal para a pratica do Rappel.

Cachoeira do Coqueiro

IMG0395A

No Ribeirão Santa Maria, queda de 10 metros. Acesso: Estrada das Pedreiras 17 km de terra. Trilha para a cachoeira de acesso médio com 200 metros. Não é aconselhada para crianças de colo e idosos. Estrutura: Não tem. Visitas somente com guias credenciados.

Cachoeiras dos Dragões (8 cachoeiras) – Mosteiro Zen

peroladodragao-2

No Côrrego Chapadão há 8 cachoeiras sendo a maior com uma queda de 73 metros. Duas cachoeiras secam nos meses de junho a setembro. Acesso: GO 338, saída Goianésia com 25 Km de asfalto. Entre à direita e percorra mais 18 km de terra. Trilha média com 4000 metros. Não é aconselhada para crianças e idosos. Estrutura: Banheiros, Mosteiro, Restaurante com reserva, trilha demarcada.

Reserva Ecológica Vargem Grande – Cachoeira do Lázaro

cachoeiras em pirenópolis

Funcionamento: Até 16 horas. No Ribeirão Santa Maria com queda com altura de 15 metros. Acesso: Estrada para o Parque dos Pireneus com 2 km de asfalto e 9 km de terra. Trilha com 1300 metros de acesso fácil. Estrutura: Banheiros, lanchonete, estacionamento, loja de artesanatos.

Reserva Ecológica Vargem Grande – Cachoeira Santa Maria

cachu03

No Ribeirão Santa Maria com queda com altura de 15 metros. Acesso: Estrada para o Parque dos Pireneus com 2 km de asfalto e 9 km de terra. Trilha com 500 metros, de acesso fácil. Estrutura: Banheiros, lanchonete, estacionamento, loja de artesanatos.

Santuário das Araras – Cachoeira do Rosário

rosario2

No Rio Araras com um poço com 650 metros quadrados e altura da queda de 30 metros. Acesso: GO 338 saída para Goianésia com 25 km de asfalto. Entrar à direita e percorrer mais 12 km de terra. Trilha díficil com 150 metros. Não é aconselhada para crianças de colo e idosos. Outra opção: Trilha pelo Canyon subindo pelo rio Araras. Estrutura: banheiros, restaurante e área de descanso.

Esportes

Pirenópolis está cheia de opções agradáveis para quem quer se divertir. Existem sete trilhas ecológicas para caminhada na Serra dos Pirineus. Algumas, mais leves, permitem que o visitante aproveite calmamente as belezas naturais, outras, com níveis maiores de dificuldade, devem ser feitas acompanhadas de guias especializados.

Rappel, mountain biking, trekking e canoagem podem ser boas opções para quem pretende se aventurar com mais emoção.

O roteiro não se resume só à prática de esportes, através de roteiros educativos promovidos por guias e agências especializadas é possível aprender um pouco da nossa história. Isso através de visitas a museus e projetos arquitetônicos típicos do Brasil-Colônia.

Como chegar

A simpática cidadezinha histórica de Pirenópolis atrai todos os fins de semana centenas de turistas de Brasília e de Goiânia. A procura facilmente se justifica: não faltam atrativos naturais, como cachoeiras, santuários ecológicos e trilhas na região.

Os aeroportos mais próximos de Pirenópolis são os de Brasília e Goiânia. Da capital federal, o melhor caminho é usando a BR-070, um caminho de cerca de 180 km. Desde a capital de Goiás são 120 km.

Para quem vem de São Paulo ou do Rio de Janeiro, o melhor é pegar um avião até Goiânia ou Brasília (1h de viagem) e, a partir daí, seguir em carro ou ônibus (de 1h30 a 3h de viagem).

Avião

Pirenópolis possui aeroporto com capacidade para receber helicópteros e aviões particulares de até 30 pessoas. O mais comum, desta forma, é chegar por Brasília ou Goiânia de avião e seguir por terra.

Quando ir
Evite os fins de semanas, quando goianienses e brasilienses hiperlotam bares, lojinhas e cachoeiras da cidade. De segunda a sexta, porém, há alguns estabelecimentos que nem chegam a abrir, leve um lanchinho na bolsa para curtir mais do lugar. O verão é época das chuvas, sendo também quando os fluxos d’água ficam mais cheios. No período da Cavalhada, entre maio e junho, dependendo do ano, é bom reservar hospedagem com bastante antecedência.

Sites oficiais

Site da cidade de Pirenópolis – www.pirenopolis.com.br
Portal de Turismo de Pirenópolis – http://www.pirenopolis.tur.br

Fonte: http://guiaviajarmelhor.com.br/o-que-fazer-em-pirenopolis-goias/

Turismo de Base Comunitária no Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu

Projeto Turismo de Base Comunitário no Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu
Realização: Instituto Rosa e Sertão
Apoiado financeiramente: Fundo Socioambiental da CAIXA

Conheça o Vale de Marte, um lugar mágico no interior de Goiás

O local recebe esse nome pela coloração de suas formações rochosas, esculpidas ao longo de milhões de anos

por Rodolfo Alves Pena

É bem possível que você já deve ter ouvido falar no Vale da Lua, na região de São Jorge. E o Vale de Marte, já ouviu falar? Trata-se de um lugar mágico e impressionante, localizado no Complexo do Prata, próximo da divisa entre Goiás e Tocantins, em Cavalcante. O local é cercado por paisagens estonteantes e formações rochosas que dão à sua fisionomia um aspecto único em todo o mundo.

Todos os detalhes desse verdadeiro achado você confere a seguir. As fotos e informações são de Marcos Aleotti.

 

62be81896f824f6047ce3a290e1cff29.jpg

d1a7ff7d295e5af117072d6416026cd5.jpg

 

Recomenda-se que no início do caminho, o turista tome um relaxante banho na Cachoeira Pratinha, que fica no começo da trilha. O Vale de Marte é formado pelo Rio Prata que corre e despenca em várias quedas sucessivas, é um dos lugares que desperta mais curiosidade para quem visita o Complexo Do Prata.  

Considerado um local místico por muitos visitantes, o nome se deve às formações de rochas sedimentares de tons cinza e avermelhadas, fruto da ação dos agentes exógenos ou externos de transformação do relevo, como a água, o vento e outros. A área da Chapada é considera geologicamente antiga, o que significa que sua superfície passou muito tempo sob a ação dos elementos erosivos da natureza.

Ao contrário do “queridinho e famoso” Vale da Lua, que está sempre cheio de turistas, o Vale de Marte é um verdadeiro recanto de paz e tranquilidade, é possível passar um bom tempo apreciando o local sem tumulto e barulho.

A paisagem é composta por lindas e diferentes formações rochosas, além de pequenas crateras com formatos peculiares. Conforme a luz do sol incide, os tons mais avermelhados vão ganhando mais vida e se contrastam em meio às rochas cinzas e, assim, vão se modificando conforme o Sol se põe.

Ainda é possível se refrescar nas piscinas e banheiras naturais que o Vale possui e até transitar por debaixo de suas rochas, como se elas estivessem flutuando sobre as águas. Os poços formados dão a sensação de se estar em uma verdadeira hidromassagem natural, que preenche o visitante com um banho de energia e boas vibrações.

 

0fdb8b9af758c719111faf6d2422690e.jpg

d96ad86546dea552407136e09e68c649.jpg

b62656c7480a45a4b77521189f345cfa.jpg

c6ce2f7e556df09551d2bc18e5f37bc6.jpg

38a3e2c77cf5969fdfebf7d17be21c71.jpg

8de449a7bb25a2f96f9aa791ed33d064.jpg

 

Como chegar

O Vale de Marte se localiza na Fazenda Ouro Fino, no Complexo do Prata a 65km da Cidade de Cavalcante (que fica 322 km de Brasília, a 498 km de Goiânia e a 85 km de Alto Paraíso). O acesso a Cavalcante é feito pela estrada GO-118. Depois que passar por Alto Paraíso, você deve seguir mais 65 km até Teresina de Goiás, de onde você pegará um trecho de 20 km até Cavalcante.

Para se chegar até o Complexo do Prata, primeiramente é necessário a contratação de um guia, que pode ser feito no Centro de Atendimento ao Turista (CAT) de Cavalcante ou até mesmo no CAT da Comunidade dos Kalungas do Engenho ll (que fica no caminho).

Trilha 

Chegando ao Complexo do Prata, estaciona o carro e segue a trilha que liga a sete cachoeiras, o Vale de Marte fica no caminho entre a Cachoeira Pratinha e a Cachoeira Prata-2. O lugar é belíssimo, e com uma caminhada bem tranquila, cerca de 500 metros aproximadamente se chega na estrutura de rocha

Dicas

– Saia bem cedo para poder conhecer todo o Complexo da Prata, devido a distância da estrada e da trilha. Na volta, saia no máximo as 16:00hrs, para não pegar a estrada muito escura.

– Programe-se para fazer a trilha com calma; pare e se refresque ao longo das cachoeiras e piscinas naturais do trajeto.

– Caso queira curtir o por do sol no Vale de Marte, lembre-se que a estrada não tem nenhuma iluminação e é pouca sinalizada.

– Use calçados apropriados.

– Leve água, repelente, chapéu e filtro solar.

– Leve lanches para poder ficar um tempo maior, no local não possui nenhuma estrutura.

– Água você pode reabastecer nos riachos pelo caminho, uma garrafa basta.

– Uma pequena mochila é suficiente para o passeio. Evite pesos desnecessários.

– Não deixe lixo no local, não faça fogueiras.

– Respeite a natureza

 

S E R V I Ç O

Vale de Marte

Distância cidade de Cavalcante ao Complexo do Prata: 65 km  (estrada de terra)

Distância da Comunidade Kalunga do Engenho ll ao Complexo do Prata: 49km (estrada de terra) 

Entrada: Grátis

Distância da trilha: em torno de 500 metros

Dificuldade da trilha: fácil

Tamanho dos poços, banheiras e piscinas naturais : Médias a pequenas(raso)

Guia:  Apesar do local não ter controle de entrada e saída, é necessário e obrigatório a contratação de um guia.

Valor do guia/CAT Cavalcante:150,00(diária) para um grupo de até 6 pessoas

Valor do guia/CAT Comunidade Kalunga: em torno de 150,00 (diária) para um grupo de até a 8 pessoas

-Maiores informações:

 CAT Cavalcante: 

Telefone: (62) 3494-1507

CAT Comunidade Kalunga: 

Telefone: (62) 99802-4122

Fonte: http://www.curtamais.com.br/goiania/conheca-o-vale-de-marte-um-lugar-magico-no-interior-de-goias